Magna Concursos

Foram encontradas 622 questões.

3700146 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

Temos, hoje, um número considerável de dados

formais a respeito dos hábitos, das condições de vida e

da constituição física do homem primitivo, passados ao

domínio público por meio de estudos publicados pelo

Instituto de Paleontologia Humana, de Paris, e de revistas

especializadas de todo o mundo ocidental.

Graças a tais estudos, sabemos que os

nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,

como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas

enfermidades orgânicas.

Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos

fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de

produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam

o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente

no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à

completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,

ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar

amplas inferências a respeito do tema.

Todas as partes moles do corpo e os órgãos

essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as

doenças e afecções que causam a morte, desapareceram

para sempre, deixando, assim, o pesquisador na

impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos

males físicos que vitimaram os povos mais antigos.

A existência de corpos intactos, exumados de

locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período

final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,

ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao

limiar da história.

É notório, porém, no que diz respeito à

mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a

proporção é, entre homens e mulheres, exatamente

inversa. A curta duração da vida dos homens

pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade

que se observa nos dias atuais é uma consequência do

progresso material alcançado pela humanidade.

Se fôssemos colocados nas mesmas condições

de existência dos nossos remotos antepassados, é certo

que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual

à deles.

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações).

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.

Na primeira linha do texto, as vírgulas empregadas para intercalar o vocábulo “hoje” não podem ser suprimidas, sob pena de prejuízo à correção gramatical.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700145 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações).

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.

No quarto parágrafo, a separação gráfica da palavra “aninham” pode ser feita da seguinte forma: a-ni-nham.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700144 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

Temos, hoje, um número considerável de dados

formais a respeito dos hábitos, das condições de vida e

da constituição física do homem primitivo, passados ao

domínio público por meio de estudos publicados pelo

Instituto de Paleontologia Humana, de Paris, e de revistas

especializadas de todo o mundo ocidental.

Graças a tais estudos, sabemos que os

nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,

como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas

enfermidades orgânicas.

Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos

fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de

produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam

o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente

no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à

completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,

ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar

amplas inferências a respeito do tema.

Todas as partes moles do corpo e os órgãos

essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as

doenças e afecções que causam a morte, desapareceram

para sempre, deixando, assim, o pesquisador na

impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos

males físicos que vitimaram os povos mais antigos.

A existência de corpos intactos, exumados de

locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período

final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,

ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao

limiar da história.

É notório, porém, no que diz respeito à

mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a

proporção é, entre homens e mulheres, exatamente

inversa. A curta duração da vida dos homens

pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade

que se observa nos dias atuais é uma consequência do

progresso material alcançado pela humanidade.

Se fôssemos colocados nas mesmas condições

de existência dos nossos remotos antepassados, é certo

que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual

à deles.

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações).

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.

As palavras “considerável”, “longínquos” e “ruína” são grafadas com acento em razão da mesma regra de acentuação gráfica.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700143 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

Temos, hoje, um número considerável de dados

formais a respeito dos hábitos, das condições de vida e

da constituição física do homem primitivo, passados ao

domínio público por meio de estudos publicados pelo

Instituto de Paleontologia Humana, de Paris, e de revistas

especializadas de todo o mundo ocidental.

Graças a tais estudos, sabemos que os

nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,

como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas

enfermidades orgânicas.

Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos

fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de

produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam

o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente

no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à

completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,

ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar

amplas inferências a respeito do tema.

Todas as partes moles do corpo e os órgãos

essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as

doenças e afecções que causam a morte, desapareceram

para sempre, deixando, assim, o pesquisador na

impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos

males físicos que vitimaram os povos mais antigos.

A existência de corpos intactos, exumados de

locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período

final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,

ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao

limiar da história.

É notório, porém, no que diz respeito à

mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a

proporção é, entre homens e mulheres, exatamente

inversa. A curta duração da vida dos homens

pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade

que se observa nos dias atuais é uma consequência do

progresso material alcançado pela humanidade.

Se fôssemos colocados nas mesmas condições

de existência dos nossos remotos antepassados, é certo

que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual

à deles.

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações).

