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Foram encontradas 50 questões.

127497 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CREA-MG
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 07.


MUITA INFORMAÇÃO E POUCA ELABORAÇÃO DE PENSAMENTO

Pode a escola ajudar a criança a fazer a mágica combinatória de coisas que a leve a se tornar um ser singular, capaz de fazer suas próprias escolhas?


“Para viajar basta existir. Vou de dia para dia, como de estação para estação, no comboio do meu corpo, ou do meu destino, debruçado sobre as ruas e as praças, sobre os gestos e os rostos, sempre iguais e sempre diferentes, como afinal, as paisagens são. A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos, não é o que vemos, senão o que somos.”

O parágrafo acima tem dono. Leia-o, de novo, com as aspas devidas. Foi escrito pelo poeta português Fernando Pessoa. Se o que vemos é o que somos, o que somos é aquilo que nos forma, estrutura nossa vida: a escola, a família, os laços afetivos e sociais.

O que fazemos dela, a nossa vida? Como se ensina a olhar para ela? No Nepal, ensina-se a pintar repetindo mil vezes o mesmo gesto, como se o papel não existisse, mas sim o espaço. O aprendizado exige, portanto, concentração e disciplina. Uma mente dispersa não aprende. Como ela vai olhar se o olhar não está estruturado?

O papel da escola é bem mais amplo do que ensinar apenas aquilo que está restrito à atual Lei de Diretrizes e Bases: Português, Matemática, História e Geografia… tudo estanque, como se em plena era intergaláctica, interconectada, as ciências do saber fossem escaninhos.

O Nobel de Economia, James Heckman, que está em São Paulo para o encontro “Educar para as competências do Século 21”, aponta que os instrumentos utilizados para aferir a qualidade do ensino medem apenas estas dimensões estanques, mas não os traços da personalidade, os laços afetivos ou “competências socioemocionais”. Em estudos que conduziu nos Estados Unidos, Heckman provou que, quando a escola fornece suporte para desenvolver outras habilidades, principalmente junto a pais de baixa renda, as crianças, no futuro, apresentam melhores resultados de conclusão de ensino e menores taxas de desemprego, gravidez precoce ou envolvimento em crime.

Aqui, salvo exceções, continuamos num modelo de escola distanciada da realidade. As matérias estanques não ensinam a absorver saberes múltiplos. Não conduzem à capacidade de escolha, dentro das infinitas possibilidades do aprendizado, do que melhor se encaixa à personalidade emocional de cada aluno. Na era da Internet temos muita informação e pouca elaboração de pensamento.

João Maurício de Araújo Pinho, dublê de advogado e mestre do olhar, citou-me, certa feita, Napoleão: “No tempo dele, era necessário roubar tudo para que outros pudessem ver. Hoje, Napoleão iria ao Egito e levaria um pendrive. A criança não pode inventar sozinha; depois da internet, a criança só aceita o diálogo. É preciso alguém, que estruture este diálogo. Que a ensine olhar o mundo para fora e para dentro de si; ver só por ver não tem mais interesse. Não adianta Napoleão carrear mais peças do Egito.”

A criança não pode estruturar-se sozinha, mas quando se proporciona caminhos, ela faz a mágica combinatória das coisas, que conduz a escolhas pessoais, singulares. Ajuda a construir uma vida que tenha a ver com a sua individualidade, com sua inquietude de estar-no-mundo e não com padrões impostos. Uma vida que seja, de fato, o que fazemos dela.


KAZ, Leonel. Revista Veja. Disponível em http://veja.abril.com.br/blog/leonel-kaz/. Acesso em 13 mai 2014.

Qual o papel da escola, de acordo com o autor?

 

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127496 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CREA-MG
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 07.


MUITA INFORMAÇÃO E POUCA ELABORAÇÃO DE PENSAMENTO

Pode a escola ajudar a criança a fazer a mágica combinatória de coisas que a leve a se tornar um ser singular, capaz de fazer suas próprias escolhas?


“Para viajar basta existir. Vou de dia para dia, como de estação para estação, no comboio do meu corpo, ou do meu destino, debruçado sobre as ruas e as praças, sobre os gestos e os rostos, sempre iguais e sempre diferentes, como afinal, as paisagens são. A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos, não é o que vemos, senão o que somos.”

O parágrafo acima tem dono. Leia-o, de novo, com as aspas devidas. Foi escrito pelo poeta português Fernando Pessoa. Se o que vemos é o que somos, o que somos é aquilo que nos forma, estrutura nossa vida: a escola, a família, os laços afetivos e sociais.

O que fazemos dela, a nossa vida? Como se ensina a olhar para ela? No Nepal, ensina-se a pintar repetindo mil vezes o mesmo gesto, como se o papel não existisse, mas sim o espaço. O aprendizado exige, portanto, concentração e disciplina. Uma mente dispersa não aprende. Como ela vai olhar se o olhar não está estruturado?

O papel da escola é bem mais amplo do que ensinar apenas aquilo que está restrito à atual Lei de Diretrizes e Bases: Português, Matemática, História e Geografia… tudo estanque, como se em plena era intergaláctica, interconectada, as ciências do saber fossem escaninhos.

