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Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
Existem exatamente 15 maneiras de formar um trio com dois homens e uma mulher.
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Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
O número de trios distintos que podem ser formados com os 8 voluntários é igual a 336.
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Na Idade Antiga, a humanidade desconhecia os processos de contaminação que disseminavam as doenças, como
a peste, a cólera, a varíola, a febre tifoide, entre outras. Na Idade Média, como a saúde era fortemente influenciada pela
religião e pela medicina grega e romana, as doenças eram frequentemente vistas como punições divinas, e os tratamentos
eram embasados em preces, penitências e remédios herbais.
Entretanto, desde o nascimento das cidades, mesmo sem o conhecimento de todo o processo de transmissão
de doenças, havia registros das preocupações com a vigilância sanitária. Era sabido, por exemplo, que a água poderia ser
uma via de contaminação e que os alimentos, de igual maneira, poderiam ser meios de propagação de doenças. Com
as populações aglomerando‑se em cidades, esses problemas foram crescendo e se tornando mais complexos. Assim, as
atividades vinculadas à vigilância sanitária surgiram em razão da propagação de doenças transmissíveis nas populações
urbanas, onde o número de habitantes crescia em precárias condições sanitárias.
Observe‑se que o cuidado com a vigilância implicou a atividade profissional de especialistas voltados para o estudo
da água e dos alimentos que eram consumidos e para a remoção do lixo produzido por cidades cada vez mais populosas,
com diferentes condições econômicas. Desse modo, por volta dos séculos XVII e XVIII, na Europa, e dos séculos XVIII e XIX,
no Brasil, surgiu a Vigilância Sanitária como área de estudo, e uma das mais antigas áreas no âmbito da saúde pública, em
resposta a esse novo problema da convivência social.
Embora tenha maior destaque na atualidade, são relatadas ações de vigilância sanitária, como controle das
impurezas nas águas, da salubridade nas cidades, da prática de barbeiros, boticários e cirurgiões, da circulação de
mercadorias e pessoas. Surgiram, então, as regras e providências sanitárias, a exemplo do transporte da água para abastecer
as cidades por meio de aquedutos, que se constituíam na tecnologia de ponta da época. O lixo produzido passou a ter
um local próprio para depósito, e outras providências básicas passaram a compor a agenda pública, garantindo a higiene e
evitando a propagação das epidemias.
Em suma, as preocupações com a saúde das populações, e especialmente com as ações de Vigilância Sanitária,
emergiram do poder público desde as épocas mais remotas, ao mesmo tempo que o governo também se desenvolvia e se
tornava complexo e diversificado em suas atribuições. De quem governa uma aldeia para quem governa um Estado, nos dias
de hoje, vai uma grande diferença.
Internet: <www.bvsms.saude.gov.br>
Acerca da estruturação linguístico-gramatical do texto, julgue o item seguinte.
No trecho “emergiram do poder público desde as épocas mais remotas, ao mesmo tempo que o governo também se desenvolvia e se tornava complexo e diversificado em suas atribuições.”, haveria prejuízo à correção gramatical e ao sentido original do texto caso fosse inserida a preposição “em” no meio da expressão “ao mesmo tempo que”, da forma a seguir: ao mesmo tempo em que.
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Na Idade Antiga, a humanidade desconhecia os processos de contaminação que disseminavam as doenças, como
a peste, a cólera, a varíola, a febre tifoide, entre outras. Na Idade Média, como a saúde era fortemente influenciada pela
religião e pela medicina grega e romana, as doenças eram frequentemente vistas como punições divinas, e os tratamentos
eram embasados em preces, penitências e remédios herbais.
Entretanto, desde o nascimento das cidades, mesmo sem o conhecimento de todo o processo de transmissão
de doenças, havia registros das preocupações com a vigilância sanitária. Era sabido, por exemplo, que a água poderia ser
uma via de contaminação e que os alimentos, de igual maneira, poderiam ser meios de propagação de doenças. Com
as populações aglomerando‑se em cidades, esses problemas foram crescendo e se tornando mais complexos. Assim, as
atividades vinculadas à vigilância sanitária surgiram em razão da propagação de doenças transmissíveis nas populações
urbanas, onde o número de habitantes crescia em precárias condições sanitárias.
Observe‑se que o cuidado com a vigilância implicou a atividade profissional de especialistas voltados para o estudo
da água e dos alimentos que eram consumidos e para a remoção do lixo produzido por cidades cada vez mais populosas,
com diferentes condições econômicas. Desse modo, por volta dos séculos XVII e XVIII, na Europa, e dos séculos XVIII e XIX,
no Brasil, surgiu a Vigilância Sanitária como área de estudo, e uma das mais antigas áreas no âmbito da saúde pública, em
resposta a esse novo problema da convivência social.
Embora tenha maior destaque na atualidade, são relatadas ações de vigilância sanitária, como controle das
impurezas nas águas, da salubridade nas cidades, da prática de barbeiros, boticários e cirurgiões, da circulação de
mercadorias e pessoas. Surgiram, então, as regras e providências sanitárias, a exemplo do transporte da água para abastecer
as cidades por meio de aquedutos, que se constituíam na tecnologia de ponta da época. O lixo produzido passou a ter
um local próprio para depósito, e outras providências básicas passaram a compor a agenda pública, garantindo a higiene e
evitando a propagação das epidemias.
Em suma, as preocupações com a saúde das populações, e especialmente com as ações de Vigilância Sanitária,
emergiram do poder público desde as épocas mais remotas, ao mesmo tempo que o governo também se desenvolvia e se
tornava complexo e diversificado em suas atribuições. De quem governa uma aldeia para quem governa um Estado, nos dias
de hoje, vai uma grande diferença.
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Acerca da estruturação linguístico-gramatical do texto, julgue o item seguinte.
No último parágrafo, sem prejuízo para a correção gramatical, a forma denotativa “emergiram” poderia ser substituída por imergiram.
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Na Idade Antiga, a humanidade desconhecia os processos de contaminação que disseminavam as doenças, como
a peste, a cólera, a varíola, a febre tifoide, entre outras. Na Idade Média, como a saúde era fortemente influenciada pela
religião e pela medicina grega e romana, as doenças eram frequentemente vistas como punições divinas, e os tratamentos
eram embasados em preces, penitências e remédios herbais.
Entretanto, desde o nascimento das cidades, mesmo sem o conhecimento de todo o processo de transmissão
de doenças, havia registros das preocupações com a vigilância sanitária. Era sabido, por exemplo, que a água poderia ser
uma via de contaminação e que os alimentos, de igual maneira, poderiam ser meios de propagação de doenças. Com
as populações aglomerando‑se em cidades, esses problemas foram crescendo e se tornando mais complexos. Assim, as
atividades vinculadas à vigilância sanitária surgiram em razão da propagação de doenças transmissíveis nas populações
urbanas, onde o número de habitantes crescia em precárias condições sanitárias.
Observe‑se que o cuidado com a vigilância implicou a atividade profissional de especialistas voltados para o estudo
da água e dos alimentos que eram consumidos e para a remoção do lixo produzido por cidades cada vez mais populosas,
com diferentes condições econômicas. Desse modo, por volta dos séculos XVII e XVIII, na Europa, e dos séculos XVIII e XIX,
no Brasil, surgiu a Vigilância Sanitária como área de estudo, e uma das mais antigas áreas no âmbito da saúde pública, em
resposta a esse novo problema da convivência social.
Embora tenha maior destaque na atualidade, são relatadas ações de vigilância sanitária, como controle das
impurezas nas águas, da salubridade nas cidades, da prática de barbeiros, boticários e cirurgiões, da circulação de
mercadorias e pessoas. Surgiram, então, as regras e providências sanitárias, a exemplo do transporte da água para abastecer
as cidades por meio de aquedutos, que se constituíam na tecnologia de ponta da época. O lixo produzido passou a ter
um local próprio para depósito, e outras providências básicas passaram a compor a agenda pública, garantindo a higiene e
evitando a propagação das epidemias.
Em suma, as preocupações com a saúde das populações, e especialmente com as ações de Vigilância Sanitária,
emergiram do poder público desde as épocas mais remotas, ao mesmo tempo que o governo também se desenvolvia e se
tornava complexo e diversificado em suas atribuições. De quem governa uma aldeia para quem governa um Estado, nos dias
de hoje, vai uma grande diferença.
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Acerca da estruturação linguístico-gramatical do texto, julgue o item seguinte.
No final do terceiro parágrafo, no trecho “no Brasil, surgiu a Vigilância Sanitária como área de estudo, e uma das mais antigas áreas no âmbito da saúde pública, em resposta a esse novo problema da convivência social.”, a frase meramente explicativa “e uma das mais antigas áreas no âmbito da saúde pública” poderia ser suprimida do período, junto a uma das vírgulas que a intercala, sem que isso resulte em prejuízo gramatical.
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Na Idade Antiga, a humanidade desconhecia os processos de contaminação que disseminavam as doenças, como
a peste, a cólera, a varíola, a febre tifoide, entre outras. Na Idade Média, como a saúde era fortemente influenciada pela
religião e pela medicina grega e romana, as doenças eram frequentemente vistas como punições divinas, e os tratamentos
eram embasados em preces, penitências e remédios herbais.
Entretanto, desde o nascimento das cidades, mesmo sem o conhecimento de todo o processo de transmissão
de doenças, havia registros das preocupações com a vigilância sanitária. Era sabido, por exemplo, que a água poderia ser
uma via de contaminação e que os alimentos, de igual maneira, poderiam ser meios de propagação de doenças. Com
as populações aglomerando‑se em cidades, esses problemas foram crescendo e se tornando mais complexos. Assim, as
atividades vinculadas à vigilância sanitária surgiram em razão da propagação de doenças transmissíveis nas populações
urbanas, onde o número de habitantes crescia em precárias condições sanitárias.
Observe‑se que o cuidado com a vigilância implicou a atividade profissional de especialistas voltados para o estudo
da água e dos alimentos que eram consumidos e para a remoção do lixo produzido por cidades cada vez mais populosas,
com diferentes condições econômicas. Desse modo, por volta dos séculos XVII e XVIII, na Europa, e dos séculos XVIII e XIX,
no Brasil, surgiu a Vigilância Sanitária como área de estudo, e uma das mais antigas áreas no âmbito da saúde pública, em
resposta a esse novo problema da convivência social.
Embora tenha maior destaque na atualidade, são relatadas ações de vigilância sanitária, como controle das
impurezas nas águas, da salubridade nas cidades, da prática de barbeiros, boticários e cirurgiões, da circulação de
mercadorias e pessoas. Surgiram, então, as regras e providências sanitárias, a exemplo do transporte da água para abastecer
as cidades por meio de aquedutos, que se constituíam na tecnologia de ponta da época. O lixo produzido passou a ter
um local próprio para depósito, e outras providências básicas passaram a compor a agenda pública, garantindo a higiene e
evitando a propagação das epidemias.
Em suma, as preocupações com a saúde das populações, e especialmente com as ações de Vigilância Sanitária,
emergiram do poder público desde as épocas mais remotas, ao mesmo tempo que o governo também se desenvolvia e se
tornava complexo e diversificado em suas atribuições. De quem governa uma aldeia para quem governa um Estado, nos dias
de hoje, vai uma grande diferença.
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Acerca da estruturação linguístico-gramatical do texto, julgue o item seguinte.
No quarto parágrafo, no trecho “Surgiram, então, as regras e providências sanitárias, a exemplo do transporte da água para abastecer as cidades por meio de aquedutos, que se constituíam na tecnologia de ponta da época.”, ficam mantidos a correção gramatical e o sentido original do texto caso seja feita a substituição do vocábulo “então” pelo elemento assim.
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Na Idade Antiga, a humanidade desconhecia os processos de contaminação que disseminavam as doenças, como
a peste, a cólera, a varíola, a febre tifoide, entre outras. Na Idade Média, como a saúde era fortemente influenciada pela
religião e pela medicina grega e romana, as doenças eram frequentemente vistas como punições divinas, e os tratamentos
eram embasados em preces, penitências e remédios herbais.
Entretanto, desde o nascimento das cidades, mesmo sem o conhecimento de todo o processo de transmissão
de doenças, havia registros das preocupações com a vigilância sanitária. Era sabido, por exemplo, que a água poderia ser
uma via de contaminação e que os alimentos, de igual maneira, poderiam ser meios de propagação de doenças. Com
as populações aglomerando‑se em cidades, esses problemas foram crescendo e se tornando mais complexos. Assim, as
atividades vinculadas à vigilância sanitária surgiram em razão da propagação de doenças transmissíveis nas populações
urbanas, onde o número de habitantes crescia em precárias condições sanitárias.
Observe‑se que o cuidado com a vigilância implicou a atividade profissional de especialistas voltados para o estudo
da água e dos alimentos que eram consumidos e para a remoção do lixo produzido por cidades cada vez mais populosas,
com diferentes condições econômicas. Desse modo, por volta dos séculos XVII e XVIII, na Europa, e dos séculos XVIII e XIX,
no Brasil, surgiu a Vigilância Sanitária como área de estudo, e uma das mais antigas áreas no âmbito da saúde pública, em
resposta a esse novo problema da convivência social.
Embora tenha maior destaque na atualidade, são relatadas ações de vigilância sanitária, como controle das
impurezas nas águas, da salubridade nas cidades, da prática de barbeiros, boticários e cirurgiões, da circulação de
mercadorias e pessoas. Surgiram, então, as regras e providências sanitárias, a exemplo do transporte da água para abastecer
as cidades por meio de aquedutos, que se constituíam na tecnologia de ponta da época. O lixo produzido passou a ter
um local próprio para depósito, e outras providências básicas passaram a compor a agenda pública, garantindo a higiene e
evitando a propagação das epidemias.
Em suma, as preocupações com a saúde das populações, e especialmente com as ações de Vigilância Sanitária,
emergiram do poder público desde as épocas mais remotas, ao mesmo tempo que o governo também se desenvolvia e se
tornava complexo e diversificado em suas atribuições. De quem governa uma aldeia para quem governa um Estado, nos dias
de hoje, vai uma grande diferença.
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Acerca da estruturação linguístico-gramatical do texto, julgue o item seguinte.
Sem prejuízo para a correção gramatical ou para os sentidos do texto, no terceiro parágrafo, a sentença “Observe-se que o cuidado com a vigilância implicou a atividade profissional de especialistas voltados para o estudo da água e dos alimentos” poderia ser assim reescrita: Note-se que o cuidado com a vigilância acarretou na atividade profissional de especialistas, direcionados ao estudo da água e dos alimentos.
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Na Idade Antiga, a humanidade desconhecia os processos de contaminação que disseminavam as doenças, como
a peste, a cólera, a varíola, a febre tifoide, entre outras. Na Idade Média, como a saúde era fortemente influenciada pela
religião e pela medicina grega e romana, as doenças eram frequentemente vistas como punições divinas, e os tratamentos
eram embasados em preces, penitências e remédios herbais.
Entretanto, desde o nascimento das cidades, mesmo sem o conhecimento de todo o processo de transmissão
de doenças, havia registros das preocupações com a vigilância sanitária. Era sabido, por exemplo, que a água poderia ser
uma via de contaminação e que os alimentos, de igual maneira, poderiam ser meios de propagação de doenças. Com
as populações aglomerando‑se em cidades, esses problemas foram crescendo e se tornando mais complexos. Assim, as
atividades vinculadas à vigilância sanitária surgiram em razão da propagação de doenças transmissíveis nas populações
urbanas, onde o número de habitantes crescia em precárias condições sanitárias.
Observe‑se que o cuidado com a vigilância implicou a atividade profissional de especialistas voltados para o estudo
da água e dos alimentos que eram consumidos e para a remoção do lixo produzido por cidades cada vez mais populosas,
com diferentes condições econômicas. Desse modo, por volta dos séculos XVII e XVIII, na Europa, e dos séculos XVIII e XIX,
no Brasil, surgiu a Vigilância Sanitária como área de estudo, e uma das mais antigas áreas no âmbito da saúde pública, em
resposta a esse novo problema da convivência social.
Embora tenha maior destaque na atualidade, são relatadas ações de vigilância sanitária, como controle das
impurezas nas águas, da salubridade nas cidades, da prática de barbeiros, boticários e cirurgiões, da circulação de
mercadorias e pessoas. Surgiram, então, as regras e providências sanitárias, a exemplo do transporte da água para abastecer
as cidades por meio de aquedutos, que se constituíam na tecnologia de ponta da época. O lixo produzido passou a ter
um local próprio para depósito, e outras providências básicas passaram a compor a agenda pública, garantindo a higiene e
evitando a propagação das epidemias.
Em suma, as preocupações com a saúde das populações, e especialmente com as ações de Vigilância Sanitária,
emergiram do poder público desde as épocas mais remotas, ao mesmo tempo que o governo também se desenvolvia e se
tornava complexo e diversificado em suas atribuições. De quem governa uma aldeia para quem governa um Estado, nos dias
de hoje, vai uma grande diferença.
Internet: <www.bvsms.saude.gov.br>
Acerca da estruturação linguístico-gramatical do texto, julgue o item seguinte.
No trecho “Assim, as atividades vinculadas à vigilância sanitária surgiram em razão da propagação de doenças transmissíveis nas populações urbanas, onde o número de habitantes crescia em precárias condições sanitárias.”, sem prejuízo à correção gramatical do texto, o vocábulo “onde” poderia ser reescrito como aonde.
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Na Idade Antiga, a humanidade desconhecia os processos de contaminação que disseminavam as doenças, como
a peste, a cólera, a varíola, a febre tifoide, entre outras. Na Idade Média, como a saúde era fortemente influenciada pela
religião e pela medicina grega e romana, as doenças eram frequentemente vistas como punições divinas, e os tratamentos
eram embasados em preces, penitências e remédios herbais.
Entretanto, desde o nascimento das cidades, mesmo sem o conhecimento de todo o processo de transmissão
de doenças, havia registros das preocupações com a vigilância sanitária. Era sabido, por exemplo, que a água poderia ser
uma via de contaminação e que os alimentos, de igual maneira, poderiam ser meios de propagação de doenças. Com
as populações aglomerando‑se em cidades, esses problemas foram crescendo e se tornando mais complexos. Assim, as
atividades vinculadas à vigilância sanitária surgiram em razão da propagação de doenças transmissíveis nas populações
urbanas, onde o número de habitantes crescia em precárias condições sanitárias.
Observe‑se que o cuidado com a vigilância implicou a atividade profissional de especialistas voltados para o estudo
da água e dos alimentos que eram consumidos e para a remoção do lixo produzido por cidades cada vez mais populosas,
com diferentes condições econômicas. Desse modo, por volta dos séculos XVII e XVIII, na Europa, e dos séculos XVIII e XIX,
no Brasil, surgiu a Vigilância Sanitária como área de estudo, e uma das mais antigas áreas no âmbito da saúde pública, em
resposta a esse novo problema da convivência social.
Embora tenha maior destaque na atualidade, são relatadas ações de vigilância sanitária, como controle das
impurezas nas águas, da salubridade nas cidades, da prática de barbeiros, boticários e cirurgiões, da circulação de
mercadorias e pessoas. Surgiram, então, as regras e providências sanitárias, a exemplo do transporte da água para abastecer
as cidades por meio de aquedutos, que se constituíam na tecnologia de ponta da época. O lixo produzido passou a ter
um local próprio para depósito, e outras providências básicas passaram a compor a agenda pública, garantindo a higiene e
evitando a propagação das epidemias.
Em suma, as preocupações com a saúde das populações, e especialmente com as ações de Vigilância Sanitária,
emergiram do poder público desde as épocas mais remotas, ao mesmo tempo que o governo também se desenvolvia e se
tornava complexo e diversificado em suas atribuições. De quem governa uma aldeia para quem governa um Estado, nos dias
de hoje, vai uma grande diferença.
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Acerca da estruturação linguístico-gramatical do texto, julgue o item seguinte.
Ficam mantidos a correção gramatical do texto e o sentido original do texto caso, no segundo parágrafo, o período “Entretanto, desde o nascimento das cidades, mesmo sem o conhecimento de todo o processo de transmissão de doenças, havia registros das preocupações com a vigilância sanitária.” seja reescrito da seguinte forma: Desde o nascimento das cidades, no entretanto, ainda sem conhecer todo o processo de transmissão de doenças, têm-se registros das cismas com a vigilância sanitária.
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Na Idade Antiga, a humanidade desconhecia os processos de contaminação que disseminavam as doenças, como
a peste, a cólera, a varíola, a febre tifoide, entre outras. Na Idade Média, como a saúde era fortemente influenciada pela
religião e pela medicina grega e romana, as doenças eram frequentemente vistas como punições divinas, e os tratamentos
eram embasados em preces, penitências e remédios herbais.
Entretanto, desde o nascimento das cidades, mesmo sem o conhecimento de todo o processo de transmissão
de doenças, havia registros das preocupações com a vigilância sanitária. Era sabido, por exemplo, que a água poderia ser
uma via de contaminação e que os alimentos, de igual maneira, poderiam ser meios de propagação de doenças. Com
as populações aglomerando‑se em cidades, esses problemas foram crescendo e se tornando mais complexos. Assim, as
atividades vinculadas à vigilância sanitária surgiram em razão da propagação de doenças transmissíveis nas populações
urbanas, onde o número de habitantes crescia em precárias condições sanitárias.
Observe‑se que o cuidado com a vigilância implicou a atividade profissional de especialistas voltados para o estudo
da água e dos alimentos que eram consumidos e para a remoção do lixo produzido por cidades cada vez mais populosas,
com diferentes condições econômicas. Desse modo, por volta dos séculos XVII e XVIII, na Europa, e dos séculos XVIII e XIX,
no Brasil, surgiu a Vigilância Sanitária como área de estudo, e uma das mais antigas áreas no âmbito da saúde pública, em
resposta a esse novo problema da convivência social.
Embora tenha maior destaque na atualidade, são relatadas ações de vigilância sanitária, como controle das
impurezas nas águas, da salubridade nas cidades, da prática de barbeiros, boticários e cirurgiões, da circulação de
mercadorias e pessoas. Surgiram, então, as regras e providências sanitárias, a exemplo do transporte da água para abastecer
as cidades por meio de aquedutos, que se constituíam na tecnologia de ponta da época. O lixo produzido passou a ter
um local próprio para depósito, e outras providências básicas passaram a compor a agenda pública, garantindo a higiene e
evitando a propagação das epidemias.
Em suma, as preocupações com a saúde das populações, e especialmente com as ações de Vigilância Sanitária,
emergiram do poder público desde as épocas mais remotas, ao mesmo tempo que o governo também se desenvolvia e se
tornava complexo e diversificado em suas atribuições. De quem governa uma aldeia para quem governa um Estado, nos dias
de hoje, vai uma grande diferença.
Internet: <www.bvsms.saude.gov.br>
Acerca da estruturação linguístico-gramatical do texto, julgue o item seguinte.
Sem prejuízo à correção gramatical ou ao sentido original do texto, a sentença “Na Idade Média, como a saúde era fortemente influenciada pela religião e pela medicina grega e romana, as doenças eram frequentemente vistas como punições divinas, e os tratamentos eram embasados em preces, penitências e remédios herbais.” poderia ser assim reescrita: Como a saúde sofria veemente influência pela religião e pelas medicinas grega e romana, no Medievo, tratavam-se das doenças como preces com punições divinas, e os tratamentos eram em forma de preces, purificações e remédios alopáticos.
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