Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

Analise o texto a seguir e marque a alternativa que faz a afirmação correta.

O exercício da especialização de Engenheiro de Segurança do Trabalho, de que trata a Lei nº 7.410, de 27 de novembro de 1985, será permitido exclusivamente ao:

I – Engenheiro ou Arquiteto, portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho, a ser ministrado no País, em nível de pós-graduação;

II – portador de certificado de curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho, realizado em caráter prioritário, pelo Ministério da Educação.

III – possuidor de diploma de Engenheiro de Segurança do Trabalho, expedido pelo Ministério da Educação.

IV – possuidor de registro de Supervisor de Segurança do Trabalho, expedido pelo Ministério do Trabalho.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
127538 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CREA-MG
Provas:

Leia atentamente uma mensagem trocada no WhatsApp por um casal cujo filho está gripado e responda à questão 18:

Marido: Amor, liga no Dr. Pq a noite dá uma crise de tosse nele!!! (Passam alguns minutos e o marido não recebe resposta, então, escreve novamente)

Marido: Ligou lá amore????

Esposa: Naum vou ligar

Esposa: ele mandou dar xarope fitoterápico.

(Texto criado pela autora)

A respeito das mensagens trocadas no aplicativo citado, está incorreto afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
127533 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CREA-MG
Provas:

Analise com atenção a charge e o texto a seguir para responder às próximas quatro questões.


Enunciado 127533-1

(Disponível em: <https://www.chargeonline.com.br/php/charges/AUTO_dalcio.jpg> Acesso em: 06 de maio de 2014)


Hobbes nas ruas, Felipe Pondé

Dias atrás, o Brasil se chocou com cenas de violência nas ruas. Pessoas comuns batendo em supostos (ou comprovados) bandidos. Policiais tendo que protegê-los da fúria da gente comum.

De um lado, uma jornalista faz comentários arriscados na TV, do outro, setores da intelligentsia pedem providências do Ministério Público contra a jornalista, botando ainda mais lenha na fogueira da atmosfera de ódio e ressentimento que toma conta, lentamente, da alta, média e baixa culturas nacionais.

Não se pode defender o espancamento na rua, mesmo sendo bandido. Só o Estado detém o monopólio legítimo da violência. Mas é esta mesma intelligentsia (tribunais, universidades, mídia, escolas, ONGs) que vem sistematicamente erodindo esse monopólio legítimo da violência que pertence à polícia. Claro que os erros desta precisam ser sanados, mas a sociedade não faz nada para melhorar o tratamento institucional dado à polícia, e sem ela, sim, a gente comum vai espancar supostos (ou comprovados) bandidos na rua. E vai piorar.

O espancamento de supostos (ou comprovados) bandidos na rua é parte do fenômeno de massa que os inteligentinhos chamam de "jornadas de junho", num esforço de reviver a ejaculação precoce que foi o Maio de 68 na França, aquela revolução de mimados.

Lembremos que quando as manifestações do ano passado atingiram o nível de massa, os inteligentinhos começaram a gritar dizendo que o movimento (deles!) tinha sido sequestrado por setores "conservadores" da sociedade. Para eles, "conservador" é todo mundo que não os obedece e não os teme, mesmo que seja apenas para parar a Paulista.

Se no ano passado vimos uma inesperada crise na representação política, agora assistimos a um crescente rompimento do contrato social. E quem está na rua é o homem descrito pelo intelectual honesto que foi Hobbes, e não o pseudo-homem dos "delírios do caminhante solitário" e vaidoso Rousseau. (...)

(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2014/02/1413114-hobbes-nasruas.shtml Acesso em: 06 de maio de 2014)

A respeito dos termos “próprias” e “mãos”, usados na charge, está correto afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
127530 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CREA-MG
Provas:

Analise com atenção a charge e o texto a seguir para responder às próximas quatro questões.


Enunciado 127530-1

(Disponível em: <https://www.chargeonline.com.br/php/charges/AUTO_dalcio.jpg> Acesso em: 06 de maio de 2014)


Hobbes nas ruas, Felipe Pondé

Dias atrás, o Brasil se chocou com cenas de violência nas ruas. Pessoas comuns batendo em supostos (ou comprovados) bandidos. Policiais tendo que protegê-los da fúria da gente comum.

De um lado, uma jornalista faz comentários arriscados na TV, do outro, setores da intelligentsia pedem providências do Ministério Público contra a jornalista, botando ainda mais lenha na fogueira da atmosfera de ódio e ressentimento que toma conta, lentamente, da alta, média e baixa culturas nacionais.

Não se pode defender o espancamento na rua, mesmo sendo bandido. Só o Estado detém o monopólio legítimo da violência. Mas é esta mesma intelligentsia (tribunais, universidades, mídia, escolas, ONGs) que vem sistematicamente erodindo esse monopólio legítimo da violência que pertence à polícia. Claro que os erros desta precisam ser sanados, mas a sociedade não faz nada para melhorar o tratamento institucional dado à polícia, e sem ela, sim, a gente comum vai espancar supostos (ou comprovados) bandidos na rua. E vai piorar.

O espancamento de supostos (ou comprovados) bandidos na rua é parte do fenômeno de massa que os inteligentinhos chamam de "jornadas de junho", num esforço de reviver a ejaculação precoce que foi o Maio de 68 na França, aquela revolução de mimados.

Lembremos que quando as manifestações do ano passado atingiram o nível de massa, os inteligentinhos começaram a gritar dizendo que o movimento (deles!) tinha sido sequestrado por setores "conservadores" da sociedade. Para eles, "conservador" é todo mundo que não os obedece e não os teme, mesmo que seja apenas para parar a Paulista.

Se no ano passado vimos uma inesperada crise na representação política, agora assistimos a um crescente rompimento do contrato social. E quem está na rua é o homem descrito pelo intelectual honesto que foi Hobbes, e não o pseudo-homem dos "delírios do caminhante solitário" e vaidoso Rousseau. (...)

(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2014/02/1413114-hobbes-nasruas.shtml Acesso em: 06 de maio de 2014)

Analisando os elementos que conferem coesão e coerência aos textos, está incorreto afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
127526 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CREA-MG
Provas:

Analise com atenção a charge e o texto a seguir para responder às próximas quatro questões.


Enunciado 127526-1

(Disponível em: <https://www.chargeonline.com.br/php/charges/AUTO_dalcio.jpg> Acesso em: 06 de maio de 2014)


Hobbes nas ruas, Felipe Pondé

Dias atrás, o Brasil se chocou com cenas de violência nas ruas. Pessoas comuns batendo em supostos (ou comprovados) bandidos. Policiais tendo que protegê-los da fúria da gente comum.

De um lado, uma jornalista faz comentários arriscados na TV, do outro, setores da intelligentsia pedem providências do Ministério Público contra a jornalista, botando ainda mais lenha na fogueira da atmosfera de ódio e ressentimento que toma conta, lentamente, da alta, média e baixa culturas nacionais.

Não se pode defender o espancamento na rua, mesmo sendo bandido. Só o Estado detém o monopólio legítimo da violência. Mas é esta mesma intelligentsia (tribunais, universidades, mídia, escolas, ONGs) que vem sistematicamente erodindo esse monopólio legítimo da violência que pertence à polícia. Claro que os erros desta precisam ser sanados, mas a sociedade não faz nada para melhorar o tratamento institucional dado à polícia, e sem ela, sim, a gente comum vai espancar supostos (ou comprovados) bandidos na rua. E vai piorar.

O espancamento de supostos (ou comprovados) bandidos na rua é parte do fenômeno de massa que os inteligentinhos chamam de "jornadas de junho", num esforço de reviver a ejaculação precoce que foi o Maio de 68 na França, aquela revolução de mimados.

Lembremos que quando as manifestações do ano passado atingiram o nível de massa, os inteligentinhos começaram a gritar dizendo que o movimento (deles!) tinha sido sequestrado por setores "conservadores" da sociedade. Para eles, "conservador" é todo mundo que não os obedece e não os teme, mesmo que seja apenas para parar a Paulista.

Se no ano passado vimos uma inesperada crise na representação política, agora assistimos a um crescente rompimento do contrato social. E quem está na rua é o homem descrito pelo intelectual honesto que foi Hobbes, e não o pseudo-homem dos "delírios do caminhante solitário" e vaidoso Rousseau. (...)

(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2014/02/1413114-hobbes-nasruas.shtml Acesso em: 06 de maio de 2014)

Analisando a charge e o texto, está incorreto afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
127523 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CREA-MG
Provas:

Analise com atenção a charge e o texto a seguir para responder às próximas quatro questões.


Enunciado 127523-1

(Disponível em: <https://www.chargeonline.com.br/php/charges/AUTO_dalcio.jpg> Acesso em: 06 de maio de 2014)


Hobbes nas ruas, Felipe Pondé

Dias atrás, o Brasil se chocou com cenas de violência nas ruas. Pessoas comuns batendo em supostos (ou comprovados) bandidos. Policiais tendo que protegê-los da fúria da gente comum.

De um lado, uma jornalista faz comentários arriscados na TV, do outro, setores da intelligentsia pedem providências do Ministério Público contra a jornalista, botando ainda mais lenha na fogueira da atmosfera de ódio e ressentimento que toma conta, lentamente, da alta, média e baixa culturas nacionais.

Não se pode defender o espancamento na rua, mesmo sendo bandido. Só o Estado detém o monopólio legítimo da violência. Mas é esta mesma intelligentsia (tribunais, universidades, mídia, escolas, ONGs) que vem sistematicamente erodindo esse monopólio legítimo da violência que pertence à polícia. Claro que os erros desta precisam ser sanados, mas a sociedade não faz nada para melhorar o tratamento institucional dado à polícia, e sem ela, sim, a gente comum vai espancar supostos (ou comprovados) bandidos na rua. E vai piorar.

O espancamento de supostos (ou comprovados) bandidos na rua é parte do fenômeno de massa que os inteligentinhos chamam de "jornadas de junho", num esforço de reviver a ejaculação precoce que foi o Maio de 68 na França, aquela revolução de mimados.

Lembremos que quando as manifestações do ano passado atingiram o nível de massa, os inteligentinhos começaram a gritar dizendo que o movimento (deles!) tinha sido sequestrado por setores "conservadores" da sociedade. Para eles, "conservador" é todo mundo que não os obedece e não os teme, mesmo que seja apenas para parar a Paulista.

Se no ano passado vimos uma inesperada crise na representação política, agora assistimos a um crescente rompimento do contrato social. E quem está na rua é o homem descrito pelo intelectual honesto que foi Hobbes, e não o pseudo-homem dos "delírios do caminhante solitário" e vaidoso Rousseau. (...)

(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2014/02/1413114-hobbes-nasruas.shtml Acesso em: 06 de maio de 2014)

Com base na interpretação da charge e do texto “Hobbes nas ruas”, está correto afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
127511 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CREA-MG
Provas:

A função da linguagem predominante na charge do exercício anterior é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
127510 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CREA-MG
Provas:

Koch e Travaglia (1997, p. 21) explicam que a coerência está: “diretamente ligada à possibilidade de se estabelecer um sentido para o texto, ou seja, ela é o que faz com que o texto faça sentido para os usuários, devendo, portanto, ser entendida como um princípio de interpretabilidade, ligada à inteligibilidade do texto numa situação de comunicação e à capacidade que o receptor tem para calcular o sentido deste texto”. Relacione essas informações à charge abaixo e assinale a alternativa correta.

Enunciado 127510-1

(http://www.chargeonline.com.br/php/DODIA//migueljc.jpg Acesso em: 06/05/2014)

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
127507 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CREA-MG
Provas:

No slogan: “Implante o conhecimento”, predomina a seguinte função da linguagem:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

As próximas duas(2) questões referem-se à Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990, que dispõe sobre a proteção do consumidor.

Atribua C para a assertiva correta e E para a errada, depois marque a alternativa que traz a sequência correta, de cima para baixo.

( ) No caso de fornecimento de produtos in natura, será responsável perante o consumidor o fornecedor imediato, exceto quando identificado claramente seu produtor.

( ) Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final. Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo nas relações de consumo.

( ) Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividade de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços.

( ) Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de natureza bancária, financeira, de crédito e securitária, salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista.

( ) O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em: trinta dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos não duráveis; sessenta dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos duráveis.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas