Magna Concursos

Foram encontradas 622 questões.

3700156 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

André, atualmente com 36 anos de idade, está empolgado para seu aniversário, que será comemorado no próximo dia 23 de junho.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.

Se, em determinado ano, o dia 1º de junho cair em uma segunda-feira, então o dia 23 de junho desse mesmo ano será uma quarta-feira.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700155 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

André, atualmente com 36 anos de idade, está empolgado para seu aniversário, que será comemorado no próximo dia 23 de junho.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.

A idade que André completará é um número primo.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700154 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

Temos, hoje, um número considerável de dados

formais a respeito dos hábitos, das condições de vida e

da constituição física do homem primitivo, passados ao

domínio público por meio de estudos publicados pelo

Instituto de Paleontologia Humana, de Paris, e de revistas

especializadas de todo o mundo ocidental.

Graças a tais estudos, sabemos que os

nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,

como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas

enfermidades orgânicas.

Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos

fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de

produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam

o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente

no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à

completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,

ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar

amplas inferências a respeito do tema.

Todas as partes moles do corpo e os órgãos

essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as

doenças e afecções que causam a morte, desapareceram

para sempre, deixando, assim, o pesquisador na

impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos

males físicos que vitimaram os povos mais antigos.

A existência de corpos intactos, exumados de

locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período

final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,

ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao

limiar da história.

É notório, porém, no que diz respeito à

mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a

proporção é, entre homens e mulheres, exatamente

inversa. A curta duração da vida dos homens

pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade

que se observa nos dias atuais é uma consequência do

progresso material alcançado pela humanidade.

Se fôssemos colocados nas mesmas condições

de existência dos nossos remotos antepassados, é certo

que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual

à deles.

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações).

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.

No sexto parágrafo do texto, no trecho “É notório, porém, no que diz respeito à mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a proporção é, entre homens e mulheres, exatamente inversa”, a vírgula anterior ao vocábulo “porém” poderia ser suprimida, sem qualquer prejuízo à correção gramatical.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700153 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

Temos, hoje, um número considerável de dados

formais a respeito dos hábitos, das condições de vida e

da constituição física do homem primitivo, passados ao

domínio público por meio de estudos publicados pelo

Instituto de Paleontologia Humana, de Paris, e de revistas

especializadas de todo o mundo ocidental.

Graças a tais estudos, sabemos que os

nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,

como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas

enfermidades orgânicas.

Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos

fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de

produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam

o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente

no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à

completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,

ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar

amplas inferências a respeito do tema.

Todas as partes moles do corpo e os órgãos

essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as

doenças e afecções que causam a morte, desapareceram

para sempre, deixando, assim, o pesquisador na

impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos

males físicos que vitimaram os povos mais antigos.

A existência de corpos intactos, exumados de

locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período

final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,

ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao

limiar da história.

É notório, porém, no que diz respeito à

mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a

proporção é, entre homens e mulheres, exatamente

inversa. A curta duração da vida dos homens

pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade

que se observa nos dias atuais é uma consequência do

progresso material alcançado pela humanidade.

Se fôssemos colocados nas mesmas condições

de existência dos nossos remotos antepassados, é certo

que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual

à deles.

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações).

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.

No quinto parágrafo do texto, no trecho “A existência de corpos intactos, exumados de locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período final da Idade dos Metais”, o termo “exumados”, usado em sentido literal, tem o mesmo significado que a forma desenterrados.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700152 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

Temos, hoje, um número considerável de dados

formais a respeito dos hábitos, das condições de vida e

da constituição física do homem primitivo, passados ao

domínio público por meio de estudos publicados pelo

Instituto de Paleontologia Humana, de Paris, e de revistas

especializadas de todo o mundo ocidental.

Graças a tais estudos, sabemos que os

nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,

como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas

enfermidades orgânicas.

Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos

fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de

produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam

o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente

no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à

completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,

ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar

amplas inferências a respeito do tema.

Todas as partes moles do corpo e os órgãos

essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as

doenças e afecções que causam a morte, desapareceram

para sempre, deixando, assim, o pesquisador na

impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos

males físicos que vitimaram os povos mais antigos.

A existência de corpos intactos, exumados de

locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período

final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,

ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao

limiar da história.

É notório, porém, no que diz respeito à

mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a

proporção é, entre homens e mulheres, exatamente

inversa. A curta duração da vida dos homens

pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade

que se observa nos dias atuais é uma consequência do

progresso material alcançado pela humanidade.

Se fôssemos colocados nas mesmas condições

de existência dos nossos remotos antepassados, é certo

que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual

à deles.

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações).

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.

No terceiro parágrafo, o termo “afligiam” pode ser substituído, sem prejuízo à correção gramatical, por infligia.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700151 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

Temos, hoje, um número considerável de dados

formais a respeito dos hábitos, das condições de vida e

da constituição física do homem primitivo, passados ao

domínio público por meio de estudos publicados pelo

Instituto de Paleontologia Humana, de Paris, e de revistas

especializadas de todo o mundo ocidental.

Graças a tais estudos, sabemos que os

nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,

como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas

enfermidades orgânicas.

Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos

fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de

produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam

o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente

no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à

completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,

ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar

amplas inferências a respeito do tema.

Todas as partes moles do corpo e os órgãos

essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as

doenças e afecções que causam a morte, desapareceram

para sempre, deixando, assim, o pesquisador na

impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos

males físicos que vitimaram os povos mais antigos.

A existência de corpos intactos, exumados de

locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período

final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,

ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao

limiar da história.

É notório, porém, no que diz respeito à

mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a

proporção é, entre homens e mulheres, exatamente

inversa. A curta duração da vida dos homens

pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade

que se observa nos dias atuais é uma consequência do

progresso material alcançado pela humanidade.

Se fôssemos colocados nas mesmas condições

de existência dos nossos remotos antepassados, é certo

que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual

à deles.

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações).

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.

No quarto parágrafo, o coletivo de “partes moles do corpo” recebe o nome de tecido mole.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700150 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

Temos, hoje, um número considerável de dados

formais a respeito dos hábitos, das condições de vida e

da constituição física do homem primitivo, passados ao

domínio público por meio de estudos publicados pelo

Instituto de Paleontologia Humana, de Paris, e de revistas

especializadas de todo o mundo ocidental.

Graças a tais estudos, sabemos que os

nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,

como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas

enfermidades orgânicas.

Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos

fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de

produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam

o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente

no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à

completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,

ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar

amplas inferências a respeito do tema.

Todas as partes moles do corpo e os órgãos

essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as

doenças e afecções que causam a morte, desapareceram

para sempre, deixando, assim, o pesquisador na

impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos

males físicos que vitimaram os povos mais antigos.

A existência de corpos intactos, exumados de

locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período

final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,

ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao

limiar da história.

É notório, porém, no que diz respeito à

mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a

proporção é, entre homens e mulheres, exatamente

inversa. A curta duração da vida dos homens

pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade

que se observa nos dias atuais é uma consequência do

progresso material alcançado pela humanidade.

Se fôssemos colocados nas mesmas condições

de existência dos nossos remotos antepassados, é certo

que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual

à deles.

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações).

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.

No início do terceiro parágrafo do texto, o vocábulo “Entretanto” poderia ser substituído por Todavia.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700149 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

Temos, hoje, um número considerável de dados

formais a respeito dos hábitos, das condições de vida e

da constituição física do homem primitivo, passados ao

domínio público por meio de estudos publicados pelo

Instituto de Paleontologia Humana, de Paris, e de revistas

especializadas de todo o mundo ocidental.

Graças a tais estudos, sabemos que os

nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,

como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas

enfermidades orgânicas.

Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos

fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de

produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam

o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente

no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à

completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,

ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar

amplas inferências a respeito do tema.

Todas as partes moles do corpo e os órgãos

essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as

doenças e afecções que causam a morte, desapareceram

para sempre, deixando, assim, o pesquisador na

impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos

males físicos que vitimaram os povos mais antigos.

A existência de corpos intactos, exumados de

locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período

final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,

ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao

limiar da história.

É notório, porém, no que diz respeito à

mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a

proporção é, entre homens e mulheres, exatamente

inversa. A curta duração da vida dos homens

pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade

que se observa nos dias atuais é uma consequência do

progresso material alcançado pela humanidade.

Se fôssemos colocados nas mesmas condições

de existência dos nossos remotos antepassados, é certo

que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual

à deles.

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações).

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.

No trecho “sujeitos às mais estranhas e variadas enfermidades orgânicas”, a expressão “enfermidades orgânicas” é definida como problemas de saúde que causam alterações sensíveis (que podem ser verificadas e medidas) no corpo (órgãos, tecidos ou sistemas corporais), em contraponto com as doenças de natureza mental.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700148 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

Temos, hoje, um número considerável de dados

formais a respeito dos hábitos, das condições de vida e

da constituição física do homem primitivo, passados ao

domínio público por meio de estudos publicados pelo

Instituto de Paleontologia Humana, de Paris, e de revistas

especializadas de todo o mundo ocidental.

Graças a tais estudos, sabemos que os

nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,

como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas

enfermidades orgânicas.

Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos

fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de

produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam

o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente

no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à

completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,

ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar

amplas inferências a respeito do tema.

Todas as partes moles do corpo e os órgãos

essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as

doenças e afecções que causam a morte, desapareceram

para sempre, deixando, assim, o pesquisador na

impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos

males físicos que vitimaram os povos mais antigos.

A existência de corpos intactos, exumados de

locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período

final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,

ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao

limiar da história.

É notório, porém, no que diz respeito à

mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a

proporção é, entre homens e mulheres, exatamente

inversa. A curta duração da vida dos homens

pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade

que se observa nos dias atuais é uma consequência do

progresso material alcançado pela humanidade.

Se fôssemos colocados nas mesmas condições

de existência dos nossos remotos antepassados, é certo

que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual

à deles.

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações).

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.

No segundo parágrafo, haveria prejuízo à correção gramatical se fosse inserido um acento grave indicativo de crase em “Graças a tais estudos”, da seguinte forma: Graças à tais estudos.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700147 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

Temos, hoje, um número considerável de dados

formais a respeito dos hábitos, das condições de vida e

da constituição física do homem primitivo, passados ao

domínio público por meio de estudos publicados pelo

Instituto de Paleontologia Humana, de Paris, e de revistas

especializadas de todo o mundo ocidental.

Graças a tais estudos, sabemos que os

nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,

como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas

enfermidades orgânicas.

Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos

fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de

produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam

o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente

no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à

completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,

ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar

amplas inferências a respeito do tema.

Todas as partes moles do corpo e os órgãos

essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as

doenças e afecções que causam a morte, desapareceram

para sempre, deixando, assim, o pesquisador na

impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos

males físicos que vitimaram os povos mais antigos.

A existência de corpos intactos, exumados de

locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período

final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,

ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao

limiar da história.

É notório, porém, no que diz respeito à

mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a

proporção é, entre homens e mulheres, exatamente

inversa. A curta duração da vida dos homens

pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade

que se observa nos dias atuais é uma consequência do

progresso material alcançado pela humanidade.

Se fôssemos colocados nas mesmas condições

de existência dos nossos remotos antepassados, é certo

que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual

à deles.

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações).

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.

Sem prejuízo à correção gramatical do texto, a expressão “a respeito de” poderia ser substituída por a cerca de.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas