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O município de Mossoró está em processo de negociação com empresários para sediar um megaempreendimento que vai utilizar os insumos naturais da região (sal, minérios e gás) na fabricação de produtos estratégicos para a economia do País (PVC, carbonato de sódio, magnésio metálico, fertilizantes). O investimento, que, ao final, deve chegar a 5 bilhões de dólares, fará o complexo industrial se estender a outros municípios, como Porto do Mangue e Macau, com previsão de criação de 7 mil empregos diretos e indiretos.
Inicialmente, as duas empresas que oficializaram interesse em investir no projeto, assinando o protocolo de intenções com Mossoró, foram a Koyo Intership Trading, do Panamá, e a TFB & Energy, que atua no segmento de energia renovável. “Esse projeto vem somar a capacidade de desenvolvimento e crescimento da região Nordeste, principalmente aproveitando aquilo que mais temos, que são nossas características locais”, destacou o vice-presidente da Koyo e CEO da TFB & Energy, Joaquim Franco, durante a assinatura do termo de intenções.
As empresas agora devem apresentar os projetos de estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental à prefeitura de Mossoró e ao governo do estado. O polo vai produzir toda a cadeia da árvore soda-cloro, PVC, carbonato de sódio, magnésio metálico e farmacêutico, entre outros.
O secretário-adjunto de desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte, Sílvio Torquato, declarou que a pasta recebeu com entusiasmo a notícia de que os municípios estão assinando seus protocolos de intenções e aguarda um encontro com as empresas quando elas concluírem os estudos. “Consideramos o projeto estratégico e teremos incentivos fiscais de até 95% a oferecer, semelhante ao Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial (Proedi) do estado, além das licenças do Idema”, pontuou Torquato.
Numa segunda fase, o polo cloroquímico deverá se estender para os municípios de Porto do Mangue, Macau e Guamaré. Esse último também assinou um protocolo de intenções com a TFB & Energy em setembro de 2020. Cabe aos municípios o apoio às empresas em incentivos fiscais de sua competência e em agilidade na liberação de licenças, por exemplo, oferecendo um ambiente de negócios seguro para a implantação dos projetos.
O economista Carlos Duarte, idealizador do complexo industrial, explicou que, no momento, a etapa é do reconhecimento dos municípios em receber o empreendimento para a alocação dos recursos. “A cadeia produtiva foi montada de Guamaré a Mossoró, envolvendo Porto do Mangue e Macau porque são os municípios que convergem todas as potencialidades necessárias. Em Porto do Mangue, por exemplo, teremos um porto estratégico”, explicou Duarte.
Depois de pronto, fato que deverá ocorrer gradualmente na medida em que as empresas forem se instalando e a infraestrutura necessária for montada, o complexo deverá somar 5 bilhões de dólares, ou seja, algo em torno de R$ 25,1 bilhões na cotação atual da moeda americana. Inicialmente, estão previstos US$ 2,5 bilhões (R$ 12,5 bilhões) para a implantação do projeto em Mossoró e Guamaré, sendo US$ 1,3 bilhão (R$ 6,5 bilhões) para Mossoró, com um aporte de US$ 800 milhões (R$ 4 bilhões) na primeira fase, previsto no protocolo de intenções. Segundo Carlos Duarte, o restante depende dos estudos técnicos e econômicos e de impacto ambiental. “Outros municípios também poderão ser contemplados com indústrias de transformação na medida em que o polo começar a operar. Mas isso é gradativo, na medida em que as empresas forem se instalando”, disse. A estimativa é de gerar mais de dois mil empregos diretos e outros cinco mil indiretos durante a implantação e o funcionamento do empreendimento.
Além de movimentar a economia dos municípios, o polo cloroquímico deverá gerar, em pleno funcionamento, um acréscimo de 18% no produto interno bruto do Rio Grande do Norte e ajudar o Brasil a se tornar autossuficiente na produção dos insumos de que precisa para a indústria química.
