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2551682
Ano: 2018
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRF-SC
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRF-SC
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Durante a fiscalização, verificou-se que a drogaria regularmente registrada em determinado CRF apresenta-se, no horário, funcionamento com a ausência do profissional farmacêutico. Considerando a Resolução CFF nº 648, de 2017, diante do fato ocorrido, deve o fiscal farmacêutico:
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O art. 37 da Constituição Federal traz em seu texto, seja de forma explícita ou implícita, os princípios que regem a administração pública.
O princípio em que se espera que o agente público desempenhe sua função da melhor forma possível para que alcance melhores resultados é o princípio da:
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A Lei n° 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor) traz em seu diploma legal diversos direitos básicos do consumidor.
Dentre eles, estão os direitos abaixo elencados, exceto:
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Uma empresa apresentou, no ano de 2016, os seguintes dados extraídos de seu Balanço Patrimonial, conforme quadro a seguir:
| Caixa | R$ 160.000,00 |
| Contas a Receber | R$ 230.000,00 |
| Estoques | R$ 420.000,00 |
| Imóveis | R$ 535.000,00 |
| Títulos a Pagar | R$ 344.000,00 |
| Capital | R$ 980.000,00 |
| Reservas | R$ 180.000,00 |
| Capital a Integralizar | R$ 20.000,00 |
Com base em tais informações, pode-se dizer que o valor do Capital Subscrito da empresa, no ano de 2016, é de:
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A topologia define a estrutura da rede. Há dois pontos na definição de topologia: a topologia física, que é o layout real do fio (meios); e a topologia lógica, que define como os meios são acessados pelos hosts. Quanto à topologia física, qual a alternativa que usa um único segmento de backbone (comprimento do cabo), ao qual todos os hosts se conectam diretamente?
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TEXTO PARA A QUESTÃO
A crise dos refugiados: um teste à caridade humana
O contingente de refugiados venezuelanos em Roraima, que já ganha contornos de crise humanitária, representa um teste poucas vezes colocado ao Brasil em sua história recente. Entre números oficiais e estimativas informais, são mais de 40 mil venezuelanos no Estado nortista, alterando drasticamente o cotidiano de seus habitantes. A reação do governo federal tem sido tímida e lenta, de forma que é possível prever a repetição do padrão ocorrido a partir de 2011, quando mais de 44 mil haitianos adentraram o Brasil pelo Acre: destacaram-se ações de entidades religiosas e ONGs, e muito pouco foi feito pelo governo federal para ajudar os refugiados ou mesmo as prefeituras e o governo acreano, que os acolheram inicialmente.
Vale recordar, para dotar o caso brasileiro de perspectiva, a experiência pela qual passou a Alemanha no final de 2015. Em meio à maior crise de refugiados das últimas sete décadas, o país mais rico da Europa funcionou como um ímã para multidões de desvalidos do Oriente Médio e África: após vencer as correntes do Mediterrâneo, escapar do confinamento na Grécia ou Itália e burlar os controles de fronteira em mais de meia dúzia de países, cerca de 1,1 milhão de pessoas foram recebidas na Alemanha. A chanceler Angela Merkel, destoando de quase todos os chefes de Estado do continente, anunciou uma política de portas abertas, vista como oportunidade histórica para que a Alemanha escrevesse um capítulo positivo, do ponto de vista humanitário, de sua história perante o mundo.
Desde então, o apoio popular aos refugiados desapareceu em muitas partes do país, fruto principalmente do estranhamento derivado do choque entre culturas muito distintas. As urnas refletiram essa mudança, levando ao crescimento do poder da direita radical, assim como a uma queda expressiva na própria votação de Merkel.
Formando, a duras penas, um governo de ampla composição partidária, Merkel agora se vê entre o fogo cruzado de seus ministros, que têm posições diversas em relação à imigração. Os social-democratas, esquerdistas que controlam o Ministério dos Negócios Estrangeiros, pleiteiam que, para que a Alemanha continue liderando o continente, é preciso seguir como referência em meio à crise dos refugiados, absorvendo a maior parcela do problema. Já o Ministério do Interior, responsável pelas questões de segurança, é comandado pelos democrata-cristãos, correligionários da própria Merkel: refletindo o eleitorado da direita moderada e contrapondo-se à própria chanceler, defendem critérios rígidos na concessão do direito de permanência dos refugiados na Alemanha, algo que levaria à deportação da maior parte destes.
