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Foram encontradas 40 questões.

770427 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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Para responder à questão, considere a frase abaixo, retirada do texto, e as assertivas que seguem.
A descrença banal na loucura alheia
O ano de 1968 tornou-se um marco para a definição de uma nova era no campo dos costumes. Depois de maio, a revolução sexual, a horizontalização da autoridade, a docilização do poder e a feminilização da cultura, que antes ocupavam um lugar periférico, tornam-se gradualmente a nossa nova forma de vida. Mas esta nova norma do desejo continha uma tese que foi sendo gradualmente esquecida ou integrada, ou seja, de que a loucura teria de ser escutada, porque ela tinha algo a dizer. Naquele momento a loucura era uma espécie de estilo de vida, meio beatnick, meio rock; meio alternativo, meio marginal. A loucura tinha uma face antropológica com um pé na Índia e outro nos habitantes de outros planetas. Feita de estados alterados de consciência, ela falava poeticamente, na voz dos excluídos, dos malditos e dos apocalípticos.
Em menos de 50 anos a loucura tornou-se novamente a psicose, a depressão, o pânico e as drogadições. Ela normalizou-se a tal ponto que uma vida sem loucura, no trabalho ou na política, no trânsito ou no amor, tornou-se uma vida sem sal. Com isso nossa cobiça pela adequação começou a crescer. Destituída de sua utopia e de sua potência transformativa, a loucura foi reduzida a loucura alheia, a uma diferença intolerável no modo de pensar. Lacan se perguntava por que um neurótico obsessivo não consegue ter nenhuma intuição de sua própria loucura quando encontrava outro neurótico obsessivo. Talvez isso exprima uma lei mais geral de que faz parte da loucura que ela não consiga se reconhecer fora de si mesma. Nossa paixão mais inútil pela identidade exclui do cálculo cotidiano que a loucura existe. Tornamo-nos tão obcecados pela lei que acreditamos que todos se relacionam com ela exatamente como nós.
Em meio a este tempo de organização de minorias em torno de modalidades de sofrimento e segregação, do feminino à negritude, da diversidade cultural ao respeito pelos animais considerando a iniquidade na distribuição de bens simbólicos e materiais da diversidade étnica à diversidade, é uma pena que a loucura tenha tão pouca expressão política entre as minorias. Isso mostra a indignidade normalopática a que se reduziu nossa situação. Não falo apenas do preconceito contra a doença mental, que permanece quase intocada em nossas pautas de reocupação do espaço público, em nosso debate ético e em nossas políticas de educação. É que parece ser próprio da loucura que ela seja antes de tudo do outro, como desqualificativo, e depois de tudo algo que não tem existência própria. O dito comum do preconceito na matéria afirma em coro: “É só falta de educação, ‘chilique’ que não rasga dinheiro. Folgados que adoram ‘se fazer de vítima’. Fraqueza moral de quem não tem fé ou força de vontade. Gente que quer chamar atenção.” Normais são apenas as limitações e obrigações “irracionais” que nós mesmos nos concedemos e nos impomos. Essa é a única loucura que tem direito à proteção e ao abrigo.
Aqueles que já atenderam pessoas com um sintoma como a cleptomania podem dizer como nossa cultura policial simplesmente descredita da existência desta forma de loucura. O mesmo para os pais de tantas anoréxicas, psicóticos e autistas. Idem para o pânico verdadeiro, para a depressão consolidada, para os delirantes alucinados, para os acumuladores, maníacos por compras ou sexo. O que dizer então das pequenas loucuras como não urinar em banheiros públicos, não falar com estranhos, não se permitir usar certas roupas. No quadro geral todas as loucuras se equivalem, mas isso não deveria nos eximir de reconhecer sua existência. Quando se trata de loucura, o único universal é que somos todos exceções.
(Fonte: Texto adaptado – Revista Mente & Cérebro – setembro/2015)
Analise as seguintes propostas de alteração de palavras do texto:
I. ‘continha’ por ‘possuía’.
II. ‘Destituída’ por ‘privada’.
III. ‘atenderam’ por ‘prestaram auxílio’.
Quais provocam necessidade de alterações sintáticas?
 

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767220 Ano: 2015
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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Analise as seguintes assertivas sobre o jus variandi no contrato de trabalho:
I. O empregador pode, unilateralmente, alterar condições essenciais de trabalho contidas no contrato de trabalho, ainda que eventualmente venha a implicar restrições aos direitos do empregado.
II. É ilícita a determinação para que o empregado deixe o exercício de função de confiança e retorne a ocupar o cargo efetivo.
III. O empregado transferido do período noturno para o período diurno perde o direito ao adicional noturno.
Quais estão corretas?
 