Como se trata de um empreendimento estratégico para a economia do País, será necessário garantir a infraestrutura necessária para o escoamento da produção que será direcionada para consumo nacional e para exportação. Estão sendo pensados projetos estruturantes, como porto, estradas, ferrovias, usina de geração de energia, que, segundo Carlos Duarte, deverão, de acordo com a legislação, ser concedidos à iniciativa privada, já que o poder público não dispõe, em curto tempo, de recursos para tanto.
Internet: <tribunadonorte.com.br> (com adaptações).
Considerando os mecanismos de coesão no texto, julgue o item a seguir no que se refere à correta correspondência entre o termo destacado e o respectivo elemento de referência.
“isso” – “polo”
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O município de Mossoró está em processo de negociação com empresários para sediar um megaempreendimento que vai utilizar os insumos naturais da região (sal, minérios e gás) na fabricação de produtos estratégicos para a economia do País (PVC, carbonato de sódio, magnésio metálico, fertilizantes). O investimento, que, ao final, deve chegar a 5 bilhões de dólares, fará o complexo industrial se estender a outros municípios, como Porto do Mangue e Macau, com previsão de criação de 7 mil empregos diretos e indiretos.
Inicialmente, as duas empresas que oficializaram interesse em investir no projeto, assinando o protocolo de intenções com Mossoró, foram a Koyo Intership Trading, do Panamá, e a TFB & Energy, que atua no segmento de energia renovável. “Esse projeto vem somar a capacidade de desenvolvimento e crescimento da região Nordeste, principalmente aproveitando aquilo que mais temos, que são nossas características locais”, destacou o vice-presidente da Koyo e CEO da TFB & Energy, Joaquim Franco, durante a assinatura do termo de intenções.
As empresas agora devem apresentar os projetos de estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental à prefeitura de Mossoró e ao governo do estado. O polo vai produzir toda a cadeia da árvore soda-cloro, PVC, carbonato de sódio, magnésio metálico e farmacêutico, entre outros.
O secretário-adjunto de desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte, Sílvio Torquato, declarou que a pasta recebeu com entusiasmo a notícia de que os municípios estão assinando seus protocolos de intenções e aguarda um encontro com as empresas quando elas concluírem os estudos. “Consideramos o projeto estratégico e teremos incentivos fiscais de até 95% a oferecer, semelhante ao Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial (Proedi) do estado, além das licenças do Idema”, pontuou Torquato.
Numa segunda fase, o polo cloroquímico deverá se estender para os municípios de Porto do Mangue, Macau e Guamaré. Esse último também assinou um protocolo de intenções com a TFB & Energy em setembro de 2020. Cabe aos municípios o apoio às empresas em incentivos fiscais de sua competência e em agilidade na liberação de licenças, por exemplo, oferecendo um ambiente de negócios seguro para a implantação dos projetos.
O economista Carlos Duarte, idealizador do complexo industrial, explicou que, no momento, a etapa é do reconhecimento dos municípios em receber o empreendimento para a alocação dos recursos. “A cadeia produtiva foi montada de Guamaré a Mossoró, envolvendo Porto do Mangue e Macau porque são os municípios que convergem todas as potencialidades necessárias. Em Porto do Mangue, por exemplo, teremos um porto estratégico”, explicou Duarte.
Depois de pronto, fato que deverá ocorrer gradualmente na medida em que as empresas forem se instalando e a infraestrutura necessária for montada, o complexo deverá somar 5 bilhões de dólares, ou seja, algo em torno de R$ 25,1 bilhões na cotação atual da moeda americana. Inicialmente, estão previstos US$ 2,5 bilhões (R$ 12,5 bilhões) para a implantação do projeto em Mossoró e Guamaré, sendo US$ 1,3 bilhão (R$ 6,5 bilhões) para Mossoró, com um aporte de US$ 800 milhões (R$ 4 bilhões) na primeira fase, previsto no protocolo de intenções. Segundo Carlos Duarte, o restante depende dos estudos técnicos e econômicos e de impacto ambiental. “Outros municípios também poderão ser contemplados com indústrias de transformação na medida em que o polo começar a operar. Mas isso é gradativo, na medida em que as empresas forem se instalando”, disse. A estimativa é de gerar mais de dois mil empregos diretos e outros cinco mil indiretos durante a implantação e o funcionamento do empreendimento.
Além de movimentar a economia dos municípios, o polo cloroquímico deverá gerar, em pleno funcionamento, um acréscimo de 18% no produto interno bruto do Rio Grande do Norte e ajudar o Brasil a se tornar autossuficiente na produção dos insumos de que precisa para a indústria química.
Como se trata de um empreendimento estratégico para a economia do País, será necessário garantir a infraestrutura necessária para o escoamento da produção que será direcionada para consumo nacional e para exportação. Estão sendo pensados projetos estruturantes, como porto, estradas, ferrovias, usina de geração de energia, que, segundo Carlos Duarte, deverão, de acordo com a legislação, ser concedidos à iniciativa privada, já que o poder público não dispõe, em curto tempo, de recursos para tanto.
Internet: <tribunadonorte.com.br> (com adaptações).
Considerando os mecanismos de coesão no texto, julgue o item a seguir no que se refere à correta correspondência entre o termo destacado e o respectivo elemento de referência.
“previsto” – “projeto”
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O município de Mossoró está em processo de negociação com empresários para sediar um megaempreendimento que vai utilizar os insumos naturais da região (sal, minérios e gás) na fabricação de produtos estratégicos para a economia do País (PVC, carbonato de sódio, magnésio metálico, fertilizantes). O investimento, que, ao final, deve chegar a 5 bilhões de dólares, fará o complexo industrial se estender a outros municípios, como Porto do Mangue e Macau, com previsão de criação de 7 mil empregos diretos e indiretos.
Inicialmente, as duas empresas que oficializaram interesse em investir no projeto, assinando o protocolo de intenções com Mossoró, foram a Koyo Intership Trading, do Panamá, e a TFB & Energy, que atua no segmento de energia renovável. “Esse projeto vem somar a capacidade de desenvolvimento e crescimento da região Nordeste, principalmente aproveitando aquilo que mais temos, que são nossas características locais”, destacou o vice-presidente da Koyo e CEO da TFB & Energy, Joaquim Franco, durante a assinatura do termo de intenções.
As empresas agora devem apresentar os projetos de estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental à prefeitura de Mossoró e ao governo do estado. O polo vai produzir toda a cadeia da árvore soda-cloro, PVC, carbonato de sódio, magnésio metálico e farmacêutico, entre outros.
O secretário-adjunto de desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte, Sílvio Torquato, declarou que a pasta recebeu com entusiasmo a notícia de que os municípios estão assinando seus protocolos de intenções e aguarda um encontro com as empresas quando elas concluírem os estudos. “Consideramos o projeto estratégico e teremos incentivos fiscais de até 95% a oferecer, semelhante ao Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial (Proedi) do estado, além das licenças do Idema”, pontuou Torquato.
Numa segunda fase, o polo cloroquímico deverá se estender para os municípios de Porto do Mangue, Macau e Guamaré. Esse último também assinou um protocolo de intenções com a TFB & Energy em setembro de 2020. Cabe aos municípios o apoio às empresas em incentivos fiscais de sua competência e em agilidade na liberação de licenças, por exemplo, oferecendo um ambiente de negócios seguro para a implantação dos projetos.
O economista Carlos Duarte, idealizador do complexo industrial, explicou que, no momento, a etapa é do reconhecimento dos municípios em receber o empreendimento para a alocação dos recursos. “A cadeia produtiva foi montada de Guamaré a Mossoró, envolvendo Porto do Mangue e Macau porque são os municípios que convergem todas as potencialidades necessárias. Em Porto do Mangue, por exemplo, teremos um porto estratégico”, explicou Duarte.
