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1061043 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRF-BA

Os benefícios da nanotecnologia para a saúde são

muitos e, entre eles, vale destacar a segurança e a eficácia

no tratamento com medicamentos, a toxicidade reduzida e

os diagnósticos mais fáceis, rápidos e precisos.

Além disso, existe uma maior possibilidade de

descoberta e cura de doenças que não podem ser tratadas

com métodos da medicina tradicional. Em geral, os

tratamentos com a nanociência são mais curtos do que

aqueles feitos com abordagens clássicas, o que aumenta o

conforto do paciente e garante resultados melhores em

menos tempo.

De acordo com o professor doutor Pierre Basmaji, do

Instituto de Física de São Carlos (IFSC), da Universidade de

São Paulo (USP), na área da saúde, as nanotecnologias têm

como principal objetivo a construção de sistemas idênticos

aos que são criados pela natureza. “Desse modo, os

biomateriais poderão ser utilizados na conformação de

vários componentes biomédicos, como vasos sanguíneos,

pele e órgãos artificiais, curativos inteligentes, dispositivos

para visão e audição e sistemas de distribuição de

medicamentos que podem ser implantados sob a pele”,

cita.

Pierre Basmaji é o pesquisador que desenvolveu, no

Brasil, um substituto da pele humana, tanto da derme

quanto da epiderme, com cobertura permanente de vários

tipos de feridas. É um tratamento inovador para feridas

crônicas provocadas por pé diabético, úlceras por pressão,

úlceras venosas, úlceras varicosas e queimaduras agudas.

“As nanopartículas também têm‐se mostrado uma

alternativa de grande potencial para o diagnóstico e

tratamento de doenças neurodegenerativas. E não é apenas

no cérebro que as nanopartículas podem ser utilizadas para

auxiliar no diagnóstico de doenças. A nanotecnologia tem o

potencial de revolucionar a forma como são recolhidos os

dados médicos de maneira geral. Médicos e cientistas são

capazes de distribuir aparelhos de diagnóstico

nanoestruturados por todo o corpo humano, a fim de

detectar mudanças químicas no local, o que possibilita o

acompanhamento em tempo real do estado de saúde dos

pacientes”, detalha Basmaji.

No diagnóstico do câncer, os médicos serão capazes

de detectar um tumor de forma precoce por meio do uso de

nanopartículas magnéticas, combinadas a um sensor em

miniatura de ressonância, o que aumentará a chance de

sobrevivência do paciente.

Internet: ictq.com.br (com adaptações).

Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.

“têm-se mostrado” (linha 29) por têm mostrado-se.

 

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1061042 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRF-BA

Voltado a preencher uma lacuna existente no País

na produção de medicamentos, o Centro de Pesquisa,

Desenvolvimento e Inovação em Medicamentos (CPDIM),

cuja pedra fundamental foi lançada em novembro de

2018, pretende fazer com que pesquisas acadêmicas em

saúde se transformem em tecnologias e produtos que

beneficiem os tratamentos ofertados por meio do Sistema

Único de Saúde para a população.

O objetivo é suprir a necessidade de instalações

adequadas para a produção de lotes‐piloto de unidades

farmacotécnicas em condições de boas práticas de

fabricação para a realização de pesquisa clínica e posterior

registro do medicamento pelas agências reguladoras. Essa

é uma etapa de pesquisa necessária para projetos com

potencial de geração de produtos com aplicação clínica

que já ultrapassaram as fases iniciais de desenvolvimento

e precisam avançar para outras etapas. Contudo, ainda

não há no País uma infraestrutura como a do CPDIM que

esteja disponível para os pesquisadores, laboratórios de

pesquisa e suas instituições parceiras.

A pesquisa, desenvolvimento e inovação em novos

medicamentos é uma área estratégica para a saúde

pública e a economia nacional. Internacionalmente, a

maior parte do desenvolvimento de tratamentos

inovadores para a saúde nasce da interação entre a

pesquisa feita em universidades e as empresas de

biotecnologia e farmacêuticas. Apesar de o Brasil contar

com profissionais e pesquisa científica de alta qualidade

nas áreas biomédica e farmacêutica, há deficiências na

cadeia de transferência de tecnologia para a geração de

produtos inovadores para a saúde produzidos a partir de

pesquisa feita no País.

O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos

Estratégicos do Ministério da Saúde à época, Marco

Antonio Fireman, ressaltou que o investimento em uma

estrutura como o CPDIM é fundamental para preencher

essa lacuna existente entre desenvolvimento acadêmico e

inovação nacional. “É enorme a quantidade de produtos

de qualidade desenvolvidos nas universidades federais

que estão atualmente na prateleira aguardando espaços

como o CPDIM para que sejam testados e viabilizados

como medicamentos. Sabemos que investimento em

inovação é o principal mecanismo de desenvolvimento do

País e para a cura de diversas doenças”, afirmou o

secretário.

Internet: saúde.gov.br (com adaptações)

Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o iten.

Na linha 16, estaria mantida a correção gramatical do texto caso a forma verbal “ultrapassaram” estivesse flexionada na terceira pessoa do singular, dada a possibilidade prevista na gramática de concordância com o vocábulo “que”, sujeito da oração.

 

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1061041 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRF-BA

Os benefícios da nanotecnologia para a saúde são

muitos e, entre eles, vale destacar a segurança e a eficácia

no tratamento com medicamentos, a toxicidade reduzida e

os diagnósticos mais fáceis, rápidos e precisos.

Além disso, existe uma maior possibilidade de

descoberta e cura de doenças que não podem ser tratadas

com métodos da medicina tradicional. Em geral, os

tratamentos com a nanociência são mais curtos do que

aqueles feitos com abordagens clássicas, o que aumenta o

conforto do paciente e garante resultados melhores em

menos tempo.

De acordo com o professor doutor Pierre Basmaji, do

Instituto de Física de São Carlos (IFSC), da Universidade de

São Paulo (USP), na área da saúde, as nanotecnologias têm

como principal objetivo a construção de sistemas idênticos

aos que são criados pela natureza. “Desse modo, os

biomateriais poderão ser utilizados na conformação de

vários componentes biomédicos, como vasos sanguíneos,

pele e órgãos artificiais, curativos inteligentes, dispositivos

para visão e audição e sistemas de distribuição de

medicamentos que podem ser implantados sob a pele”,

cita.

Pierre Basmaji é o pesquisador que desenvolveu, no

Brasil, um substituto da pele humana, tanto da derme

quanto da epiderme, com cobertura permanente de vários

tipos de feridas. É um tratamento inovador para feridas

crônicas provocadas por pé diabético, úlceras por pressão,

úlceras venosas, úlceras varicosas e queimaduras agudas.

“As nanopartículas também têm‐se mostrado uma

alternativa de grande potencial para o diagnóstico e

tratamento de doenças neurodegenerativas. E não é apenas

no cérebro que as nanopartículas podem ser utilizadas para

auxiliar no diagnóstico de doenças. A nanotecnologia tem o

potencial de revolucionar a forma como são recolhidos os

dados médicos de maneira geral. Médicos e cientistas são

capazes de distribuir aparelhos de diagnóstico

nanoestruturados por todo o corpo humano, a fim de

detectar mudanças químicas no local, o que possibilita o

acompanhamento em tempo real do estado de saúde dos

pacientes”, detalha Basmaji.

No diagnóstico do câncer, os médicos serão capazes

de detectar um tumor de forma precoce por meio do uso de

nanopartículas magnéticas, combinadas a um sensor em

miniatura de ressonância, o que aumentará a chance de

sobrevivência do paciente.

Internet: ictq.com.br (com adaptações).

Considerando o texto e seus aspectos linguísticos, julgue o item.

O conector “que” (linha 32) introduz oração coordenada de sentido explicativo.

 

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1061040 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRF-BA

Voltado a preencher uma lacuna existente no País

na produção de medicamentos, o Centro de Pesquisa,

Desenvolvimento e Inovação em Medicamentos (CPDIM),

cuja pedra fundamental foi lançada em novembro de

2018, pretende fazer com que pesquisas acadêmicas em

saúde se transformem em tecnologias e produtos que

beneficiem os tratamentos ofertados por meio do Sistema

Único de Saúde para a população.

O objetivo é suprir a necessidade de instalações

adequadas para a produção de lotes‐piloto de unidades

farmacotécnicas em condições de boas práticas de

fabricação para a realização de pesquisa clínica e posterior

registro do medicamento pelas agências reguladoras. Essa

é uma etapa de pesquisa necessária para projetos com

potencial de geração de produtos com aplicação clínica

que já ultrapassaram as fases iniciais de desenvolvimento

e precisam avançar para outras etapas. Contudo, ainda

não há no País uma infraestrutura como a do CPDIM que

esteja disponível para os pesquisadores, laboratórios de

pesquisa e suas instituições parceiras.

A pesquisa, desenvolvimento e inovação em novos

medicamentos é uma área estratégica para a saúde

pública e a economia nacional. Internacionalmente, a

maior parte do desenvolvimento de tratamentos

inovadores para a saúde nasce da interação entre a

pesquisa feita em universidades e as empresas de

biotecnologia e farmacêuticas. Apesar de o Brasil contar

com profissionais e pesquisa científica de alta qualidade

nas áreas biomédica e farmacêutica, há deficiências na

cadeia de transferência de tecnologia para a geração de

produtos inovadores para a saúde produzidos a partir de

pesquisa feita no País.

O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos

Estratégicos do Ministério da Saúde à época, Marco

Antonio Fireman, ressaltou que o investimento em uma

estrutura como o CPDIM é fundamental para preencher

essa lacuna existente entre desenvolvimento acadêmico e

inovação nacional. “É enorme a quantidade de produtos

de qualidade desenvolvidos nas universidades federais

que estão atualmente na prateleira aguardando espaços

como o CPDIM para que sejam testados e viabilizados

como medicamentos. Sabemos que investimento em

inovação é o principal mecanismo de desenvolvimento do

País e para a cura de diversas doenças”, afirmou o

secretário.

Internet: saúde.gov.br (com adaptações)

Considerando a correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o iten.

“Contudo” (linha 17) por Entretanto.

 

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1061039 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRF-BA

Os benefícios da nanotecnologia para a saúde são

muitos e, entre eles, vale destacar a segurança e a eficácia

no tratamento com medicamentos, a toxicidade reduzida e

os diagnósticos mais fáceis, rápidos e precisos.

Além disso, existe uma maior possibilidade de

descoberta e cura de doenças que não podem ser tratadas

com métodos da medicina tradicional. Em geral, os

tratamentos com a nanociência são mais curtos do que

aqueles feitos com abordagens clássicas, o que aumenta o

conforto do paciente e garante resultados melhores em

menos tempo.

De acordo com o professor doutor Pierre Basmaji, do

Instituto de Física de São Carlos (IFSC), da Universidade de

São Paulo (USP), na área da saúde, as nanotecnologias têm

como principal objetivo a construção de sistemas idênticos

aos que são criados pela natureza. “Desse modo, os

biomateriais poderão ser utilizados na conformação de

vários componentes biomédicos, como vasos sanguíneos,

pele e órgãos artificiais, curativos inteligentes, dispositivos

para visão e audição e sistemas de distribuição de

medicamentos que podem ser implantados sob a pele”,

cita.

Pierre Basmaji é o pesquisador que desenvolveu, no

Brasil, um substituto da pele humana, tanto da derme

quanto da epiderme, com cobertura permanente de vários

tipos de feridas. É um tratamento inovador para feridas

crônicas provocadas por pé diabético, úlceras por pressão,

úlceras venosas, úlceras varicosas e queimaduras agudas.

“As nanopartículas também têm‐se mostrado uma

alternativa de grande potencial para o diagnóstico e

tratamento de doenças neurodegenerativas. E não é apenas

no cérebro que as nanopartículas podem ser utilizadas para

auxiliar no diagnóstico de doenças. A nanotecnologia tem o

potencial de revolucionar a forma como são recolhidos os

dados médicos de maneira geral. Médicos e cientistas são

capazes de distribuir aparelhos de diagnóstico

nanoestruturados por todo o corpo humano, a fim de

detectar mudanças químicas no local, o que possibilita o

acompanhamento em tempo real do estado de saúde dos

pacientes”, detalha Basmaji.

No diagnóstico do câncer, os médicos serão capazes

de detectar um tumor de forma precoce por meio do uso de

nanopartículas magnéticas, combinadas a um sensor em

miniatura de ressonância, o que aumentará a chance de

sobrevivência do paciente.

Internet: ictq.com.br (com adaptações).

Considerando o texto e seus aspectos linguísticos, julgue o item.

Nas linhas 6 e 7, a oração “que não podem ser tratadas com métodos da medicina tradicional” restringe o sentido do termo “doenças”.

 

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1061038 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRF-BA

Voltado a preencher uma lacuna existente no País

na produção de medicamentos, o Centro de Pesquisa,

Desenvolvimento e Inovação em Medicamentos (CPDIM),

cuja pedra fundamental foi lançada em novembro de

2018, pretende fazer com que pesquisas acadêmicas em

saúde se transformem em tecnologias e produtos que

beneficiem os tratamentos ofertados por meio do Sistema

Único de Saúde para a população.

O objetivo é suprir a necessidade de instalações

adequadas para a produção de lotes‐piloto de unidades

farmacotécnicas em condições de boas práticas de

fabricação para a realização de pesquisa clínica e posterior

registro do medicamento pelas agências reguladoras. Essa

é uma etapa de pesquisa necessária para projetos com

potencial de geração de produtos com aplicação clínica

que já ultrapassaram as fases iniciais de desenvolvimento

e precisam avançar para outras etapas. Contudo, ainda

não há no País uma infraestrutura como a do CPDIM que

esteja disponível para os pesquisadores, laboratórios de

pesquisa e suas instituições parceiras.

A pesquisa, desenvolvimento e inovação em novos

medicamentos é uma área estratégica para a saúde

pública e a economia nacional. Internacionalmente, a

maior parte do desenvolvimento de tratamentos

inovadores para a saúde nasce da interação entre a

pesquisa feita em universidades e as empresas de

biotecnologia e farmacêuticas. Apesar de o Brasil contar

com profissionais e pesquisa científica de alta qualidade

nas áreas biomédica e farmacêutica, há deficiências na

cadeia de transferência de tecnologia para a geração de

produtos inovadores para a saúde produzidos a partir de

pesquisa feita no País.

O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos

Estratégicos do Ministério da Saúde à época, Marco

Antonio Fireman, ressaltou que o investimento em uma

estrutura como o CPDIM é fundamental para preencher

essa lacuna existente entre desenvolvimento acadêmico e

inovação nacional. “É enorme a quantidade de produtos

de qualidade desenvolvidos nas universidades federais

que estão atualmente na prateleira aguardando espaços

como o CPDIM para que sejam testados e viabilizados

como medicamentos. Sabemos que investimento em

inovação é o principal mecanismo de desenvolvimento do

País e para a cura de diversas doenças”, afirmou o

secretário.

Internet: saúde.gov.br (com adaptações)

Considerando a correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o iten.

“para que sejam” (linha 41) por a fim de serem.

 

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1061037 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRF-BA

Voltado a preencher uma lacuna existente no País

na produção de medicamentos, o Centro de Pesquisa,

Desenvolvimento e Inovação em Medicamentos (CPDIM),

cuja pedra fundamental foi lançada em novembro de

2018, pretende fazer com que pesquisas acadêmicas em

saúde se transformem em tecnologias e produtos que

beneficiem os tratamentos ofertados por meio do Sistema

Único de Saúde para a população.

O objetivo é suprir a necessidade de instalações

adequadas para a produção de lotes‐piloto de unidades

farmacotécnicas em condições de boas práticas de

fabricação para a realização de pesquisa clínica e posterior

registro do medicamento pelas agências reguladoras. Essa

é uma etapa de pesquisa necessária para projetos com

potencial de geração de produtos com aplicação clínica

que já ultrapassaram as fases iniciais de desenvolvimento

e precisam avançar para outras etapas. Contudo, ainda

não há no País uma infraestrutura como a do CPDIM que

esteja disponível para os pesquisadores, laboratórios de

pesquisa e suas instituições parceiras.

A pesquisa, desenvolvimento e inovação em novos

medicamentos é uma área estratégica para a saúde

pública e a economia nacional. Internacionalmente, a

maior parte do desenvolvimento de tratamentos

inovadores para a saúde nasce da interação entre a

pesquisa feita em universidades e as empresas de

biotecnologia e farmacêuticas. Apesar de o Brasil contar

com profissionais e pesquisa científica de alta qualidade

nas áreas biomédica e farmacêutica, há deficiências na

cadeia de transferência de tecnologia para a geração de

produtos inovadores para a saúde produzidos a partir de

pesquisa feita no País.

O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos

Estratégicos do Ministério da Saúde à época, Marco

Antonio Fireman, ressaltou que o investimento em uma

estrutura como o CPDIM é fundamental para preencher

essa lacuna existente entre desenvolvimento acadêmico e

inovação nacional. “É enorme a quantidade de produtos

de qualidade desenvolvidos nas universidades federais

que estão atualmente na prateleira aguardando espaços

como o CPDIM para que sejam testados e viabilizados

como medicamentos. Sabemos que investimento em

inovação é o principal mecanismo de desenvolvimento do

País e para a cura de diversas doenças”, afirmou o

secretário.

Internet: saúde.gov.br (com adaptações)

No que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados do texto, julgue o iten.

“Voltado a preencher uma lacuna existente no País” (linha 1): Destinado-se para o preenchimento de uma lacuna existente no Brasil.

 

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1061036 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRF-BA

Voltado a preencher uma lacuna existente no País

na produção de medicamentos, o Centro de Pesquisa,

Desenvolvimento e Inovação em Medicamentos (CPDIM),

cuja pedra fundamental foi lançada em novembro de

2018, pretende fazer com que pesquisas acadêmicas em

saúde se transformem em tecnologias e produtos que

beneficiem os tratamentos ofertados por meio do Sistema

Único de Saúde para a população.

O objetivo é suprir a necessidade de instalações

adequadas para a produção de lotes‐piloto de unidades

farmacotécnicas em condições de boas práticas de

fabricação para a realização de pesquisa clínica e posterior

registro do medicamento pelas agências reguladoras. Essa

é uma etapa de pesquisa necessária para projetos com

potencial de geração de produtos com aplicação clínica

que já ultrapassaram as fases iniciais de desenvolvimento

e precisam avançar para outras etapas. Contudo, ainda

não há no País uma infraestrutura como a do CPDIM que

esteja disponível para os pesquisadores, laboratórios de

pesquisa e suas instituições parceiras.

A pesquisa, desenvolvimento e inovação em novos

medicamentos é uma área estratégica para a saúde

pública e a economia nacional. Internacionalmente, a

maior parte do desenvolvimento de tratamentos

inovadores para a saúde nasce da interação entre a

pesquisa feita em universidades e as empresas de

biotecnologia e farmacêuticas. Apesar de o Brasil contar

com profissionais e pesquisa científica de alta qualidade

nas áreas biomédica e farmacêutica, há deficiências na

cadeia de transferência de tecnologia para a geração de

produtos inovadores para a saúde produzidos a partir de

pesquisa feita no País.

O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos

Estratégicos do Ministério da Saúde à época, Marco

Antonio Fireman, ressaltou que o investimento em uma

estrutura como o CPDIM é fundamental para preencher

essa lacuna existente entre desenvolvimento acadêmico e

inovação nacional. “É enorme a quantidade de produtos

de qualidade desenvolvidos nas universidades federais

que estão atualmente na prateleira aguardando espaços

como o CPDIM para que sejam testados e viabilizados

como medicamentos. Sabemos que investimento em

inovação é o principal mecanismo de desenvolvimento do

País e para a cura de diversas doenças”, afirmou o

secretário.

Internet: saúde.gov.br (com adaptações)

No que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados do texto, julgue o iten.

“Apesar de o Brasil contar com” (linhas 27 e 28): Embora o Brasil conte com.

 

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1061035 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRF-BA

Os benefícios da nanotecnologia para a saúde são

muitos e, entre eles, vale destacar a segurança e a eficácia

no tratamento com medicamentos, a toxicidade reduzida e

os diagnósticos mais fáceis, rápidos e precisos.

Além disso, existe uma maior possibilidade de

descoberta e cura de doenças que não podem ser tratadas

com métodos da medicina tradicional. Em geral, os

tratamentos com a nanociência são mais curtos do que

aqueles feitos com abordagens clássicas, o que aumenta o

conforto do paciente e garante resultados melhores em

menos tempo.

De acordo com o professor doutor Pierre Basmaji, do

Instituto de Física de São Carlos (IFSC), da Universidade de

São Paulo (USP), na área da saúde, as nanotecnologias têm

como principal objetivo a construção de sistemas idênticos

aos que são criados pela natureza. “Desse modo, os

biomateriais poderão ser utilizados na conformação de

vários componentes biomédicos, como vasos sanguíneos,

pele e órgãos artificiais, curativos inteligentes, dispositivos

para visão e audição e sistemas de distribuição de

medicamentos que podem ser implantados sob a pele”,

cita.

Pierre Basmaji é o pesquisador que desenvolveu, no

Brasil, um substituto da pele humana, tanto da derme

quanto da epiderme, com cobertura permanente de vários

tipos de feridas. É um tratamento inovador para feridas

crônicas provocadas por pé diabético, úlceras por pressão,

úlceras venosas, úlceras varicosas e queimaduras agudas.

“As nanopartículas também têm‐se mostrado uma

alternativa de grande potencial para o diagnóstico e

tratamento de doenças neurodegenerativas. E não é apenas

no cérebro que as nanopartículas podem ser utilizadas para

auxiliar no diagnóstico de doenças. A nanotecnologia tem o

potencial de revolucionar a forma como são recolhidos os

dados médicos de maneira geral. Médicos e cientistas são

capazes de distribuir aparelhos de diagnóstico

nanoestruturados por todo o corpo humano, a fim de

detectar mudanças químicas no local, o que possibilita o

acompanhamento em tempo real do estado de saúde dos

pacientes”, detalha Basmaji.

No diagnóstico do câncer, os médicos serão capazes

de detectar um tumor de forma precoce por meio do uso de

nanopartículas magnéticas, combinadas a um sensor em

miniatura de ressonância, o que aumentará a chance de

sobrevivência do paciente.

Internet: ictq.com.br (com adaptações).

Considerando o texto e seus aspectos linguísticos, julgue o item.

Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência do texto caso o segmento “que são” (linha 16) fosse suprimido do texto.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1061034 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRF-BA

Os benefícios da nanotecnologia para a saúde são

muitos e, entre eles, vale destacar a segurança e a eficácia

no tratamento com medicamentos, a toxicidade reduzida e

os diagnósticos mais fáceis, rápidos e precisos.

Além disso, existe uma maior possibilidade de

descoberta e cura de doenças que não podem ser tratadas

com métodos da medicina tradicional. Em geral, os

tratamentos com a nanociência são mais curtos do que

aqueles feitos com abordagens clássicas, o que aumenta o

conforto do paciente e garante resultados melhores em

menos tempo.

De acordo com o professor doutor Pierre Basmaji, do

Instituto de Física de São Carlos (IFSC), da Universidade de

São Paulo (USP), na área da saúde, as nanotecnologias têm

como principal objetivo a construção de sistemas idênticos

aos que são criados pela natureza. “Desse modo, os

biomateriais poderão ser utilizados na conformação de

vários componentes biomédicos, como vasos sanguíneos,

pele e órgãos artificiais, curativos inteligentes, dispositivos

para visão e audição e sistemas de distribuição de

medicamentos que podem ser implantados sob a pele”,

cita.

Pierre Basmaji é o pesquisador que desenvolveu, no

Brasil, um substituto da pele humana, tanto da derme

quanto da epiderme, com cobertura permanente de vários

tipos de feridas. É um tratamento inovador para feridas

crônicas provocadas por pé diabético, úlceras por pressão,

úlceras venosas, úlceras varicosas e queimaduras agudas.

“As nanopartículas também têm‐se mostrado uma

alternativa de grande potencial para o diagnóstico e

tratamento de doenças neurodegenerativas. E não é apenas

no cérebro que as nanopartículas podem ser utilizadas para

auxiliar no diagnóstico de doenças. A nanotecnologia tem o

potencial de revolucionar a forma como são recolhidos os

dados médicos de maneira geral. Médicos e cientistas são

capazes de distribuir aparelhos de diagnóstico

nanoestruturados por todo o corpo humano, a fim de

detectar mudanças químicas no local, o que possibilita o

acompanhamento em tempo real do estado de saúde dos

pacientes”, detalha Basmaji.

No diagnóstico do câncer, os médicos serão capazes

de detectar um tumor de forma precoce por meio do uso de

nanopartículas magnéticas, combinadas a um sensor em

miniatura de ressonância, o que aumentará a chance de

sobrevivência do paciente.

Internet: ictq.com.br (com adaptações).

Considerando o texto e seus aspectos linguísticos, julgue o item.

Na linha 26, estariam mantidas a correção gramatical e a coerência do texto caso o ponto final empregado após “feridas” fosse substituído por ponto e vírgula, feito o devido ajuste de maiúscula/minúscula na forma verbal “É”.

 

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