Foram encontradas 80 questões.
A busca pela qualidade de atendimento deve ser constante tanto no setor privado quanto no setor público. Assim, ao deparar-se com uma situação de conflito, o atendente deverá
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A mão ativa o cérebro
A palavra escrita no papel está ameaçada de extinção pelo computador
- e isso pode não ser bom para o ensino

O hábito da escrita vem caindo em desuso
à medida que o computador se dissemina
O momento em que o homem começou a expressar-se por meio da escrita, gravando caracteres em tabletas de argila há cerca de 5 000 anos, marca o fim da pré-história e a pedra fundamental das civilizações tal como as conhecemos hoje. Mas a maneira como desde então a humanidade vem perpetuando sua memória e transmitindo conhecimento de uma geração para outra pode virar peça de museu. Na semana passada, uma decisão tomada nos Estados Unidos veio reforçar essa ideia que tanto atormenta os (cada vez mais raros) entusiastas do lápis e do papel. Em ato inédito, o governo do estado de Indiana desobrigou as escolas de ensinar a escrita cursiva (aquela em que as letras são emendadas umas nas outras) e recomendou que elas passassem a dedicar-se mais à digitação em teclados de computador - decisão que deve ser acompanhada por outros quarenta estados seguidores do mesmo currículo. Oficializa-se com isso algo que, na prática, já se percebe de forma acentuada, inclusive no Brasil. Diz a VEJA o especialista americano Mark Warschauer, professor da Universidade da Califórnia: “Ter destreza no computador tornou-se um bem infinitamente mais valioso do que produzir uma boa letra”.
Ninguém de bom-senso discorda disso. Um conjunto recente de pesquisas na área da neurociência, no entanto, sugere uma reflexão acerca dos efeitos devastadores do computador sobre a tradição da escrita em papel. Por meio da observação do cérebro de crianças e adultos, verificou-se de forma bastante clara que a escrita de próprio punho provoca uma atividade significativamente mais intensa que a da digitação na região dedicada ao processamento das informações armazenadas na memória (o córtex pré-frontal), o que tem conexão direta com a elaboração e a expressão de ideias. Está provado também que o ato de escrever desencadeia ligações entre os neurônios naquela parte do cérebro que faz o reconhecimento visual das palavras, contribuindo assim para a fluidez na leitura. Com a digitação, essa área fica inativa. "Pelas habilidades que requer, o exercício da escrita manual é mais sofisticado, por isso põe o cérebro para trabalhar com mais vigor", explica a neurocientista Elvira Souza Lima, especialista em desenvolvimento humano. [...]
Luís Guilherme Barrucho
Disponível em: <http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/mao-ativa-cerebro-635803.shtml>.
Acesso em: 29 ago. 2011
O texto “A mão ativa o cérebro” poderia ser classificado na coluna
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A estrutura básica do CREA/PARÁ é responsável pela criação de condições para o desempenho integrado e sistemático das finalidades do Conselho Regional, sendo composta por órgãos de caráter decisório ou executivo. Porém, não compreende o(a, as)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
INFORMAÇÃO NÃO BASTA
Muitas vezes o jovem esquece ou abandona
tudo o que sabe em algum lugar da cabeça.
E isso o coloca cara a cara com o risco
Um ponto que une a atual geração de jovens é a grande quantidade de informação a que ela é exposta desde muito cedo. O conhecimento está sempre ali, à distância de poucos toques e tecladas dos dedos. O jovem aprende, de forma surpreendente e precoce, a lidar com várias fontes de informação ao mesmo tempo. Ele funciona como uma grande antena, sempre ligada, sempre captando. E faz tudo isso muito bem.
O quarto de dormir virou uma espécie de quartel-general da informação. De posse de controles remotos, botões, teclado e mouse, o mundo das notícias e das novidades se abre para o jovem de hoje como os adultos, no passado, descascavam uma banana. Ficou muito mais fácil ter o conhecimento.
Por outro lado, o que se vê é que muito pouco dessa informação é aproveitada pelo jovem para a construção de um mundo melhor e mais seguro para ele mesmo. Não que a informação não esteja ali, fincada de forma definitiva em seus neurônios. Mas, muitas vezes, ela é esquecida ou propositadamente abandonada, ali mesmo, dentro da cabeça. Do saber para o fazer, cria-se um abismo, diversas vezes, intransponível. E essa distância pode colocar o jovem cara a cara com o risco. [...]