Depois de pronto, fato que deverá ocorrer gradualmente na medida em que as empresas forem se instalando e a infraestrutura necessária for montada, o complexo deverá somar 5 bilhões de dólares, ou seja, algo em torno de R$ 25,1 bilhões na cotação atual da moeda americana. Inicialmente, estão previstos US$ 2,5 bilhões (R$ 12,5 bilhões) para a implantação do projeto em Mossoró e Guamaré, sendo US$ 1,3 bilhão (R$ 6,5 bilhões) para Mossoró, com um aporte de US$ 800 milhões (R$ 4 bilhões) na primeira fase, previsto no protocolo de intenções. Segundo Carlos Duarte, o restante depende dos estudos técnicos e econômicos e de impacto ambiental. “Outros municípios também poderão ser contemplados com indústrias de transformação na medida em que o polo começar a operar. Mas isso é gradativo, na medida em que as empresas forem se instalando”, disse. A estimativa é de gerar mais de dois mil empregos diretos e outros cinco mil indiretos durante a implantação e o funcionamento do empreendimento.
Além de movimentar a economia dos municípios, o polo cloroquímico deverá gerar, em pleno funcionamento, um acréscimo de 18% no produto interno bruto do Rio Grande do Norte e ajudar o Brasil a se tornar autossuficiente na produção dos insumos de que precisa para a indústria química.
Como se trata de um empreendimento estratégico para a economia do País, será necessário garantir a infraestrutura necessária para o escoamento da produção que será direcionada para consumo nacional e para exportação. Estão sendo pensados projetos estruturantes, como porto, estradas, ferrovias, usina de geração de energia, que, segundo Carlos Duarte, deverão, de acordo com a legislação, ser concedidos à iniciativa privada, já que o poder público não dispõe, em curto tempo, de recursos para tanto.
Internet: <tribunadonorte.com.br> (com adaptações).
Com relação à ortografia oficial, à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item a seguir.
“deverá se estender” por deverá estender-se
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O município de Mossoró está em processo de negociação com empresários para sediar um megaempreendimento que vai utilizar os insumos naturais da região (sal, minérios e gás) na fabricação de produtos estratégicos para a economia do País (PVC, carbonato de sódio, magnésio metálico, fertilizantes). O investimento, que, ao final, deve chegar a 5 bilhões de dólares, fará o complexo industrial se estender a outros municípios, como Porto do Mangue e Macau, com previsão de criação de 7 mil empregos diretos e indiretos.
Inicialmente, as duas empresas que oficializaram interesse em investir no projeto, assinando o protocolo de intenções com Mossoró, foram a Koyo Intership Trading, do Panamá, e a TFB & Energy, que atua no segmento de energia renovável. “Esse projeto vem somar a capacidade de desenvolvimento e crescimento da região Nordeste, principalmente aproveitando aquilo que mais temos, que são nossas características locais”, destacou o vice-presidente da Koyo e CEO da TFB & Energy, Joaquim Franco, durante a assinatura do termo de intenções.
As empresas agora devem apresentar os projetos de estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental à prefeitura de Mossoró e ao governo do estado. O polo vai produzir toda a cadeia da árvore soda-cloro, PVC, carbonato de sódio, magnésio metálico e farmacêutico, entre outros.
O secretário-adjunto de desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte, Sílvio Torquato, declarou que a pasta recebeu com entusiasmo a notícia de que os municípios estão assinando seus protocolos de intenções e aguarda um encontro com as empresas quando elas concluírem os estudos. “Consideramos o projeto estratégico e teremos incentivos fiscais de até 95% a oferecer, semelhante ao Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial (Proedi) do estado, além das licenças do Idema”, pontuou Torquato.
Numa segunda fase, o polo cloroquímico deverá se estender para os municípios de Porto do Mangue, Macau e Guamaré. Esse último também assinou um protocolo de intenções com a TFB & Energy em setembro de 2020. Cabe aos municípios o apoio às empresas em incentivos fiscais de sua competência e em agilidade na liberação de licenças, por exemplo, oferecendo um ambiente de negócios seguro para a implantação dos projetos.
O economista Carlos Duarte, idealizador do complexo industrial, explicou que, no momento, a etapa é do reconhecimento dos municípios em receber o empreendimento para a alocação dos recursos. “A cadeia produtiva foi montada de Guamaré a Mossoró, envolvendo Porto do Mangue e Macau porque são os municípios que convergem todas as potencialidades necessárias. Em Porto do Mangue, por exemplo, teremos um porto estratégico”, explicou Duarte.
Depois de pronto, fato que deverá ocorrer gradualmente na medida em que as empresas forem se instalando e a infraestrutura necessária for montada, o complexo deverá somar 5 bilhões de dólares, ou seja, algo em torno de R$ 25,1 bilhões na cotação atual da moeda americana. Inicialmente, estão previstos US$ 2,5 bilhões (R$ 12,5 bilhões) para a implantação do projeto em Mossoró e Guamaré, sendo US$ 1,3 bilhão (R$ 6,5 bilhões) para Mossoró, com um aporte de US$ 800 milhões (R$ 4 bilhões) na primeira fase, previsto no protocolo de intenções. Segundo Carlos Duarte, o restante depende dos estudos técnicos e econômicos e de impacto ambiental. “Outros municípios também poderão ser contemplados com indústrias de transformação na medida em que o polo começar a operar. Mas isso é gradativo, na medida em que as empresas forem se instalando”, disse. A estimativa é de gerar mais de dois mil empregos diretos e outros cinco mil indiretos durante a implantação e o funcionamento do empreendimento.
Além de movimentar a economia dos municípios, o polo cloroquímico deverá gerar, em pleno funcionamento, um acréscimo de 18% no produto interno bruto do Rio Grande do Norte e ajudar o Brasil a se tornar autossuficiente na produção dos insumos de que precisa para a indústria química.
Como se trata de um empreendimento estratégico para a economia do País, será necessário garantir a infraestrutura necessária para o escoamento da produção que será direcionada para consumo nacional e para exportação. Estão sendo pensados projetos estruturantes, como porto, estradas, ferrovias, usina de geração de energia, que, segundo Carlos Duarte, deverão, de acordo com a legislação, ser concedidos à iniciativa privada, já que o poder público não dispõe, em curto tempo, de recursos para tanto.
Internet: <tribunadonorte.com.br> (com adaptações).
Com relação à ortografia oficial, à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item a seguir.
“vai produzir” por produzira
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O município de Mossoró está em processo de negociação com empresários para sediar um megaempreendimento que vai utilizar os insumos naturais da região (sal, minérios e gás) na fabricação de produtos estratégicos para a economia do País (PVC, carbonato de sódio, magnésio metálico, fertilizantes). O investimento, que, ao final, deve chegar a 5 bilhões de dólares, fará o complexo industrial se estender a outros municípios, como Porto do Mangue e Macau, com previsão de criação de 7 mil empregos diretos e indiretos.
Inicialmente, as duas empresas que oficializaram interesse em investir no projeto, assinando o protocolo de intenções com Mossoró, foram a Koyo Intership Trading, do Panamá, e a TFB & Energy, que atua no segmento de energia renovável. “Esse projeto vem somar a capacidade de desenvolvimento e crescimento da região Nordeste, principalmente aproveitando aquilo que mais temos, que são nossas características locais”, destacou o vice-presidente da Koyo e CEO da TFB & Energy, Joaquim Franco, durante a assinatura do termo de intenções.
As empresas agora devem apresentar os projetos de estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental à prefeitura de Mossoró e ao governo do estado. O polo vai produzir toda a cadeia da árvore soda-cloro, PVC, carbonato de sódio, magnésio metálico e farmacêutico, entre outros.
O secretário-adjunto de desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte, Sílvio Torquato, declarou que a pasta recebeu com entusiasmo a notícia de que os municípios estão assinando seus protocolos de intenções e aguarda um encontro com as empresas quando elas concluírem os estudos. “Consideramos o projeto estratégico e teremos incentivos fiscais de até 95% a oferecer, semelhante ao Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial (Proedi) do estado, além das licenças do Idema”, pontuou Torquato.
Numa segunda fase, o polo cloroquímico deverá se estender para os municípios de Porto do Mangue, Macau e Guamaré. Esse último também assinou um protocolo de intenções com a TFB & Energy em setembro de 2020. Cabe aos municípios o apoio às empresas em incentivos fiscais de sua competência e em agilidade na liberação de licenças, por exemplo, oferecendo um ambiente de negócios seguro para a implantação dos projetos.
O economista Carlos Duarte, idealizador do complexo industrial, explicou que, no momento, a etapa é do reconhecimento dos municípios em receber o empreendimento para a alocação dos recursos. “A cadeia produtiva foi montada de Guamaré a Mossoró, envolvendo Porto do Mangue e Macau porque são os municípios que convergem todas as potencialidades necessárias. Em Porto do Mangue, por exemplo, teremos um porto estratégico”, explicou Duarte.
Depois de pronto, fato que deverá ocorrer gradualmente na medida em que as empresas forem se instalando e a infraestrutura necessária for montada, o complexo deverá somar 5 bilhões de dólares, ou seja, algo em torno de R$ 25,1 bilhões na cotação atual da moeda americana. Inicialmente, estão previstos US$ 2,5 bilhões (R$ 12,5 bilhões) para a implantação do projeto em Mossoró e Guamaré, sendo US$ 1,3 bilhão (R$ 6,5 bilhões) para Mossoró, com um aporte de US$ 800 milhões (R$ 4 bilhões) na primeira fase, previsto no protocolo de intenções. Segundo Carlos Duarte, o restante depende dos estudos técnicos e econômicos e de impacto ambiental. “Outros municípios também poderão ser contemplados com indústrias de transformação na medida em que o polo começar a operar. Mas isso é gradativo, na medida em que as empresas forem se instalando”, disse. A estimativa é de gerar mais de dois mil empregos diretos e outros cinco mil indiretos durante a implantação e o funcionamento do empreendimento.
Além de movimentar a economia dos municípios, o polo cloroquímico deverá gerar, em pleno funcionamento, um acréscimo de 18% no produto interno bruto do Rio Grande do Norte e ajudar o Brasil a se tornar autossuficiente na produção dos insumos de que precisa para a indústria química.
Como se trata de um empreendimento estratégico para a economia do País, será necessário garantir a infraestrutura necessária para o escoamento da produção que será direcionada para consumo nacional e para exportação. Estão sendo pensados projetos estruturantes, como porto, estradas, ferrovias, usina de geração de energia, que, segundo Carlos Duarte, deverão, de acordo com a legislação, ser concedidos à iniciativa privada, já que o poder público não dispõe, em curto tempo, de recursos para tanto.
Internet: <tribunadonorte.com.br> (com adaptações).
Com relação à ortografia oficial, à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item a seguir.
“que mais temos” por de que mais dispomos
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O município de Mossoró está em processo de negociação com empresários para sediar um megaempreendimento que vai utilizar os insumos naturais da região (sal, minérios e gás) na fabricação de produtos estratégicos para a economia do País (PVC, carbonato de sódio, magnésio metálico, fertilizantes). O investimento, que, ao final, deve chegar a 5 bilhões de dólares, fará o complexo industrial se estender a outros municípios, como Porto do Mangue e Macau, com previsão de criação de 7 mil empregos diretos e indiretos.
Inicialmente, as duas empresas que oficializaram interesse em investir no projeto, assinando o protocolo de intenções com Mossoró, foram a Koyo Intership Trading, do Panamá, e a TFB & Energy, que atua no segmento de energia renovável. “Esse projeto vem somar a capacidade de desenvolvimento e crescimento da região Nordeste, principalmente aproveitando aquilo que mais temos, que são nossas características locais”, destacou o vice-presidente da Koyo e CEO da TFB & Energy, Joaquim Franco, durante a assinatura do termo de intenções.
As empresas agora devem apresentar os projetos de estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental à prefeitura de Mossoró e ao governo do estado. O polo vai produzir toda a cadeia da árvore soda-cloro, PVC, carbonato de sódio, magnésio metálico e farmacêutico, entre outros.
O secretário-adjunto de desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte, Sílvio Torquato, declarou que a pasta recebeu com entusiasmo a notícia de que os municípios estão assinando seus protocolos de intenções e aguarda um encontro com as empresas quando elas concluírem os estudos. “Consideramos o projeto estratégico e teremos incentivos fiscais de até 95% a oferecer, semelhante ao Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial (Proedi) do estado, além das licenças do Idema”, pontuou Torquato.
