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Foram encontradas 220 questões.

2545777 Ano: 2017
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRN-7
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Em relação a ANVISA, Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 275 de 21/10/2002, podemos afirmar que:
 

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2545769 Ano: 2017
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRN-7
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Apesar de informações circulantes de malefícios sobre a sucralose, não foram encontrados estudos científicos (desenvolvidos com humanos e em quantidade representativa) que suportem as afirmações de que o consumo do edulcorante aumentaria a secreção de insulina, causaria alterações na tireoide e câncer.

A sucralose foi aprovado pela Food and Drug Administration (FDA) como um edulcorante de mesa em 1998, seguindo-se a aprovação como um adoçante de uso geral em 1999. Antes de aprovar o adoçante, o FDA revisou mais de 100 estudos de segurança realizados no edulcorante, incluindo estudos para avaliar o risco de câncer. Os resultados destes estudos não mostraram nenhuma evidência de que o adoçante cause câncer ou represente qualquer outra ameaça à saúde humana. Não existem evidências claras de que os adoçantes disponíveis comercialmente nos Estados Unidos estejam associados com o risco de câncer em seres humanos.

Disponível em: (http://www.cfn.org.br/index.php/recomendacao-cfn-no-32016-sucralose/Acesso em 20 fev. 2018).

Em relação a sucralose, é correto afirmar que o Conselho Federal de Nutricionistas CFN recomenda:

 

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2545767 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRN-7
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
A GRANDE GUERRA
As árvores sempre amaram os homens, desde o princípio dos tempos. Confessam este amor sem parar, as horas todas do dia. Mesmo quando a luz se retira e elas desaparecem de nossa vista, continuam a dizer que nos amam, fazendo perfume para a nossa noite e música para os nossos sonhos.
Mas as árvores não são apenas os maiores artistas que existem; são também os mais sábios cientistas. Se a gente lotasse o Mineirão de cientistas, os cem mil sábios ali reunidos saberiam muito menos do que uma árvore. E a mais profunda e indispensável ciência da árvore é transformar veneno em ar puro.
Muito poucos homens, por incrível que pareça, entendem a língua das árvores. Um em mil? Talvez nem isso. Um dia, por causa dessa ignorância, reunidos numa sala fechada, os homens declararam guerra às árvores.
Observados hoje, depois que tudo aconteceu, os motivos alegados parecem ridículos. Há arvores demais no mundo, diziam. – Já começam a invadir nossas terras. – Melhor enfrentá-las e transformá-las em objetos úteis: casas, móveis, navios, lenha. – Não podemos é permanecer de braços cruzados. – O progresso exige que acabemos com as árvores.
Argumentos, de fato, ridículos; mas os argumentos a favor de todas as outras guerras são muito parecidos, depois de vistos (como se diz) à luz da história.
Foram mobilizados facões, machados, serrotes. O mais terrível guerreiro era um que ama o combate por si mesmo, capaz de lutar indiferentemente pelo bem e pelo mal, capaz de cozinhar para o homem, sem que esse gesto simpático signifique bondade; em outra oportunidade, esse mesmo guerreiro poderá destruir sem remorso a humanidade inteira. Seu nome é Fogo.
E a guerra começou. As árvores, que também não entendem a língua dos homens, apesar de amá-los, continuaram em paz, a fazer o que sempre fazem: sombra, flores, frutos, desenhos, poesia. E a transformar veneno em oxigênio.
Foi uma guerra feia e covarde. Todos os homens, quase todos (com exceção das pessoas de ouvido fino, que entendem a língua dos vegetais), entraram na luta de extermínio. Quem não pertencia a um exército regular, punha o machado no ombro e saía de manhã para brigar sozinho. Os mais humildes, que nem dispunham de machadinha, armavam-se de fósforo ou isqueiro. Até as crianças, as mais assanhadas e menos inteligentes, participavam da guerra, e da maneira mais diabólica: construíam balões que, levados pelo vento, causavam perdas incalculáveis ao doce e inocente inimigo.
Essa guerra foi iniciada na era da civilização, há algumas centenas de anos, quando o homem aprendeu a fazer navios ligeiros, pontes sólidas, casas confortáveis e catedrais belíssimas.
Foi iniciada e jamais teve trégua, prosseguindo até o dia de hoje, auxiliada agora pelas armas modernas, como a serra elétrica e o trator.
Desarmadas, ou armadas apenas de boa vontade, as árvores opuseram uma única resistência: foram criando outras árvores, tantas quanto podiam no furor da batalha, na esperança de que, findas as hostilidades, outras plantas crescessem e continuassem a fazer oxigênio, sombra, flores, frutos, perfume, desenhos e poesia.
Mas acontece o seguinte: como imensas florestas já tombaram na luta, dando lugar a amplidões estéreis, o número de árvores em nosso tempo é insignificante. O número de homens, pelo contrário, tornou-se (como dizem) uma verdadeira explosão.
Assim, para dizer tudo em poucas palavras, a vitória dos homens contra as árvores está muito próxima. No ritmo que vamos, em pouco tempo não ficará uma floresta em pé.
Há um único problema: estamos enfrentando agora novos inimigos, aqueles que aparecem quando as árvores morrem: os riachos e os rios estão secando-se de sede, atormentando os homens; os temporais adoidados destroem as plantações, atormentando os homens; os animais desaparecem, atormentando os homens; a terra arrebenta-se e não presta mais para nada, atormentando os homens; o sol queima as sementeiras e castiga toda a criação, atormentando os homens. Em vez de dar música nas ramagens, a ventania dá vento; em lugar de perfume, aspiramos o fumo das máquinas; em troca de poesia, vamos entrando cada vez mais por uma paisagem sem flores, sem pássaros, sem verde. E já estamos sentindo falta de ar.
Superpovoada de homens e despovoada de árvores, a própria Terra, a única que possuímos, chega ao fim e aos poucos morre.
Resultado final: as árvores perdem a guerra e os homens ganham o inferno.
Paulo Mendes Campos. A grande guerra. In: . Balé do Pato e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1998. v.2
Sintaticamente, é correto afirmar que no período “O progresso exige que acabemos com as árvores” há uma oração:
 

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2545756 Ano: 2017
Disciplina: Nutrição
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRN-7
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“...A doença renal crônica (DRC) avançada causa distúrbios na absorção, na excreção e no metabolismo de muitos nutrientes. A intervenção dietoterápica e o tratamento dialítico podem controlar ou prevenir a maioria dos distúrbios metabólicos e clínicos...”
Fonte: Adaptado de: WAITZBERG et al., 2009.
A respeito da terapia nutricional nas terapias de substituição renal, julgue as assertivas abaixo e assinale a alternativa incorreta:
 

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2545730 Ano: 2017
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRN-7
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As autarquias são entidades da administração pública indireta, dotadas de personalidade jurídica de direito público, patrimônio próprio e autonomia administrativa, criadas por lei específica para o exercício de competências estatais determinadas. Marque a alternativa que não apresenta uma espécie ou equivalente de Autarquia.
 

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2545696 Ano: 2017
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRN-7
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A Resolução CFN nº 510, de 16 de maio de 2012, trata sobre o registro, nos Conselhos Regionais de Nutricionistas, de atestados para comprovação de aptidão para desempenho de atividades nas áreas de alimentação e nutrição e dá outras providências. De acordo com esta resolução, marque a alternativa correta:

 

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2545656 Ano: 2017
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRN-7
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Service Pack é a denominação dada a um número de correções muito grande de um sistema, que correspondem a corrigir dezenas de problemas e vulnerabilidades de segurança em um sistema operacional e adicionar novas funcionalidades.
Quais dos procedimentos abaixo estão corretos para obtermos e instalarmos o SP2 no Windows?
 

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2545632 Ano: 2017
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRN-7

“O capítulo I da Resolução CFN nº 576, de 19/11/2016, dispõe sobre a Responsabilidade Técnica e define alguns termos importantes para o melhor entendimento sobre a mesma.”

Disponível em: http://www.cfn.org.br/wp-content/uploads/resolucoes/Res_576_2016.htm. Acesso em: 10 de Jan de 2018.

Sobre os referidos termos, podemos afirmar que:

 

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2545618 Ano: 2017
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRN-7
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Agentes públicos abrangem todos aqueles que tenham algum vínculo, mesmo que temporário e não remunerado, com o poder público. Assinale a alternativa que apresenta o conceito de empregado público:
 

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2545611 Ano: 2017
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRN-7
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A partir do conceito que entende a ética como uma ciência, pois aborda de forma científica os problemas morais, e sendo uma ciência, a ética parte de certos tipos de fatos a fim de descobrir seus princípios gerais, pois, enquanto conhecimento científico, podemos dizer que…
 

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