Como trabalhar a informação de maneira que ela seja acessada e utilizada na hora em que for necessária? Se apenas a informação e a razão não parecem segurar o ímpeto desafiador e imprudente do jovem, o que fazer? As apostas se voltam para o impreciso e pantanoso mundo das emoções. Pode ser que aí repouse a chave para o entendimento do que se passa. [...]
A informação traz o mundo da razão, o mundo das regras, o mundo do real para a vida do jovem. Talvez em alguns momentos ele queira justamente esquecer esse mundo real para viver em outro, mais livre, sem limites, mais lúdico, mais emocional, onde possa fazer o que bem quiser. Dentro dessa percepção distorcida, ele vê a informação como empecilho, como obstáculo, não como apoio e ajuda. Nessa hora, ele entende que a informação atrapalha e, assim, desliga esse filtro e deixa a vida exposta ao risco acontecer. [...]
Jairo Bouer
Psiquiatra e apresentador do programa
diário Ao Ponto, no Canal Futura
Disponível em: <http://veja.abril.com.br/especiais/jovens>
Com o enunciado “O conhecimento está sempre ali, à distância de poucos toques e tecladas dos dedos”, o autor dá a entender que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um fiscal dirigiu-se de carro a uma obra, onde ficou por 35minutos. O tempo de deslocamento do veículo na ida foi igual à metade do tempo da volta, tendo sido de 80minutos o tempo total do deslocamento e da fiscalização. Quanto tempo durou o deslocamento de ida à obra?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
INFORMAÇÃO NÃO BASTA
Muitas vezes o jovem esquece ou abandona
tudo o que sabe em algum lugar da cabeça.
E isso o coloca cara a cara com o risco
Um ponto que une a atual geração de jovens é a grande quantidade de informação a que ela é exposta desde muito cedo. O conhecimento está sempre ali, à distância de poucos toques e tecladas dos dedos. O jovem aprende, de forma surpreendente e precoce, a lidar com várias fontes de informação ao mesmo tempo. Ele funciona como uma grande antena, sempre ligada, sempre captando. E faz tudo isso muito bem.
O quarto de dormir virou uma espécie de quartel-general da informação. De posse de controles remotos, botões, teclado e mouse, o mundo das notícias e das novidades se abre para o jovem de hoje como os adultos, no passado, descascavam uma banana. Ficou muito mais fácil ter o conhecimento.
Por outro lado, o que se vê é que muito pouco dessa informação é aproveitada pelo jovem para a construção de um mundo melhor e mais seguro para ele mesmo. Não que a informação não esteja ali, fincada de forma definitiva em seus neurônios. Mas, muitas vezes, ela é esquecida ou propositadamente abandonada, ali mesmo, dentro da cabeça. Do saber para o fazer, cria-se um abismo, diversas vezes, intransponível. E essa distância pode colocar o jovem cara a cara com o risco. [...]
Como trabalhar a informação de maneira que ela seja acessada e utilizada na hora em que for necessária? Se apenas a informação e a razão não parecem segurar o ímpeto desafiador e imprudente do jovem, o que fazer? As apostas se voltam para o impreciso e pantanoso mundo das emoções. Pode ser que aí repouse a chave para o entendimento do que se passa. [...]
A informação traz o mundo da razão, o mundo das regras, o mundo do real para a vida do jovem. Talvez em alguns momentos ele queira justamente esquecer esse mundo real para viver em outro, mais livre, sem limites, mais lúdico, mais emocional, onde possa fazer o que bem quiser. Dentro dessa percepção distorcida, ele vê a informação como empecilho, como obstáculo, não como apoio e ajuda. Nessa hora, ele entende que a informação atrapalha e, assim, desliga esse filtro e deixa a vida exposta ao risco acontecer. [...]
Jairo Bouer
Psiquiatra e apresentador do programa
diário Ao Ponto, no Canal Futura
Disponível em: <http://veja.abril.com.br/especiais/jovens>
Em “Informação não basta”, Jairo Bouer
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para a organização de um arquivo, são desenvolvidas várias etapas de trabalho, dentre as quais se destaca o(a)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Se o Pará for dividido em três Estados, os dois novos serão assim constituídos: Tapajós, como o maior dos três, terá 58% da atual área do Pará, 27 municípios e mais de 1,3 milhões de habitantes. Carajás abrangerá as porções sul e sudeste, terá 39 municípios, 25% do território atual do Pará e aproximadamente 1,6 milhões de habitantes. O restante ficará com o novo Pará.
A área total do Estado do Pará hoje é de aproximadamente 1.247.900 !$ km^2 !$. Qual seria a área aproximada do novo Pará?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Acerca da redação oficial adotada no Brasil, assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Acerca da redação oficial, assinale a alternativa incorreta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container