Numa segunda fase, o polo cloroquímico deverá se estender para os municípios de Porto do Mangue, Macau e Guamaré. Esse último também assinou um protocolo de intenções com a TFB & Energy em setembro de 2020. Cabe aos municípios o apoio às empresas em incentivos fiscais de sua competência e em agilidade na liberação de licenças, por exemplo, oferecendo um ambiente de negócios seguro para a implantação dos projetos.
O economista Carlos Duarte, idealizador do complexo industrial, explicou que, no momento, a etapa é do reconhecimento dos municípios em receber o empreendimento para a alocação dos recursos. “A cadeia produtiva foi montada de Guamaré a Mossoró, envolvendo Porto do Mangue e Macau porque são os municípios que convergem todas as potencialidades necessárias. Em Porto do Mangue, por exemplo, teremos um porto estratégico”, explicou Duarte.
Depois de pronto, fato que deverá ocorrer gradualmente na medida em que as empresas forem se instalando e a infraestrutura necessária for montada, o complexo deverá somar 5 bilhões de dólares, ou seja, algo em torno de R$ 25,1 bilhões na cotação atual da moeda americana. Inicialmente, estão previstos US$ 2,5 bilhões (R$ 12,5 bilhões) para a implantação do projeto em Mossoró e Guamaré, sendo US$ 1,3 bilhão (R$ 6,5 bilhões) para Mossoró, com um aporte de US$ 800 milhões (R$ 4 bilhões) na primeira fase, previsto no protocolo de intenções. Segundo Carlos Duarte, o restante depende dos estudos técnicos e econômicos e de impacto ambiental. “Outros municípios também poderão ser contemplados com indústrias de transformação na medida em que o polo começar a operar. Mas isso é gradativo, na medida em que as empresas forem se instalando”, disse. A estimativa é de gerar mais de dois mil empregos diretos e outros cinco mil indiretos durante a implantação e o funcionamento do empreendimento.
Além de movimentar a economia dos municípios, o polo cloroquímico deverá gerar, em pleno funcionamento, um acréscimo de 18% no produto interno bruto do Rio Grande do Norte e ajudar o Brasil a se tornar autossuficiente na produção dos insumos de que precisa para a indústria química.
Como se trata de um empreendimento estratégico para a economia do País, será necessário garantir a infraestrutura necessária para o escoamento da produção que será direcionada para consumo nacional e para exportação. Estão sendo pensados projetos estruturantes, como porto, estradas, ferrovias, usina de geração de energia, que, segundo Carlos Duarte, deverão, de acordo com a legislação, ser concedidos à iniciativa privada, já que o poder público não dispõe, em curto tempo, de recursos para tanto.
Internet: <tribunadonorte.com.br> (com adaptações).
Considerando os mecanismos de coesão no texto, julgue o item a seguir no que se refere à correta correspondência entre o termo destacado e o respectivo elemento de referência.
“pronto” – “o complexo”
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O município de Mossoró está em processo de negociação com empresários para sediar um megaempreendimento que vai utilizar os insumos naturais da região (sal, minérios e gás) na fabricação de produtos estratégicos para a economia do País (PVC, carbonato de sódio, magnésio metálico, fertilizantes). O investimento, que, ao final, deve chegar a 5 bilhões de dólares, fará o complexo industrial se estender a outros municípios, como Porto do Mangue e Macau, com previsão de criação de 7 mil empregos diretos e indiretos.
Inicialmente, as duas empresas que oficializaram interesse em investir no projeto, assinando o protocolo de intenções com Mossoró, foram a Koyo Intership Trading, do Panamá, e a TFB & Energy, que atua no segmento de energia renovável. “Esse projeto vem somar a capacidade de desenvolvimento e crescimento da região Nordeste, principalmente aproveitando aquilo que mais temos, que são nossas características locais”, destacou o vice-presidente da Koyo e CEO da TFB & Energy, Joaquim Franco, durante a assinatura do termo de intenções.
