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3711891 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto de Seleção
Orgão: CREA-MS
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A pequena mancha azul do cérebro que regula o sono
Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta de sono.
Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.
Mas a ideia de um atenuador mental não é algo tão forçado como pode parecer.
A maior parte dos neurocientistas concorda atualmente que a nossa vigília ocorre em uma espécie de "continuum". Ela é coordenada por uma complexa rede de regiões cerebrais e, no centro delas, fica um minúsculo feixe de neurônios conhecido como "locus coeruleus" – "mancha azul", em latim.
Esta descrição é literal. Os neurônios do locus coeruleus são tingidos em cor de safira devido à produção de um neurotransmissor específico, chamado norepinefrina.
Esta também é uma indicação da função da mancha azul. A norepinefrina controla nossa agitação psicológica e fisiológica.
Por muito tempo, os cientistas acreditaram que o locus coeruleus ficava dormente durante o sono. Mas, agora, torna-se mais claro que ele nunca fica totalmente quieto. Na verdade, ele mantém baixos níveis de atividade intermitentes que podem regular a profundidade do nosso sono.
Compreender melhor este processo ajuda a tratar os distúrbios do sono associados a condições como a ansiedade.
O locus coeruleus fica no tronco encefálico, pouco acima da parte de trás do pescoço. Ele contém cerca de cinquenta mil células, o que é uma parcela minúscula dos oitenta bilhões de neurônios que contém, em média, o sistema nervoso central.
O primeiro a observar sua existência foi o médico da rainha francesa Maria Antonieta, Félix Vicq d'Azyr, no final do século XVIII. Mas a mancha azul passaria ainda muito tempo sem receber atenção.
Tudo começou a mudar no século XX, quando ficou claro que o pigmento azul do locus coeruleus desempenhava papel fundamental na sinalização do cérebro.
A norepinefrina – também conhecida como noradrenalina – aumenta a possibilidade de que os neurônios sofram "picos", causados por correntes elétricas.
Quando ficam ativas, as células do locus coeruleus transmitem pacotes desse neurotransmissor, ao lado das suas projeções para outras regiões do cérebro, aumentando a comunicação entre os neurônios naquela região.
Mas a ideia de um atenuador mental não é algo tão forçado como pode parecer.

Assinale a alternativa correta quanto às classes de palavras dos vocábulos mencionados nesta frase.
 

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3711890 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto de Seleção
Orgão: CREA-MS
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A pequena mancha azul do cérebro que regula o sono
Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta de sono.
Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.
Mas a ideia de um atenuador mental não é algo tão forçado como pode parecer.
A maior parte dos neurocientistas concorda atualmente que a nossa vigília ocorre em uma espécie de "continuum". Ela é coordenada por uma complexa rede de regiões cerebrais e, no centro delas, fica um minúsculo feixe de neurônios conhecido como "locus coeruleus" – "mancha azul", em latim.
Esta descrição é literal. Os neurônios do locus coeruleus são tingidos em cor de safira devido à produção de um neurotransmissor específico, chamado norepinefrina.
Esta também é uma indicação da função da mancha azul. A norepinefrina controla nossa agitação psicológica e fisiológica.
Por muito tempo, os cientistas acreditaram que o locus coeruleus ficava dormente durante o sono. Mas, agora, torna-se mais claro que ele nunca fica totalmente quieto. Na verdade, ele mantém baixos níveis de atividade intermitentes que podem regular a profundidade do nosso sono.
Compreender melhor este processo ajuda a tratar os distúrbios do sono associados a condições como a ansiedade.
O locus coeruleus fica no tronco encefálico, pouco acima da parte de trás do pescoço. Ele contém cerca de cinquenta mil células, o que é uma parcela minúscula dos oitenta bilhões de neurônios que contém, em média, o sistema nervoso central.
O primeiro a observar sua existência foi o médico da rainha francesa Maria Antonieta, Félix Vicq d'Azyr, no final do século XVIII. Mas a mancha azul passaria ainda muito tempo sem receber atenção.
Tudo começou a mudar no século XX, quando ficou claro que o pigmento azul do locus coeruleus desempenhava papel fundamental na sinalização do cérebro.
A norepinefrina – também conhecida como noradrenalina – aumenta a possibilidade de que os neurônios sofram "picos", causados por correntes elétricas.
Quando ficam ativas, as células do locus coeruleus transmitem pacotes desse neurotransmissor, ao lado das suas projeções para outras regiões do cérebro, aumentando a comunicação entre os neurônios naquela região.
Quando ficam ativas, as células do locus coeruleus transmitem pacotes desse neurotransmissor, ao lado das suas projeções para outras regiões do cérebro, aumentando a comunicação entre os neurônios naquela região.

Na frase em questão, em relação ao período e à oração, é correto afirmar que:
 

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3711889 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto de Seleção
Orgão: CREA-MS
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A pequena mancha azul do cérebro que regula o sono
Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta de sono.
Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.
Mas a ideia de um atenuador mental não é algo tão forçado como pode parecer.
A maior parte dos neurocientistas concorda atualmente que a nossa vigília ocorre em uma espécie de "continuum". Ela é coordenada por uma complexa rede de regiões cerebrais e, no centro delas, fica um minúsculo feixe de neurônios conhecido como "locus coeruleus" – "mancha azul", em latim.
Esta descrição é literal. Os neurônios do locus coeruleus são tingidos em cor de safira devido à produção de um neurotransmissor específico, chamado norepinefrina.
Esta também é uma indicação da função da mancha azul. A norepinefrina controla nossa agitação psicológica e fisiológica.
Por muito tempo, os cientistas acreditaram que o locus coeruleus ficava dormente durante o sono. Mas, agora, torna-se mais claro que ele nunca fica totalmente quieto. Na verdade, ele mantém baixos níveis de atividade intermitentes que podem regular a profundidade do nosso sono.
Compreender melhor este processo ajuda a tratar os distúrbios do sono associados a condições como a ansiedade.
O locus coeruleus fica no tronco encefálico, pouco acima da parte de trás do pescoço. Ele contém cerca de cinquenta mil células, o que é uma parcela minúscula dos oitenta bilhões de neurônios que contém, em média, o sistema nervoso central.
O primeiro a observar sua existência foi o médico da rainha francesa Maria Antonieta, Félix Vicq d'Azyr, no final do século XVIII. Mas a mancha azul passaria ainda muito tempo sem receber atenção.
Tudo começou a mudar no século XX, quando ficou claro que o pigmento azul do locus coeruleus desempenhava papel fundamental na sinalização do cérebro.
A norepinefrina – também conhecida como noradrenalina – aumenta a possibilidade de que os neurônios sofram "picos", causados por correntes elétricas.
Quando ficam ativas, as células do locus coeruleus transmitem pacotes desse neurotransmissor, ao lado das suas projeções para outras regiões do cérebro, aumentando a comunicação entre os neurônios naquela região.
Um texto pode vir a apresentar várias sequências textuais, dependendo de seu intento, ou mesmo uma única sequência.

A sequência textual "predominante" no texto base é:
 

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3711888 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto de Seleção
Orgão: CREA-MS
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A pequena mancha azul do cérebro que regula o sono
Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta de sono.
Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.
Mas a ideia de um atenuador mental não é algo tão forçado como pode parecer.
A maior parte dos neurocientistas concorda atualmente que a nossa vigília ocorre em uma espécie de "continuum". Ela é coordenada por uma complexa rede de regiões cerebrais e, no centro delas, fica um minúsculo feixe de neurônios conhecido como "locus coeruleus" – "mancha azul", em latim.
Esta descrição é literal. Os neurônios do locus coeruleus são tingidos em cor de safira devido à produção de um neurotransmissor específico, chamado norepinefrina.
Esta também é uma indicação da função da mancha azul. A norepinefrina controla nossa agitação psicológica e fisiológica.
Por muito tempo, os cientistas acreditaram que o locus coeruleus ficava dormente durante o sono. Mas, agora, torna-se mais claro que ele nunca fica totalmente quieto. Na verdade, ele mantém baixos níveis de atividade intermitentes que podem regular a profundidade do nosso sono.
Compreender melhor este processo ajuda a tratar os distúrbios do sono associados a condições como a ansiedade.
O locus coeruleus fica no tronco encefálico, pouco acima da parte de trás do pescoço. Ele contém cerca de cinquenta mil células, o que é uma parcela minúscula dos oitenta bilhões de neurônios que contém, em média, o sistema nervoso central.
O primeiro a observar sua existência foi o médico da rainha francesa Maria Antonieta, Félix Vicq d'Azyr, no final do século XVIII. Mas a mancha azul passaria ainda muito tempo sem receber atenção.
Tudo começou a mudar no século XX, quando ficou claro que o pigmento azul do locus coeruleus desempenhava papel fundamental na sinalização do cérebro.
A norepinefrina – também conhecida como noradrenalina – aumenta a possibilidade de que os neurônios sofram "picos", causados por correntes elétricas.
Quando ficam ativas, as células do locus coeruleus transmitem pacotes desse neurotransmissor, ao lado das suas projeções para outras regiões do cérebro, aumentando a comunicação entre os neurônios naquela região.
O locus fica no tronco encefálico, acima da parte de trás do pescoço. Ele contém cerca de cinquenta mil células, o que é uma parcela minúscula dos oitenta bilhões de neurônios que apresenta, em média, o sistema nervoso central.

