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Foram encontradas 209 questões.

927148 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FDC
Orgão: CREMERJ
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enunciado 927148-1
A alternativa em que a palavra ou expressão negritada foi substituída adequadamente é:
 

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927147 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FDC
Orgão: CREMERJ
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REMÉDIOS
Dicionário histórico – Brasil. Ângela Vianna Botelho e Liana Maria Reis

As drogas medicinais ou “drogas da virtude”, prescritas pelos físicos, odontólogos e médicos homeopatas ou alopatas eram manipuladas por boticários, que importavam remédios europeus e usavam produtos nativos em sua formulação. Os remédios objetivavam muito mais a sintomatologia que a etiologia. A partir de 1837, houve adoção oficial do “Codex medicamentarius gallicus”, que vigorou no Brasil até 1926. Muitas vezes, entretanto, a população recorria à obra Medicina Doméstica, de Buchan, e, posteriormente, à de Chernoviz, bem como à homeopatia de Hahnemann, acabando por se automedicar. As drogas medicinais mais receitadas continuaram a ser o mercúrio, a quina e os vomitivos, purgativos, diuréticos e sudoríficos, muitas vezes extraídos das plantas e raízes nativas, de comprovada eficácia. Eram também muito utilizados os emplastros, fricções e escalda-pés. Aplicações de ventosas, sangrias e sanguessugas eram comumente receitadas, sendo que os banhos de mar e termais passaram a ser prescritos principalmente para infecções cutâneas.
“As drogas medicinais oudrogas da virtude", prescritas pelos físicos, odontólogos e médicos homeopatas ou alopatas eram manipuladas por boticários, que importavam remédios europeus e usavam produtos nativos em sua formulação."
No texto há um conjunto de elementos que se prendem a termos anteriores a fim de produzir coesão (ligações formais e semânticas) entre esses elementos. A indicação INCORRETA de um desses termos é:
 

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927146 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FDC
Orgão: CREMERJ

TEXTO 1 – SAÚDE: UMA QUESTÃO DE CONFIANÇA

Hans Dohmann. O Globo, 20/11/2010

Prevenção é a palavra de ordem para quem trabalha com riscos e deveria funcionar dessa forma também para a Saúde. Deixar para tratar a população quando já está doente é uma estratégia cara e arriscada, e vai contra qualquer lógica, seja econômica ou médica. No Rio de Janeiro, houve investimentos maciços durante anos em hospitais, mas se deixou de investir na atenção primária.

Os serviços de saúde realizam pelo menos 70% dos atendimentos no campo da baixa complexidade, da atenção primária. Dessa forma, é importante para o sucesso de todo investimento do SUS – Sistema Único de Saúde – o fortalecimento de unidades básicas e do atendimento primário, garantindo qualidade quando necessários serviços de alta complexidade.

Essa reviravolta é possível e depende apenas de gestão. E gerir não é somente fazer escolhas, mas essencialmente colocá-las em execução com eficiência.

Gestão é um substantivo cognato do verbo gerir. A correspondência ERRADA entre verbo e substantivo cognato é:
 

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927144 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FDC
Orgão: CREMERJ

TEXTO 2 – NÃO APELE PARA A AUTOMEDICAÇÃO

Superinteressante, Nov. 2010

Diante de uma dor de cabeça alucinante ou de uma queimação no estômago depois do jantar, bate um ímpeto de correr à farmácia e liquidar o mal-estar por conta própria. Ou então, ao acordar com dor de garganta, a saída mais fácil parece ser usar aquele antibiótico receitado para outra pessoa, em outra ocasião. Tentações assim são perigosas, especialmente para quem se automedica com frequência. Para início de conversa, é muito difícil acertar em cheio no tipo de droga, na dose e no tempo de tratamento necessários para resolver um problema de saúde, principalmente uma infecção. A probabilidade de o micro-organismo envolvido na história se tornar resistente e contra-atacar é enorme. Pior: algumas substâncias, à medida que se acumulam no organismo, sobrecarregam órgãos vitais, como rins e fígado. Outras têm o poder de anular ou potencializar os efeitos de medicamentos associados a elas. No último caso, sintomas como sonolência, tontura, enjoo e falta de concentração podem perturbar o sujeito e até desencadear quadros mais graves. Não arrisque sua saú- de! Ouça um profissional antes de engolir qualquer remédio ou até mesmo um suplemento. Só eles conhecem as peculiaridades de cada substância e são capazes de prescrevê-las, garantindo a sua segurança. Você não vai querer arrumar outra dor de cabeça, vai?

“Você não vai querer arrumar outra dor de cabeça, vai?" O comentário INADEQUADO sobre essa última frase do texto é:.
 

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927143 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FDC
Orgão: CREMERJ

TEXTO 2 – NÃO APELE PARA A AUTOMEDICAÇÃO

Superinteressante, Nov. 2010

Diante de uma dor de cabeça alucinante ou de uma queimação no estômago depois do jantar, bate um ímpeto de correr à farmácia e liquidar o mal-estar por conta própria. Ou então, ao acordar com dor de garganta, a saída mais fácil parece ser usar aquele antibiótico receitado para outra pessoa, em outra ocasião. Tentações assim são perigosas, especialmente para quem se automedica com frequência. Para início de conversa, é muito difícil acertar em cheio no tipo de droga, na dose e no tempo de tratamento necessários para resolver um problema de saúde, principalmente uma infecção. A probabilidade de o micro-organismo envolvido na história se tornar resistente e contra-atacar é enorme. Pior: algumas substâncias, à medida que se acumulam no organismo, sobrecarregam órgãos vitais, como rins e fígado. Outras têm o poder de anular ou potencializar os efeitos de medicamentos associados a elas. No último caso, sintomas como sonolência, tontura, enjoo e falta de concentração podem perturbar o sujeito e até desencadear quadros mais graves. Não arrisque sua saú- de! Ouça um profissional antes de engolir qualquer remédio ou até mesmo um suplemento. Só eles conhecem as peculiaridades de cada substância e são capazes de prescrevê-las, garantindo a sua segurança. Você não vai querer arrumar outra dor de cabeça, vai?

Algumas palavras têm constituintes que ajudam a construir seus significados. Nas palavras abaixo, o componente negritado possui um sentido que é indicado a seguir. A indicação EQUIVOCADA é:.

 

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927142 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FDC
Orgão: CREMERJ

TEXTO 2 – NÃO APELE PARA A AUTOMEDICAÇÃO

Superinteressante, Nov. 2010

Diante de uma dor de cabeça alucinante ou de uma queimação no estômago depois do jantar, bate um ímpeto de correr à farmácia e liquidar o mal-estar por conta própria. Ou então, ao acordar com dor de garganta, a saída mais fácil parece ser usar aquele antibiótico receitado para outra pessoa, em outra ocasião. Tentações assim são perigosas, especialmente para quem se automedica com frequência. Para início de conversa, é muito difícil acertar em cheio no tipo de droga, na dose e no tempo de tratamento necessários para resolver um problema de saúde, principalmente uma infecção. A probabilidade de o micro-organismo envolvido na história se tornar resistente e contra-atacar é enorme. Pior: algumas substâncias, à medida que se acumulam no organismo, sobrecarregam órgãos vitais, como rins e fígado. Outras têm o poder de anular ou potencializar os efeitos de medicamentos associados a elas. No último caso, sintomas como sonolência, tontura, enjoo e falta de concentração podem perturbar o sujeito e até desencadear quadros mais graves. Não arrisque sua saú- de! Ouça um profissional antes de engolir qualquer remédio ou até mesmo um suplemento. Só eles conhecem as peculiaridades de cada substância e são capazes de prescrevê-las, garantindo a sua segurança. Você não vai querer arrumar outra dor de cabeça, vai?

A frase “O uso indiscriminado de remédios põe seu organismo em risco" aparece como subtítulo do texto 2. A forma de reescrevê-la que altera o seu sentido original é:

 

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927141 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FDC
Orgão: CREMERJ

TEXTO 1 – SAÚDE: UMA QUESTÃO DE CONFIANÇA

Hans Dohmann. O Globo, 20/11/2010

Prevenção é a palavra de ordem para quem trabalha com riscos e deveria funcionar dessa forma também para a Saúde. Deixar para tratar a população quando já está doente é uma estratégia cara e arriscada, e vai contra qualquer lógica, seja econômica ou médica. No Rio de Janeiro, houve investimentos maciços durante anos em hospitais, mas se deixou de investir na atenção primária.

Os serviços de saúde realizam pelo menos 70% dos atendimentos no campo da baixa complexidade, da atenção primária. Dessa forma, é importante para o sucesso de todo investimento do SUS – Sistema Único de Saúde – o fortalecimento de unidades básicas e do atendimento primário, garantindo qualidade quando necessários serviços de alta complexidade.

Essa reviravolta é possível e depende apenas de gestão. E gerir não é somente fazer escolhas, mas essencialmente colocá-las em execução com eficiência.

“...quando necessários serviços de alta complexidade". A frase que estaria mal estruturada, seguindo-se o modelo dessa frase do texto, é:
 

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927140 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FDC
Orgão: CREMERJ
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enunciado 927140-1
Na forma “problemas sociais e econômicos” temos dois adjetivos - sociais e econômicos - que concordam com o substantivo problemas. A alternativa em que essa concordância foi bem feita é:
 

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927139 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FDC
Orgão: CREMERJ
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enunciado 927139-1
“Só não contem comigo na noite de autógrafos: nessa hora, estou correndo.”

O conectivo que poderia substituir adequadamente os dois pontos nesse trecho é:
 

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927138 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FDC
Orgão: CREMERJ
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REMÉDIOS
Dicionário histórico – Brasil. Ângela Vianna Botelho e Liana Maria Reis

As drogas medicinais ou “drogas da virtude”, prescritas pelos físicos, odontólogos e médicos homeopatas ou alopatas eram manipuladas por boticários, que importavam remédios europeus e usavam produtos nativos em sua formulação. Os remédios objetivavam muito mais a sintomatologia que a etiologia. A partir de 1837, houve adoção oficial do “Codex medicamentarius gallicus”, que vigorou no Brasil até 1926. Muitas vezes, entretanto, a população recorria à obra Medicina Doméstica, de Buchan, e, posteriormente, à de Chernoviz, bem como à homeopatia de Hahnemann, acabando por se automedicar. As drogas medicinais mais receitadas continuaram a ser o mercúrio, a quina e os vomitivos, purgativos, diuréticos e sudoríficos, muitas vezes extraídos das plantas e raízes nativas, de comprovada eficácia. Eram também muito utilizados os emplastros, fricções e escalda-pés. Aplicações de ventosas, sangrias e sanguessugas eram comumente receitadas, sendo que os banhos de mar e termais passaram a ser prescritos principalmente para infecções cutâneas.
A alternativa em que o conectivo em destaque tem seu valor semântico corretamente indicado é:

 

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