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Os benefícios da nanotecnologia para a saúde são
muitos e, entre eles, vale destacar a segurança e a eficácia
no tratamento com medicamentos, a toxicidade reduzida e
os diagnósticos mais fáceis, rápidos e precisos.
Além disso, existe uma maior possibilidade de
descoberta e cura de doenças que não podem ser tratadas
com métodos da medicina tradicional. Em geral, os
tratamentos com a nanociência são mais curtos do que
aqueles feitos com abordagens clássicas, o que aumenta o
conforto do paciente e garante resultados melhores em
menos tempo.
De acordo com o professor doutor Pierre Basmaji, do
Instituto de Física de São Carlos (IFSC), da Universidade de
São Paulo (USP), na área da saúde, as nanotecnologias têm
como principal objetivo a construção de sistemas idênticos
aos que são criados pela natureza. “Desse modo, os
biomateriais poderão ser utilizados na conformação de
vários componentes biomédicos, como vasos sanguíneos,
pele e órgãos artificiais, curativos inteligentes, dispositivos
para visão e audição e sistemas de distribuição de
medicamentos que podem ser implantados sob a pele”,
cita.
Pierre Basmaji é o pesquisador que desenvolveu, no
Brasil, um substituto da pele humana, tanto da derme
quanto da epiderme, com cobertura permanente de vários
tipos de feridas. É um tratamento inovador para feridas
crônicas provocadas por pé diabético, úlceras por pressão,
úlceras venosas, úlceras varicosas e queimaduras agudas.
“As nanopartículas também têm‐se mostrado uma
alternativa de grande potencial para o diagnóstico e
tratamento de doenças neurodegenerativas. E não é apenas
no cérebro que as nanopartículas podem ser utilizadas para
auxiliar no diagnóstico de doenças. A nanotecnologia tem o
potencial de revolucionar a forma como são recolhidos os
dados médicos de maneira geral. Médicos e cientistas são
capazes de distribuir aparelhos de diagnóstico
nanoestruturados por todo o corpo humano, a fim de
detectar mudanças químicas no local, o que possibilita o
acompanhamento em tempo real do estado de saúde dos
pacientes”, detalha Basmaji.
No diagnóstico do câncer, os médicos serão capazes
de detectar um tumor de forma precoce por meio do uso de
nanopartículas magnéticas, combinadas a um sensor em
miniatura de ressonância, o que aumentará a chance de
sobrevivência do paciente.
Internet: ictq.com.br (com adaptações).
Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“entre eles” (linha 2) por entre os quais.
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Os benefícios da nanotecnologia para a saúde são
muitos e, entre eles, vale destacar a segurança e a eficácia
no tratamento com medicamentos, a toxicidade reduzida e
os diagnósticos mais fáceis, rápidos e precisos.
Além disso, existe uma maior possibilidade de
descoberta e cura de doenças que não podem ser tratadas
com métodos da medicina tradicional. Em geral, os
tratamentos com a nanociência são mais curtos do que
aqueles feitos com abordagens clássicas, o que aumenta o
conforto do paciente e garante resultados melhores em
menos tempo.
De acordo com o professor doutor Pierre Basmaji, do
Instituto de Física de São Carlos (IFSC), da Universidade de
São Paulo (USP), na área da saúde, as nanotecnologias têm
como principal objetivo a construção de sistemas idênticos
aos que são criados pela natureza. “Desse modo, os
biomateriais poderão ser utilizados na conformação de
vários componentes biomédicos, como vasos sanguíneos,
pele e órgãos artificiais, curativos inteligentes, dispositivos
para visão e audição e sistemas de distribuição de
medicamentos que podem ser implantados sob a pele”,
cita.
Pierre Basmaji é o pesquisador que desenvolveu, no
Brasil, um substituto da pele humana, tanto da derme
quanto da epiderme, com cobertura permanente de vários
tipos de feridas. É um tratamento inovador para feridas
crônicas provocadas por pé diabético, úlceras por pressão,
úlceras venosas, úlceras varicosas e queimaduras agudas.
“As nanopartículas também têm‐se mostrado uma
alternativa de grande potencial para o diagnóstico e
tratamento de doenças neurodegenerativas. E não é apenas
no cérebro que as nanopartículas podem ser utilizadas para
auxiliar no diagnóstico de doenças. A nanotecnologia tem o
potencial de revolucionar a forma como são recolhidos os
dados médicos de maneira geral. Médicos e cientistas são
capazes de distribuir aparelhos de diagnóstico
nanoestruturados por todo o corpo humano, a fim de
detectar mudanças químicas no local, o que possibilita o
acompanhamento em tempo real do estado de saúde dos
pacientes”, detalha Basmaji.
No diagnóstico do câncer, os médicos serão capazes
de detectar um tumor de forma precoce por meio do uso de
nanopartículas magnéticas, combinadas a um sensor em
miniatura de ressonância, o que aumentará a chance de
sobrevivência do paciente.
Internet: ictq.com.br (com adaptações).
Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“para” (linha 32) por com o fim de.
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Os benefícios da nanotecnologia para a saúde são
muitos e, entre eles, vale destacar a segurança e a eficácia
no tratamento com medicamentos, a toxicidade reduzida e
os diagnósticos mais fáceis, rápidos e precisos.
Além disso, existe uma maior possibilidade de
descoberta e cura de doenças que não podem ser tratadas
com métodos da medicina tradicional. Em geral, os
tratamentos com a nanociência são mais curtos do que
aqueles feitos com abordagens clássicas, o que aumenta o
conforto do paciente e garante resultados melhores em
menos tempo.
De acordo com o professor doutor Pierre Basmaji, do
Instituto de Física de São Carlos (IFSC), da Universidade de
São Paulo (USP), na área da saúde, as nanotecnologias têm
como principal objetivo a construção de sistemas idênticos
aos que são criados pela natureza. “Desse modo, os
biomateriais poderão ser utilizados na conformação de
vários componentes biomédicos, como vasos sanguíneos,
pele e órgãos artificiais, curativos inteligentes, dispositivos
para visão e audição e sistemas de distribuição de
medicamentos que podem ser implantados sob a pele”,
cita.
Pierre Basmaji é o pesquisador que desenvolveu, no
Brasil, um substituto da pele humana, tanto da derme
quanto da epiderme, com cobertura permanente de vários
tipos de feridas. É um tratamento inovador para feridas
crônicas provocadas por pé diabético, úlceras por pressão,
úlceras venosas, úlceras varicosas e queimaduras agudas.
“As nanopartículas também têm‐se mostrado uma
alternativa de grande potencial para o diagnóstico e
tratamento de doenças neurodegenerativas. E não é apenas
no cérebro que as nanopartículas podem ser utilizadas para
auxiliar no diagnóstico de doenças. A nanotecnologia tem o
potencial de revolucionar a forma como são recolhidos os
dados médicos de maneira geral. Médicos e cientistas são
capazes de distribuir aparelhos de diagnóstico
nanoestruturados por todo o corpo humano, a fim de
detectar mudanças químicas no local, o que possibilita o
acompanhamento em tempo real do estado de saúde dos
pacientes”, detalha Basmaji.
No diagnóstico do câncer, os médicos serão capazes
de detectar um tumor de forma precoce por meio do uso de
nanopartículas magnéticas, combinadas a um sensor em
miniatura de ressonância, o que aumentará a chance de
sobrevivência do paciente.
Internet: ictq.com.br (com adaptações).
No que se refere à correção gramatical e à coerência com as ideias do texto da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados, julgue os item.
“na área da saúde, as nanotecnologias têm como principal objetivo a construção de sistemas idênticos” (linhas 14 e 15): as nanotecnologias, na área da saúde, visam principalmente à construção de sistemas idênticos.
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Os benefícios da nanotecnologia para a saúde são
muitos e, entre eles, vale destacar a segurança e a eficácia
no tratamento com medicamentos, a toxicidade reduzida e
os diagnósticos mais fáceis, rápidos e precisos.
Além disso, existe uma maior possibilidade de
descoberta e cura de doenças que não podem ser tratadas
com métodos da medicina tradicional. Em geral, os
tratamentos com a nanociência são mais curtos do que
aqueles feitos com abordagens clássicas, o que aumenta o
conforto do paciente e garante resultados melhores em
menos tempo.
De acordo com o professor doutor Pierre Basmaji, do
Instituto de Física de São Carlos (IFSC), da Universidade de
São Paulo (USP), na área da saúde, as nanotecnologias têm
como principal objetivo a construção de sistemas idênticos
aos que são criados pela natureza. “Desse modo, os
biomateriais poderão ser utilizados na conformação de
vários componentes biomédicos, como vasos sanguíneos,
pele e órgãos artificiais, curativos inteligentes, dispositivos
para visão e audição e sistemas de distribuição de
medicamentos que podem ser implantados sob a pele”,
cita.
Pierre Basmaji é o pesquisador que desenvolveu, no
Brasil, um substituto da pele humana, tanto da derme
quanto da epiderme, com cobertura permanente de vários
tipos de feridas. É um tratamento inovador para feridas
crônicas provocadas por pé diabético, úlceras por pressão,
úlceras venosas, úlceras varicosas e queimaduras agudas.
“As nanopartículas também têm‐se mostrado uma
alternativa de grande potencial para o diagnóstico e
tratamento de doenças neurodegenerativas. E não é apenas
no cérebro que as nanopartículas podem ser utilizadas para
auxiliar no diagnóstico de doenças. A nanotecnologia tem o
potencial de revolucionar a forma como são recolhidos os
dados médicos de maneira geral. Médicos e cientistas são
capazes de distribuir aparelhos de diagnóstico
nanoestruturados por todo o corpo humano, a fim de
detectar mudanças químicas no local, o que possibilita o
acompanhamento em tempo real do estado de saúde dos
pacientes”, detalha Basmaji.
No diagnóstico do câncer, os médicos serão capazes
de detectar um tumor de forma precoce por meio do uso de
nanopartículas magnéticas, combinadas a um sensor em
miniatura de ressonância, o que aumentará a chance de
sobrevivência do paciente.
Internet: ictq.com.br (com adaptações).
No que se refere à correção gramatical e à coerência com as ideias do texto da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados, julgue o item.
“o que aumentará a chance de sobrevivência do paciente” (linhas 44 e 45): aumentando-lhe a chance de sobrevivência.
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Voltado a preencher uma lacuna existente no País
na produção de medicamentos, o Centro de Pesquisa,
Desenvolvimento e Inovação em Medicamentos (CPDIM),
cuja pedra fundamental foi lançada em novembro de
2018, pretende fazer com que pesquisas acadêmicas em
saúde se transformem em tecnologias e produtos que
beneficiem os tratamentos ofertados por meio do Sistema
Único de Saúde para a população.
O objetivo é suprir a necessidade de instalações
adequadas para a produção de lotes‐piloto de unidades
farmacotécnicas em condições de boas práticas de
fabricação para a realização de pesquisa clínica e posterior
registro do medicamento pelas agências reguladoras. Essa
é uma etapa de pesquisa necessária para projetos com
potencial de geração de produtos com aplicação clínica
que já ultrapassaram as fases iniciais de desenvolvimento
e precisam avançar para outras etapas. Contudo, ainda
não há no País uma infraestrutura como a do CPDIM que
esteja disponível para os pesquisadores, laboratórios de
pesquisa e suas instituições parceiras.
A pesquisa, desenvolvimento e inovação em novos
medicamentos é uma área estratégica para a saúde
pública e a economia nacional. Internacionalmente, a
maior parte do desenvolvimento de tratamentos
inovadores para a saúde nasce da interação entre a
pesquisa feita em universidades e as empresas de
biotecnologia e farmacêuticas. Apesar de o Brasil contar
com profissionais e pesquisa científica de alta qualidade
nas áreas biomédica e farmacêutica, há deficiências na
cadeia de transferência de tecnologia para a geração de
produtos inovadores para a saúde produzidos a partir de
pesquisa feita no País.
O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos
Estratégicos do Ministério da Saúde à época, Marco
Antonio Fireman, ressaltou que o investimento em uma
estrutura como o CPDIM é fundamental para preencher
essa lacuna existente entre desenvolvimento acadêmico e
inovação nacional. “É enorme a quantidade de produtos
de qualidade desenvolvidos nas universidades federais
que estão atualmente na prateleira aguardando espaços
como o CPDIM para que sejam testados e viabilizados
como medicamentos. Sabemos que investimento em
inovação é o principal mecanismo de desenvolvimento do
País e para a cura de diversas doenças”, afirmou o
secretário.
Internet: saúde.gov.br (com adaptações)
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o iten.
O emprego da vírgula após “pesquisadores” (linha 19) justifica-se por separar complementos nominais coordenados em uma enumeração.
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Voltado a preencher uma lacuna existente no País
na produção de medicamentos, o Centro de Pesquisa,
Desenvolvimento e Inovação em Medicamentos (CPDIM),
cuja pedra fundamental foi lançada em novembro de
2018, pretende fazer com que pesquisas acadêmicas em
saúde se transformem em tecnologias e produtos que
beneficiem os tratamentos ofertados por meio do Sistema
Único de Saúde para a população.
O objetivo é suprir a necessidade de instalações
adequadas para a produção de lotes‐piloto de unidades
farmacotécnicas em condições de boas práticas de
fabricação para a realização de pesquisa clínica e posterior
registro do medicamento pelas agências reguladoras. Essa
é uma etapa de pesquisa necessária para projetos com
potencial de geração de produtos com aplicação clínica
que já ultrapassaram as fases iniciais de desenvolvimento
e precisam avançar para outras etapas. Contudo, ainda
não há no País uma infraestrutura como a do CPDIM que
esteja disponível para os pesquisadores, laboratórios de
pesquisa e suas instituições parceiras.
A pesquisa, desenvolvimento e inovação em novos
medicamentos é uma área estratégica para a saúde
pública e a economia nacional. Internacionalmente, a
maior parte do desenvolvimento de tratamentos
inovadores para a saúde nasce da interação entre a
pesquisa feita em universidades e as empresas de
biotecnologia e farmacêuticas. Apesar de o Brasil contar
com profissionais e pesquisa científica de alta qualidade
nas áreas biomédica e farmacêutica, há deficiências na
cadeia de transferência de tecnologia para a geração de
produtos inovadores para a saúde produzidos a partir de
pesquisa feita no País.
O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos
Estratégicos do Ministério da Saúde à época, Marco
Antonio Fireman, ressaltou que o investimento em uma
estrutura como o CPDIM é fundamental para preencher
essa lacuna existente entre desenvolvimento acadêmico e
inovação nacional. “É enorme a quantidade de produtos
de qualidade desenvolvidos nas universidades federais
que estão atualmente na prateleira aguardando espaços
como o CPDIM para que sejam testados e viabilizados
como medicamentos. Sabemos que investimento em
inovação é o principal mecanismo de desenvolvimento do
País e para a cura de diversas doenças”, afirmou o
secretário.
Internet: saúde.gov.br (com adaptações)
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o iten.
Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência do texto caso se deslocasse o segmento “É enorme” (linha 38) para imediatamente depois do termo “federais” (linha 39), feito o devido ajuste de maiúscula/minúscula no texto.
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Voltado a preencher uma lacuna existente no País
na produção de medicamentos, o Centro de Pesquisa,
Desenvolvimento e Inovação em Medicamentos (CPDIM),
cuja pedra fundamental foi lançada em novembro de
2018, pretende fazer com que pesquisas acadêmicas em
saúde se transformem em tecnologias e produtos que
beneficiem os tratamentos ofertados por meio do Sistema
Único de Saúde para a população.
O objetivo é suprir a necessidade de instalações
adequadas para a produção de lotes‐piloto de unidades
farmacotécnicas em condições de boas práticas de
fabricação para a realização de pesquisa clínica e posterior
registro do medicamento pelas agências reguladoras. Essa
é uma etapa de pesquisa necessária para projetos com
potencial de geração de produtos com aplicação clínica
que já ultrapassaram as fases iniciais de desenvolvimento
e precisam avançar para outras etapas. Contudo, ainda
não há no País uma infraestrutura como a do CPDIM que
esteja disponível para os pesquisadores, laboratórios de
pesquisa e suas instituições parceiras.
A pesquisa, desenvolvimento e inovação em novos
medicamentos é uma área estratégica para a saúde
pública e a economia nacional. Internacionalmente, a
maior parte do desenvolvimento de tratamentos
inovadores para a saúde nasce da interação entre a
pesquisa feita em universidades e as empresas de
biotecnologia e farmacêuticas. Apesar de o Brasil contar
com profissionais e pesquisa científica de alta qualidade
nas áreas biomédica e farmacêutica, há deficiências na
cadeia de transferência de tecnologia para a geração de
produtos inovadores para a saúde produzidos a partir de
pesquisa feita no País.
O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos
Estratégicos do Ministério da Saúde à época, Marco
Antonio Fireman, ressaltou que o investimento em uma
estrutura como o CPDIM é fundamental para preencher
essa lacuna existente entre desenvolvimento acadêmico e
inovação nacional. “É enorme a quantidade de produtos
de qualidade desenvolvidos nas universidades federais
que estão atualmente na prateleira aguardando espaços
como o CPDIM para que sejam testados e viabilizados
como medicamentos. Sabemos que investimento em
inovação é o principal mecanismo de desenvolvimento do
País e para a cura de diversas doenças”, afirmou o
secretário.
Internet: saúde.gov.br (com adaptações)
Considerando a correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o iten.
“cuja” (linha 4) por de onde a.
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na produção de medicamentos, o Centro de Pesquisa,
Desenvolvimento e Inovação em Medicamentos (CPDIM),
cuja pedra fundamental foi lançada em novembro de
2018, pretende fazer com que pesquisas acadêmicas em
saúde se transformem em tecnologias e produtos que
beneficiem os tratamentos ofertados por meio do Sistema
Único de Saúde para a população.
O objetivo é suprir a necessidade de instalações
adequadas para a produção de lotes‐piloto de unidades
farmacotécnicas em condições de boas práticas de
fabricação para a realização de pesquisa clínica e posterior
registro do medicamento pelas agências reguladoras. Essa
é uma etapa de pesquisa necessária para projetos com
potencial de geração de produtos com aplicação clínica
que já ultrapassaram as fases iniciais de desenvolvimento
e precisam avançar para outras etapas. Contudo, ainda
não há no País uma infraestrutura como a do CPDIM que
esteja disponível para os pesquisadores, laboratórios de
pesquisa e suas instituições parceiras.
A pesquisa, desenvolvimento e inovação em novos
medicamentos é uma área estratégica para a saúde
pública e a economia nacional. Internacionalmente, a
maior parte do desenvolvimento de tratamentos
inovadores para a saúde nasce da interação entre a
pesquisa feita em universidades e as empresas de
biotecnologia e farmacêuticas. Apesar de o Brasil contar
com profissionais e pesquisa científica de alta qualidade
nas áreas biomédica e farmacêutica, há deficiências na
cadeia de transferência de tecnologia para a geração de
produtos inovadores para a saúde produzidos a partir de
pesquisa feita no País.
O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos
Estratégicos do Ministério da Saúde à época, Marco
Antonio Fireman, ressaltou que o investimento em uma
estrutura como o CPDIM é fundamental para preencher
essa lacuna existente entre desenvolvimento acadêmico e
inovação nacional. “É enorme a quantidade de produtos
de qualidade desenvolvidos nas universidades federais
que estão atualmente na prateleira aguardando espaços
como o CPDIM para que sejam testados e viabilizados
como medicamentos. Sabemos que investimento em
inovação é o principal mecanismo de desenvolvimento do
País e para a cura de diversas doenças”, afirmou o
secretário.
Internet: saúde.gov.br (com adaptações)
Considerando a correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“há” (linha 29) por existem.
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Voltado a preencher uma lacuna existente no País
na produção de medicamentos, o Centro de Pesquisa,
Desenvolvimento e Inovação em Medicamentos (CPDIM),
cuja pedra fundamental foi lançada em novembro de
2018, pretende fazer com que pesquisas acadêmicas em
saúde se transformem em tecnologias e produtos que
beneficiem os tratamentos ofertados por meio do Sistema
Único de Saúde para a população.
O objetivo é suprir a necessidade de instalações
adequadas para a produção de lotes‐piloto de unidades
farmacotécnicas em condições de boas práticas de
fabricação para a realização de pesquisa clínica e posterior
registro do medicamento pelas agências reguladoras. Essa
é uma etapa de pesquisa necessária para projetos com
potencial de geração de produtos com aplicação clínica
que já ultrapassaram as fases iniciais de desenvolvimento
e precisam avançar para outras etapas. Contudo, ainda
não há no País uma infraestrutura como a do CPDIM que
esteja disponível para os pesquisadores, laboratórios de
pesquisa e suas instituições parceiras.
A pesquisa, desenvolvimento e inovação em novos
medicamentos é uma área estratégica para a saúde
pública e a economia nacional. Internacionalmente, a
maior parte do desenvolvimento de tratamentos
inovadores para a saúde nasce da interação entre a
pesquisa feita em universidades e as empresas de
biotecnologia e farmacêuticas. Apesar de o Brasil contar
com profissionais e pesquisa científica de alta qualidade
nas áreas biomédica e farmacêutica, há deficiências na
cadeia de transferência de tecnologia para a geração de
produtos inovadores para a saúde produzidos a partir de
pesquisa feita no País.
O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos
Estratégicos do Ministério da Saúde à época, Marco
Antonio Fireman, ressaltou que o investimento em uma
estrutura como o CPDIM é fundamental para preencher
essa lacuna existente entre desenvolvimento acadêmico e
inovação nacional. “É enorme a quantidade de produtos
de qualidade desenvolvidos nas universidades federais
que estão atualmente na prateleira aguardando espaços
como o CPDIM para que sejam testados e viabilizados
como medicamentos. Sabemos que investimento em
inovação é o principal mecanismo de desenvolvimento do
País e para a cura de diversas doenças”, afirmou o
secretário.
Internet: saúde.gov.br (com adaptações)
No que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados do texto, julgue o iten.
“A pesquisa, desenvolvimento e inovação em novos medicamentos é uma área estratégica” (linhas 21 e 22): A área de pesquisa, desenvolvimento e inovação em novos medicamentos é estratégica.
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Os benefícios da nanotecnologia para a saúde são
muitos e, entre eles, vale destacar a segurança e a eficácia
no tratamento com medicamentos, a toxicidade reduzida e
os diagnósticos mais fáceis, rápidos e precisos.
Além disso, existe uma maior possibilidade de
descoberta e cura de doenças que não podem ser tratadas
com métodos da medicina tradicional. Em geral, os
tratamentos com a nanociência são mais curtos do que
aqueles feitos com abordagens clássicas, o que aumenta o
conforto do paciente e garante resultados melhores em
menos tempo.
De acordo com o professor doutor Pierre Basmaji, do
Instituto de Física de São Carlos (IFSC), da Universidade de
São Paulo (USP), na área da saúde, as nanotecnologias têm
como principal objetivo a construção de sistemas idênticos
aos que são criados pela natureza. “Desse modo, os
biomateriais poderão ser utilizados na conformação de
vários componentes biomédicos, como vasos sanguíneos,
pele e órgãos artificiais, curativos inteligentes, dispositivos
para visão e audição e sistemas de distribuição de
medicamentos que podem ser implantados sob a pele”,
cita.
Pierre Basmaji é o pesquisador que desenvolveu, no
Brasil, um substituto da pele humana, tanto da derme
quanto da epiderme, com cobertura permanente de vários
tipos de feridas. É um tratamento inovador para feridas
crônicas provocadas por pé diabético, úlceras por pressão,
úlceras venosas, úlceras varicosas e queimaduras agudas.
“As nanopartículas também têm‐se mostrado uma
alternativa de grande potencial para o diagnóstico e
tratamento de doenças neurodegenerativas. E não é apenas
no cérebro que as nanopartículas podem ser utilizadas para
auxiliar no diagnóstico de doenças. A nanotecnologia tem o
potencial de revolucionar a forma como são recolhidos os
dados médicos de maneira geral. Médicos e cientistas são
capazes de distribuir aparelhos de diagnóstico
nanoestruturados por todo o corpo humano, a fim de
detectar mudanças químicas no local, o que possibilita o
acompanhamento em tempo real do estado de saúde dos
pacientes”, detalha Basmaji.
No diagnóstico do câncer, os médicos serão capazes
de detectar um tumor de forma precoce por meio do uso de
nanopartículas magnéticas, combinadas a um sensor em
miniatura de ressonância, o que aumentará a chance de
sobrevivência do paciente.
Internet: ictq.com.br (com adaptações).
Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“são recolhidos” (linha 34) por se recolhem.
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