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André, atualmente com 36 anos de idade, está empolgado para seu aniversário, que será comemorado no próximo dia 23 de junho.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
Se, em determinado ano, o dia 1º de junho cair em uma segunda-feira, então o dia 23 de junho desse mesmo ano será uma quarta-feira.
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André, atualmente com 36 anos de idade, está empolgado para seu aniversário, que será comemorado no próximo dia 23 de junho.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
A idade que André completará é um número primo.
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Temos, hoje, um número considerável de dados
formais a respeito dos hábitos, das condições de vida e
da constituição física do homem primitivo, passados ao
domínio público por meio de estudos publicados pelo
Instituto de Paleontologia Humana, de Paris, e de revistas
especializadas de todo o mundo ocidental.
Graças a tais estudos, sabemos que os
nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,
como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas
enfermidades orgânicas.
Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos
fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de
produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam
o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente
no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à
completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,
ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar
amplas inferências a respeito do tema.
Todas as partes moles do corpo e os órgãos
essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as
doenças e afecções que causam a morte, desapareceram
para sempre, deixando, assim, o pesquisador na
impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos
males físicos que vitimaram os povos mais antigos.
A existência de corpos intactos, exumados de
locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período
final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,
ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao
limiar da história.
É notório, porém, no que diz respeito à
mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a
proporção é, entre homens e mulheres, exatamente
inversa. A curta duração da vida dos homens
pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade
que se observa nos dias atuais é uma consequência do
progresso material alcançado pela humanidade.
Se fôssemos colocados nas mesmas condições
de existência dos nossos remotos antepassados, é certo
que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual
à deles.
Internet: <www.institutodoceara.org.br>
Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.
No sexto parágrafo do texto, no trecho “É notório, porém, no que diz respeito à mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a proporção é, entre homens e mulheres, exatamente inversa”, a vírgula anterior ao vocábulo “porém” poderia ser suprimida, sem qualquer prejuízo à correção gramatical.
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Temos, hoje, um número considerável de dados
formais a respeito dos hábitos, das condições de vida e
da constituição física do homem primitivo, passados ao
domínio público por meio de estudos publicados pelo
Instituto de Paleontologia Humana, de Paris, e de revistas
especializadas de todo o mundo ocidental.
Graças a tais estudos, sabemos que os
nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,
como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas
enfermidades orgânicas.
Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos
fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de
produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam
o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente
no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à
completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,
ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar
amplas inferências a respeito do tema.
Todas as partes moles do corpo e os órgãos
essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as
doenças e afecções que causam a morte, desapareceram
para sempre, deixando, assim, o pesquisador na
impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos
males físicos que vitimaram os povos mais antigos.
A existência de corpos intactos, exumados de
locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período
final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,
ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao
limiar da história.
É notório, porém, no que diz respeito à
mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a
proporção é, entre homens e mulheres, exatamente
inversa. A curta duração da vida dos homens
pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade
que se observa nos dias atuais é uma consequência do
progresso material alcançado pela humanidade.
Se fôssemos colocados nas mesmas condições
de existência dos nossos remotos antepassados, é certo
que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual
à deles.
Internet: <www.institutodoceara.org.br>
Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.
No quinto parágrafo do texto, no trecho “A existência de corpos intactos, exumados de locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período final da Idade dos Metais”, o termo “exumados”, usado em sentido literal, tem o mesmo significado que a forma desenterrados.
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Temos, hoje, um número considerável de dados
formais a respeito dos hábitos, das condições de vida e
da constituição física do homem primitivo, passados ao
domínio público por meio de estudos publicados pelo
Instituto de Paleontologia Humana, de Paris, e de revistas
especializadas de todo o mundo ocidental.
Graças a tais estudos, sabemos que os
nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,
como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas
enfermidades orgânicas.
Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos
fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de
produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam
o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente
no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à
completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,
ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar
amplas inferências a respeito do tema.
Todas as partes moles do corpo e os órgãos
essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as
doenças e afecções que causam a morte, desapareceram
para sempre, deixando, assim, o pesquisador na
impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos
males físicos que vitimaram os povos mais antigos.
A existência de corpos intactos, exumados de
locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período
final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,
ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao
limiar da história.
É notório, porém, no que diz respeito à
mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a
proporção é, entre homens e mulheres, exatamente
inversa. A curta duração da vida dos homens
pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade
que se observa nos dias atuais é uma consequência do
progresso material alcançado pela humanidade.
Se fôssemos colocados nas mesmas condições
de existência dos nossos remotos antepassados, é certo
que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual
à deles.
Internet: <www.institutodoceara.org.br>
Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.
No terceiro parágrafo, o termo “afligiam” pode ser substituído, sem prejuízo à correção gramatical, por infligia.
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formais a respeito dos hábitos, das condições de vida e
da constituição física do homem primitivo, passados ao
domínio público por meio de estudos publicados pelo
Instituto de Paleontologia Humana, de Paris, e de revistas
especializadas de todo o mundo ocidental.
Graças a tais estudos, sabemos que os
nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,
como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas
enfermidades orgânicas.
Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos
fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de
produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam
o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente
no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à
completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,
ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar
amplas inferências a respeito do tema.
Todas as partes moles do corpo e os órgãos
essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as
doenças e afecções que causam a morte, desapareceram
para sempre, deixando, assim, o pesquisador na
impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos
males físicos que vitimaram os povos mais antigos.
A existência de corpos intactos, exumados de
locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período
final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,
ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao
limiar da história.
É notório, porém, no que diz respeito à
mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a
proporção é, entre homens e mulheres, exatamente
inversa. A curta duração da vida dos homens
pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade
que se observa nos dias atuais é uma consequência do
progresso material alcançado pela humanidade.
Se fôssemos colocados nas mesmas condições
de existência dos nossos remotos antepassados, é certo
que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual
à deles.
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Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.
No quarto parágrafo, o coletivo de “partes moles do corpo” recebe o nome de tecido mole.
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da constituição física do homem primitivo, passados ao
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especializadas de todo o mundo ocidental.
Graças a tais estudos, sabemos que os
nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,
como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas
enfermidades orgânicas.
Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos
fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de
produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam
o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente
no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à
completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,
ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar
amplas inferências a respeito do tema.
Todas as partes moles do corpo e os órgãos
essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as
doenças e afecções que causam a morte, desapareceram
para sempre, deixando, assim, o pesquisador na
impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos
males físicos que vitimaram os povos mais antigos.
A existência de corpos intactos, exumados de
locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período
final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,
ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao
limiar da história.
É notório, porém, no que diz respeito à
mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a
proporção é, entre homens e mulheres, exatamente
inversa. A curta duração da vida dos homens
pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade
que se observa nos dias atuais é uma consequência do
progresso material alcançado pela humanidade.
Se fôssemos colocados nas mesmas condições
de existência dos nossos remotos antepassados, é certo
que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual
à deles.
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Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.
No início do terceiro parágrafo do texto, o vocábulo “Entretanto” poderia ser substituído por Todavia.
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especializadas de todo o mundo ocidental.
Graças a tais estudos, sabemos que os
nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,
como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas
enfermidades orgânicas.
Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos
fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de
produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam
o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente
no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à
completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,
ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar
amplas inferências a respeito do tema.
Todas as partes moles do corpo e os órgãos
essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as
doenças e afecções que causam a morte, desapareceram
para sempre, deixando, assim, o pesquisador na
impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos
males físicos que vitimaram os povos mais antigos.
A existência de corpos intactos, exumados de
locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período
final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,
ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao
limiar da história.
É notório, porém, no que diz respeito à
mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a
proporção é, entre homens e mulheres, exatamente
inversa. A curta duração da vida dos homens
pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade
que se observa nos dias atuais é uma consequência do
progresso material alcançado pela humanidade.
Se fôssemos colocados nas mesmas condições
de existência dos nossos remotos antepassados, é certo
que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual
à deles.
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Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.
No trecho “sujeitos às mais estranhas e variadas enfermidades orgânicas”, a expressão “enfermidades orgânicas” é definida como problemas de saúde que causam alterações sensíveis (que podem ser verificadas e medidas) no corpo (órgãos, tecidos ou sistemas corporais), em contraponto com as doenças de natureza mental.
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Graças a tais estudos, sabemos que os
nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,
como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas
enfermidades orgânicas.
Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos
fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de
produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam
o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente
no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à
completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,
ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar
amplas inferências a respeito do tema.
Todas as partes moles do corpo e os órgãos
essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as
doenças e afecções que causam a morte, desapareceram
para sempre, deixando, assim, o pesquisador na
impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos
males físicos que vitimaram os povos mais antigos.
A existência de corpos intactos, exumados de
locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período
final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,
ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao
limiar da história.
É notório, porém, no que diz respeito à
mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a
proporção é, entre homens e mulheres, exatamente
inversa. A curta duração da vida dos homens
pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade
que se observa nos dias atuais é uma consequência do
progresso material alcançado pela humanidade.
Se fôssemos colocados nas mesmas condições
de existência dos nossos remotos antepassados, é certo
que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual
à deles.
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Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.
No segundo parágrafo, haveria prejuízo à correção gramatical se fosse inserido um acento grave indicativo de crase em “Graças a tais estudos”, da seguinte forma: Graças à tais estudos.
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especializadas de todo o mundo ocidental.
Graças a tais estudos, sabemos que os
nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,
como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas
enfermidades orgânicas.
Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos
fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de
produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam
o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente
no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à
completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,
ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar
amplas inferências a respeito do tema.
Todas as partes moles do corpo e os órgãos
essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as
doenças e afecções que causam a morte, desapareceram
para sempre, deixando, assim, o pesquisador na
impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos
males físicos que vitimaram os povos mais antigos.
A existência de corpos intactos, exumados de
locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período
final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,
ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao
limiar da história.
É notório, porém, no que diz respeito à
mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a
proporção é, entre homens e mulheres, exatamente
inversa. A curta duração da vida dos homens
pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade
que se observa nos dias atuais é uma consequência do
progresso material alcançado pela humanidade.
Se fôssemos colocados nas mesmas condições
de existência dos nossos remotos antepassados, é certo
que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual
à deles.
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Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.
Sem prejuízo à correção gramatical do texto, a expressão “a respeito de” poderia ser substituída por a cerca de.
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