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Foram encontradas 40 questões.

1137771 Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IESES
Orgão: CRM-SC
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Quanto à estrutura dos Atos, são classificados em:
 

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1137770 Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IESES
Orgão: CRM-SC
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Assinale a alternativa que corresponde ao conceito de: Serviço autônomo, criado por lei específica, com personalidade jurídica de direito público, patrimônio e receitas próprios, que requeiram, para seu melhor funcionamento, gestão administrativa e financeira descentralizada.
 

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1137769 Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IESES
Orgão: CRM-SC
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Os conselhos Profissionais são considerados:
 

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1137768 Ano: 2018
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IESES
Orgão: CRM-SC
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O conjunto numérico {... -3, -2, -1, 1, 2, 3, ...} pode ser representado por:
 

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1137767 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: IESES
Orgão: CRM-SC
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Conforme a Lei 3.268, de 30 de setembro de 1957, Art . 5º, são algumas atribuições do Conselho Federal, EXCETO:
 

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1137766 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: IESES
Orgão: CRM-SC
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A Lei 11.000 de 15/12/2004, Altera dispositivos da Lei 3.268, de 30 de setembro de 1957, que dispõe sobre os Conselhos de Medicina, e dá outras providências. Art. 1º Os arts. 4º e 5º da Lei 3.268, de 30 de setembro de 1957, passam a vigorar com as seguintes alterações: Art. 4º O Conselho Federal de Medicina compor-se-á de:
 

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1137765 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: IESES
Orgão: CRM-SC
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Joaquim tem uma renda de R$ 80,00 por dia de trabalho. Se num mês de 30 dias ele gastar diariamente R$ 40,00 e não trabalhar em apenas 5 dias, quanto ele conseguirá poupar neste mês?
 

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1137759 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: IESES
Orgão: CRM-SC
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Um automóvel percorre a distância entre as cidades A e B com velocidade média de 80 km/h levando 4 horas e 20 minutos. Qual é a velocidade que ele deveria manter para percorrer a mesma distância em 3 horas e 40 minutos?
 

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1137758 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: CRM-SC
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Leia o texto a seguir para responder a questão sobre seu conteúdo.
A moça em prantos
O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho, nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o seu poema mais conhecido. Não sendo poeta, encontrei não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta crônica.
Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças podiam e deviam chorar, tinham motivos bastante para isso, desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de existência até a inexpugnável barreira dos “não pode”, que emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.
Um adulto chorando era incompreensível para mim, um acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois os adultos podiam tudo e tudo lhes é permitido. E a moça era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.
E chorava. Não abrindo o berreiro como as crianças, mas dolorosamente, e na certa misturando motivos.
Mesmo assim fiquei imaginando a causa do seu pranto. Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?
Vi muita gente chorando depois, homens feitos, mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos, repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos fazer outras coisas. A moça que chorava não se escondera, chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar chorando. Devia apenas estar muito triste porque misturava todos os motivos para a sua tristeza.
(Carlos Heitor Cony, Folha de São Paulo, 04/05/2003)
Em: “Faltara à escola” temo o uso da crase. Assinale a alternativa em que o uso da crase esteja INCORRETO:
 

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1137755 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: CRM-SC
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Leia o texto a seguir para responder a questão sobre seu conteúdo.
A moça em prantos
O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho, nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o seu poema mais conhecido. Não sendo poeta, encontrei não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta crônica.
Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças podiam e deviam chorar, tinham motivos bastante para isso, desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de existência até a inexpugnável barreira dos “não pode”, que emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.
Um adulto chorando era incompreensível para mim, um acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois os adultos podiam tudo e tudo lhes é permitido. E a moça era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.
E chorava. Não abrindo o berreiro como as crianças, mas dolorosamente, e na certa misturando motivos.
Mesmo assim fiquei imaginando a causa do seu pranto. Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?
Vi muita gente chorando depois, homens feitos, mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos, repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos fazer outras coisas. A moça que chorava não se escondera, chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar chorando. Devia apenas estar muito triste porque misturava todos os motivos para a sua tristeza.
(Carlos Heitor Cony, Folha de São Paulo, 04/05/2003)
Assinale a alternativa cujas palavras são acentuadas pela mesma regra de INEXPUGNÁVEL:
 

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