A respeito das ideias apresentadas no texto, julgue os itens a seguir.

Do conteúdo do quarto parágrafo do texto se depreende que “os órgãos essenciais à vida” humana, também chamados de órgãos vitais, são aqueles sem os quais o ser humano é incapaz de sobreviver, como cérebro, coração, rins, fígado e pulmões.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700142 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

Temos, hoje, um número considerável de dados

formais a respeito dos hábitos, das condições de vida e

da constituição física do homem primitivo, passados ao

domínio público por meio de estudos publicados pelo

Instituto de Paleontologia Humana, de Paris, e de revistas

especializadas de todo o mundo ocidental.

Graças a tais estudos, sabemos que os

nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,

como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas

enfermidades orgânicas.

Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos

fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de

produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam

o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente

no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à

completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,

ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar

amplas inferências a respeito do tema.

Todas as partes moles do corpo e os órgãos

essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as

doenças e afecções que causam a morte, desapareceram

para sempre, deixando, assim, o pesquisador na

impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos

males físicos que vitimaram os povos mais antigos.

A existência de corpos intactos, exumados de

locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período

final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,

ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao

limiar da história.

É notório, porém, no que diz respeito à

mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a

proporção é, entre homens e mulheres, exatamente

inversa. A curta duração da vida dos homens

pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade

que se observa nos dias atuais é uma consequência do

progresso material alcançado pela humanidade.

Se fôssemos colocados nas mesmas condições

de existência dos nossos remotos antepassados, é certo

que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual

à deles.

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações).

A respeito das ideias apresentadas no texto, julgue os itens a seguir.

De acordo com o texto, os povos pré-históricos viveram por muito mais tempo que os povos dos dias atuais.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700141 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

Temos, hoje, um número considerável de dados

formais a respeito dos hábitos, das condições de vida e

da constituição física do homem primitivo, passados ao

domínio público por meio de estudos publicados pelo

Instituto de Paleontologia Humana, de Paris, e de revistas

especializadas de todo o mundo ocidental.

Graças a tais estudos, sabemos que os

nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,

como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas

enfermidades orgânicas.

Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos

fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de

produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam

o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente

no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à

completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,

ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar

amplas inferências a respeito do tema.

Todas as partes moles do corpo e os órgãos

essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as

doenças e afecções que causam a morte, desapareceram

para sempre, deixando, assim, o pesquisador na

impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos

males físicos que vitimaram os povos mais antigos.

A existência de corpos intactos, exumados de

locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período

final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,

ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao

limiar da história.

É notório, porém, no que diz respeito à

mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a

proporção é, entre homens e mulheres, exatamente

inversa. A curta duração da vida dos homens

pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade

que se observa nos dias atuais é uma consequência do

progresso material alcançado pela humanidade.

Se fôssemos colocados nas mesmas condições

de existência dos nossos remotos antepassados, é certo

que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual

à deles.

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações).

A respeito das ideias apresentadas no texto, julgue os itens a seguir.

As ideias do texto permitem compreender que morbidade, por significar “conjunto de causas capazes de produzir uma doença”, refere-se ao número de pessoas que adoecem em determinado local e período.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700140 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

Temos, hoje, um número considerável de dados

formais a respeito dos hábitos, das condições de vida e

da constituição física do homem primitivo, passados ao

domínio público por meio de estudos publicados pelo

Instituto de Paleontologia Humana, de Paris, e de revistas

especializadas de todo o mundo ocidental.

Graças a tais estudos, sabemos que os

nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,

como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas

enfermidades orgânicas.

Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos

fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de

produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam

o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente

no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à

completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,

ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar

amplas inferências a respeito do tema.

Todas as partes moles do corpo e os órgãos

essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as

doenças e afecções que causam a morte, desapareceram

para sempre, deixando, assim, o pesquisador na

impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos

males físicos que vitimaram os povos mais antigos.

A existência de corpos intactos, exumados de

locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período

final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,

ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao

limiar da história.

É notório, porém, no que diz respeito à

mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a

proporção é, entre homens e mulheres, exatamente

inversa. A curta duração da vida dos homens

pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade

que se observa nos dias atuais é uma consequência do

progresso material alcançado pela humanidade.