As empresas agora devem apresentar os projetos de estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental à prefeitura de Mossoró e ao governo do estado. O polo vai produzir toda a cadeia da árvore soda-cloro, PVC, carbonato de sódio, magnésio metálico e farmacêutico, entre outros.
O secretário-adjunto de desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte, Sílvio Torquato, declarou que a pasta recebeu com entusiasmo a notícia de que os municípios estão assinando seus protocolos de intenções e aguarda um encontro com as empresas quando elas concluírem os estudos. “Consideramos o projeto estratégico e teremos incentivos fiscais de até 95% a oferecer, semelhante ao Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial (Proedi) do estado, além das licenças do Idema”, pontuou Torquato.
Numa segunda fase, o polo cloroquímico deverá se estender para os municípios de Porto do Mangue, Macau e Guamaré. Esse último também assinou um protocolo de intenções com a TFB & Energy em setembro de 2020. Cabe aos municípios o apoio às empresas em incentivos fiscais de sua competência e em agilidade na liberação de licenças, por exemplo, oferecendo um ambiente de negócios seguro para a implantação dos projetos.
O economista Carlos Duarte, idealizador do complexo industrial, explicou que, no momento, a etapa é do reconhecimento dos municípios em receber o empreendimento para a alocação dos recursos. “A cadeia produtiva foi montada de Guamaré a Mossoró, envolvendo Porto do Mangue e Macau porque são os municípios que convergem todas as potencialidades necessárias. Em Porto do Mangue, por exemplo, teremos um porto estratégico”, explicou Duarte.
Depois de pronto, fato que deverá ocorrer gradualmente na medida em que as empresas forem se instalando e a infraestrutura necessária for montada, o complexo deverá somar 5 bilhões de dólares, ou seja, algo em torno de R$ 25,1 bilhões na cotação atual da moeda americana. Inicialmente, estão previstos US$ 2,5 bilhões (R$ 12,5 bilhões) para a implantação do projeto em Mossoró e Guamaré, sendo US$ 1,3 bilhão (R$ 6,5 bilhões) para Mossoró, com um aporte de US$ 800 milhões (R$ 4 bilhões) na primeira fase, previsto no protocolo de intenções. Segundo Carlos Duarte, o restante depende dos estudos técnicos e econômicos e de impacto ambiental. “Outros municípios também poderão ser contemplados com indústrias de transformação na medida em que o polo começar a operar. Mas isso é gradativo, na medida em que as empresas forem se instalando”, disse. A estimativa é de gerar mais de dois mil empregos diretos e outros cinco mil indiretos durante a implantação e o funcionamento do empreendimento.
Além de movimentar a economia dos municípios, o polo cloroquímico deverá gerar, em pleno funcionamento, um acréscimo de 18% no produto interno bruto do Rio Grande do Norte e ajudar o Brasil a se tornar autossuficiente na produção dos insumos de que precisa para a indústria química.
Como se trata de um empreendimento estratégico para a economia do País, será necessário garantir a infraestrutura necessária para o escoamento da produção que será direcionada para consumo nacional e para exportação. Estão sendo pensados projetos estruturantes, como porto, estradas, ferrovias, usina de geração de energia, que, segundo Carlos Duarte, deverão, de acordo com a legislação, ser concedidos à iniciativa privada, já que o poder público não dispõe, em curto tempo, de recursos para tanto.
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Com relação à ortografia oficial, à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item a seguir.
“ao final” por pôr fim
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Acerca do acesso à informação (Lei n.º 12.527/2011), julgue o item a seguir.
São considerados como documentos os dados, processados ou não, que podem ser utilizados para a produção e a transmissão de conhecimento, contidos em qualquer meio, suporte ou formato.
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Acerca do acesso à informação (Lei n.º 12.527/2011), julgue o item a seguir.
Os órgãos e as entidades do poder público devem garantir a formulação de pedidos de acesso à informação exclusivamente por meio presencial.
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Acerca do acesso à informação (Lei n.º 12.527/2011), julgue o item a seguir.
Não poderá ser negado o acesso à informação necessária à tutela judicial ou administrativa de direitos fundamentais.
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