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761961 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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A descrença banal na loucura alheia

O ano de 1968 tornou-se um marco para a definição de uma nova era no campo dos costumes. Depois de maio, a revolução sexual, a horizontalização da autoridade, a docilização do poder e a feminilização da cultura, que antes ocupavam um lugar periférico, tornam-se gradualmente a nossa nova forma de vida. Mas esta nova norma do desejo continha uma tese que foi sendo gradualmente esquecida ou integrada, ou seja, de que a loucura teria de ser escutada, porque ela tinha algo a dizer. Naquele momento a loucura era uma espécie de estilo de vida, meio beatnick, meio rock; meio alternativo, meio marginal. A loucura tinha uma face antropológica com um pé na Índia e outro nos habitantes de outros planetas. Feita de estados alterados de consciência, ela falava poeticamente, na voz dos excluídos, dos malditos e dos apocalípticos.

Em menos de 50 anos a loucura tornou-se novamente a psicose, a depressão, o pânico e as drogadições. Ela normalizou-se a tal ponto que uma vida sem loucura, no trabalho ou na política, no trânsito ou no amor, tornou-se uma vida sem sal. Com isso nossa cobiça pela adequação começou a crescer. Destituída de sua utopia e de sua potência transformativa, a loucura foi reduzida a loucura alheia, a uma diferença intolerável no modo de pensar. Lacan se perguntava por que um neurótico obsessivo não consegue ter nenhuma intuição de sua própria loucura quando encontrava outro neurótico obsessivo. Talvez isso exprima uma lei mais geral de que faz parte da loucura que ela não consiga se reconhecer fora de si mesma. Nossa paixão mais inútil pela identidade exclui do cálculo cotidiano que a loucura existe. Tornamo-nos tão obcecados pela lei que acreditamos que todos se relacionam com ela exatamente como nós.

Em meio a este tempo de organização de minorias em torno de modalidades de sofrimento e segregação, do feminino à negritude, da diversidade cultural ao respeito pelos animais considerando a iniquidade na distribuição de bens simbólicos e materiais da diversidade étnica à diversidade, é uma pena que a loucura tenha tão pouca expressão política entre as minorias. Isso mostra a indignidade normalopática a que se reduziu nossa situação. Não falo apenas do preconceito contra a doença mental, que permanece quase intocada em nossas pautas de reocupação do espaço público, em nosso debate ético e em nossas políticas de educação. É que parece ser próprio da loucura que ela seja antes de tudo do outro, como desqualificativo, e depois de tudo algo que não tem existência própria. O dito comum do preconceito na matéria afirma em coro: “É só falta de educação, ‘chilique’ que não rasga dinheiro. Folgados que adoram ‘se fazer de vítima’. Fraqueza moral de quem não tem fé ou força de vontade. Gente que quer chamar atenção.” Normais são apenas as limitações e obrigações “irracionais” que nós mesmos nos concedemos e nos impomos. Essa é a única loucura que tem direito à proteção e ao abrigo.

Aqueles que já atenderam pessoas com um sintoma como a cleptomania podem dizer como nossa cultura policial simplesmente descredita da existência desta forma de loucura. O mesmo para os pais de tantas anoréxicas, psicóticos e autistas. Idem para o pânico verdadeiro, para a depressão consolidada, para os delirantes alucinados, para os acumuladores, maníacos por compras ou sexo. O que dizer então das pequenas loucuras como não urinar em banheiros públicos, não falar com estranhos, não se permitir usar certas roupas. No quadro geral todas as loucuras se equivalem, mas isso não deveria nos eximir de reconhecer sua existência. Quando se trata de loucura, o único universal é que somos todos exceções.

(Fonte: Texto adaptado – Revista Mente & Cérebro – setembro/2015)

Analise as afirmações feitas sobre o processo de formação de palavras:

I. A palavra ‘desqualificativo’ é formada por parassíntese, através da adição dos fixos des- e -ivo.

II. ‘cleptomania’ é formada por composição por justaposição.

III. Em ‘verdadeiro’, há um processo de derivação sufixal, com a adição do afixo -eiro.

Quais estão INCORRETAS?

 

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758538 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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Em relação aos Direitos Políticos, é correto afirmar que:

 

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757943 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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A negação da sentença categórica Alguns brasileiros são motoristas é equivalente a:
 

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757794 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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Para responder à questão, considere a frase abaixo, retirada do texto, e as assertivas que seguem.
A descrença banal na loucura alheia
O ano de 1968 tornou-se um marco para a definição de uma nova era no campo dos costumes. Depois de maio, a revolução sexual, a horizontalização da autoridade, a docilização do poder e a feminilização da cultura, que antes ocupavam um lugar periférico, tornam-se gradualmente a nossa nova forma de vida. Mas esta nova norma do desejo continha uma tese que foi sendo gradualmente esquecida ou integrada, ou seja, de que a loucura teria de ser escutada, porque ela tinha algo a dizer. Naquele momento a loucura era uma espécie de estilo de vida, meio beatnick, meio rock; meio alternativo, meio marginal. A loucura tinha uma face antropológica com um pé na Índia e outro nos habitantes de outros planetas. Feita de estados alterados de consciência, ela falava poeticamente, na voz dos excluídos, dos malditos e dos apocalípticos.
Em menos de 50 anos a loucura tornou-se novamente a psicose, a depressão, o pânico e as drogadições. Ela normalizou-se a tal ponto que uma vida sem loucura, no trabalho ou na política, no trânsito ou no amor, tornou-se uma vida sem sal. Com isso nossa cobiça pela adequação começou a crescer. Destituída de sua utopia e de sua potência transformativa, a loucura foi reduzida a loucura alheia, a uma diferença intolerável no modo de pensar. Lacan se perguntava por que um neurótico obsessivo não consegue ter nenhuma intuição de sua própria loucura quando encontrava outro neurótico obsessivo. Talvez isso exprima uma lei mais geral de que faz parte da loucura que ela não consiga se reconhecer fora de si mesma. Nossa paixão mais inútil pela identidade exclui do cálculo cotidiano que a loucura existe. Tornamo-nos tão obcecados pela lei que acreditamos que todos se relacionam com ela exatamente como nós.
Em meio a este tempo de organização de minorias em torno de modalidades de sofrimento e segregação, do feminino à negritude, da diversidade cultural ao respeito pelos animais considerando a iniquidade na distribuição de bens simbólicos e materiais da diversidade étnica à diversidade, é uma pena que a loucura tenha tão pouca expressão política entre as minorias. Isso mostra a indignidade normalopática a que se reduziu nossa situação. Não falo apenas do preconceito contra a doença mental, que permanece quase intocada em nossas pautas de reocupação do espaço público, em nosso debate ético e em nossas políticas de educação. É que parece ser próprio da loucura que ela seja antes de tudo do outro, como desqualificativo, e depois de tudo algo que não tem existência própria. O dito comum do preconceito na matéria afirma em coro: “É só falta de educação, ‘chilique’ que não rasga dinheiro. Folgados que adoram ‘se fazer de vítima’. Fraqueza moral de quem não tem fé ou força de vontade. Gente que quer chamar atenção.” Normais são apenas as limitações e obrigações “irracionais” que nós mesmos nos concedemos e nos impomos. Essa é a única loucura que tem direito à proteção e ao abrigo.
Aqueles que já atenderam pessoas com um sintoma como a cleptomania podem dizer como nossa cultura policial simplesmente descredita da existência desta forma de loucura. O mesmo para os pais de tantas anoréxicas, psicóticos e autistas. Idem para o pânico verdadeiro, para a depressão consolidada, para os delirantes alucinados, para os acumuladores, maníacos por compras ou sexo. O que dizer então das pequenas loucuras como não urinar em banheiros públicos, não falar com estranhos, não se permitir usar certas roupas. No quadro geral todas as loucuras se equivalem, mas isso não deveria nos eximir de reconhecer sua existência. Quando se trata de loucura, o único universal é que somos todos exceções.
(Fonte: Texto adaptado – Revista Mente & Cérebro – setembro/2015)
Analise as assertivas abaixo sobre as ideias contidas no texto:
I. Quase 50 anos depois da revolução de 1968, a loucura passou a ser vista como um modo de vida válido e seguido pela maior parte da população.
II. Lacan questionava-se o motivo pelo qual as pessoas ditas loucas não conseguiam reconhecer a loucura nas outras pessoas.
III. De uma maneira geral, a única afirmação que pode ser feita é a de que todos temos algum nível de loucura.
Quais estão INCORRETAS?
 

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757734 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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Para que serve o atalho Ctrl+Shift+Del no Google Chrome 46?
 

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750306 Ano: 2015
Disciplina: Direito Empresarial (Comercial)
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
Provas:
A recuperação econômica será convolada em falência quando:
 

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749853 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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A descrença banal na loucura alheia
O ano de 1968 tornou-se um marco para a definição de uma nova era no campo dos costumes. Depois de maio, a revolução sexual, a horizontalização da autoridade, a docilização do poder e a feminilização da cultura, que antes ocupavam um lugar periférico, tornam-se gradualmente a nossa nova forma de vida. Mas esta nova norma do desejo continha uma tese que foi sendo gradualmente esquecida ou integrada, ou seja, de que a loucura teria de ser escutada, porque ela tinha algo a dizer. Naquele momento a loucura era uma espécie de estilo de vida, meio beatnick, meio rock; meio alternativo, meio marginal. A loucura tinha uma face antropológica com um pé na Índia e outro nos habitantes de outros planetas. Feita de estados alterados de consciência, ela falava poeticamente, na voz dos excluídos, dos malditos e dos apocalípticos.
Em menos de 50 anos a loucura tornou-se novamente a psicose, a depressão, o pânico e as drogadições. Ela normalizou-se a tal ponto que uma vida sem loucura, no trabalho ou na política, no trânsito ou no amor, tornou-se uma vida sem sal. Com isso nossa cobiça pela adequação começou a crescer. Destituída de sua utopia e de sua potência transformativa, a loucura foi reduzida a loucura alheia, a uma diferença intolerável no modo de pensar. Lacan se perguntava por que um neurótico obsessivo não consegue ter nenhuma intuição de sua própria loucura quando encontrava outro neurótico obsessivo. Talvez isso exprima uma lei mais geral de que faz parte da loucura que ela não consiga se reconhecer fora de si mesma. Nossa paixão mais inútil pela identidade exclui do cálculo cotidiano que a loucura existe. Tornamo-nos tão obcecados pela lei que acreditamos que todos se relacionam com ela exatamente como nós.
Em meio a este tempo de organização de minorias em torno de modalidades de sofrimento e segregação, do feminino à negritude, da diversidade cultural ao respeito pelos animais considerando a iniquidade na distribuição de bens simbólicos e materiais da diversidade étnica à diversidade, é uma pena que a loucura tenha tão pouca expressão política entre as minorias. Isso mostra a indignidade normalopática a que se reduziu nossa situação. Não falo apenas do preconceito contra a doença mental, que permanece quase intocada em nossas pautas de reocupação do espaço público, em nosso debate ético e em nossas políticas de educação. É que parece ser próprio da loucura que ela seja antes de tudo do outro, como desqualificativo, e depois de tudo algo que não tem existência própria. O dito comum do preconceito na matéria afirma em coro: “É só falta de educação, ‘chilique’ que não rasga dinheiro. Folgados que adoram ‘se fazer de vítima’. Fraqueza moral de quem não tem fé ou força de vontade. Gente que quer chamar atenção.” Normais são apenas as limitações e obrigações “irracionais” que nós mesmos nos concedemos e nos impomos. Essa é a única loucura que tem direito à proteção e ao abrigo.
Aqueles que já atenderam pessoas com um sintoma como a cleptomania podem dizer como nossa cultura policial simplesmente descredita da existência desta forma de loucura. O mesmo para os pais de tantas anoréxicas, psicóticos e autistas. Idem para o pânico verdadeiro, para a depressão consolidada, para os delirantes alucinados, para os acumuladores, maníacos por compras ou sexo. O que dizer então das pequenas loucuras como não urinar em banheiros públicos, não falar com estranhos, não se permitir usar certas roupas. No quadro geral todas as loucuras se equivalem, mas isso não deveria nos eximir de reconhecer sua existência. Quando se trata de loucura, o único universal é que somos todos exceções.
(Fonte: Texto adaptado – Revista Mente & Cérebro – setembro/2015)
Analise as afirmações que são feitas sobre a expressão ‘docilização do poder’:
I. A expressão pode ser considerada uma metonímia, pois consiste no uso de uma palavra fora do seu contexto semântico normal.
II. A palavra ‘docilização’ significa que o poder tornou-se algo dócil, fácil de conduzir, guiar.
III. ‘docilização’ é uma derivação de ‘docilizar’, mas esse verbo não existe em língua portuguesa e foi inventada pelo autor do texto.
Quais estão corretas?
 

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746164 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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Para a resolução da questão desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem na resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e resposta de algumas questões, existem palavras que foram digitadas entre aspas, apenas para destacá-las. Nesse caso, para resolver a questão, desconsidere as aspas e atente somente para o texto propriamente dito; e (5) para resolver as questões desta prova considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras da questão, se houver.
Para responder à questão, observe a Figura.
Enunciado 746164-1
Figura: Utilização do Microsoft Excel 2013
Caso a fórmula =SOMA(A1:D3)-MÉDIA(A2:D2) seja colocada em C4, o resultado o mostrado será:
 

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