Foram encontradas 50 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A pequena mancha azul do cérebro que regula o sono
Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta
de sono.
Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um
botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.
Mas a ideia de um atenuador mental não é algo tão forçado como pode parecer.
A maior parte dos neurocientistas concorda atualmente que a nossa vigília ocorre em uma espécie
de "continuum". Ela é coordenada por uma complexa rede de regiões cerebrais e, no centro delas,
fica um minúsculo feixe de neurônios conhecido como "locus coeruleus" – "mancha azul", em
latim.
Esta descrição é literal. Os neurônios do locus coeruleus são tingidos em cor de safira devido à
produção de um neurotransmissor específico, chamado norepinefrina.
Esta também é uma indicação da função da mancha azul. A norepinefrina controla nossa agitação
psicológica e fisiológica.
Por muito tempo, os cientistas acreditaram que o locus coeruleus ficava dormente durante o sono.
Mas, agora, torna-se mais claro que ele nunca fica totalmente quieto. Na verdade, ele mantém
baixos níveis de atividade intermitentes que podem regular a profundidade do nosso sono.
Compreender melhor este processo ajuda a tratar os distúrbios do sono associados a condições
como a ansiedade.
O locus coeruleus fica no tronco encefálico, pouco acima da parte de trás do pescoço. Ele contém
cerca de cinquenta mil células, o que é uma parcela minúscula dos oitenta bilhões de neurônios
que contém, em média, o sistema nervoso central.
O primeiro a observar sua existência foi o médico da rainha francesa Maria Antonieta, Félix Vicq
d'Azyr, no final do século XVIII. Mas a mancha azul passaria ainda muito tempo sem receber
atenção.
Tudo começou a mudar no século XX, quando ficou claro que o pigmento azul do locus
coeruleus desempenhava papel fundamental na sinalização do cérebro.
A norepinefrina – também conhecida como noradrenalina – aumenta a possibilidade de que os
neurônios sofram "picos", causados por correntes elétricas.
Quando ficam ativas, as células do locus coeruleus transmitem pacotes desse neurotransmissor,
ao lado das suas projeções para outras regiões do cérebro, aumentando a comunicação entre os
neurônios naquela região.
Assinale a alternativa correta quanto às classes de palavras dos vocábulos mencionados nesta frase.
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A pequena mancha azul do cérebro que regula o sono
Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta
de sono.
Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um
botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.
Mas a ideia de um atenuador mental não é algo tão forçado como pode parecer.
A maior parte dos neurocientistas concorda atualmente que a nossa vigília ocorre em uma espécie
de "continuum". Ela é coordenada por uma complexa rede de regiões cerebrais e, no centro delas,
fica um minúsculo feixe de neurônios conhecido como "locus coeruleus" – "mancha azul", em
latim.
Esta descrição é literal. Os neurônios do locus coeruleus são tingidos em cor de safira devido à
produção de um neurotransmissor específico, chamado norepinefrina.
Esta também é uma indicação da função da mancha azul. A norepinefrina controla nossa agitação
psicológica e fisiológica.
Por muito tempo, os cientistas acreditaram que o locus coeruleus ficava dormente durante o sono.
Mas, agora, torna-se mais claro que ele nunca fica totalmente quieto. Na verdade, ele mantém
baixos níveis de atividade intermitentes que podem regular a profundidade do nosso sono.
Compreender melhor este processo ajuda a tratar os distúrbios do sono associados a condições
como a ansiedade.
O locus coeruleus fica no tronco encefálico, pouco acima da parte de trás do pescoço. Ele contém
cerca de cinquenta mil células, o que é uma parcela minúscula dos oitenta bilhões de neurônios
que contém, em média, o sistema nervoso central.
O primeiro a observar sua existência foi o médico da rainha francesa Maria Antonieta, Félix Vicq
d'Azyr, no final do século XVIII. Mas a mancha azul passaria ainda muito tempo sem receber
atenção.
Tudo começou a mudar no século XX, quando ficou claro que o pigmento azul do locus
coeruleus desempenhava papel fundamental na sinalização do cérebro.
A norepinefrina – também conhecida como noradrenalina – aumenta a possibilidade de que os
neurônios sofram "picos", causados por correntes elétricas.
Quando ficam ativas, as células do locus coeruleus transmitem pacotes desse neurotransmissor,
ao lado das suas projeções para outras regiões do cérebro, aumentando a comunicação entre os
neurônios naquela região.
Na frase em questão, em relação ao período e à oração, é correto afirmar que:
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A pequena mancha azul do cérebro que regula o sono
Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta
de sono.
Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um
botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.
Mas a ideia de um atenuador mental não é algo tão forçado como pode parecer.
A maior parte dos neurocientistas concorda atualmente que a nossa vigília ocorre em uma espécie
de "continuum". Ela é coordenada por uma complexa rede de regiões cerebrais e, no centro delas,
fica um minúsculo feixe de neurônios conhecido como "locus coeruleus" – "mancha azul", em
latim.
Esta descrição é literal. Os neurônios do locus coeruleus são tingidos em cor de safira devido à
produção de um neurotransmissor específico, chamado norepinefrina.
Esta também é uma indicação da função da mancha azul. A norepinefrina controla nossa agitação
psicológica e fisiológica.
Por muito tempo, os cientistas acreditaram que o locus coeruleus ficava dormente durante o sono.
Mas, agora, torna-se mais claro que ele nunca fica totalmente quieto. Na verdade, ele mantém
baixos níveis de atividade intermitentes que podem regular a profundidade do nosso sono.
Compreender melhor este processo ajuda a tratar os distúrbios do sono associados a condições
como a ansiedade.
O locus coeruleus fica no tronco encefálico, pouco acima da parte de trás do pescoço. Ele contém
cerca de cinquenta mil células, o que é uma parcela minúscula dos oitenta bilhões de neurônios
que contém, em média, o sistema nervoso central.
O primeiro a observar sua existência foi o médico da rainha francesa Maria Antonieta, Félix Vicq
d'Azyr, no final do século XVIII. Mas a mancha azul passaria ainda muito tempo sem receber
atenção.
Tudo começou a mudar no século XX, quando ficou claro que o pigmento azul do locus
coeruleus desempenhava papel fundamental na sinalização do cérebro.
A norepinefrina – também conhecida como noradrenalina – aumenta a possibilidade de que os
neurônios sofram "picos", causados por correntes elétricas.
Quando ficam ativas, as células do locus coeruleus transmitem pacotes desse neurotransmissor,
ao lado das suas projeções para outras regiões do cérebro, aumentando a comunicação entre os
neurônios naquela região.
A sequência textual "predominante" no texto base é:
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Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta
de sono.
Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um
botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.
Mas a ideia de um atenuador mental não é algo tão forçado como pode parecer.
A maior parte dos neurocientistas concorda atualmente que a nossa vigília ocorre em uma espécie
de "continuum". Ela é coordenada por uma complexa rede de regiões cerebrais e, no centro delas,
fica um minúsculo feixe de neurônios conhecido como "locus coeruleus" – "mancha azul", em
latim.
Esta descrição é literal. Os neurônios do locus coeruleus são tingidos em cor de safira devido à
produção de um neurotransmissor específico, chamado norepinefrina.
Esta também é uma indicação da função da mancha azul. A norepinefrina controla nossa agitação
psicológica e fisiológica.
Por muito tempo, os cientistas acreditaram que o locus coeruleus ficava dormente durante o sono.
Mas, agora, torna-se mais claro que ele nunca fica totalmente quieto. Na verdade, ele mantém
baixos níveis de atividade intermitentes que podem regular a profundidade do nosso sono.
Compreender melhor este processo ajuda a tratar os distúrbios do sono associados a condições
como a ansiedade.
O locus coeruleus fica no tronco encefálico, pouco acima da parte de trás do pescoço. Ele contém
cerca de cinquenta mil células, o que é uma parcela minúscula dos oitenta bilhões de neurônios
que contém, em média, o sistema nervoso central.
O primeiro a observar sua existência foi o médico da rainha francesa Maria Antonieta, Félix Vicq
d'Azyr, no final do século XVIII. Mas a mancha azul passaria ainda muito tempo sem receber
atenção.
Tudo começou a mudar no século XX, quando ficou claro que o pigmento azul do locus
coeruleus desempenhava papel fundamental na sinalização do cérebro.
