Magna Concursos

Foram encontradas 119 questões.

3700383 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

Sabendo-se que as proposições “Ana é alagoana se, e somente se, Beatriz é baiana” e “Cecília é curitibana e Beatriz não é baiana” são verdadeiras, julgue o item a seguir.

A proposição “Cecília é curitibana e Beatriz não é baiana” é a negação da condicional “Se Cecília é curitibana, então Beatriz é baiana”.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700382 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

Sabendo-se que as proposições “Ana é alagoana se, e somente se, Beatriz é baiana” e “Cecília é curitibana e Beatriz não é baiana” são verdadeiras, julgue o item a seguir.

Ana é alagoana.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700381 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:
Gael estava treinando para provas de canoagem de três distâncias: 200 metros; 500 metros; e 1.000 metros. Ele completou o percurso de 200 metros em 40 segundos, o de 500 metros em 1 minuto e 40 segundos, e o de 1.000 metros em 3 minutos e 40 segundos.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.

Para percorrer os 200 metros no mesmo ritmo com que percorre os 1.000 metros, Gael levaria 45 segundos.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700380 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:
Gael estava treinando para provas de canoagem de três distâncias: 200 metros; 500 metros; e 1.000 metros. Ele completou o percurso de 200 metros em 40 segundos, o de 500 metros em 1 minuto e 40 segundos, e o de 1.000 metros em 3 minutos e 40 segundos.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.

Se Gael mantivesse a mesma velocidade média dos 200 metros no percurso de 1.000 metros, ele completaria esse trajeto em exatamente 3 minutos e 20 segundos.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700379 Ano: 2025
Disciplina: Estatística
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:
Gael estava treinando para provas de canoagem de três distâncias: 200 metros; 500 metros; e 1.000 metros. Ele completou o percurso de 200 metros em 40 segundos, o de 500 metros em 1 minuto e 40 segundos, e o de 1.000 metros em 3 minutos e 40 segundos.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.

A velocidade média de Gael no percurso de 200 metros foi maior que no percurso de 500 metros.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700378 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:
Betina estava brincando de amarelinha no pátio da escola, onde havia três pistas desenhadas no chão: a primeira com os números de 1 a 10; a segunda com os números de 1 a 8; e a terceira com os números de 1 a 7.
Em cada turno, Betina escolhia aleatoriamente uma das pistas e, em seguida, pulava sobre um número dessa pista, sendo ambas as escolhas feitas de forma equiprovável e independente.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.

Sabendo-se que Betina pisou no número 8, a probabilidade de isso ter ocorrido na segunda pista é igual a 1/2.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700377 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:
Betina estava brincando de amarelinha no pátio da escola, onde havia três pistas desenhadas no chão: a primeira com os números de 1 a 10; a segunda com os números de 1 a 8; e a terceira com os números de 1 a 7.
Em cada turno, Betina escolhia aleatoriamente uma das pistas e, em seguida, pulava sobre um número dessa pista, sendo ambas as escolhas feitas de forma equiprovável e independente.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.

A probabilidade de Betina escolher a terceira pista e, em seguida, pisar em um número ímpar é menor que 20%.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700376 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:
Betina estava brincando de amarelinha no pátio da escola, onde havia três pistas desenhadas no chão: a primeira com os números de 1 a 10; a segunda com os números de 1 a 8; e a terceira com os números de 1 a 7.
Em cada turno, Betina escolhia aleatoriamente uma das pistas e, em seguida, pulava sobre um número dessa pista, sendo ambas as escolhas feitas de forma equiprovável e independente.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.

Se Betina escolher a pista que vai de 1 a 10, a probabilidade de ela pisar em um número primo será igual a 40%.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700375 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:
Betina estava brincando de amarelinha no pátio da escola, onde havia três pistas desenhadas no chão: a primeira com os números de 1 a 10; a segunda com os números de 1 a 8; e a terceira com os números de 1 a 7.
Em cada turno, Betina escolhia aleatoriamente uma das pistas e, em seguida, pulava sobre um número dessa pista, sendo ambas as escolhas feitas de forma equiprovável e independente.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.

A probabilidade de Betina pisar em um número par, após escolher aleatoriamente uma das três pistas, é igual a 48%.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700374 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

É provável que a Medicina tenha surgido com a humanidade. Vítima e testemunha do sofrimento, o ser humano

deve, desde logo, ter‑se debruçado sobre os doentes, com o desejo de curá‑los. É possível que encarasse a doença como

ocorrência sobrenatural, tal como os ventos, as tempestades ou as manifestações de deuses malévolos. A doença, com suas

dolorosas consequências, seria obra de algum espírito, cuja ira importaria aplacar com os sacrifícios, ou seria obra de algum

inimigo, dotado de poderes especiais, cuja animosidade haveria de ser combatida por meio de sortilégios.

Nesse quadro geral, a doença foi diversamente contemplada, ora como fruto de invasão do organismo por matéria

estranha, ora como “perda da alma”, ora em termos de corpo possuído por fantasmas, ora como decorrência do rompimento

de tabus, entre outras formas.

Povos primitivos entendiam a doença como algo que se devia à ação de projéteis: lanças, flechas, pedras atiradas

por inimigos ou, talvez, ossos e espinhos que alguém engolia sem querer, em virtude da ação de forças adversas, humanas ou

sobre‑humanas. Em alguns casos, o projétil é um organismo (um verme, por exemplo), cujos movimentos, na pessoa afetada,

explicariam dores agudas ou o mal‑estar súbito. A terapia, nessas várias situações, resumir‑se‑ia à localização e à remoção do

invasor, sem excluir, muitas vezes, a possibilidade de devolvê‑lo ao remetente.

A alma, para povos primitivos, não seria entendida em fundamentos teológicos ou metafísicos, mas como sombra

ou duplo da pessoa. Esse duplo teria condições, às vezes, de separar‑se do corpo, graças à ação mágica dos deuses ou de

eventuais inimigos humanos. A terapia aconselhável consistia em reencontrar a alma para devolvê‑la ao proprietário. No

caso de invasão por demônio, a pessoa adoecia porque era possuída por espíritos ou almas estranhas, cuja terapia consistia

em tratamentos psicológicos (exorcismo), em extrações mecânicas (alcançada por ingestão de substâncias ou por aspiração

de vapores presumivelmente não apreciados pelo invasor) ou em transferências (procurando‑se enviar a alma estranha para

outro corpo – animal ou objeto capaz de retê‑la).

Quando se alude à quebra de tabus, entendia‑se a doença como punição: o doente era castigado por haver‑se

rebelado contra imperativos religiosos ou sociais. Deuses e almas de antepassados puniam os homens que não se curvavam

diante dos mandamentos vigentes.

Em certas circunstâncias, era preciso distinguir a culpa individual da coletiva: males que afligiam a tribo eram

associados a uma culpa coletiva, um erro ou uma desobediência generalizada, que dava origem aos males e às epidemias. Em

qualquer caso, a terapia envolvia interrogatório e confissão de culpa. Confessada a culpa, as pessoas castigadas, prometendo

fidelidade aos mandamentos em vigor, adquiriam condições de curar‑se.

HEGENBERG, Leonidas. Evolução histórica do conceito de doença.

In: L. Hegenberg (org.). Doença: um estudo filosófico.

Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998 (com adaptações).

Com referência ao texto e a seus aspectos linguísticos e gramaticais, julgue o item seguinte.

No último parágrafo do texto, as duas ocorrências do elemento “que” empregado nas duas orações apresentam a mesma função sintática.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas