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Foram encontradas 35 questões.

1315585 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-4
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A causa Secreta
Garcia, em pé, mirava e estalava as unhas; Fortunato, na cadeira de balanço, olhava para o teto; Maria Luísa, perto da janela, concluía um trabalho de agulha. Havia já cinco minutos que nenhum deles dizia nada. Tinham falado do dia, que estivera excelente, - de Catumbi, onde morava o casal Fortunato, e de uma casa de saúde, que adiante se explicará. Como os três personagens aqui presentes estão agora mortos e enterrados, tempo é de contar a história sem rebuço.
Tinham falado também de outra cousa, além daquelas três, cousa tão feia e grave, que não lhes deixou muito gosto para tratar do dia, do bairro e da casa de saúde. Toda a conversação a este respeito foi constrangida. Agora mesmo, os dedos de Maria Luísa parecem ainda trêmulos, ao passo que há no rosto de Garcia uma expressão de severidade, que lhe não é habitual. Em verdade, o que se passou foi de tal natureza, que para fazê-lo entender é preciso remontar à origem da situação.
Garcia tinha-se formado em medicina, no ano anterior, 1861. No de 1860, estando ainda na Escola, encontrou-se com Fortunato, pela primeira vez, à porta da Santa Casa; entrava, quando o outro saía. Fez-lhe impressão a figura; mas, ainda assim, tê-la-ia esquecido, se não fosse o segundo encontro, poucos dias depois. Morava na rua de D. Manoel. Uma de suas raras distrações era ir ao teatro de S.Januário, que ficava perto, entre essa rua e a praia; ia uma ou duas vezes por mês, e nunca achava acima de quarenta pessoas. Só os mais intrépidos ousavam estender os passos até aquele recanto da cidade. Uma noite, estando nas cadeiras, apareceu ali Fortunato, e sentou-se ao pé dele.
A peça era um dramalhão, cosido a facadas, ouriçado de imprecações e remorsos; mas Fortunato ouvia-a com singular interesse. Nos lances dolorosos, a atenção dele redobrava, os olhos iam avidamente de um personagem a outro, a tal ponto que o estudante suspeitou haver na peça reminiscências pessoais do vizinho. No fim do drama, veio uma farsa; mas Fortunato não esperou por ela e saiu; Garcia saiu atrás dele. Fortunato foi pelo beco do Cotovelo, rua de S. José, até o largo Carioca. Ia devagar, cabisbaixo, parando às vezes, para dar uma bengalada em algum cão que dormia; o cão ficava ganindo e ele ia andando. No largo Carioca entrou num tílburi, e seguiu para os lados da praça da Constituição. Garcia voltou para casa sem saber mais nada.
Decorreram algumas semanas. Uma noite, eram nove horas, estava em casa, quando ouvir rumor de vozes na escada; desceu logo do sótão, onde morava, ao primeiro andar, onde vivia um empregado do arsenal de guerra. Era este que alguns homens conduziam, escada acima, ensanguentado. O preto que o servia acudiu a abrir a porta; o homem gemia, as vozes eram confusas, a luz pouca.
Deposto o ferido na cama, Garcia disse que era preciso chamar um médico.
- Já aí vem um, acudiu alguém.
(Machado de Assis)
Releia o trecho abaixo:
"Havia já cinco minutos que nenhum deles dizia nada."
Sobre ele, assinale a alternativa correta.
 

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1312302 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-4
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enunciado 2131724-1
Leia as seguintes afirmações sobre o anúncio.
I. A palavra "neste" é a junção da preposição "em" com o pronome "este".
II. O pronome "este" é demonstrativo.
III. O pronome "este" refere-se ao Natal do mesmo ano em que o anúncio foi publicado.
IV. A cor verde é diferente daquela que geralmente se associa ao "bom velhinho", que é o vermelho.
Está correto o que se afirma em:
 

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1311955 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-4
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A causa Secreta
Garcia, em pé, mirava e estalava as unhas; Fortunato, na cadeira de balanço, olhava para o teto; Maria Luísa, perto da janela, concluía um trabalho de agulha. Havia já cinco minutos que nenhum deles dizia nada. Tinham falado do dia, que estivera excelente, - de Catumbi, onde morava o casal Fortunato, e de uma casa de saúde, que adiante se explicará. Como os três personagens aqui presentes estão agora mortos e enterrados, tempo é de contar a história sem rebuço.
Tinham falado também de outra cousa, além daquelas três, cousa tão feia e grave, que não lhes deixou muito gosto para tratar do dia, do bairro e da casa de saúde. Toda a conversação a este respeito foi constrangida. Agora mesmo, os dedos de Maria Luísa parecem ainda trêmulos, ao passo que há no rosto de Garcia uma expressão de severidade, que lhe não é habitual. Em verdade, o que se passou foi de tal natureza, que para fazê-lo entender é preciso remontar à origem da situação.
Garcia tinha-se formado em medicina, no ano anterior, 1861. No de 1860, estando ainda na Escola, encontrou-se com Fortunato, pela primeira vez, à porta da Santa Casa; entrava, quando o outro saía. Fez-lhe impressão a figura; mas, ainda assim, tê-la-ia esquecido, se não fosse o segundo encontro, poucos dias depois. Morava na rua de D. Manoel. Uma de suas raras distrações era ir ao teatro de S.Januário, que ficava perto, entre essa rua e a praia; ia uma ou duas vezes por mês, e nunca achava acima de quarenta pessoas. Só os mais intrépidos ousavam estender os passos até aquele recanto da cidade. Uma noite, estando nas cadeiras, apareceu ali Fortunato, e sentou-se ao pé dele.
A peça era um dramalhão, cosido a facadas, ouriçado de imprecações e remorsos; mas Fortunato ouvia-a com singular interesse. Nos lances dolorosos, a atenção dele redobrava, os olhos iam avidamente de um personagem a outro, a tal ponto que o estudante suspeitou haver na peça reminiscências pessoais do vizinho. No fim do drama, veio uma farsa; mas Fortunato não esperou por ela e saiu; Garcia saiu atrás dele. Fortunato foi pelo beco do Cotovelo, rua de S. José, até o largo Carioca. Ia devagar, cabisbaixo, parando às vezes, para dar uma bengalada em algum cão que dormia; o cão ficava ganindo e ele ia andando. No largo Carioca entrou num tílburi, e seguiu para os lados da praça da Constituição. Garcia voltou para casa sem saber mais nada.
Decorreram algumas semanas. Uma noite, eram nove horas, estava em casa, quando ouvir rumor de vozes na escada; desceu logo do sótão, onde morava, ao primeiro andar, onde vivia um empregado do arsenal de guerra. Era este que alguns homens conduziam, escada acima, ensanguentado. O preto que o servia acudiu a abrir a porta; o homem gemia, as vozes eram confusas, a luz pouca.
Deposto o ferido na cama, Garcia disse que era preciso chamar um médico.
- Já aí vem um, acudiu alguém.
(Machado de Assis)
No trecho "mas Fortunato não esperou por ela e saiu", aparecem duas conjunções que são, respectivamente:
 

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1308143 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-4
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enunciado 2128642-1
Na figura acima vemos uma planilha do MS Excel 2007. Com base nessa figura e em seus conhecimentos desse programa, assinale a alternativa correta.
 

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573700 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-4
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A causa Secreta
Garcia, em pé, mirava e estalava as unhas; Fortunato, na cadeira de balanço, olhava para o teto; Maria Luísa, perto da janela, concluía um trabalho de agulha. Havia já cinco minutos que nenhum deles dizia nada. Tinham falado do dia, que estivera excelente, - de Catumbi, onde morava o casal Fortunato, e de uma casa de saúde, que adiante se explicará. Como os três personagens aqui presentes estão agora mortos e enterrados, tempo é de contar a história sem rebuço.
Tinham falado também de outra cousa, além daquelas três, cousa tão feia e grave, que não lhes deixou muito gosto para tratar do dia, do bairro e da casa de saúde. Toda a conversação a este respeito foi constrangida. Agora mesmo, os dedos de Maria Luísa parecem ainda trêmulos, ao passo que há no rosto de Garcia uma expressão de severidade, que lhe não é habitual. Em verdade, o que se passou foi de tal natureza, que para fazê-lo entender é preciso remontar à origem da situação.
Garcia tinha-se formado em medicina, no ano anterior, 1861. No de 1860, estando ainda na Escola, encontrou-se com Fortunato, pela primeira vez, à porta da Santa Casa; entrava, quando o outro saía. Fez-lhe impressão a figura; mas, ainda assim, tê-la-ia esquecido, se não fosse o segundo encontro, poucos dias depois. Morava na rua de D. Manoel. Uma de suas raras distrações era ir ao teatro de S.Januário, que ficava perto, entre essa rua e a praia; ia uma ou duas vezes por mês, e nunca achava acima de quarenta pessoas. Só os mais intrépidos ousavam estender os passos até aquele recanto da cidade. Uma noite, estando nas cadeiras, apareceu ali Fortunato, e sentou-se ao pé dele.
A peça era um dramalhão, cosido a facadas, ouriçado de imprecações e remorsos; mas Fortunato ouvia-a com singular interesse. Nos lances dolorosos, a atenção dele redobrava, os olhos iam avidamente de um personagem a outro, a tal ponto que o estudante suspeitou haver na peça reminiscências pessoais do vizinho. No fim do drama, veio uma farsa; mas Fortunato não esperou por ela e saiu; Garcia saiu atrás dele. Fortunato foi pelo beco do Cotovelo, rua de S. José, até o largo Carioca. Ia devagar, cabisbaixo, parando às vezes, para dar uma bengalada em algum cão que dormia; o cão ficava ganindo e ele ia andando. No largo Carioca entrou num tílburi, e seguiu para os lados da praça da Constituição. Garcia voltou para casa sem saber mais nada.
Decorreram algumas semanas. Uma noite, eram nove horas, estava em casa, quando ouvir rumor de vozes na escada; desceu logo do sótão, onde morava, ao primeiro andar, onde vivia um empregado do arsenal de guerra. Era este que alguns homens conduziam, escada acima, ensanguentado. O preto que o servia acudiu a abrir a porta; o homem gemia, as vozes eram confusas, a luz pouca.
Deposto o ferido na cama, Garcia disse que era preciso chamar um médico.
- Já aí vem um, acudiu alguém.
(Machado de Assis)
Em relação ao trecho inicial do conto ("Garcia, em pé, mirava e estalava as unhas"), leia as afirmações e marque V (verdadeiro) ou F (falso). Em seguida, escolha a alternativa que contém a sequencia correta.
( ) A expressão "em pé" indica circunstância de modo.
( ) Aparece, no trecho, uma conjunção aditiva.
( ) A expressão "as unhas" exerce função de complemento verbal de "estalava".
 

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528128 Ano: 2011
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-4
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A Pessoa Jurídica (PJ) de direito público ou privado, cuja finalidade básica seja prestação de serviço na área da atividade física, desportiva e similar, está obrigada a registrar-se no respectivo Conselho Regional de Educação Física. Segundo a Resolução CONFEF/2000, as Pessoas Jurídicas registradas, quando da substituição do responsável técnico, ficam obrigadas a:

 

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528058 Ano: 2011
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-4
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De acordo com a Lei Estadual SP nº 10.848, de 06 de julho 2.001. requerimento de registro para o funcionamento das academias e demais estabelecimentos de ensino e prática de modalidades esportivas, deve ser instruído com os seguintes documentos e/ou requisitos, exceto:
 

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528053 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-4
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Com relação ao uso da internet, tanto para navegação quanto para o envio e recebimento de mensagens de correio eletrônico no ambiente Windows 7, são feitas as seguintes afirmações.
I. Os endereços dos sites geralmente são digitados nos navegadores como uma url do tipo HTTP://google.com.br, mas também podem ser digitados em sua forma numérica, como por exemplo, 74.125.234.52.
II. O recurso de encaminhar mensagens eletrônicas com anexos só é disponível em programas clientes de correio eletrônico, como o Outlook, não sendo encontrado em webmails.
III. O tamanho máximo dos arquivos, bem como a quantidade de arquivos anexados em uma mensagem, podem ser limitados pelos provedores por razões de segurança e como forma de reduzir o tráfego na rede.
Está correto o que se afirma em:
 

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526279 Ano: 2011
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-4
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Sobre a inscrição profissional no âmbito do Sistema CONFEF/CREFs, escolha a alternativa incorreta.

 

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517531 Ano: 2011
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-4
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Analise as alternativas a seguir e escolha a que apresenta, corretamente, um exemplo de número de registro profissional em carimbos e/ou impressos que esteja aderente ao normatizado pela Resolução CONFEF 053/2003. Considere o registro de um Profissional Graduado em SP e com número xxx.

 

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