Foram encontradas 175 questões.
Quanto aos anagramas da palavra EUFORIA, julgue o item.
O número de anagramas que possuem as vogais e as consoantes juntas é um quadrado perfeito.
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Quanto aos anagramas da palavra EUFORIA, julgue o item.
!$ \dfrac{1}{840} !$desses anagramas possui as letras FURIA juntas e nessa ordem.
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Quanto aos anagramas da palavra EUFORIA, julgue o item.
Podem ser formados 5.040 anagramas.
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Sendo !$ A=\begin{pmatrix} 1 & 0 & 2 \\ 0 & 3 & 0 \\2 & 0 & 5 \end{pmatrix} !$ e !$ B=\begin{pmatrix} 2 & 0 & 4 \\ 0 & 6 & 0 \\4 & 0 & 10 \end{pmatrix} !$, julgue o item.
Sorteando-se um elemento de A ao acaso, a probabilidade de que o elemento seja nulo é maior que 45%.
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Sendo !$ A=\begin{pmatrix} 1 & 0 & 2 \\ 0 & 3 & 0 \\2 & 0 & 5 \end{pmatrix} !$ e !$ B=\begin{pmatrix} 2 & 0 & 4 \\ 0 & 6 & 0 \\4 & 0 & 10 \end{pmatrix} !$, julgue o item.
AB = BA.
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Sendo !$ A=\begin{pmatrix} 1 & 0 & 2 \\ 0 & 3 & 0 \\2 & 0 & 5 \end{pmatrix} !$ e !$ B=\begin{pmatrix} 2 & 0 & 4 \\ 0 & 6 & 0 \\4 & 0 & 10 \end{pmatrix} !$, julgue o item.
det B=2detA.
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Sendo !$ A=\begin{pmatrix} 1 & 0 & 2 \\ 0 & 3 & 0 \\2 & 0 & 5 \end{pmatrix} !$ e !$ B=\begin{pmatrix} 2 & 0 & 4 \\ 0 & 6 & 0 \\4 & 0 & 10 \end{pmatrix} !$, julgue o item.
!$ A=\dfrac{1}{2} B. !$
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Na feira, a gorda senhora protestou a altos brados:
— Isto é um assalto!
Houve um rebuliço. Os que estavam perto fugiram. Alguém, correndo, foi chamar o guarda. Um minuto depois, a rua inteira, atravancada, mas provida de admirável serviço de comunicação espontânea, sabia que se estava perpetrando um assalto ao banco. Mas que banco? Havia banco naquela rua? Evidente que sim, pois do contrário como poderia ser assaltado?
— Um assalto! Um assalto! — a senhora continuava a exclamar, e quem não tinha escutado escutou, multiplicando a notícia. Aquela voz subindo do mar de barracas e legumes era como a própria sirena policial, documentando, por seu uivo, a ocorrência grave, que fatalmente se estaria consumando ali, na claridade do dia, sem que ninguém pudesse evitá-la.
— Olha o assalto! Tem um assalto ali adiante!
O ônibus na rua transversal parou para assuntar. Passageiros ergueram-se, puseram o nariz para fora. Não se via nada. O motorista desceu, desceu o trocador. Então os passageiros também acharam de bom alvitre abandonar o veículo, na ânsia de saber, que vem movendo o homem desde a idade da pedra até a idade do módulo lunar.
Outros ônibus pararam, a rua entupiu.
— Melhor. Todas as ruas estão bloqueadas. Assim eles não podem dar no pé.
— É uma mulher que chefia o bando.
— Já sei. A tal dondoca loura.
— A loura assalta em São Paulo. Aqui é a morena.
— Uma gorda. Está de metralhadora. Eu vi.
Na confusão, circularam notícias diversas. Barracas derrubadas assinalavam o ímpeto da convulsão coletiva. Era preciso abrir caminho a todo custo. No rumo do assalto, para ver, e no rumo do contrário, para escapar. Que assalto era esse, dilatado no tempo, repetido, confuso?
A senhora gorda apareceu, muito vermelha, protestando sempre:
— É um assalto! Chuchu por aquele preço é um verdadeiro assalto!
Carlos Drummond de Andrade. Assalto. In: 70 historinhas.
Companhia das Letras, 2016 (com adaptações).
Acerca dos aspectos gramaticais do texto, julgue o item.
No texto, não há referente explícito para o pronome “eles”.
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Na feira, a gorda senhora protestou a altos brados:
— Isto é um assalto!
Houve um rebuliço. Os que estavam perto fugiram. Alguém, correndo, foi chamar o guarda. Um minuto depois, a rua inteira, atravancada, mas provida de admirável serviço de comunicação espontânea, sabia que se estava perpetrando um assalto ao banco. Mas que banco? Havia banco naquela rua? Evidente que sim, pois do contrário como poderia ser assaltado?
— Um assalto! Um assalto! — a senhora continuava a exclamar, e quem não tinha escutado escutou, multiplicando a notícia. Aquela voz subindo do mar de barracas e legumes era como a própria sirena policial, documentando, por seu uivo, a ocorrência grave, que fatalmente se estaria consumando ali, na claridade do dia, sem que ninguém pudesse evitá-la.
— Olha o assalto! Tem um assalto ali adiante!
O ônibus na rua transversal parou para assuntar. Passageiros ergueram-se, puseram o nariz para fora. Não se via nada. O motorista desceu, desceu o trocador. Então os passageiros também acharam de bom alvitre abandonar o veículo, na ânsia de saber, que vem movendo o homem desde a idade da pedra até a idade do módulo lunar.
Outros ônibus pararam, a rua entupiu.
— Melhor. Todas as ruas estão bloqueadas. Assim eles não podem dar no pé.
— É uma mulher que chefia o bando.
— Já sei. A tal dondoca loura.
— A loura assalta em São Paulo. Aqui é a morena.
— Uma gorda. Está de metralhadora. Eu vi.
Na confusão, circularam notícias diversas. Barracas derrubadas assinalavam o ímpeto da convulsão coletiva. Era preciso abrir caminho a todo custo. No rumo do assalto, para ver, e no rumo do contrário, para escapar. Que assalto era esse, dilatado no tempo, repetido, confuso?
A senhora gorda apareceu, muito vermelha, protestando sempre:
— É um assalto! Chuchu por aquele preço é um verdadeiro assalto!
Carlos Drummond de Andrade. Assalto. In: 70 historinhas.
Companhia das Letras, 2016 (com adaptações).
Acerca dos aspectos gramaticais do texto, julgue o item.
O travessão marca a retomada do discurso da mesma personagem que anteriormente exclamou “Um assalto! Um assalto!”.
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Na feira, a gorda senhora protestou a altos brados:
— Isto é um assalto!
Houve um rebuliço. Os que estavam perto fugiram. Alguém, correndo, foi chamar o guarda. Um minuto depois, a rua inteira, atravancada, mas provida de admirável serviço de comunicação espontânea, sabia que se estava perpetrando um assalto ao banco. Mas que banco? Havia banco naquela rua? Evidente que sim, pois do contrário como poderia ser assaltado?
— Um assalto! Um assalto! — a senhora continuava a exclamar, e quem não tinha escutado escutou, multiplicando a notícia. Aquela voz subindo do mar de barracas e legumes era como a própria sirena policial, documentando, por seu uivo, a ocorrência grave, que fatalmente se estaria consumando ali, na claridade do dia, sem que ninguém pudesse evitá-la.
— Olha o assalto! Tem um assalto ali adiante!
O ônibus na rua transversal parou para assuntar. Passageiros ergueram-se, puseram o nariz para fora. Não se via nada. O motorista desceu, desceu o trocador. Então os passageiros também acharam de bom alvitre abandonar o veículo, na ânsia de saber, que vem movendo o homem desde a idade da pedra até a idade do módulo lunar.
Outros ônibus pararam, a rua entupiu.
— Melhor. Todas as ruas estão bloqueadas. Assim eles não podem dar no pé.
— É uma mulher que chefia o bando.
— Já sei. A tal dondoca loura.
— A loura assalta em São Paulo. Aqui é a morena.
— Uma gorda. Está de metralhadora. Eu vi.
Na confusão, circularam notícias diversas. Barracas derrubadas assinalavam o ímpeto da convulsão coletiva. Era preciso abrir caminho a todo custo. No rumo do assalto, para ver, e no rumo do contrário, para escapar. Que assalto era esse, dilatado no tempo, repetido, confuso?
A senhora gorda apareceu, muito vermelha, protestando sempre:
— É um assalto! Chuchu por aquele preço é um verdadeiro assalto!
Carlos Drummond de Andrade. Assalto. In: 70 historinhas.
Companhia das Letras, 2016 (com adaptações).
Acerca dos aspectos gramaticais do texto, julgue o item.
O termo “notícias diversas” funciona como complemento do verbo “circularam”.
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