O Nobel de Economia, James Heckman, que está em São Paulo para o encontro “Educar para as competências do Século 21”, aponta que os instrumentos utilizados para aferir a qualidade do ensino medem apenas estas dimensões estanques, mas não os traços da personalidade, os laços afetivos ou “competências socioemocionais”. Em estudos que conduziu nos Estados Unidos, Heckman provou que, quando a escola fornece suporte para desenvolver outras habilidades, principalmente junto a pais de baixa renda, as crianças, no futuro, apresentam melhores resultados de conclusão de ensino e menores taxas de desemprego, gravidez precoce ou envolvimento em crime.

Aqui, salvo exceções, continuamos num modelo de escola distanciada da realidade. As matérias estanques não ensinam a absorver saberes múltiplos. Não conduzem à capacidade de escolha, dentro das infinitas possibilidades do aprendizado, do que melhor se encaixa à personalidade emocional de cada aluno. Na era da Internet temos muita informação e pouca elaboração de pensamento.

João Maurício de Araújo Pinho, dublê de advogado e mestre do olhar, citou-me, certa feita, Napoleão: “No tempo dele, era necessário roubar tudo para que outros pudessem ver. Hoje, Napoleão iria ao Egito e levaria um pendrive. A criança não pode inventar sozinha; depois da internet, a criança só aceita o diálogo. É preciso alguém, que estruture este diálogo. Que a ensine olhar o mundo para fora e para dentro de si; ver só por ver não tem mais interesse. Não adianta Napoleão carrear mais peças do Egito.”

A criança não pode estruturar-se sozinha, mas quando se proporciona caminhos, ela faz a mágica combinatória das coisas, que conduz a escolhas pessoais, singulares. Ajuda a construir uma vida que tenha a ver com a sua individualidade, com sua inquietude de estar-no-mundo e não com padrões impostos. Uma vida que seja, de fato, o que fazemos dela.


KAZ, Leonel. Revista Veja. Disponível em http://veja.abril.com.br/blog/leonel-kaz/. Acesso em 13 mai 2014.

Segundo o autor, o que estrutura a nossa vida para sermos o que somos?

 

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127493 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CREA-MG
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Uma determinada senhora faz a seguinte indagação a seu filho: – Querido, mamãe está querendo trocar o piso da sala e está procurando saber quantas lajotas serão necessárias. Seu filho rapidamente busca um instrumento de medida e verifica que a sala tem a forma retangular, de medidas 6 metros de comprimento por 4 metros de largura. Assim pergunta: - Mãe, qual a medida das lajotas que a senhora quer colocar? E sua mãe rapidamente responde; - são quadradinhas, medindo 20 centímetros de lado. Pergunta-se: Se desconsiderarmos os espaços entre uma lajota e outra, qual o número que mais se aproxima da quantidade de lajotas necessárias para colar nessa sala?

 

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127491 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CREA-MG

Atribua V para os itens corretos e F para os falsos, depois assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

A Certidão de Acervo Técnico, emitida em nome do profissional, deve conter as seguintes informações:

( ) identificação do responsável técnico;

( ) dados das ARTs;

( ) observações ou ressalvas, quando for o caso;

( ) local e data de expedição;

( ) autenticação digital.

 

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127490 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CREA-MG
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Com base na Resolução nº 1.007/2003, que dispõe sobre o registro de profissionais, aprova os modelos e os critérios para expedição de Carteira de Identidade Profissional, assinale a alternativa incorreta.

 

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127489 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CREA-MG
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De acordo com o que determina a Resolução nº 417, de 27 de março de 1998, que dispõe sobre as empresas industriais enquadráveis nos artigos 59 e 60 da Lei n.º 5.194/66, responda as próximas duas questões.

Qual alternativa não condiz com a Resolução nº 417, de 27 de março de 1998?

 

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127487 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CREA-MG
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De acordo com o que determina a Resolução nº 417, de 27 de março de 1998, que dispõe sobre as empresas industriais enquadráveis nos artigos 59 e 60 da Lei n.º 5.194/66, responda as próximas duas questões.

Para efeito de registro nos Conselhos Regionais, consideram-se enquadradas nos arts. 59 e 60 da Lei n.º 5.194, de 24 dez 1966, dentre outras, as INDÚSTRIAS DE EXTRAÇÃO DE MINERAIS. Compõem essas indústrias, exceto a:

 

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127485 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CREA-MG
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Analise o texto a seguir e assinale a alternativa correta.

Sobre o visto em registro de pessoa jurídica, de que trata a resolução nº 413, de 27 de junho de 1997, este, concedido pelo Conselho Regional, deverá explicitar claramente, no original e na cópia da certidão:

I - No caso do item I do art. 1º: “Válido para exercer as atividades abaixo, com os respectivos responsáveis técnicos, na jurisdição deste CREA”.

II - No caso do item II do art. 1º: "Válido somente para participação em licitações na jurisdição deste CREA".

III – Em se tratando de registro temporário, “Prazo de validade de cento e oitenta, improrrogável”.

 

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127481 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CREA-MG
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Baseando-se na Resolução nº 394, de 17 de março de 1995, que dispõe sobre procedimentos para o registro de atividade cuja Anotação de Responsabilidade Técnica-ART não se fez na época devida nos CREAs, responda as próximas duas questões.

O processo administrativo para registro da atividade deverá conter, exceto:

 

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127478 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CREA-MG
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Baseando-se na Resolução nº 394, de 17 de março de 1995, que dispõe sobre procedimentos para o registro de atividade cuja Anotação de Responsabilidade Técnica-ART não se fez na época devida nos CREAs, responda as próximas duas questões.

Qual alternativa é incorreta?

 

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