Se fôssemos colocados nas mesmas condições

de existência dos nossos remotos antepassados, é certo

que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual

à deles.

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações).

A respeito das ideias apresentadas no texto, julgue os itens a seguir.

Do texto entende-se que hábitos, condições de vida e constituição física do homem pré-histórico foram divulgados por paleontólogos estrangeiros.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700139 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações).

A respeito das ideias apresentadas no texto, julgue os itens a seguir.

No texto, afirma-se que os estudiosos brasileiros conseguiram encontrar corpos inteiros e intactos de homens da Pré-História.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700138 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

Temos, hoje, um número considerável de dados

formais a respeito dos hábitos, das condições de vida e

da constituição física do homem primitivo, passados ao

domínio público por meio de estudos publicados pelo

Instituto de Paleontologia Humana, de Paris, e de revistas

especializadas de todo o mundo ocidental.

Graças a tais estudos, sabemos que os

nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,

como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas

enfermidades orgânicas.

Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos

fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de

produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam

o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente

no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à

completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,

ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar

amplas inferências a respeito do tema.

Todas as partes moles do corpo e os órgãos

essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as

doenças e afecções que causam a morte, desapareceram

para sempre, deixando, assim, o pesquisador na

impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos

males físicos que vitimaram os povos mais antigos.

A existência de corpos intactos, exumados de

locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período

final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,

ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao

limiar da história.

É notório, porém, no que diz respeito à

mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a

proporção é, entre homens e mulheres, exatamente

inversa. A curta duração da vida dos homens

pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade

que se observa nos dias atuais é uma consequência do

progresso material alcançado pela humanidade.

Se fôssemos colocados nas mesmas condições

de existência dos nossos remotos antepassados, é certo

que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual

à deles.

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações).

A respeito das ideias apresentadas no texto, julgue os itens a seguir.

Em consonância com o texto, havia muitas doenças que afligiam o homem primitivo.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3700137 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
Provas:

Temos, hoje, um número considerável de dados

formais a respeito dos hábitos, das condições de vida e

da constituição física do homem primitivo, passados ao

domínio público por meio de estudos publicados pelo

Instituto de Paleontologia Humana, de Paris, e de revistas

especializadas de todo o mundo ocidental.

Graças a tais estudos, sabemos que os

nossos longínquos ancestrais europeus estiveram,

como nós, sujeitos às mais estranhas e variadas

enfermidades orgânicas.

Entretanto, os diagnósticos retrospectivos dos

fenômenos de morbidade (conjunto de causas capazes de

produzir uma doença, por tempo e período) que afligiam

o homem das primeiras idades firmam‑se unicamente

no exame de algumas peças ósseas acaso poupadas à

completa ruína e capazes de fornecer apenas indícios,

ainda muito incompletos e pouco seguros para autorizar

amplas inferências a respeito do tema.

Todas as partes moles do corpo e os órgãos

essenciais à vida, onde ordinariamente se aninham as

doenças e afecções que causam a morte, desapareceram

para sempre, deixando, assim, o pesquisador na

impossibilidade absoluta de conhecer a maioria dos

males físicos que vitimaram os povos mais antigos.

A existência de corpos intactos, exumados de

locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período

final da Idade dos Metais (último período da Pré‑História,

ocorrido entre 3.000 a.C. e 1.000 a.C.) e, portanto, ao

limiar da história.

É notório, porém, no que diz respeito à

mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a

proporção é, entre homens e mulheres, exatamente

inversa. A curta duração da vida dos homens

pré‑históricos é um fato natural, enquanto a longevidade

que se observa nos dias atuais é uma consequência do

progresso material alcançado pela humanidade.

Se fôssemos colocados nas mesmas condições

de existência dos nossos remotos antepassados, é certo

que a média de nossas vidas seria perfeitamente igual

à deles.

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações).

A respeito das ideias apresentadas no texto, julgue os itens a seguir.

Segundo o texto, foi possível aos estudiosos estimar com precisão a morbidade dos nossos ancestrais.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas