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A respeito dos conceitos de redes de computadores, do programa de navegação Mozilla Firefox, em sua versão mais recente, e dos procedimentos de segurança da informação, julgue os itens de 23 a 28.
Ao abrir uma nova aba no Firefox, é possível personalizá-la. Para isso, o usuário poderá utilizar as opções disponíveis ao passar o mouse sobre as seções e miniaturas ou ainda clicar o ícone de engrenagem no canto superior direito.
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A respeito dos conceitos de redes de computadores, do programa de navegação Mozilla Firefox, em sua versão mais recente, e dos procedimentos de segurança da informação, julgue os itens de 23 a 28.
O Firefox, por ser uma espécie de visualizador de página (navegador), impede que páginas web sejam salvas.
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A respeito dos conceitos de redes de computadores, do programa de navegação Mozilla Firefox, em sua versão mais recente, e dos procedimentos de segurança da informação, julgue os itens de 23 a 28.
Em redes de computadores, um dos protocolos da camada de rede do modelo OSI é o IP, do TCP/IP.
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Nos itens que avaliem conhecimentos de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que: todos os programas mencionados estejam em configuração-padrão, em português; o mouse esteja configurado para pessoas destras; expressões como clicar, clique simples e clique duplo refiram-se a cliques com o botão esquerdo do mouse; e teclar corresponda à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá-la, acionando-a apenas uma vez. Considere também que não haja restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
Julgue os itens de 17 a 22 acerca dos conceitos de hardware e de software, do programa Microsoft Word 2013 e do sistema operacional Windows 7.
Por padrão, o idioma do Windows 7 é o inglês, não sendo permitido alterá-lo.
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Nos itens que avaliem conhecimentos de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que: todos os programas mencionados estejam em configuração-padrão, em português; o mouse esteja configurado para pessoas destras; expressões como clicar, clique simples e clique duplo refiram-se a cliques com o botão esquerdo do mouse; e teclar corresponda à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá-la, acionando-a apenas uma vez. Considere também que não haja restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
Julgue os itens de 17 a 22 acerca dos conceitos de hardware e de software, do programa Microsoft Word 2013 e do sistema operacional Windows 7.
No Windows 7, é permitido criar grupos de trabalho em redes domésticas.
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Nos itens que avaliem conhecimentos de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que: todos os programas mencionados estejam em configuração-padrão, em português; o mouse esteja configurado para pessoas destras; expressões como clicar, clique simples e clique duplo refiram-se a cliques com o botão esquerdo do mouse; e teclar corresponda à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá-la, acionando-a apenas uma vez. Considere também que não haja restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
Julgue os itens de 17 a 22 acerca dos conceitos de hardware e de software, do programa Microsoft Word 2013 e do sistema operacional Windows 7.
No Word 2013, não é permitido selecionar textos que estejam em locais diferentes do documento, como, por exemplo, uma frase em uma página e outra frase em outra página.
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Texto para os itens de 1 a 16.
1 O Brasil é um País diverso, e a diversidade é um ativo, mais que belo, estratégico. Entretanto, o País acabou traduzindo
esse ativo em desigualdades, de muitas ordens, que afetam as pessoas ao longo da vida. A desigualdade não é fato dado e
exógeno, distante e acidental. Ela é fruto das escolhas do País. Não raras vezes, a desigualdade é produzida ou ampliada por
4 políticas públicas não muito bem desenhadas. Para superá-la, em primeiro lugar, é preciso admitir que a desigualdade é nossa e
que nós a (re)produzimos. Em segundo, que as soluções passam pelas escolhas que o País fará.
Um dos meios mais efetivos para enfrentar a desigualdade é a educação, área que é reconhecida como importante por
7 todos, mas que é historicamente pouco priorizada. Há diversos assuntos relevantes em discussão no País, porém, tendo em vista
nossos indicadores, nada é mais urgente que investir em educação. Diferentemente da área da saúde ou da segurança pública,
em que a perda é imediata, concreta e visual, na educação sem qualidade, a morte é lenta, e os erros das políticas públicas
10 afetam o tempo presente, mas, em especial, o tempo futuro, individual e socialmente.
O fato é que um conjunto de pessoas não está tendo garantido seu direito à educação. Há pessoas ficando para trás,
especialmente adolescentes e jovens, e é fundamental que a sociedade se mobilize em torno do assunto. Local de moradia, cor
13 e sexo não podem definir o futuro dos cidadãos. Algumas pessoas já foram perdidas pelo caminho. O Atlas da Violência, divulgado
recentemente, mostrou que, em 2017, 55% dos homicídios ocorreram entre homens jovens, sendo que a maior parte das vítimas
não tinha o ensino fundamental completo e a imensa maioria assassinada era negra. Outras pessoas, sem suficiente educação
16 formal de qualidade, seguem para uma vida adulta cheia de restrições, criando estratégias em busca do tempo perdido. Mas,
afinal, quem são os adolescentes e jovens que estão ficando para trás? Pode-se qualificar esse público por, pelo menos, duas
perspectivas: os que estão no sistema educacional e apresentam baixos níveis de aprendizagem e os que deixaram a escola com
19 baixa instrução.
Os indicadores da PNAD Contínua de 2018, pesquisa realizada pelo IBGE, divulgada em junho de 2019, oferece-nos uma
visão ampla, também, daqueles que estão fora do sistema de ensino, daí sua importância. Aproximadamente 8% da população
22 de quinze a dezessete anos de idade não frequentavam escola e não tinham educação básica, totalizando um contingente de
quase 750 mil jovens. Desses, 60% não tinham chegado a concluir o ensino fundamental, percentual mais elevado que o
observado para o restante da população adulta, e cerca de 70% dos responsáveis dos domicílios em que esses jovens moravam
25 não concluíram o ensino fundamental, dos quais 15% nem tinham instrução formal. O quadro de fragilidade desta faixa etária é
agravado por outro dado da PNAD: 33% dos jovens de quinze a dezessete anos de idade estavam fora da escola por falta de
interesse, o que confirma a inadequação da escola que é oferecida aos jovens brasileiros. Sim, está-se diante de uma imensa
28 responsabilidade.
Juliana Leitão. O Brasil conhece os Brasis?
Valor Econômico, 2019, p. A12 (com adaptações).
Com relação às ideias do texto, julgue os itens de 10 a 16.
Depreende-se do texto que há persistência da desigualdade social no grupo de adolescentes e jovens com pouca ou nenhuma instrução formal.
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Texto para os itens de 1 a 16.
1 O Brasil é um País diverso, e a diversidade é um ativo, mais que belo, estratégico. Entretanto, o País acabou traduzindo
esse ativo em desigualdades, de muitas ordens, que afetam as pessoas ao longo da vida. A desigualdade não é fato dado e
exógeno, distante e acidental. Ela é fruto das escolhas do País. Não raras vezes, a desigualdade é produzida ou ampliada por
4 políticas públicas não muito bem desenhadas. Para superá-la, em primeiro lugar, é preciso admitir que a desigualdade é nossa e
que nós a (re)produzimos. Em segundo, que as soluções passam pelas escolhas que o País fará.
Um dos meios mais efetivos para enfrentar a desigualdade é a educação, área que é reconhecida como importante por
7 todos, mas que é historicamente pouco priorizada. Há diversos assuntos relevantes em discussão no País, porém, tendo em vista
nossos indicadores, nada é mais urgente que investir em educação. Diferentemente da área da saúde ou da segurança pública,
em que a perda é imediata, concreta e visual, na educação sem qualidade, a morte é lenta, e os erros das políticas públicas
10 afetam o tempo presente, mas, em especial, o tempo futuro, individual e socialmente.
O fato é que um conjunto de pessoas não está tendo garantido seu direito à educação. Há pessoas ficando para trás,
especialmente adolescentes e jovens, e é fundamental que a sociedade se mobilize em torno do assunto. Local de moradia, cor
13 e sexo não podem definir o futuro dos cidadãos. Algumas pessoas já foram perdidas pelo caminho. O Atlas da Violência, divulgado
recentemente, mostrou que, em 2017, 55% dos homicídios ocorreram entre homens jovens, sendo que a maior parte das vítimas
não tinha o ensino fundamental completo e a imensa maioria assassinada era negra. Outras pessoas, sem suficiente educação
16 formal de qualidade, seguem para uma vida adulta cheia de restrições, criando estratégias em busca do tempo perdido. Mas,
afinal, quem são os adolescentes e jovens que estão ficando para trás? Pode-se qualificar esse público por, pelo menos, duas
perspectivas: os que estão no sistema educacional e apresentam baixos níveis de aprendizagem e os que deixaram a escola com
19 baixa instrução.
Os indicadores da PNAD Contínua de 2018, pesquisa realizada pelo IBGE, divulgada em junho de 2019, oferece-nos uma
visão ampla, também, daqueles que estão fora do sistema de ensino, daí sua importância. Aproximadamente 8% da população
22 de quinze a dezessete anos de idade não frequentavam escola e não tinham educação básica, totalizando um contingente de
quase 750 mil jovens. Desses, 60% não tinham chegado a concluir o ensino fundamental, percentual mais elevado que o
observado para o restante da população adulta, e cerca de 70% dos responsáveis dos domicílios em que esses jovens moravam
25 não concluíram o ensino fundamental, dos quais 15% nem tinham instrução formal. O quadro de fragilidade desta faixa etária é
agravado por outro dado da PNAD: 33% dos jovens de quinze a dezessete anos de idade estavam fora da escola por falta de
interesse, o que confirma a inadequação da escola que é oferecida aos jovens brasileiros. Sim, está-se diante de uma imensa
28 responsabilidade.