De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
 

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3711887 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto de Seleção
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A pequena mancha azul do cérebro que regula o sono
Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta de sono.
Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.
Mas a ideia de um atenuador mental não é algo tão forçado como pode parecer.
A maior parte dos neurocientistas concorda atualmente que a nossa vigília ocorre em uma espécie de "continuum". Ela é coordenada por uma complexa rede de regiões cerebrais e, no centro delas, fica um minúsculo feixe de neurônios conhecido como "locus coeruleus" – "mancha azul", em latim.
Esta descrição é literal. Os neurônios do locus coeruleus são tingidos em cor de safira devido à produção de um neurotransmissor específico, chamado norepinefrina.
Esta também é uma indicação da função da mancha azul. A norepinefrina controla nossa agitação psicológica e fisiológica.
Por muito tempo, os cientistas acreditaram que o locus coeruleus ficava dormente durante o sono. Mas, agora, torna-se mais claro que ele nunca fica totalmente quieto. Na verdade, ele mantém baixos níveis de atividade intermitentes que podem regular a profundidade do nosso sono.
Compreender melhor este processo ajuda a tratar os distúrbios do sono associados a condições como a ansiedade.
O locus coeruleus fica no tronco encefálico, pouco acima da parte de trás do pescoço. Ele contém cerca de cinquenta mil células, o que é uma parcela minúscula dos oitenta bilhões de neurônios que contém, em média, o sistema nervoso central.
O primeiro a observar sua existência foi o médico da rainha francesa Maria Antonieta, Félix Vicq d'Azyr, no final do século XVIII. Mas a mancha azul passaria ainda muito tempo sem receber atenção.
Tudo começou a mudar no século XX, quando ficou claro que o pigmento azul do locus coeruleus desempenhava papel fundamental na sinalização do cérebro.
A norepinefrina – também conhecida como noradrenalina – aumenta a possibilidade de que os neurônios sofram "picos", causados por correntes elétricas.
Quando ficam ativas, as células do locus coeruleus transmitem pacotes desse neurotransmissor, ao lado das suas projeções para outras regiões do cérebro, aumentando a comunicação entre os neurônios naquela região.
O locus coeruleus – ou também conhecido como mancha azul – vem ganhando atenção nas pesquisas científicas, que tentam estudar funções importantes como a regulagem do sono e da vigília.

De acordo com o texto base, avalie as proposições abaixo e assinale a alternativa correta.
 

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3711886 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto de Seleção
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A pequena mancha azul do cérebro que regula o sono
Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta de sono.
Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.
Mas a ideia de um atenuador mental não é algo tão forçado como pode parecer.
A maior parte dos neurocientistas concorda atualmente que a nossa vigília ocorre em uma espécie de "continuum". Ela é coordenada por uma complexa rede de regiões cerebrais e, no centro delas, fica um minúsculo feixe de neurônios conhecido como "locus coeruleus" – "mancha azul", em latim.
Esta descrição é literal. Os neurônios do locus coeruleus são tingidos em cor de safira devido à produção de um neurotransmissor específico, chamado norepinefrina.
Esta também é uma indicação da função da mancha azul. A norepinefrina controla nossa agitação psicológica e fisiológica.
Por muito tempo, os cientistas acreditaram que o locus coeruleus ficava dormente durante o sono. Mas, agora, torna-se mais claro que ele nunca fica totalmente quieto. Na verdade, ele mantém baixos níveis de atividade intermitentes que podem regular a profundidade do nosso sono.
Compreender melhor este processo ajuda a tratar os distúrbios do sono associados a condições como a ansiedade.
O locus coeruleus fica no tronco encefálico, pouco acima da parte de trás do pescoço. Ele contém cerca de cinquenta mil células, o que é uma parcela minúscula dos oitenta bilhões de neurônios que contém, em média, o sistema nervoso central.
O primeiro a observar sua existência foi o médico da rainha francesa Maria Antonieta, Félix Vicq d'Azyr, no final do século XVIII. Mas a mancha azul passaria ainda muito tempo sem receber atenção.
Tudo começou a mudar no século XX, quando ficou claro que o pigmento azul do locus coeruleus desempenhava papel fundamental na sinalização do cérebro.
A norepinefrina – também conhecida como noradrenalina – aumenta a possibilidade de que os neurônios sofram "picos", causados por correntes elétricas.
Quando ficam ativas, as células do locus coeruleus transmitem pacotes desse neurotransmissor, ao lado das suas projeções para outras regiões do cérebro, aumentando a comunicação entre os neurônios naquela região.
A maior parte dos neurocientistas concorda atualmente que a nossa vigília ocorre em uma espécie de continuum.

Assinale a alternativa que contenha apenas encontro vocálico oral.
 

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3711885 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto de Seleção
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A pequena mancha azul do cérebro que regula o sono
Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta de sono.
Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.
Mas a ideia de um atenuador mental não é algo tão forçado como pode parecer.
A maior parte dos neurocientistas concorda atualmente que a nossa vigília ocorre em uma espécie de "continuum". Ela é coordenada por uma complexa rede de regiões cerebrais e, no centro delas, fica um minúsculo feixe de neurônios conhecido como "locus coeruleus" – "mancha azul", em latim.
Esta descrição é literal. Os neurônios do locus coeruleus são tingidos em cor de safira devido à produção de um neurotransmissor específico, chamado norepinefrina.
Esta também é uma indicação da função da mancha azul. A norepinefrina controla nossa agitação psicológica e fisiológica.
Por muito tempo, os cientistas acreditaram que o locus coeruleus ficava dormente durante o sono. Mas, agora, torna-se mais claro que ele nunca fica totalmente quieto. Na verdade, ele mantém baixos níveis de atividade intermitentes que podem regular a profundidade do nosso sono.
Compreender melhor este processo ajuda a tratar os distúrbios do sono associados a condições como a ansiedade.
O locus coeruleus fica no tronco encefálico, pouco acima da parte de trás do pescoço. Ele contém cerca de cinquenta mil células, o que é uma parcela minúscula dos oitenta bilhões de neurônios que contém, em média, o sistema nervoso central.
O primeiro a observar sua existência foi o médico da rainha francesa Maria Antonieta, Félix Vicq d'Azyr, no final do século XVIII. Mas a mancha azul passaria ainda muito tempo sem receber atenção.
Tudo começou a mudar no século XX, quando ficou claro que o pigmento azul do locus coeruleus desempenhava papel fundamental na sinalização do cérebro.
A norepinefrina – também conhecida como noradrenalina – aumenta a possibilidade de que os neurônios sofram "picos", causados por correntes elétricas.
Quando ficam ativas, as células do locus coeruleus transmitem pacotes desse neurotransmissor, ao lado das suas projeções para outras regiões do cérebro, aumentando a comunicação entre os neurônios naquela região.
"Compreender" melhor este processo ajuda a tratar os distúrbios do sono associados a condições como a ansiedade.

O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
 

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3711884 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto de Seleção
Orgão: CREA-MS
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A pequena mancha azul do cérebro que regula o sono
Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta de sono.
Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.
Mas a ideia de um atenuador mental não é algo tão forçado como pode parecer.
A maior parte dos neurocientistas concorda atualmente que a nossa vigília ocorre em uma espécie de "continuum". Ela é coordenada por uma complexa rede de regiões cerebrais e, no centro delas, fica um minúsculo feixe de neurônios conhecido como "locus coeruleus" – "mancha azul", em latim.
Esta descrição é literal. Os neurônios do locus coeruleus são tingidos em cor de safira devido à produção de um neurotransmissor específico, chamado norepinefrina.
Esta também é uma indicação da função da mancha azul. A norepinefrina controla nossa agitação psicológica e fisiológica.
Por muito tempo, os cientistas acreditaram que o locus coeruleus ficava dormente durante o sono. Mas, agora, torna-se mais claro que ele nunca fica totalmente quieto. Na verdade, ele mantém baixos níveis de atividade intermitentes que podem regular a profundidade do nosso sono.
Compreender melhor este processo ajuda a tratar os distúrbios do sono associados a condições como a ansiedade.
O locus coeruleus fica no tronco encefálico, pouco acima da parte de trás do pescoço. Ele contém cerca de cinquenta mil células, o que é uma parcela minúscula dos oitenta bilhões de neurônios que contém, em média, o sistema nervoso central.
O primeiro a observar sua existência foi o médico da rainha francesa Maria Antonieta, Félix Vicq d'Azyr, no final do século XVIII. Mas a mancha azul passaria ainda muito tempo sem receber atenção.
Tudo começou a mudar no século XX, quando ficou claro que o pigmento azul do locus coeruleus desempenhava papel fundamental na sinalização do cérebro.
A norepinefrina – também conhecida como noradrenalina – aumenta a possibilidade de que os neurônios sofram "picos", causados por correntes elétricas.
Quando ficam ativas, as células do locus coeruleus transmitem pacotes desse neurotransmissor, ao lado das suas projeções para outras regiões do cérebro, aumentando a comunicação entre os neurônios naquela região.
Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta de sono. Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.

Com base no texto apresentado, analise as alternativas abaixo quanto à correção da concordância verbal e assinale a única verdadeira.
 

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3711883 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto de Seleção
Orgão: CREA-MS
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A pequena mancha azul do cérebro que regula o sono
Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta de sono.
Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.
Mas a ideia de um atenuador mental não é algo tão forçado como pode parecer.
A maior parte dos neurocientistas concorda atualmente que a nossa vigília ocorre em uma espécie de "continuum". Ela é coordenada por uma complexa rede de regiões cerebrais e, no centro delas, fica um minúsculo feixe de neurônios conhecido como "locus coeruleus" – "mancha azul", em latim.
Esta descrição é literal. Os neurônios do locus coeruleus são tingidos em cor de safira devido à produção de um neurotransmissor específico, chamado norepinefrina.
Esta também é uma indicação da função da mancha azul. A norepinefrina controla nossa agitação psicológica e fisiológica.
Por muito tempo, os cientistas acreditaram que o locus coeruleus ficava dormente durante o sono. Mas, agora, torna-se mais claro que ele nunca fica totalmente quieto. Na verdade, ele mantém baixos níveis de atividade intermitentes que podem regular a profundidade do nosso sono.
Compreender melhor este processo ajuda a tratar os distúrbios do sono associados a condições como a ansiedade.
O locus coeruleus fica no tronco encefálico, pouco acima da parte de trás do pescoço. Ele contém cerca de cinquenta mil células, o que é uma parcela minúscula dos oitenta bilhões de neurônios que contém, em média, o sistema nervoso central.
O primeiro a observar sua existência foi o médico da rainha francesa Maria Antonieta, Félix Vicq d'Azyr, no final do século XVIII. Mas a mancha azul passaria ainda muito tempo sem receber atenção.
Tudo começou a mudar no século XX, quando ficou claro que o pigmento azul do locus coeruleus desempenhava papel fundamental na sinalização do cérebro.
A norepinefrina – também conhecida como noradrenalina – aumenta a possibilidade de que os neurônios sofram "picos", causados por correntes elétricas.
Quando ficam ativas, as células do locus coeruleus transmitem pacotes desse neurotransmissor, ao lado das suas projeções para outras regiões do cérebro, aumentando a comunicação entre os neurônios naquela região.
Na verdade, ele mantém baixos níveis de atividade intermitentes "que" podem regular a profundidade do nosso sono.

Morfologicamente, o termo destacado, nesta frase, trata-se de:
 

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3711932 Ano: 2025
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Instituto de Seleção
Orgão: CREA-MS
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Em se tratando da apresentação de Recurso ao Plenário do CREA, de que trata a Resolução CONFEA nº 1.004/23, realize a análise das assertivas:

I - Da decisão proferida pelo Plenário do Crea, as partes poderão, dentro do prazo de 60 (sessenta) dias, contados da data da juntada ao processo do aviso de recebimento ou do comprovante de entrega da intimação, interpor recurso que terá efeito suspensivo, para o Plenário do Confea.
II - Recebido o recurso no Confea, o processo será submetido à análise do departamento competente e, em seguida, levado à apreciação do relator responsável.
III - O teor do recurso apresentado será dado a conhecer a outra parte, que terá prazo de 30 (trinta) quinze dias para manifestação.

É CORRETO o que se afirma em:
Questão Anulada

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