A norepinefrina – também conhecida como noradrenalina – aumenta a possibilidade de que os
neurônios sofram "picos", causados por correntes elétricas.
Quando ficam ativas, as células do locus coeruleus transmitem pacotes desse neurotransmissor,
ao lado das suas projeções para outras regiões do cérebro, aumentando a comunicação entre os
neurônios naquela região.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
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A pequena mancha azul do cérebro que regula o sono
Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta
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Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um
botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.
Mas a ideia de um atenuador mental não é algo tão forçado como pode parecer.
A maior parte dos neurocientistas concorda atualmente que a nossa vigília ocorre em uma espécie
de "continuum". Ela é coordenada por uma complexa rede de regiões cerebrais e, no centro delas,
fica um minúsculo feixe de neurônios conhecido como "locus coeruleus" – "mancha azul", em
latim.
Esta descrição é literal. Os neurônios do locus coeruleus são tingidos em cor de safira devido à
produção de um neurotransmissor específico, chamado norepinefrina.
Esta também é uma indicação da função da mancha azul. A norepinefrina controla nossa agitação
psicológica e fisiológica.
Por muito tempo, os cientistas acreditaram que o locus coeruleus ficava dormente durante o sono.
Mas, agora, torna-se mais claro que ele nunca fica totalmente quieto. Na verdade, ele mantém
baixos níveis de atividade intermitentes que podem regular a profundidade do nosso sono.
Compreender melhor este processo ajuda a tratar os distúrbios do sono associados a condições
como a ansiedade.
O locus coeruleus fica no tronco encefálico, pouco acima da parte de trás do pescoço. Ele contém
cerca de cinquenta mil células, o que é uma parcela minúscula dos oitenta bilhões de neurônios
que contém, em média, o sistema nervoso central.
O primeiro a observar sua existência foi o médico da rainha francesa Maria Antonieta, Félix Vicq
d'Azyr, no final do século XVIII. Mas a mancha azul passaria ainda muito tempo sem receber
atenção.
Tudo começou a mudar no século XX, quando ficou claro que o pigmento azul do locus
coeruleus desempenhava papel fundamental na sinalização do cérebro.
A norepinefrina – também conhecida como noradrenalina – aumenta a possibilidade de que os
neurônios sofram "picos", causados por correntes elétricas.
Quando ficam ativas, as células do locus coeruleus transmitem pacotes desse neurotransmissor,
ao lado das suas projeções para outras regiões do cérebro, aumentando a comunicação entre os
neurônios naquela região.
De acordo com o texto base, avalie as proposições abaixo e assinale a alternativa correta.
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A pequena mancha azul do cérebro que regula o sono
Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta
de sono.
Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um
botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.
Mas a ideia de um atenuador mental não é algo tão forçado como pode parecer.
A maior parte dos neurocientistas concorda atualmente que a nossa vigília ocorre em uma espécie
de "continuum". Ela é coordenada por uma complexa rede de regiões cerebrais e, no centro delas,
fica um minúsculo feixe de neurônios conhecido como "locus coeruleus" – "mancha azul", em
latim.
Esta descrição é literal. Os neurônios do locus coeruleus são tingidos em cor de safira devido à
produção de um neurotransmissor específico, chamado norepinefrina.
Esta também é uma indicação da função da mancha azul. A norepinefrina controla nossa agitação
psicológica e fisiológica.
Por muito tempo, os cientistas acreditaram que o locus coeruleus ficava dormente durante o sono.
Mas, agora, torna-se mais claro que ele nunca fica totalmente quieto. Na verdade, ele mantém
baixos níveis de atividade intermitentes que podem regular a profundidade do nosso sono.
Compreender melhor este processo ajuda a tratar os distúrbios do sono associados a condições
como a ansiedade.
O locus coeruleus fica no tronco encefálico, pouco acima da parte de trás do pescoço. Ele contém
cerca de cinquenta mil células, o que é uma parcela minúscula dos oitenta bilhões de neurônios
que contém, em média, o sistema nervoso central.
O primeiro a observar sua existência foi o médico da rainha francesa Maria Antonieta, Félix Vicq
d'Azyr, no final do século XVIII. Mas a mancha azul passaria ainda muito tempo sem receber
atenção.
Tudo começou a mudar no século XX, quando ficou claro que o pigmento azul do locus
coeruleus desempenhava papel fundamental na sinalização do cérebro.
