Foram encontradas 40 questões.
Leia o texto a seguir para responder a questão sobre seu conteúdo.
A moça em prantos
O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho,
nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o
seu poema mais conhecido. Não sendo poeta, encontrei
não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não
só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não
me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta
crônica.
Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu
devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças
podiam e deviam chorar, tinham motivos bastante para isso,
desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de
existência até a inexpugnável barreira dos “não pode”, que
emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.
Um adulto chorando era incompreensível para mim, um
acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois
os adultos podiam tudo e tudo lhes é permitido. E a moça
era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse
realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.
E chorava. Não abrindo o berreiro como as crianças, mas
dolorosamente, e na certa misturando motivos.
Mesmo assim fiquei imaginando a causa do seu pranto.
Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora
proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta
e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?
Vi muita gente chorando depois, homens feitos,
mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos,
repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para
poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria
feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um
bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos
fazer outras coisas. A moça que chorava não se escondera,
chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar
chorando. Devia apenas estar muito triste porque misturava
todos os motivos para a sua tristeza.
(Carlos Heitor Cony, Folha de São Paulo, 04/05/2003)
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A moça em prantos
O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho,
nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o
seu poema mais conhecido. Não sendo poeta, encontrei
não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não
só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não
me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta
crônica.
Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu
devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças
podiam e deviam chorar, tinham motivos bastante para isso,
desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de
existência até a inexpugnável barreira dos “não pode”, que
emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.
Um adulto chorando era incompreensível para mim, um
acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois
os adultos podiam tudo e tudo lhes é permitido. E a moça
era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse
realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.
E chorava. Não abrindo o berreiro como as crianças, mas
dolorosamente, e na certa misturando motivos.
Mesmo assim fiquei imaginando a causa do seu pranto.
Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora
proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta
e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?
Vi muita gente chorando depois, homens feitos,
mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos,
repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para
poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria
feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um
bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos
fazer outras coisas. A moça que chorava não se escondera,
chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar
chorando. Devia apenas estar muito triste porque misturava
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(Carlos Heitor Cony, Folha de São Paulo, 04/05/2003)
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A moça em prantos
O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho,
nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o
seu poema mais conhecido. Não sendo poeta, encontrei
não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não
só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não
me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta
crônica.
Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu
devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças
podiam e deviam chorar, tinham motivos bastante para isso,
desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de
existência até a inexpugnável barreira dos “não pode”, que
emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.
Um adulto chorando era incompreensível para mim, um
acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois
os adultos podiam tudo e tudo lhes é permitido. E a moça
era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse
realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.
E chorava. Não abrindo o berreiro como as crianças, mas
dolorosamente, e na certa misturando motivos.
Mesmo assim fiquei imaginando a causa do seu pranto.
Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora
proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta
e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?
Vi muita gente chorando depois, homens feitos,
mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos,
repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para
poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria
feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um
bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos
fazer outras coisas. A moça que chorava não se escondera,
chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar
chorando. Devia apenas estar muito triste porque misturava
todos os motivos para a sua tristeza.
(Carlos Heitor Cony, Folha de São Paulo, 04/05/2003)
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- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
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O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho,
nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o
seu poema mais conhecido. Não sendo poeta, encontrei
não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não
só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não
me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta
crônica.
Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu
devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças
podiam e deviam chorar, tinham motivos bastante para isso,
desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de
existência até a inexpugnável barreira dos “não pode”, que
emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.
Um adulto chorando era incompreensível para mim, um
acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois
os adultos podiam tudo e tudo lhes é permitido. E a moça
era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse
realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.
E chorava. Não abrindo o berreiro como as crianças, mas
dolorosamente, e na certa misturando motivos.
Mesmo assim fiquei imaginando a causa do seu pranto.
Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora
proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta
e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?
Vi muita gente chorando depois, homens feitos,
mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos,
repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para
poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria
feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um
bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos
fazer outras coisas. A moça que chorava não se escondera,
chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar
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(Carlos Heitor Cony, Folha de São Paulo, 04/05/2003)
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O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho,
nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o
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não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não
só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não
me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta
crônica.
Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu
devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças
podiam e deviam chorar, tinham motivos bastante para isso,
desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de
existência até a inexpugnável barreira dos “não pode”, que
emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.
Um adulto chorando era incompreensível para mim, um
acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois
os adultos podiam tudo e tudo lhes é permitido. E a moça
era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse
realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.
E chorava. Não abrindo o berreiro como as crianças, mas
dolorosamente, e na certa misturando motivos.
Mesmo assim fiquei imaginando a causa do seu pranto.
Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora
proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta
e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?
Vi muita gente chorando depois, homens feitos,
mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos,
repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para
poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria
feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um
bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos
fazer outras coisas. A moça que chorava não se escondera,
chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar
chorando. Devia apenas estar muito triste porque misturava
todos os motivos para a sua tristeza.
(Carlos Heitor Cony, Folha de São Paulo, 04/05/2003)
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O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho,
nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o
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não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não
só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não
me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta
crônica.
Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu
devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças
podiam e deviam chorar, tinham motivos bastante para isso,
desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de
existência até a inexpugnável barreira dos “não pode”, que
emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.
Um adulto chorando era incompreensível para mim, um
acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois
os adultos podiam tudo e tudo lhes é permitido. E a moça
era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse
realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.
E chorava. Não abrindo o berreiro como as crianças, mas
dolorosamente, e na certa misturando motivos.
Mesmo assim fiquei imaginando a causa do seu pranto.
Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora
proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta
e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?
Vi muita gente chorando depois, homens feitos,
mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos,
repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para
poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria
feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um
bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos
fazer outras coisas. A moça que chorava não se escondera,
chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar
chorando. Devia apenas estar muito triste porque misturava
todos os motivos para a sua tristeza.
(Carlos Heitor Cony, Folha de São Paulo, 04/05/2003)
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O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho,
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não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não
só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não
me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta
crônica.
Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu
devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças
podiam e deviam chorar, tinham motivos bastante para isso,
desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de
existência até a inexpugnável barreira dos “não pode”, que
emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.
Um adulto chorando era incompreensível para mim, um
acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois
os adultos podiam tudo e tudo lhes é permitido. E a moça
era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse
realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.
E chorava. Não abrindo o berreiro como as crianças, mas
dolorosamente, e na certa misturando motivos.
Mesmo assim fiquei imaginando a causa do seu pranto.
Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora
proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta
e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?
Vi muita gente chorando depois, homens feitos,
mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos,
repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para
poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria
feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um
bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos
fazer outras coisas. A moça que chorava não se escondera,
chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar
chorando. Devia apenas estar muito triste porque misturava
todos os motivos para a sua tristeza.
(Carlos Heitor Cony, Folha de São Paulo, 04/05/2003)
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O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho,
nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o
seu poema mais conhecido. Não sendo poeta, encontrei
não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não
só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não
me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta
crônica.
Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu
devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças
podiam e deviam chorar, tinham motivos bastante para isso,
desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de
existência até a inexpugnável barreira dos “não pode”, que
emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.
Um adulto chorando era incompreensível para mim, um
acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois
os adultos podiam tudo e tudo lhes é permitido. E a moça
era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse
realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.
E chorava. Não abrindo o berreiro como as crianças, mas
dolorosamente, e na certa misturando motivos.
Mesmo assim fiquei imaginando a causa do seu pranto.
Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora
proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta
e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?
Vi muita gente chorando depois, homens feitos,
mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos,
repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para
poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria
feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um
bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos
fazer outras coisas. A moça que chorava não se escondera,
chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar
chorando. Devia apenas estar muito triste porque misturava
todos os motivos para a sua tristeza.
(Carlos Heitor Cony, Folha de São Paulo, 04/05/2003)
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Uma aplicação financeira de $ 2.600,00 gerou o
montante de $ 3.640,00 no regime dos juros simples.
Sabendo-se que a taxa de juros empregada foi de 48%
ao ano, pergunta-se qual foi o prazo da aplicação?
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Questão presente nas seguintes provas
Uma aplicação financeira de R$ 2.700,00 foi feita a taxa
de juros simples de 3,5% ao mês pelo período de 4
meses. Determine o valor do montante:
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