Dentre os refugiados muçulmanos, muitos têm abraçado a fé cristã como estratégia para evitar a deportação: originários de países que punem severamente as conversões religiosas, eles buscam explorar dispositivo da lei alemã que impede a deportação quando há risco à integridade do refugiado em seu país de origem. Mesmo em tais casos extremos, há brechas legais e atores políticos dispostos a explorá-las.
Vale questionar, assim, se a falta de ação brasileira seria tão condenável quanto as idas e vindas da hospitalidade germânica. Respeitando as devidas proporções e peculiaridades, é fato que o acolhimento dos mais necessitados dificilmente é um tema bem aceito pela opinião pública: triste ocasião na qual se pode vislumbrar os limites da caridade humana.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/paulo-diniz/a-crise-dos-
refugiados-um-teste-%C3%A0-caridade-humana-1.1603533. Acesso em: 03/05/2018.
Entre as alternativas abaixo, a única que possui uma conclusão não equivocada, de acordo com o texto lido, é:
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TEXTO PARA A QUESTÃO
Por que não dá para ler e ouvir ao mesmo tempo?
Você coloca o fone de ouvido, liga o som e abre um livro para ler. Enquanto vai passando as páginas, suas músicas preferidas não param de tocar. Mas será que você consegue prestar atenção nas duas coisas ao mesmo tempo? Depende.
Para entender melhor, vamos pensar em dois cenários. No primeiro deles, o livro em questão é de matemática e você está às vésperas de uma prova importante. A matéria é complicada, cheia de regras, fórmulas e variáveis. Sua atenção está totalmente focada neste conteúdo dificílimo e que exige bastante energia. A música de fundo continua tocando, mas você, muito provavelmente, não vai saber nem se é um rock ou algo do estilo clássico.
Isso acontece porque a audição e a visão (leitura) são processadas pela mesma região do seu cérebro. Ou seja, existe 'espaço' só para uma delas de cada vez.
Renato Anghinah, neurologista da Academia Brasileira de Neurologia, diz que “Não é possível focar plenamente nas duas coisas ao mesmo tempo, já que elas vão competir por essa via cerebral.”.
É por isso, por exemplo, que se você estiver andando de metrô e totalmente envolvido com a leitura de um romance, corre sérios riscos de não ouvir a chamada da sua estação do metrô e perder a parada – e só se dar conta disso quando desviar a atenção das páginas.
Essa condição foi chamada de "surdez por desatenção" em um estudo publicado no periódico internacional Journal of Neurosciencie. A teoria dos pesquisadores era de que o cérebro teria dificuldades em fazer alguma outra atividade se já estivesse muito concentrado em algo visual (uma leitura, por exemplo).
Depois de uma série de testes, eles confirmaram que a "surdez por desatenção" ocorre porque, de fato, a audição e a visão (leitura) compartilham um mesmo mecanismo de processamento neural.
Os dois podem funcionar, um pouco.
Agora imagine um segundo cenário. O livro, na verdade, é uma revista que você folheia sem muita atenção. Nos fones, toca uma música a qual você também não tem muito interesse. Nesse caso, é possível até prestar alguma atenção nas duas coisas. Você tem consciência do que está tocando, pode até cantar se souber a letra de cor, e também consegue acompanhar as informações que vão aparecendo nas páginas da revista.
Vez ou outra, pode até revezar (inconscientemente) sua atenção entre o que lê e a música.
Mas no momento em que se deparar com uma matéria ou um trecho que exija atenção, você terá que parar de cantar e "de ouvir" a música. Só assim conseguirá ler com consciência. "Surgiu uma novidade que exige atenção, tem competição na via de processamento do cérebro", reforça Anghinah.
Disponível em: https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2017/02/21/clique-
ciencia-por-que-nao-da-para-ler-e-ouvir-ao-mesmo-tempo.htm. (Adaptado). Acesso em: 03/05/2018.
Sintaticamente, constata-se que os trechos “A matéria é complicada” e “Os dois podem funcionar”, possuem, respectivamente, quantas orações?
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TEXTO PARA A QUESTÃO
A crise dos refugiados: um teste à caridade humana
O contingente de refugiados venezuelanos em Roraima, que já ganha contornos de crise humanitária, representa um teste poucas vezes colocado ao Brasil em sua história recente. Entre números oficiais e estimativas informais, são mais de 40 mil venezuelanos no Estado nortista, alterando drasticamente o cotidiano de seus habitantes. A reação do governo federal tem sido tímida e lenta, de forma que é possível prever a repetição do padrão ocorrido a partir de 2011, quando mais de 44 mil haitianos adentraram o Brasil pelo Acre: destacaram-se ações de entidades religiosas e ONGs, e muito pouco foi feito pelo governo federal para ajudar os refugiados ou mesmo as prefeituras e o governo acreano, que os acolheram inicialmente.
Vale recordar, para dotar o caso brasileiro de perspectiva, a experiência pela qual passou a Alemanha no final de 2015. Em meio à maior crise de refugiados das últimas sete décadas, o país mais rico da Europa funcionou como um ímã para multidões de desvalidos do Oriente Médio e África: após vencer as correntes do Mediterrâneo, escapar do confinamento na Grécia ou Itália e burlar os controles de fronteira em mais de meia dúzia de países, cerca de 1,1 milhão de pessoas foram recebidas na Alemanha. A chanceler Angela Merkel, destoando de quase todos os chefes de Estado do continente, anunciou uma política de portas abertas, vista como oportunidade histórica para que a Alemanha escrevesse um capítulo positivo, do ponto de vista humanitário, de sua história perante o mundo.
Desde então, o apoio popular aos refugiados desapareceu em muitas partes do país, fruto principalmente do estranhamento derivado do choque entre culturas muito distintas. As urnas refletiram essa mudança, levando ao crescimento do poder da direita radical, assim como a uma queda expressiva na própria votação de Merkel.
Formando, a duras penas, um governo de ampla composição partidária, Merkel agora se vê entre o fogo cruzado de seus ministros, que têm posições diversas em relação à imigração. Os social-democratas, esquerdistas que controlam o Ministério dos Negócios Estrangeiros, pleiteiam que, para que a Alemanha continue liderando o continente, é preciso seguir como referência em meio à crise dos refugiados, absorvendo a maior parcela do problema. Já o Ministério do Interior, responsável pelas questões de segurança, é comandado pelos democrata-cristãos, correligionários da própria Merkel: refletindo o eleitorado da direita moderada e contrapondo-se à própria chanceler, defendem critérios rígidos na concessão do direito de permanência dos refugiados na Alemanha, algo que levaria à deportação da maior parte destes.
Dentre os refugiados muçulmanos, muitos têm abraçado a fé cristã como estratégia para evitar a deportação: originários de países que punem severamente as conversões religiosas, eles buscam explorar dispositivo da lei alemã que impede a deportação quando há risco à integridade do refugiado em seu país de origem. Mesmo em tais casos extremos, há brechas legais e atores políticos dispostos a explorá-las.
Vale questionar, assim, se a falta de ação brasileira seria tão condenável quanto as idas e vindas da hospitalidade germânica. Respeitando as devidas proporções e peculiaridades, é fato que o acolhimento dos mais necessitados dificilmente é um tema bem aceito pela opinião pública: triste ocasião na qual se pode vislumbrar os limites da caridade humana.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/paulo-diniz/a-crise-dos-
refugiados-um-teste-%C3%A0-caridade-humana-1.1603533. Acesso em: 03/05/2018.
Os termos destacados abaixo estão corretamente justificados por suas respectivas classes gramaticais, exceto na alternativa:
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- Modelo TCP/IPIntrodução ao Modelo TCP/IP
- Modelo TCP/IPModelo TCP/IP: Camada de Rede
- Modelo TCP/IPModelo TCP/IP: Camada de Transporte
- Modelo TCP/IPModelo TCP/IP: Camada de Aplicação
O padrão aberto técnico e universal da Internet é o Transmission Control Protocol/Internet Protocol (TCP/IP). O modelo de referência TCP/IP é constituído por uma pilha de protocolos que tornam possíveis a comunicação de dados entre dois ou mais computadores em uma rede.
A camada responsável por lidar com questões de qualidade de serviços de confiabilidade, controle de fluxo e correção de erros está presente em qual alternativa abaixo?
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Um consultor de vendas recebe, como rendimento mensal, um valor fixo de R$ 1200,00, mais uma comissão de 2% sobre o valor das vendas efetuadas por ele no mês. A função que representa o rendimento mensal y em função do valor x, em reais, de suas vendas é:
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