A norepinefrina – também conhecida como noradrenalina – aumenta a possibilidade de que os
neurônios sofram "picos", causados por correntes elétricas.
Quando ficam ativas, as células do locus coeruleus transmitem pacotes desse neurotransmissor,
ao lado das suas projeções para outras regiões do cérebro, aumentando a comunicação entre os
neurônios naquela região.
Assinale a alternativa que contenha apenas encontro vocálico oral.
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Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta
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Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um
botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.
Mas a ideia de um atenuador mental não é algo tão forçado como pode parecer.
A maior parte dos neurocientistas concorda atualmente que a nossa vigília ocorre em uma espécie
de "continuum". Ela é coordenada por uma complexa rede de regiões cerebrais e, no centro delas,
fica um minúsculo feixe de neurônios conhecido como "locus coeruleus" – "mancha azul", em
latim.
Esta descrição é literal. Os neurônios do locus coeruleus são tingidos em cor de safira devido à
produção de um neurotransmissor específico, chamado norepinefrina.
Esta também é uma indicação da função da mancha azul. A norepinefrina controla nossa agitação
psicológica e fisiológica.
Por muito tempo, os cientistas acreditaram que o locus coeruleus ficava dormente durante o sono.
Mas, agora, torna-se mais claro que ele nunca fica totalmente quieto. Na verdade, ele mantém
baixos níveis de atividade intermitentes que podem regular a profundidade do nosso sono.
Compreender melhor este processo ajuda a tratar os distúrbios do sono associados a condições
como a ansiedade.
O locus coeruleus fica no tronco encefálico, pouco acima da parte de trás do pescoço. Ele contém
cerca de cinquenta mil células, o que é uma parcela minúscula dos oitenta bilhões de neurônios
que contém, em média, o sistema nervoso central.
O primeiro a observar sua existência foi o médico da rainha francesa Maria Antonieta, Félix Vicq
d'Azyr, no final do século XVIII. Mas a mancha azul passaria ainda muito tempo sem receber
atenção.
Tudo começou a mudar no século XX, quando ficou claro que o pigmento azul do locus
coeruleus desempenhava papel fundamental na sinalização do cérebro.
A norepinefrina – também conhecida como noradrenalina – aumenta a possibilidade de que os
neurônios sofram "picos", causados por correntes elétricas.
Quando ficam ativas, as células do locus coeruleus transmitem pacotes desse neurotransmissor,
ao lado das suas projeções para outras regiões do cérebro, aumentando a comunicação entre os
neurônios naquela região.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
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Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta
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Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um
botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.
Mas a ideia de um atenuador mental não é algo tão forçado como pode parecer.
A maior parte dos neurocientistas concorda atualmente que a nossa vigília ocorre em uma espécie
de "continuum". Ela é coordenada por uma complexa rede de regiões cerebrais e, no centro delas,
fica um minúsculo feixe de neurônios conhecido como "locus coeruleus" – "mancha azul", em
latim.
Esta descrição é literal. Os neurônios do locus coeruleus são tingidos em cor de safira devido à
produção de um neurotransmissor específico, chamado norepinefrina.
Esta também é uma indicação da função da mancha azul. A norepinefrina controla nossa agitação
psicológica e fisiológica.
Por muito tempo, os cientistas acreditaram que o locus coeruleus ficava dormente durante o sono.
Mas, agora, torna-se mais claro que ele nunca fica totalmente quieto. Na verdade, ele mantém
baixos níveis de atividade intermitentes que podem regular a profundidade do nosso sono.
Compreender melhor este processo ajuda a tratar os distúrbios do sono associados a condições
como a ansiedade.
O locus coeruleus fica no tronco encefálico, pouco acima da parte de trás do pescoço. Ele contém
cerca de cinquenta mil células, o que é uma parcela minúscula dos oitenta bilhões de neurônios
que contém, em média, o sistema nervoso central.
O primeiro a observar sua existência foi o médico da rainha francesa Maria Antonieta, Félix Vicq
d'Azyr, no final do século XVIII. Mas a mancha azul passaria ainda muito tempo sem receber
atenção.
Tudo começou a mudar no século XX, quando ficou claro que o pigmento azul do locus
coeruleus desempenhava papel fundamental na sinalização do cérebro.
