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Foram encontradas 240 questões.

1831361 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: CRF-PA

Trabalhando em um laboratório, José verificou que em 500g de óxido de magnésio contém 300g de magnésio.

Qual o percentual que existe de magnésio no óxido de magnésio?

 

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1831360 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: CRF-PA

Calculando o seu orçamento do mês de março, um funcionário registrou que gastará:

- 1/5 do seu salário com alimentação;

- 1/8 do seu salário pagamento a prestação da sua casa;

- Restarão ainda R$ 2.700,00 (dois mil e setecentos reais) para outras despesas.

Com os dados apresentados, calcule o valor do salário do funcionário.

 

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1831359 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: CRF-PA

Uma farmacêutica precisa dividir 2400ml de um produto em partes diretamente proporcional aos seguintes Laboratórios: A=6, B=10, C=14 e D=18.

Quantos litros receberá o Laboratório C?

 

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1831358 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: CRF-PA

O desastre

Achava-me um dia diante dos guichês do London Bank, à espera de que o pagador gritasse a minha chapa, quando vi a cochilar num banco ao fundo certo corretor de negócios meu conhecido. Fui-me a ele, alegre da oportunidade de iludir o fastio da espera com uns dedos de prosa amiga.

-Esperando sua horinha, hein? - disse-lhe com um tapa amigável no ombro, enquanto me sentava ao seu lado.

- É verdade. Espero pacientemente que me cantem o número e, enquanto espero, filosofo sobre os males que traz à vida a desonestidade dos homens.

- ?

- Sim, porque se não fosse a desonestidade dos homens tudo se simplificaria grandemente. Esta demora no pagamento do mais simples cheque, donde provém? Da necessidade de controle em vista dos artifícios da desonestidade. Fossem todos os homens sérios, não houvesse hipótese de falsificações ou abusos, e o reconhecimento de um dinheiro far-se-ia instantâneo. Ponho-me às vezes a imaginar como seriam as coisas cá na Terra se um sábio eugenismo desse combate à desonestidade por meio da completa eliminação dos desonestos. Que paraíso!

- Tem razão - concordei eu, com os olhos parados de quem pela primeira vez reflete numa ideia - A vida é complicada, existem leis, polícia, embaraços de toda espécie, burocracia e mil peias, tudo porque a desonestidade nas relações humanas constitui, como dizes, um elemento constante. Mas é mal sem remédio...

E por ai fomos, no filosofar vadio de quem não possui coisa melhor a fazer e apenas procura apenas matar o tempo.

Passamos depois a analisar vários tipos ali presentes, ou que entravam e saíam, na azáfama peculiar aos negócios bancários.

O meu amigo, frequentador que era de bancos, conhecia muito deles e foi-me enumerando particularidades curiosas relativas a cada qual.

(LOBATO, Monteiro. O Presidente Negro. Lafonte. p 19/20.)

Todas as palavras apresentam seus antônimos, exceto em:

 

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1831357 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: CRF-PA

O desastre

Achava-me um dia diante dos guichês do London Bank, à espera de que o pagador gritasse a minha chapa, quando vi a cochilar num banco ao fundo certo corretor de negócios meu conhecido. Fui-me a ele, alegre da oportunidade de iludir o fastio da espera com uns dedos de prosa amiga.

-Esperando sua horinha, hein? - disse-lhe com um tapa amigável no ombro, enquanto me sentava ao seu lado.

- É verdade. Espero pacientemente que me cantem o número e, enquanto espero, filosofo sobre os males que traz à vida a desonestidade dos homens.

- ?

- Sim, porque se não fosse a desonestidade dos homens tudo se simplificaria grandemente. Esta demora no pagamento do mais simples cheque, donde provém? Da necessidade de controle em vista dos artifícios da desonestidade. Fossem todos os homens sérios, não houvesse hipótese de falsificações ou abusos, e o reconhecimento de um dinheiro far-se-ia instantâneo. Ponho-me às vezes a imaginar como seriam as coisas cá na Terra se um sábio eugenismo desse combate à desonestidade por meio da completa eliminação dos desonestos. Que paraíso!

- Tem razão - concordei eu, com os olhos parados de quem pela primeira vez reflete numa ideia - A vida é complicada, existem leis, polícia, embaraços de toda espécie, burocracia e mil peias, tudo porque a desonestidade nas relações humanas constitui, como dizes, um elemento constante. Mas é mal sem remédio...

E por ai fomos, no filosofar vadio de quem não possui coisa melhor a fazer e apenas procura apenas matar o tempo.

Passamos depois a analisar vários tipos ali presentes, ou que entravam e saíam, na azáfama peculiar aos negócios bancários.

O meu amigo, frequentador que era de bancos, conhecia muito deles e foi-me enumerando particularidades curiosas relativas a cada qual.

(LOBATO, Monteiro. O Presidente Negro. Lafonte. p 19/20.)

A tipologia textual de "O desastre" é:

 

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1831356 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: CRF-PA

O desastre

Achava-me um dia diante dos guichês do London Bank, à espera de que o pagador gritasse a minha chapa, quando vi a cochilar num banco ao fundo certo corretor de negócios meu conhecido. Fui-me a ele, alegre da oportunidade de iludir o fastio da espera com uns dedos de prosa amiga.

-Esperando sua horinha, hein? - disse-lhe com um tapa amigável no ombro, enquanto me sentava ao seu lado.

- É verdade. Espero pacientemente que me cantem o número e, enquanto espero, filosofo sobre os males que traz à vida a desonestidade dos homens.

- ?

- Sim, porque se não fosse a desonestidade dos homens tudo se simplificaria grandemente. Esta demora no pagamento do mais simples cheque, donde provém? Da necessidade de controle em vista dos artifícios da desonestidade. Fossem todos os homens sérios, não houvesse hipótese de falsificações ou abusos, e o reconhecimento de um dinheiro far-se-ia instantâneo. Ponho-me às vezes a imaginar como seriam as coisas cá na Terra se um sábio eugenismo desse combate à desonestidade por meio da completa eliminação dos desonestos. Que paraíso!

- Tem razão - concordei eu, com os olhos parados de quem pela primeira vez reflete numa ideia - A vida é complicada, existem leis, polícia, embaraços de toda espécie, burocracia e mil peias, tudo porque a desonestidade nas relações humanas constitui, como dizes, um elemento constante. Mas é mal sem remédio...

E por ai fomos, no filosofar vadio de quem não possui coisa melhor a fazer e apenas procura apenas matar o tempo.

Passamos depois a analisar vários tipos ali presentes, ou que entravam e saíam, na azáfama peculiar aos negócios bancários.

O meu amigo, frequentador que era de bancos, conhecia muito deles e foi-me enumerando particularidades curiosas relativas a cada qual.

(LOBATO, Monteiro. O Presidente Negro. Lafonte. p 19/20.)

Sobre: "(...) disse-lhe com um tapa amigável (..)", não é correto afirmar que:

 

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1831355 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: CRF-PA

O desastre

Achava-me um dia diante dos guichês do London Bank, à espera de que o pagador gritasse a minha chapa, quando vi a cochilar num banco ao fundo certo corretor de negócios meu conhecido. Fui-me a ele, alegre da oportunidade de iludir o fastio da espera com uns dedos de prosa amiga.

-Esperando sua horinha, hein? - disse-lhe com um tapa amigável no ombro, enquanto me sentava ao seu lado.

- É verdade. Espero pacientemente que me cantem o número e, enquanto espero, filosofo sobre os males que traz à vida a desonestidade dos homens.

- ?

- Sim, porque se não fosse a desonestidade dos homens tudo se simplificaria grandemente. Esta demora no pagamento do mais simples cheque, donde provém? Da necessidade de controle em vista dos artifícios da desonestidade. Fossem todos os homens sérios, não houvesse hipótese de falsificações ou abusos, e o reconhecimento de um dinheiro far-se-ia instantâneo. Ponho-me às vezes a imaginar como seriam as coisas cá na Terra se um sábio eugenismo desse combate à desonestidade por meio da completa eliminação dos desonestos. Que paraíso!

- Tem razão - concordei eu, com os olhos parados de quem pela primeira vez reflete numa ideia - A vida é complicada, existem leis, polícia, embaraços de toda espécie, burocracia e mil peias, tudo porque a desonestidade nas relações humanas constitui, como dizes, um elemento constante. Mas é mal sem remédio...

E por ai fomos, no filosofar vadio de quem não possui coisa melhor a fazer e apenas procura apenas matar o tempo.

Passamos depois a analisar vários tipos ali presentes, ou que entravam e saíam, na azáfama peculiar aos negócios bancários.

O meu amigo, frequentador que era de bancos, conhecia muito deles e foi-me enumerando particularidades curiosas relativas a cada qual.

(LOBATO, Monteiro. O Presidente Negro. Lafonte. p 19/20.)

O processo de formação da palavra "horinha" é:

 

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1831354 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: CRF-PA

O desastre

Achava-me um dia diante dos guichês do London Bank, à espera de que o pagador gritasse a minha chapa, quando vi a cochilar num banco ao fundo certo corretor de negócios meu conhecido. Fui-me a ele, alegre da oportunidade de iludir o fastio da espera com uns dedos de prosa amiga.

-Esperando sua horinha, hein? - disse-lhe com um tapa amigável no ombro, enquanto me sentava ao seu lado.

- É verdade. Espero pacientemente que me cantem o número e, enquanto espero, filosofo sobre os males que traz à vida a desonestidade dos homens.

- ?

- Sim, porque se não fosse a desonestidade dos homens tudo se simplificaria grandemente. Esta demora no pagamento do mais simples cheque, donde provém? Da necessidade de controle em vista dos artifícios da desonestidade. Fossem todos os homens sérios, não houvesse hipótese de falsificações ou abusos, e o reconhecimento de um dinheiro far-se-ia instantâneo. Ponho-me às vezes a imaginar como seriam as coisas cá na Terra se um sábio eugenismo desse combate à desonestidade por meio da completa eliminação dos desonestos. Que paraíso!

- Tem razão - concordei eu, com os olhos parados de quem pela primeira vez reflete numa ideia - A vida é complicada, existem leis, polícia, embaraços de toda espécie, burocracia e mil peias, tudo porque a desonestidade nas relações humanas constitui, como dizes, um elemento constante. Mas é mal sem remédio...

E por ai fomos, no filosofar vadio de quem não possui coisa melhor a fazer e apenas procura apenas matar o tempo.

Passamos depois a analisar vários tipos ali presentes, ou que entravam e saíam, na azáfama peculiar aos negócios bancários.

O meu amigo, frequentador que era de bancos, conhecia muito deles e foi-me enumerando particularidades curiosas relativas a cada qual.

(LOBATO, Monteiro. O Presidente Negro. Lafonte. p 19/20.)

Todas as palavras estão separadas corretamente em sílabas, com exceção de:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1831353 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: CRF-PA

O desastre

Achava-me um dia diante dos guichês do London Bank, à espera de que o pagador gritasse a minha chapa, quando vi a cochilar num banco ao fundo certo corretor de negócios meu conhecido. Fui-me a ele, alegre da oportunidade de iludir o fastio da espera com uns dedos de prosa amiga.

-Esperando sua horinha, hein? - disse-lhe com um tapa amigável no ombro, enquanto me sentava ao seu lado.

- É verdade. Espero pacientemente que me cantem o número e, enquanto espero, filosofo sobre os males que traz à vida a desonestidade dos homens.

- ?

- Sim, porque se não fosse a desonestidade dos homens tudo se simplificaria grandemente. Esta demora no pagamento do mais simples cheque, donde provém? Da necessidade de controle em vista dos artifícios da desonestidade. Fossem todos os homens sérios, não houvesse hipótese de falsificações ou abusos, e o reconhecimento de um dinheiro far-se-ia instantâneo. Ponho-me às vezes a imaginar como seriam as coisas cá na Terra se um sábio eugenismo desse combate à desonestidade por meio da completa eliminação dos desonestos. Que paraíso!

- Tem razão - concordei eu, com os olhos parados de quem pela primeira vez reflete numa ideia - A vida é complicada, existem leis, polícia, embaraços de toda espécie, burocracia e mil peias, tudo porque a desonestidade nas relações humanas constitui, como dizes, um elemento constante. Mas é mal sem remédio...

E por ai fomos, no filosofar vadio de quem não possui coisa melhor a fazer e apenas procura apenas matar o tempo.

Passamos depois a analisar vários tipos ali presentes, ou que entravam e saíam, na azáfama peculiar aos negócios bancários.

O meu amigo, frequentador que era de bancos, conhecia muito deles e foi-me enumerando particularidades curiosas relativas a cada qual.

(LOBATO, Monteiro. O Presidente Negro. Lafonte. p 19/20.)

Há falha sobre a análise do exceto em: "A vida é complicada, existem leis, polícia, embaraços de todas espécie, burocracia e mil peias, tudo (...)".

 

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1831352 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: CRF-PA

O desastre

Achava-me um dia diante dos guichês do London Bank, à espera de que o pagador gritasse a minha chapa, quando vi a cochilar num banco ao fundo certo corretor de negócios meu conhecido. Fui-me a ele, alegre da oportunidade de iludir o fastio da espera com uns dedos de prosa amiga.

-Esperando sua horinha, hein? - disse-lhe com um tapa amigável no ombro, enquanto me sentava ao seu lado.

- É verdade. Espero pacientemente que me cantem o número e, enquanto espero, filosofo sobre os males que traz à vida a desonestidade dos homens.

- ?

- Sim, porque se não fosse a desonestidade dos homens tudo se simplificaria grandemente. Esta demora no pagamento do mais simples cheque, donde provém? Da necessidade de controle em vista dos artifícios da desonestidade. Fossem todos os homens sérios, não houvesse hipótese de falsificações ou abusos, e o reconhecimento de um dinheiro far-se-ia instantâneo. Ponho-me às vezes a imaginar como seriam as coisas cá na Terra se um sábio eugenismo desse combate à desonestidade por meio da completa eliminação dos desonestos. Que paraíso!

- Tem razão - concordei eu, com os olhos parados de quem pela primeira vez reflete numa ideia - A vida é complicada, existem leis, polícia, embaraços de toda espécie, burocracia e mil peias, tudo porque a desonestidade nas relações humanas constitui, como dizes, um elemento constante. Mas é mal sem remédio...

E por ai fomos, no filosofar vadio de quem não possui coisa melhor a fazer e apenas procura apenas matar o tempo.

Passamos depois a analisar vários tipos ali presentes, ou que entravam e saíam, na azáfama peculiar aos negócios bancários.

O meu amigo, frequentador que era de bancos, conhecia muito deles e foi-me enumerando particularidades curiosas relativas a cada qual.

(LOBATO, Monteiro. O Presidente Negro. Lafonte. p 19/20.)

Analise as afirmações seguintes e assinale a alternativa correta;

I - Em "(...) cantem o número e, enquanto espero, filosofo (...)". As vírgulas assinalam o deslocamento da oração adverbial temporal.

II - "à espera de" e "às vezes" exemplificam que as locuções prepositivas e as adverbiais são sempre antecedidas de acento grave indicativo de crase.

III - São sinônimos de "azáfama" e "peias", respectivamente, movimentação entraves.

IV - Em: "Fui-me a ele (...)", o pronome oblíquo tem papel expletivo.

 

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