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Foram encontradas 50 questões.

667168 Ano: 2015
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Imagem e Dados
Orgão: CRF-TO
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A Resolução n° 596 de 21 de fevereiro de 2014, do Conselho Federal de Farmácia, dentre outras providências, estabelece as infrações e as regras de aplicação de sanções disciplinares, das quais podemos afirmar que:
 

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667167 Ano: 2015
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Imagem e Dados
Orgão: CRF-TO
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A lei n° 3.820, de 11 de novembro de 1960, cria o Conselho Federal de Farmácia e os Conselhos Regionais de Farmácia. Esta lei estabelece como atribuição do Conselho Federal de Farmácia:
 

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667166 Ano: 2015
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Imagem e Dados
Orgão: CRF-TO
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A lei 9.120, de 26 de outubro de 1995, alterá dispositivos da lei n° 3.820, de 11 de novembro de 1960, que dispõe sobre a criação do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais de Farmácia. Esta lei define que o mandato dos membros dos Conselhos Regionais é:
 

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667164 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Federal
Banca: Imagem e Dados
Orgão: CRF-TO
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Analise as afirmativas abaixo sobre as responsabilidades legais do profissional farmacêutico e as julgue como corretas ou incorretas.

I -Obriga-se o farmacêutico, no exercício de suas atividades, notificar os profissionais de saúde e os órgãos sanitários competentes, bem como o laboratório industrial, dos efeitos colaterais, reações adversas, intoxicações e da farmacodependência observados na prática da farmacovigilância.

II -É responsabilidade do farmacêutico proceder ao acompanhamento farmacoterapêutico de pacientes, internados ou não, em estabelecimentos hospitalares e ambulatoriais, de natureza pública ou privada.

III - É permitido ao farmacêutico fiscal exercer outras atividades profissionais como farmacêutico, ser responsável técnico ou proprietário de estabelecimentos farmacêuticos, desde que previamente comunicado ao Conselho Regional de Farmácia.

Podemos afirmar que:


 

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667163 Ano: 2015
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Imagem e Dados
Orgão: CRF-TO
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Segundo o código de ética farmacêutica, é proibido ao farmacêutico:

I -Fornecer, dispensar ou permitir que sejam dispensados, sob qualquer forma, substância, medicamento ou fármaco para uso diverso da indicação para a qual foi licenciado, salvo quando baseado em evidência ou mediante entendimento formal com o prescritor.

II -Omitir-se ou acumpliciar-se com os que exercem ilegalmente a Farmácia ou com profissionais ou instituições que pratiquem atos ilícitos relacionados à atividade farmacêutica, em qualquer das suas áreas de abrangência.

III - Deixar de obter de participante de pesquisa ou de seu representante legal o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) para sua realização envolvendo seres humanos, após as devidas explicações sobre a sua natureza e as suas consequências.

Podemos afirmar que:


 

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667144 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Imagem e Dados
Orgão: CRF-TO
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Leia atentamente o texto abaixo e responda a questão.
Texto: A Sopa
Quando o criado, humilde e delicado, procurava despejar a primeira colherada de sopa no prato de sua majestade, uma gota, arredondada e gordurosa, soltando-se inesperadamente da rica e trabalhada concha, foi cair e manchar levemente o punho de seda do soberano.
Vermelho, com raiva, ergueu-se o rei Olderico, dando murros formidáveis na mesa:
- Inferno! Com mil bombas! Este cão não sabe servir uma sopa.
E gritando para o comandante da guarda ordenou:
- Enforquem imediatamente este desastrado!!!
O rapaz, que ficara no meio da sala, pálido, imóvel, ao ouvir aquela sentença de morte por uma falta insignificante e ridícula, não se conteve - atirou com a sopeira na cara do rei.
Essa agressão brutal na pessoa sagrada do rei causou indescritível espanto. Fidalgos, nobres e cavalheiros correram em auxílio do soberano, que apertava nas mãos a testa fenda, enquanto o autor daquele crime era preso e algemado, como se fora um bandido sanguinário e perigoso.
- Quero ouvir esse homem! - gritou o rei, enquanto uma dama da corte limpava-lhe o rosto e as barbas com uma toalha perfumada.
O criado criminoso foi trazido à presença do rei. Perguntou-lhe o rei:
- Homem! Porque fizeste isso?
- Eu queria morrer com a consciência tranquila, Senhor - respondeu o infeliz. - Se eu fosse enforcado pela primeira falta praticada, Vossa Majestade havia de ser tido, para o resto da vida, como um rei cruel e injusto. Diriam todos: “o rei Olderico é um malvado. Mandou matar um pobre criado por causa de uma gota de sopa”. Agora não. Depois que eu atirei a sopeira em Vossa Majestade, ninguém mais poderá acusar o meu soberano de injusto e perverso.
Pelo contrário - a minha condenação é justa, dado o crime insultuoso que pratiquei.
Reconheceu o rei que o jovem tinha razão, e resolveu perdoar-lhe. E desse dia em diante não mais castigava os culpados senão de acordo com as faltas
praticadas.
E, ainda hoje, no glorioso país do rei Olderico, quando um juiz julga sem critério, usando do excessivo rigor para com os pobres e fracos, dizem logo:
- Esse juiz está precisando que lhe atirem uma sopeira na cara.
(Malba Tahan - adaptação)
O rei achou que o jovem tinha razão porque:
 

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667142 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Imagem e Dados
Orgão: CRF-TO
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Leia atentamente o texto abaixo e responda a questão.
Texto: A Sopa
Quando o criado, humilde e delicado, procurava despejar a primeira colherada de sopa no prato de sua majestade, uma gota, arredondada e gordurosa, soltando-se inesperadamente da rica e trabalhada concha, foi cair e manchar levemente o punho de seda do soberano.
Vermelho, com raiva, ergueu-se o rei Olderico, dando murros formidáveis na mesa:
- Inferno! Com mil bombas! Este cão não sabe servir uma sopa.
E gritando para o comandante da guarda ordenou:
- Enforquem imediatamente este desastrado!!!
O rapaz, que ficara no meio da sala, pálido, imóvel, ao ouvir aquela sentença de morte por uma falta insignificante e ridícula, não se conteve - atirou com a sopeira na cara do rei.
Essa agressão brutal na pessoa sagrada do rei causou indescritível espanto. Fidalgos, nobres e cavalheiros correram em auxílio do soberano, que apertava nas mãos a testa fenda, enquanto o autor daquele crime era preso e algemado, como se fora um bandido sanguinário e perigoso.
- Quero ouvir esse homem! - gritou o rei, enquanto uma dama da corte limpava-lhe o rosto e as barbas com uma toalha perfumada.
O criado criminoso foi trazido à presença do rei. Perguntou-lhe o rei:
- Homem! Porque fizeste isso?
- Eu queria morrer com a consciência tranquila, Senhor - respondeu o infeliz. - Se eu fosse enforcado pela primeira falta praticada, Vossa Majestade havia de ser tido, para o resto da vida, como um rei cruel e injusto. Diriam todos: “o rei Olderico é um malvado. Mandou matar um pobre criado por causa de uma gota de sopa”. Agora não. Depois que eu atirei a sopeira em Vossa Majestade, ninguém mais poderá acusar o meu soberano de injusto e perverso.
Pelo contrário - a minha condenação é justa, dado o crime insultuoso que pratiquei.
Reconheceu o rei que o jovem tinha razão, e resolveu perdoar-lhe. E desse dia em diante não mais castigava os culpados senão de acordo com as faltas
praticadas.
E, ainda hoje, no glorioso país do rei Olderico, quando um juiz julga sem critério, usando do excessivo rigor para com os pobres e fracos, dizem logo:
- Esse juiz está precisando que lhe atirem uma sopeira na cara.
(Malba Tahan - adaptação)
Por que o criado atirou a sopeira na cara do rei?
 

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667140 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Imagem e Dados
Orgão: CRF-TO
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Leia atentamente o texto abaixo e responda a questão.
Texto: A Sopa
Quando o criado, humilde e delicado, procurava despejar a primeira colherada de sopa no prato de sua majestade, uma gota, arredondada e gordurosa, soltando-se inesperadamente da rica e trabalhada concha, foi cair e manchar levemente o punho de seda do soberano.
Vermelho, com raiva, ergueu-se o rei Olderico, dando murros formidáveis na mesa:
- Inferno! Com mil bombas! Este cão não sabe servir uma sopa.
E gritando para o comandante da guarda ordenou:
- Enforquem imediatamente este desastrado!!!
O rapaz, que ficara no meio da sala, pálido, imóvel, ao ouvir aquela sentença de morte por uma falta insignificante e ridícula, não se conteve - atirou com a sopeira na cara do rei.
Essa agressão brutal na pessoa sagrada do rei causou indescritível espanto. Fidalgos, nobres e cavalheiros correram em auxílio do soberano, que apertava nas mãos a testa fenda, enquanto o autor daquele crime era preso e algemado, como se fora um bandido sanguinário e perigoso.
- Quero ouvir esse homem! - gritou o rei, enquanto uma dama da corte limpava-lhe o rosto e as barbas com uma toalha perfumada.
O criado criminoso foi trazido à presença do rei. Perguntou-lhe o rei:
- Homem! Porque fizeste isso?
- Eu queria morrer com a consciência tranquila, Senhor - respondeu o infeliz. - Se eu fosse enforcado pela primeira falta praticada, Vossa Majestade havia de ser tido, para o resto da vida, como um rei cruel e injusto. Diriam todos: “o rei Olderico é um malvado. Mandou matar um pobre criado por causa de uma gota de sopa”. Agora não. Depois que eu atirei a sopeira em Vossa Majestade, ninguém mais poderá acusar o meu soberano de injusto e perverso.
Pelo contrário - a minha condenação é justa, dado o crime insultuoso que pratiquei.
Reconheceu o rei que o jovem tinha razão, e resolveu perdoar-lhe. E desse dia em diante não mais castigava os culpados senão de acordo com as faltas
praticadas.
E, ainda hoje, no glorioso país do rei Olderico, quando um juiz julga sem critério, usando do excessivo rigor para com os pobres e fracos, dizem logo:
- Esse juiz está precisando que lhe atirem uma sopeira na cara.
(Malba Tahan - adaptação)
Ao perdoar o criado, o rei cedeu:
 

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667134 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Imagem e Dados
Orgão: CRF-TO
Provas:
Na frase: “Eu serei feita de madeira", o verbo está no tempo:
 

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667132 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Imagem e Dados
Orgão: CRF-TO
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Assinale o verbo que completa a seguinte frase no tempo presente: “A porta _____ devagar”.
 

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