Juliana Leitão. O Brasil conhece os Brasis?
Valor Econômico, 2019, p. A12 (com adaptações).
Com relação às ideias do texto, julgue os itens de 10 a 16.
Deduz-se do texto que a educação, um direito fundamental, deveria ser priorizada, nas políticas públicas, como instrumento que colabora para a igualdade social.
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Texto para os itens de 1 a 16.
1 O Brasil é um País diverso, e a diversidade é um ativo, mais que belo, estratégico. Entretanto, o País acabou traduzindo
esse ativo em desigualdades, de muitas ordens, que afetam as pessoas ao longo da vida. A desigualdade não é fato dado e
exógeno, distante e acidental. Ela é fruto das escolhas do País. Não raras vezes, a desigualdade é produzida ou ampliada por
4 políticas públicas não muito bem desenhadas. Para superá-la, em primeiro lugar, é preciso admitir que a desigualdade é nossa e
que nós a (re)produzimos. Em segundo, que as soluções passam pelas escolhas que o País fará.
Um dos meios mais efetivos para enfrentar a desigualdade é a educação, área que é reconhecida como importante por
7 todos, mas que é historicamente pouco priorizada. Há diversos assuntos relevantes em discussão no País, porém, tendo em vista
nossos indicadores, nada é mais urgente que investir em educação. Diferentemente da área da saúde ou da segurança pública,
em que a perda é imediata, concreta e visual, na educação sem qualidade, a morte é lenta, e os erros das políticas públicas
10 afetam o tempo presente, mas, em especial, o tempo futuro, individual e socialmente.
O fato é que um conjunto de pessoas não está tendo garantido seu direito à educação. Há pessoas ficando para trás,
especialmente adolescentes e jovens, e é fundamental que a sociedade se mobilize em torno do assunto. Local de moradia, cor
13 e sexo não podem definir o futuro dos cidadãos. Algumas pessoas já foram perdidas pelo caminho. O Atlas da Violência, divulgado
recentemente, mostrou que, em 2017, 55% dos homicídios ocorreram entre homens jovens, sendo que a maior parte das vítimas
não tinha o ensino fundamental completo e a imensa maioria assassinada era negra. Outras pessoas, sem suficiente educação
16 formal de qualidade, seguem para uma vida adulta cheia de restrições, criando estratégias em busca do tempo perdido. Mas,
afinal, quem são os adolescentes e jovens que estão ficando para trás? Pode-se qualificar esse público por, pelo menos, duas
perspectivas: os que estão no sistema educacional e apresentam baixos níveis de aprendizagem e os que deixaram a escola com
19 baixa instrução.
Os indicadores da PNAD Contínua de 2018, pesquisa realizada pelo IBGE, divulgada em junho de 2019, oferece-nos uma
visão ampla, também, daqueles que estão fora do sistema de ensino, daí sua importância. Aproximadamente 8% da população
22 de quinze a dezessete anos de idade não frequentavam escola e não tinham educação básica, totalizando um contingente de
quase 750 mil jovens. Desses, 60% não tinham chegado a concluir o ensino fundamental, percentual mais elevado que o
observado para o restante da população adulta, e cerca de 70% dos responsáveis dos domicílios em que esses jovens moravam
25 não concluíram o ensino fundamental, dos quais 15% nem tinham instrução formal. O quadro de fragilidade desta faixa etária é
agravado por outro dado da PNAD: 33% dos jovens de quinze a dezessete anos de idade estavam fora da escola por falta de
interesse, o que confirma a inadequação da escola que é oferecida aos jovens brasileiros. Sim, está-se diante de uma imensa
28 responsabilidade.
Juliana Leitão. O Brasil conhece os Brasis?
Valor Econômico, 2019, p. A12 (com adaptações).
No que concerne à estruturação linguístico-gramatical do texto, julgue os itens de 1 a 9.
Mantém a correção gramatical e os sentidos textuais a substituição do termo “exógeno” (linha 3) por interno.
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Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: QUADRIX
Orgão: CRT-SP
Com relação ao orçamento público, julgue os itens de 96 a 103.
Na classificação institucional da despesa, em regra, o primeiro dígito indica o Poder (Legislativo, Executivo e Judiciário). Assim, os órgãos do Poder Executivo possuem código inicial 2, 3, 4 ou 5.
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