A norepinefrina – também conhecida como noradrenalina – aumenta a possibilidade de que os
neurônios sofram "picos", causados por correntes elétricas.
Quando ficam ativas, as células do locus coeruleus transmitem pacotes desse neurotransmissor,
ao lado das suas projeções para outras regiões do cérebro, aumentando a comunicação entre os
neurônios naquela região.
Com base no texto apresentado, analise as alternativas abaixo quanto à correção da concordância verbal e assinale a única verdadeira.
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A pequena mancha azul do cérebro que regula o sono
Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta
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Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um
botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.
Mas a ideia de um atenuador mental não é algo tão forçado como pode parecer.
A maior parte dos neurocientistas concorda atualmente que a nossa vigília ocorre em uma espécie
de "continuum". Ela é coordenada por uma complexa rede de regiões cerebrais e, no centro delas,
fica um minúsculo feixe de neurônios conhecido como "locus coeruleus" – "mancha azul", em
latim.
Esta descrição é literal. Os neurônios do locus coeruleus são tingidos em cor de safira devido à
produção de um neurotransmissor específico, chamado norepinefrina.
Esta também é uma indicação da função da mancha azul. A norepinefrina controla nossa agitação
psicológica e fisiológica.
Por muito tempo, os cientistas acreditaram que o locus coeruleus ficava dormente durante o sono.
Mas, agora, torna-se mais claro que ele nunca fica totalmente quieto. Na verdade, ele mantém
baixos níveis de atividade intermitentes que podem regular a profundidade do nosso sono.
Compreender melhor este processo ajuda a tratar os distúrbios do sono associados a condições
como a ansiedade.
O locus coeruleus fica no tronco encefálico, pouco acima da parte de trás do pescoço. Ele contém
cerca de cinquenta mil células, o que é uma parcela minúscula dos oitenta bilhões de neurônios
que contém, em média, o sistema nervoso central.
O primeiro a observar sua existência foi o médico da rainha francesa Maria Antonieta, Félix Vicq
d'Azyr, no final do século XVIII. Mas a mancha azul passaria ainda muito tempo sem receber
atenção.
Tudo começou a mudar no século XX, quando ficou claro que o pigmento azul do locus
coeruleus desempenhava papel fundamental na sinalização do cérebro.
A norepinefrina – também conhecida como noradrenalina – aumenta a possibilidade de que os
neurônios sofram "picos", causados por correntes elétricas.
Quando ficam ativas, as células do locus coeruleus transmitem pacotes desse neurotransmissor,
ao lado das suas projeções para outras regiões do cérebro, aumentando a comunicação entre os
neurônios naquela região.
Morfologicamente, o termo destacado, nesta frase, trata-se de:
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3711932
Ano: 2025
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Instituto de Seleção
Orgão: CREA-MS
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Instituto de Seleção
Orgão: CREA-MS
Provas:
Em se tratando da apresentação de Recurso ao Plenário do CREA, de que trata a
Resolução CONFEA nº 1.004/23, realize a análise das assertivas:
I - Da decisão proferida pelo Plenário do Crea, as partes poderão, dentro do prazo de 60 (sessenta) dias, contados da data da juntada ao processo do aviso de recebimento ou do comprovante de entrega da intimação, interpor recurso que terá efeito suspensivo, para o Plenário do Confea.
II - Recebido o recurso no Confea, o processo será submetido à análise do departamento competente e, em seguida, levado à apreciação do relator responsável.
III - O teor do recurso apresentado será dado a conhecer a outra parte, que terá prazo de 30 (trinta) quinze dias para manifestação.
É CORRETO o que se afirma em:
I - Da decisão proferida pelo Plenário do Crea, as partes poderão, dentro do prazo de 60 (sessenta) dias, contados da data da juntada ao processo do aviso de recebimento ou do comprovante de entrega da intimação, interpor recurso que terá efeito suspensivo, para o Plenário do Confea.
II - Recebido o recurso no Confea, o processo será submetido à análise do departamento competente e, em seguida, levado à apreciação do relator responsável.
III - O teor do recurso apresentado será dado a conhecer a outra parte, que terá prazo de 30 (trinta) quinze dias para manifestação.
É CORRETO o que se afirma em:
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