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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Em 2026, cada dia útil valerá ouro
Tratar 2026 como "apenas mais um ano difícil" não é
cautela, é erro de cálculo. O calendário nasce
comprimido por Copa do Mundo, eleições gerais e o
início da transição da reforma tributária. Em um país
onde eventos políticos e esportivos costumam reduzir o
ritmo das decisões, o efeito não será apenas menos dias
úteis, mas menos dias realmente produtivos.
Esse cenário pesa sobretudo para pequenas e médias
empresas. Diferentemente das grandes corporações,
elas sentem rapidamente no caixa e no faturamento o
impacto de semanas improdutivas. Com 11 feriados
nacionais, possíveis emendas e períodos afetados pelos
jogos da Copa, somam-se ainda a cautela do mercado e
o adiamento de contratos típicos de anos eleitorais.
Além da agenda encurtada, 2026 será marcado pela
complexidade. A reforma tributária começa a ser
implementada, exigindo revisão de contratos, ajustes de
preços e adaptação de sistemas, tudo em paralelo à
rotina operacional. Soma-se a isso um ambiente
econômico sensível, com volatilidade cambial, juros
instáveis e crédito mais seletivo.
Diante disso, o ano exige menos improviso e mais
método. Empresas que organizarem o calendário em
etapas, adotarem planejamentos mais curtos e
priorizarem decisões estratégicas terão mais controle.
Para pequenas e médias empresas, 2026 não será o
ano de "deixar rolar", mas de escolher com cuidado onde
investir tempo, energia e recursos.
Texto Adaptado
PATRÍCIO, Tiago. Em 2026, cada dia útil valerá ouro. Hoje em Dia,
[s.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/em-2026-cada-dia-util-va
lera-ouro-1.1099123 . Acesso em: 7 jan. 2026.
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Em 2026, cada dia útil valerá ouro
Tratar 2026 como "apenas mais um ano difícil" não é
cautela, é erro de cálculo. O calendário nasce
comprimido por Copa do Mundo, eleições gerais e o
início da transição da reforma tributária. Em um país
onde eventos políticos e esportivos costumam reduzir o
ritmo das decisões, o efeito não será apenas menos dias
úteis, mas menos dias realmente produtivos.
Esse cenário pesa sobretudo para pequenas e médias
empresas. Diferentemente das grandes corporações,
elas sentem rapidamente no caixa e no faturamento o
impacto de semanas improdutivas. Com 11 feriados
nacionais, possíveis emendas e períodos afetados pelos
jogos da Copa, somam-se ainda a cautela do mercado e
o adiamento de contratos típicos de anos eleitorais.
Além da agenda encurtada, 2026 será marcado pela
complexidade. A reforma tributária começa a ser
implementada, exigindo revisão de contratos, ajustes de
preços e adaptação de sistemas, tudo em paralelo à
rotina operacional. Soma-se a isso um ambiente
econômico sensível, com volatilidade cambial, juros
instáveis e crédito mais seletivo.
Diante disso, o ano exige menos improviso e mais
método. Empresas que organizarem o calendário em
etapas, adotarem planejamentos mais curtos e
priorizarem decisões estratégicas terão mais controle.
Para pequenas e médias empresas, 2026 não será o
ano de "deixar rolar", mas de escolher com cuidado onde
investir tempo, energia e recursos.
Texto Adaptado
PATRÍCIO, Tiago. Em 2026, cada dia útil valerá ouro. Hoje em Dia,
[s.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/em-2026-cada-dia-util-va
lera-ouro-1.1099123 . Acesso em: 7 jan. 2026.
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Em 2026, cada dia útil valerá ouro
Tratar 2026 como "apenas mais um ano difícil" não é
cautela, é erro de cálculo. O calendário nasce
comprimido por Copa do Mundo, eleições gerais e o
início da transição da reforma tributária. Em um país
onde eventos políticos e esportivos costumam reduzir o
ritmo das decisões, o efeito não será apenas menos dias
úteis, mas menos dias realmente produtivos.
Esse cenário pesa sobretudo para pequenas e médias
empresas. Diferentemente das grandes corporações,
elas sentem rapidamente no caixa e no faturamento o
impacto de semanas improdutivas. Com 11 feriados
nacionais, possíveis emendas e períodos afetados pelos
jogos da Copa, somam-se ainda a cautela do mercado e
o adiamento de contratos típicos de anos eleitorais.
Além da agenda encurtada, 2026 será marcado pela
complexidade. A reforma tributária começa a ser
implementada, exigindo revisão de contratos, ajustes de
preços e adaptação de sistemas, tudo em paralelo à
rotina operacional. Soma-se a isso um ambiente
econômico sensível, com volatilidade cambial, juros
instáveis e crédito mais seletivo.
Diante disso, o ano exige menos improviso e mais
método. Empresas que organizarem o calendário em
etapas, adotarem planejamentos mais curtos e
priorizarem decisões estratégicas terão mais controle.
Para pequenas e médias empresas, 2026 não será o
ano de "deixar rolar", mas de escolher com cuidado onde
investir tempo, energia e recursos.
Texto Adaptado
PATRÍCIO, Tiago. Em 2026, cada dia útil valerá ouro. Hoje em Dia,
[s.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/em-2026-cada-dia-util-va
lera-ouro-1.1099123 . Acesso em: 7 jan. 2026.
"O calendário nasce comprimido por Copa do Mundo, eleições gerais e o início da transição da reforma tributária."
Considerando que as palavras "calendário", "início" e "tributária" são classificadas como proparoxítonas aparentes, assinale a alternativa correta quanto aos critérios fonológicos e ortográficos que justificam essa classificação.
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Em 2026, cada dia útil valerá ouro
Tratar 2026 como "apenas mais um ano difícil" não é
cautela, é erro de cálculo. O calendário nasce
comprimido por Copa do Mundo, eleições gerais e o
início da transição da reforma tributária. Em um país
onde eventos políticos e esportivos costumam reduzir o
ritmo das decisões, o efeito não será apenas menos dias
úteis, mas menos dias realmente produtivos.
Esse cenário pesa sobretudo para pequenas e médias
empresas. Diferentemente das grandes corporações,
elas sentem rapidamente no caixa e no faturamento o
impacto de semanas improdutivas. Com 11 feriados
nacionais, possíveis emendas e períodos afetados pelos
jogos da Copa, somam-se ainda a cautela do mercado e
o adiamento de contratos típicos de anos eleitorais.
Além da agenda encurtada, 2026 será marcado pela
complexidade. A reforma tributária começa a ser
implementada, exigindo revisão de contratos, ajustes de
preços e adaptação de sistemas, tudo em paralelo à
rotina operacional. Soma-se a isso um ambiente
econômico sensível, com volatilidade cambial, juros
instáveis e crédito mais seletivo.
Diante disso, o ano exige menos improviso e mais
método. Empresas que organizarem o calendário em
etapas, adotarem planejamentos mais curtos e
priorizarem decisões estratégicas terão mais controle.
Para pequenas e médias empresas, 2026 não será o
ano de "deixar rolar", mas de escolher com cuidado onde
investir tempo, energia e recursos.
Texto Adaptado
PATRÍCIO, Tiago. Em 2026, cada dia útil valerá ouro. Hoje em Dia,
[s.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/em-2026-cada-dia-util-va
lera-ouro-1.1099123 . Acesso em: 7 jan. 2026.
"Tratar 2026 como 'apenas mais um ano difícil' não é cautela, é erro de cálculo. O calendário nasce comprimido por Copa do Mundo, eleições gerais e o início da transição da reforma tributária."
Assinale a alternativa que apresenta correta e justificadamente a análise morfológica dos vocábulos destacados no contexto.
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Tratar 2026 como "apenas mais um ano difícil" não é
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início da transição da reforma tributária. Em um país
onde eventos políticos e esportivos costumam reduzir o
ritmo das decisões, o efeito não será apenas menos dias
úteis, mas menos dias realmente produtivos.
Esse cenário pesa sobretudo para pequenas e médias
empresas. Diferentemente das grandes corporações,
elas sentem rapidamente no caixa e no faturamento o
impacto de semanas improdutivas. Com 11 feriados
nacionais, possíveis emendas e períodos afetados pelos
jogos da Copa, somam-se ainda a cautela do mercado e
o adiamento de contratos típicos de anos eleitorais.
Além da agenda encurtada, 2026 será marcado pela
complexidade. A reforma tributária começa a ser
implementada, exigindo revisão de contratos, ajustes de
preços e adaptação de sistemas, tudo em paralelo à
rotina operacional. Soma-se a isso um ambiente
econômico sensível, com volatilidade cambial, juros
instáveis e crédito mais seletivo.
Diante disso, o ano exige menos improviso e mais
método. Empresas que organizarem o calendário em
etapas, adotarem planejamentos mais curtos e
priorizarem decisões estratégicas terão mais controle.
Para pequenas e médias empresas, 2026 não será o
ano de "deixar rolar", mas de escolher com cuidado onde
investir tempo, energia e recursos.
Texto Adaptado
PATRÍCIO, Tiago. Em 2026, cada dia útil valerá ouro. Hoje em Dia,
[s.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/em-2026-cada-dia-util-va
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comprimido por Copa do Mundo, eleições gerais e o
início da transição da reforma tributária. Em um país
onde eventos políticos e esportivos costumam reduzir o
ritmo das decisões, o efeito não será apenas menos dias
úteis, mas menos dias realmente produtivos.
Esse cenário pesa sobretudo para pequenas e médias
empresas. Diferentemente das grandes corporações,
elas sentem rapidamente no caixa e no faturamento o
impacto de semanas improdutivas. Com 11 feriados
nacionais, possíveis emendas e períodos afetados pelos
jogos da Copa, somam-se ainda a cautela do mercado e
o adiamento de contratos típicos de anos eleitorais.
Além da agenda encurtada, 2026 será marcado pela
complexidade. A reforma tributária começa a ser
implementada, exigindo revisão de contratos, ajustes de
preços e adaptação de sistemas, tudo em paralelo à
rotina operacional. Soma-se a isso um ambiente
econômico sensível, com volatilidade cambial, juros
instáveis e crédito mais seletivo.
Diante disso, o ano exige menos improviso e mais
método. Empresas que organizarem o calendário em
etapas, adotarem planejamentos mais curtos e
priorizarem decisões estratégicas terão mais controle.
Para pequenas e médias empresas, 2026 não será o
ano de "deixar rolar", mas de escolher com cuidado onde
investir tempo, energia e recursos.
Texto Adaptado
PATRÍCIO, Tiago. Em 2026, cada dia útil valerá ouro. Hoje em Dia,
[s.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/em-2026-cada-dia-util-va
lera-ouro-1.1099123 . Acesso em: 7 jan. 2026.
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Em 2026, cada dia útil valerá ouro
Tratar 2026 como "apenas mais um ano difícil" não é
cautela, é erro de cálculo. O calendário nasce
comprimido por Copa do Mundo, eleições gerais e o
início da transição da reforma tributária. Em um país
onde eventos políticos e esportivos costumam reduzir o
ritmo das decisões, o efeito não será apenas menos dias
úteis, mas menos dias realmente produtivos.
Esse cenário pesa sobretudo para pequenas e médias
empresas. Diferentemente das grandes corporações,
elas sentem rapidamente no caixa e no faturamento o
impacto de semanas improdutivas. Com 11 feriados
nacionais, possíveis emendas e períodos afetados pelos
jogos da Copa, somam-se ainda a cautela do mercado e
o adiamento de contratos típicos de anos eleitorais.
Além da agenda encurtada, 2026 será marcado pela
complexidade. A reforma tributária começa a ser
implementada, exigindo revisão de contratos, ajustes de
preços e adaptação de sistemas, tudo em paralelo à
rotina operacional. Soma-se a isso um ambiente
econômico sensível, com volatilidade cambial, juros
instáveis e crédito mais seletivo.
Diante disso, o ano exige menos improviso e mais
método. Empresas que organizarem o calendário em
etapas, adotarem planejamentos mais curtos e
priorizarem decisões estratégicas terão mais controle.
Para pequenas e médias empresas, 2026 não será o
ano de "deixar rolar", mas de escolher com cuidado onde
investir tempo, energia e recursos.
Texto Adaptado
PATRÍCIO, Tiago. Em 2026, cada dia útil valerá ouro. Hoje em Dia,
[s.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/em-2026-cada-dia-util-va
lera-ouro-1.1099123 . Acesso em: 7 jan. 2026.
Para pequenas e médias empresas, 2026 não será o ano de "deixar rolar", mas de escolher com cuidado onde investir tempo, energia e recursos."
A respeito dos efeitos de sentido produzidos pelas vírgulas e pelas aspas utilizadas no trecho, analise as afirmações a seguir:
I. A vírgula após "empresas" introduz um deslocamento de adjunto adverbial para o início do período, funcionando como marca de ordem inversa que destaca o segmento "Para pequenas e médias empresas" como foco temático.
II. As aspas em "deixar rolar" assinalam a citação direta de fala alheia, revelando o discurso reproduzido de algum enunciador externo ao texto original, tal como ocorre em transcrições jornalísticas ou entrevistas.
III. A vírgula após "rolar" delimita um aposto explicativo, que tem como função reespecificar a expressão anterior e esclarecer seu conteúdo sem alterar a estrutura argumentativa da frase.
Está CORRETO o que se afirma em:
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comprimido por Copa do Mundo, eleições gerais e o
início da transição da reforma tributária. Em um país
onde eventos políticos e esportivos costumam reduzir o
ritmo das decisões, o efeito não será apenas menos dias
úteis, mas menos dias realmente produtivos.
Esse cenário pesa sobretudo para pequenas e médias
empresas. Diferentemente das grandes corporações,
elas sentem rapidamente no caixa e no faturamento o
impacto de semanas improdutivas. Com 11 feriados
nacionais, possíveis emendas e períodos afetados pelos
jogos da Copa, somam-se ainda a cautela do mercado e
o adiamento de contratos típicos de anos eleitorais.
Além da agenda encurtada, 2026 será marcado pela
complexidade. A reforma tributária começa a ser
implementada, exigindo revisão de contratos, ajustes de
preços e adaptação de sistemas, tudo em paralelo à
rotina operacional. Soma-se a isso um ambiente
econômico sensível, com volatilidade cambial, juros
instáveis e crédito mais seletivo.
Diante disso, o ano exige menos improviso e mais
método. Empresas que organizarem o calendário em
etapas, adotarem planejamentos mais curtos e
priorizarem decisões estratégicas terão mais controle.
Para pequenas e médias empresas, 2026 não será o
ano de "deixar rolar", mas de escolher com cuidado onde
investir tempo, energia e recursos.
Texto Adaptado
PATRÍCIO, Tiago. Em 2026, cada dia útil valerá ouro. Hoje em Dia,
[s.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/em-2026-cada-dia-util-va
lera-ouro-1.1099123 . Acesso em: 7 jan. 2026.
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comprimido por Copa do Mundo, eleições gerais e o
início da transição da reforma tributária. Em um país
onde eventos políticos e esportivos costumam reduzir o
ritmo das decisões, o efeito não será apenas menos dias
úteis, mas menos dias realmente produtivos.
Esse cenário pesa sobretudo para pequenas e médias
empresas. Diferentemente das grandes corporações,
elas sentem rapidamente no caixa e no faturamento o
impacto de semanas improdutivas. Com 11 feriados
nacionais, possíveis emendas e períodos afetados pelos
jogos da Copa, somam-se ainda a cautela do mercado e
o adiamento de contratos típicos de anos eleitorais.
Além da agenda encurtada, 2026 será marcado pela
complexidade. A reforma tributária começa a ser
implementada, exigindo revisão de contratos, ajustes de
preços e adaptação de sistemas, tudo em paralelo à
rotina operacional. Soma-se a isso um ambiente
econômico sensível, com volatilidade cambial, juros
instáveis e crédito mais seletivo.
Diante disso, o ano exige menos improviso e mais
método. Empresas que organizarem o calendário em
etapas, adotarem planejamentos mais curtos e
priorizarem decisões estratégicas terão mais controle.
Para pequenas e médias empresas, 2026 não será o
ano de "deixar rolar", mas de escolher com cuidado onde
investir tempo, energia e recursos.
Texto Adaptado
PATRÍCIO, Tiago. Em 2026, cada dia útil valerá ouro. Hoje em Dia,
[s.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/em-2026-cada-dia-util-va
lera-ouro-1.1099123 . Acesso em: 7 jan. 2026.
"Em um país onde eventos políticos e esportivos costumam reduzir o ritmo das decisões, o efeito não será apenas menos dias úteis, mas menos dias realmente produtivos."
Com base na norma culta da língua portuguesa, o uso do pronome relativo "onde" nesse contexto está:
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Em 2026, cada dia útil valerá ouro
Tratar 2026 como "apenas mais um ano difícil" não é
cautela, é erro de cálculo. O calendário nasce
comprimido por Copa do Mundo, eleições gerais e o
início da transição da reforma tributária. Em um país
onde eventos políticos e esportivos costumam reduzir o
ritmo das decisões, o efeito não será apenas menos dias
úteis, mas menos dias realmente produtivos.
Esse cenário pesa sobretudo para pequenas e médias
empresas. Diferentemente das grandes corporações,
elas sentem rapidamente no caixa e no faturamento o
impacto de semanas improdutivas. Com 11 feriados
nacionais, possíveis emendas e períodos afetados pelos
jogos da Copa, somam-se ainda a cautela do mercado e
o adiamento de contratos típicos de anos eleitorais.
Além da agenda encurtada, 2026 será marcado pela
complexidade. A reforma tributária começa a ser
implementada, exigindo revisão de contratos, ajustes de
preços e adaptação de sistemas, tudo em paralelo à
rotina operacional. Soma-se a isso um ambiente
econômico sensível, com volatilidade cambial, juros
instáveis e crédito mais seletivo.
Diante disso, o ano exige menos improviso e mais
método. Empresas que organizarem o calendário em
etapas, adotarem planejamentos mais curtos e
priorizarem decisões estratégicas terão mais controle.
Para pequenas e médias empresas, 2026 não será o
ano de "deixar rolar", mas de escolher com cuidado onde
investir tempo, energia e recursos.
Texto Adaptado
PATRÍCIO, Tiago. Em 2026, cada dia útil valerá ouro. Hoje em Dia,
[s.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/em-2026-cada-dia-util-va
lera-ouro-1.1099123 . Acesso em: 7 jan. 2026.
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