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Considerando as informações sobre a Psicologia Social discutidas no livro de Bock, Furtado e Teixeira (2002) ”Psicologias: uma introdução ao estudo de Psicologia”, responda a questão.
Considere as seguintes afirmativas sobre as principais características da Psicologia Social.
I. Procura aprofundar o conhecimento da natureza social do fenômeno psíquico.
II. Busca compreender como se dá a construção do psiquismo humano a partir das relações sociais vividas pelo homem.
III. Estuda o desenvolvimento afetivo - emocional do ser humano.
IV. Estuda o comportamento humano de acordo com suas aprendizagens significativas.
V. Interessa-se pela história de reforçamento presente no ambiente do ser humano.
Quantas estão corretas?
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Para responder a questão, leia os quadrinhos abaixo.

O trecho "que estou apaixonado", no primeiro quadrinho, exerce determinada função sintática. Assinale a alternativa em que a palavra ou expressão em destaque exerça essa mesma função.
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Para responder a questão, leia o texto a seguir.
Documentário 'Trans' mostra a vida de transgêneros no Brasil
Produção mergulha na história de pessoas que mudaram de sexo ou que ainda não se definiram
Joana era psicóloga, João não tem diploma. Joana se formou em Psicologia, foi professora em três universidades, teve consultório e fez mestrado. Como sempre teve que desempenhar funções que não precisavam de diploma, João foi motorista de táxi, pintor, pedreiro, tradutor, cortador de confecção, vendedor de joias e de roupas e massagista de shiatsu. Joana e João são a mesma pessoa, em diferentes momentos da vida.
Autor do livro 'Viagem Solitária, Memórias de um Transexual 30 anos depois', João W. Nery nasceu oficialmente quando Joana já tinha 27 anos. Nasceu com corpo de mulher, mas desde muito cedo, aos 3 ou 4 anos, percebeu que se identificava mais com o gênero masculino. É exatamente sobre a vida de transgêneros no Brasil que trata o documentário 'Trans', exibido pela GIoboNews. A produção mergulha na história de João e de outras três pessoas que mudaram de sexo ou que ainda não se definiram para mostrar como se sente e como é a vida de quem nasce com um corpo que não corresponde ao que se é.
É o caso também da advogada e professora de Direito Giowana Cambrone, que se assumiu mulher há seis anos, quando as mortes da avó e da tia a fizeram entender que não podia mais esperar para ser feliz. ”O processo foi muito rápido, toda a transformação aconteceu em seis meses. Foi libertador", conta.
Mineira, Giowana foi morar no Rio de Janeiro quando um carioca a pediu em casamento. O relacionamento durou três anos e ela enfrentou grandes dificuldades: ”A maioria dos homens que se relaciona com uma pessoa trans, se relaciona de forma esporádica e sexual. Se baseia no fetiche, no sexo, no desejo, que beira a objetificação. A pessoa vira um objeto para satisfazer um desejo. E não pensem que com a cirurgia essa questão se modifica: o homem, muitas vezes, coloca um obstáculo para construir uma relação com uma mulher trans. Se antes da cirurgia ele diz 'Você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas é trans e não tem vagina', depois da cirurgia de readequação, ele diz 'Você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas não tem útero e não pode me dar um filho. Sempre haverá um mas...', conclui a advogada, que hoje não alimenta mais expectativas e leva a vida com um único objetivo: ser feliz.
Diferentemente de João e de Giowana, Wallace Rui não se define como homem ou como mulher desde 2010. Aos 30 anos, a atriz, produtora cultural, performer e mulher transgênera explica: ”Não sou nem 100% homem, nem 100% mulher, transito nos dois universos ou em nenhum.” Wallace nasceu homem, continua usando seu nome de registro, mas sempre se identificou com o gênero feminino. Ela assume que a violência física é o que mais assusta a ela e a sua família. ”O grande receio da minha mãe é que eu seja vítima de violência física, porque moral sempre sou. O grande medo dela é ver, a qualquer momento, ser noticiada minha morte, como assassinada de maneira muito bruta, porque a expectativa de vida de uma mulher trans hoje é de apenas 35 anos. Eu teria apenas cinco ainda pela frente. É grave, as pessoas são assassinadas e não se noticia. É uma realidade cruel, mas não há preço que se pague, não há valor que mensure o valor de ser quem se é", conclui.
O quarto e último personagem do documentário é o jovem Luan. Aos 16 anos, ele está vivendo há pouco tempo os desafios de mudar de gênero. Nasceu Luana, mas sempre se sentiu mais à vontade no universo dos meninos. Há quatro anos, conseguiu assumir para si mesmo que não gostava de ser menina. ”Só precisei dar um nome ao meu sentimento, cortar o cabelo e mudar meu nome social quando a ficha caiu e eu me dei conta de que sou um transgênero", conclui. Luan sabe que seu caminho está só começando, mas não se sente mais em transição. Ele ainda não começou a tomar hormônio, não fez nenhuma cirurgia, mas assegura que as mudanças que faltam acontecer são só físicas. ”Dentro de mim, já está tudo resolvido há muito tempo. Agora também já está firmado para as pessoas que importam para mim”, explica. ”Não vejo a hora de a voz engrossar e de fazer a barba”, conta ansioso.
(g1.globo.com)
A análise correta do trecho ”A pessoa vira um objeto para satisfazer um desejo" é:
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Sigilo profissional, em qualquer código de ética, tem por finalidade proteger a pessoa atendida. Considere as afirmativas sobre a atuação do Psicólogo e assinale a incorreta.
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Para responder a questão, leia o texto a seguir.
Documentário 'Trans' mostra a vida de transgêneros no Brasil
Produção mergulha na história de pessoas que mudaram de sexo ou que ainda não se definiram
Joana era psicóloga, João não tem diploma. Joana se formou em Psicologia, foi professora em três universidades, teve consultório e fez mestrado. Como sempre teve que desempenhar funções que não precisavam de diploma, João foi motorista de táxi, pintor, pedreiro, tradutor, cortador de confecção, vendedor de joias e de roupas e massagista de shiatsu. Joana e João são a mesma pessoa, em diferentes momentos da vida.
Autor do livro 'Viagem Solitária, Memórias de um Transexual 30 anos depois', João W. Nery nasceu oficialmente quando Joana já tinha 27 anos. Nasceu com corpo de mulher, mas desde muito cedo, aos 3 ou 4 anos, percebeu que se identificava mais com o gênero masculino. É exatamente sobre a vida de transgêneros no Brasil que trata o documentário 'Trans', exibido pela GIoboNews. A produção mergulha na história de João e de outras três pessoas que mudaram de sexo ou que ainda não se definiram para mostrar como se sente e como é a vida de quem nasce com um corpo que não corresponde ao que se é.
É o caso também da advogada e professora de Direito Giowana Cambrone, que se assumiu mulher há seis anos, quando as mortes da avó e da tia a fizeram entender que não podia mais esperar para ser feliz. ”O processo foi muito rápido, toda a transformação aconteceu em seis meses. Foi libertador", conta.
Mineira, Giowana foi morar no Rio de Janeiro quando um carioca a pediu em casamento. O relacionamento durou três anos e ela enfrentou grandes dificuldades: ”A maioria dos homens que se relaciona com uma pessoa trans, se relaciona de forma esporádica e sexual. Se baseia no fetiche, no sexo, no desejo, que beira a objetificação. A pessoa vira um objeto para satisfazer um desejo. E não pensem que com a cirurgia essa questão se modifica: o homem, muitas vezes, coloca um obstáculo para construir uma relação com uma mulher trans. Se antes da cirurgia ele diz 'Você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas é trans e não tem vagina', depois da cirurgia de readequação, ele diz 'Você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas não tem útero e não pode me dar um filho. Sempre haverá um mas...', conclui a advogada, que hoje não alimenta mais expectativas e leva a vida com um único objetivo: ser feliz.
Diferentemente de João e de Giowana, Wallace Rui não se define como homem ou como mulher desde 2010. Aos 30 anos, a atriz, produtora cultural, performer e mulher transgênera explica: ”Não sou nem 100% homem, nem 100% mulher, transito nos dois universos ou em nenhum.” Wallace nasceu homem, continua usando seu nome de registro, mas sempre se identificou com o gênero feminino. Ela assume que a violência física é o que mais assusta a ela e a sua família. ”O grande receio da minha mãe é que eu seja vítima de violência física, porque moral sempre sou. O grande medo dela é ver, a qualquer momento, ser noticiada minha morte, como assassinada de maneira muito bruta, porque a expectativa de vida de uma mulher trans hoje é de apenas 35 anos. Eu teria apenas cinco ainda pela frente. É grave, as pessoas são assassinadas e não se noticia. É uma realidade cruel, mas não há preço que se pague, não há valor que mensure o valor de ser quem se é", conclui.
O quarto e último personagem do documentário é o jovem Luan. Aos 16 anos, ele está vivendo há pouco tempo os desafios de mudar de gênero. Nasceu Luana, mas sempre se sentiu mais à vontade no universo dos meninos. Há quatro anos, conseguiu assumir para si mesmo que não gostava de ser menina. ”Só precisei dar um nome ao meu sentimento, cortar o cabelo e mudar meu nome social quando a ficha caiu e eu me dei conta de que sou um transgênero", conclui. Luan sabe que seu caminho está só começando, mas não se sente mais em transição. Ele ainda não começou a tomar hormônio, não fez nenhuma cirurgia, mas assegura que as mudanças que faltam acontecer são só físicas. ”Dentro de mim, já está tudo resolvido há muito tempo. Agora também já está firmado para as pessoas que importam para mim”, explica. ”Não vejo a hora de a voz engrossar e de fazer a barba”, conta ansioso.
(g1.globo.com)
Quanto à linguagem utilizada no texto e sua construção, analise as afirmativas.
I. O texto pode ser considerado instrucional, já que mostra os passos necessários para se produzir um documentário.
II. O quinto parágrafo conecta-se sintática e semanticamente aos demais.
III. Trata-se de um texto tipicamente narrativo, com todos os elementos obrigatórios desse gênero.
Está correto o que se afirma em:
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André e Jonas são dois terapeutas que visando dividir as despesas resolvem compartilhar o aluguel de um espaço comercial onde estabelecem uma clínica psiquiátrica. O valor mensal do espaço e mais os custos com a contratação de uma atendente e despesas gerais são estimados em R$ 7.800,00 por mês, sendo o espaço suficiente para o trabalho simultâneo dos dois profissionais. Por problemas de agenda André utilizará o espaço por apenas três dias da semana, enquanto Jonas utilizará o espaço por cinco dias. Para que ninguém se sinta prejudicado os dois profissionais concordam em dividir as despesas proporcionalmente ao período em que irão ocupar o espaço. Nessas condições, o custo a ser coberto por André será de:
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Chiavenato (2009), em seu livro ”Recursos Humanos: o capital humano nas organizações”, menciona que a entrevista de seleção é a técnica de seleção mais utilizada, sendo que em todas as situações a entrevista deve ser feita com habilidade e tato, a fim de que possa produzir os resultados esperados. Responda a questão, relacionadas ao tema.
Os testes de personalidade servem para analisar os diversos traços de personalidade, sejam eles determinados pelo caráter, sejam pelo temperamento. Eles são genéricos quando revelam traços gerais de personalidade em uma síntese global e recebem o nome de psicodiagnóstico. Nessa categoria estão os chamados testes expressivos e projetivos. Como exemplo, podemos citar apenas:
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Após o início de uma apresentação em MS Power Point 2010, é possível navegar pelos slides, entre outras opções, com <Seta para cima>, <Page up> e <Seta para esquerda>. Cada opção possibilita a movimentação de um slide para o outro, respectivamente:
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O repositório digital é um ambiente de armazenamento e gerenciamento de materiais digitais que tem sido empregado em diversas situações, tais como: arquivo corrente e intermediário (em associação com um SIGAD); arquivo permanente; biblioteca digital; acervo de obras de arte digitais; depósito legal de material digital; e curadoria de dados digitais de pesquisa. Sobre ele, leia as seguintes afirmativas.
I. Um repositório arquivístico digital é um repositório digital que armazena e gerencia documentos digitais, seja nas fases corrente e intermediária, seja na fase permanente. Pode-se, portanto, afirmar que se resume a uma solução informatizada para armazenamento (storage).
II. O repositório deve gerenciar os documentos e metadados de acordo com as práticas e normas da Arquivologia, especificamente relacionadas a gestão documental, descrição arquivística multinível e preservação.
III. O repositório deve proteger as características do documento arquivístico, em especial a autenticidade (identidade e integridade) e a relação orgânica entre os documentos.
Pode-se afirmar que:
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Em uma aula de matemática o professor coloca as seguintes definições na lousa:
— Todo número par é divisível por 2.
— Todo número primo tem exatamente dois divisores: ele mesmo e a unidade.
A seguir, propõe que os alunos discutam, tomando como base as definições acima, três afirmativas:
I. não existe primo que seja par;
II. dezenove e número primo;
III. quinze é um número primo.
Está correto o que se afirma em:
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