Magna Concursos

Foram encontradas 25 questões.

Em um volume de 500 mL de água, foram colocados, inicialmente, 15 gramas de sal. A essa mistura, Fábia acrescentou 3 colheres de medidas iguais de sal e, com isso, a mistura passou à razão de 3 gramas de sal para cada 20 mL de água. Nessas condições, é correto afirmar que cada uma das colheres de sal que Fábia acrescentou à mistura tinha uma massa de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A tabela a seguir apresenta informações sobre os produtos químicos A, B e C:

Produto

Massa (por pacote)

Percentual de sódio

A 50 g

24%

B 80 g

30%

C 100 g

15%

Com base nessas informações, é correto afirmar que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Um carpinteiro fará um tampo de mesa com certa espessura constante cuja superfície deverá ter a forma de um retângulo, com 1,25 metro de largura e 2 metros de comprimento. Na espessura definida por ele, a peça de madeira que o carpinteiro usará para fazer o tampo de mesa é tal que cada centímetro quadrado de superfície corresponde a uma massa de 0,6 grama. Nessas condições, a massa total do tampo de mesa será igual a

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Marcos comprou 3 garrafas de certo produto de limpeza, com a mesma quantidade de produto em cada uma. Despejou todo o conteúdo das 3 garrafas em um tambor e, em seguida, distribuiu totalmente esse conteúdo em 8 frascos, em quantidades iguais. Se cada um desses frascos recebeu 187,5 mL do produto, é correto afirmar que cada uma das garrafas que Marcos comprou possuía

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O eixo de uma máquina tem 25 milímetros de diâmetro, e um torneiro mecânico recebeu a tarefa de reduzir essa medida em 20%. Depois de feita a redução conforme especificado, o eixo da máquina passará a ter um diâmetro de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Candoca era afilhado de meu avô. Tinha quebrado uma perna na roda do engenho na fazenda Paraíso, quando menino. Foi meu avô quem deu jeito e encanou com talas de taquarussu a perna. Candoca sarou, andou, porém ficou manco.

Por morte de meu avô e sem família, veio para a cidade grande e passou a fazer pequenos biscates. Onde trabalhava, comia e, se o serviço encompridava, também dormia. Ganhava seu dinheirinho. Devaneava como tantos e sonhava encontrar algum dia um pote de ouro que o deixasse rico.

Era ótima pessoa, ruivo, alegre, de olhos mansos. Toda gente gostava de Candoca e de quem ele gostava demais era de uma professora que, dedicada e paciente, antecipando a educação de adultos, lhe dera rudimentos de leitura e o ensinara a acertar pequenas contas.

Chamava a professora de mestra e tomava-lhe a bênção. Aliás, o tratamento de mestra e a bênção eram rigores de disciplina que perduraram em minha terra, Goiás.

Trabalhando de um lado para outro furando poço, preparando pasto, revirando terra para canteiros e arrancando pedra dos velhos quintais, o Candoca deu certo dia com a sonhada moringa de ouro enterrado.

Bem sonso e quietinho, tratou de esconder o achado em outro canto, só dele sabido.

Escondeu e ficou esperando Sizenando voltar de viagem para reverem juntos o achado, repartirem, transformarem a ourama em dinheiro e passarem a viver como lordes.

Isto por três razões. Primeiro, era amigo de verdade do Sizenando. Segundo, queria se casar com a irmã dele. Terceiro, pretendia um parceiro da boa sorte, pois, de acordo com as lendas: com quem descobre e aproveita ouro enterrado, pode acontecer desastre ou morrer logo.

(Cora Coralina. O tesouro da casa velha. Global editora. Adaptado)

Os trechos Toda gente gostava de Candoca e e passarem a viver como lordes podem ser reescritos, sem alteração de sentido, da seguinte forma:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Candoca era afilhado de meu avô. Tinha quebrado uma perna na roda do engenho na fazenda Paraíso, quando menino. Foi meu avô quem deu jeito e encanou com talas de taquarussu a perna. Candoca sarou, andou, porém ficou manco.

Por morte de meu avô e sem família, veio para a cidade grande e passou a fazer pequenos biscates. Onde trabalhava, comia e, se o serviço encompridava, também dormia. Ganhava seu dinheirinho. Devaneava como tantos e sonhava encontrar algum dia um pote de ouro que o deixasse rico.

Era ótima pessoa, ruivo, alegre, de olhos mansos. Toda gente gostava de Candoca e de quem ele gostava demais era de uma professora que, dedicada e paciente, antecipando a educação de adultos, lhe dera rudimentos de leitura e o ensinara a acertar pequenas contas.

Chamava a professora de mestra e tomava-lhe a bênção. Aliás, o tratamento de mestra e a bênção eram rigores de disciplina que perduraram em minha terra, Goiás.

Trabalhando de um lado para outro furando poço, preparando pasto, revirando terra para canteiros e arrancando pedra dos velhos quintais, o Candoca deu certo dia com a sonhada moringa de ouro enterrado.

Bem sonso e quietinho, tratou de esconder o achado em outro canto, só dele sabido.

Escondeu e ficou esperando Sizenando voltar de viagem para reverem juntos o achado, repartirem, transformarem a ourama em dinheiro e passarem a viver como lordes.

Isto por três razões. Primeiro, era amigo de verdade do Sizenando. Segundo, queria se casar com a irmã dele. Terceiro, pretendia um parceiro da boa sorte, pois, de acordo com as lendas: com quem descobre e aproveita ouro enterrado, pode acontecer desastre ou morrer logo.

(Cora Coralina. O tesouro da casa velha. Global editora. Adaptado)

De acordo com o emprego dos verbos no singular e no plural, está correta a alternativa:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Candoca era afilhado de meu avô. Tinha quebrado uma perna na roda do engenho na fazenda Paraíso, quando menino. Foi meu avô quem deu jeito e encanou com talas de taquarussu a perna. Candoca sarou, andou, porém ficou manco.

Por morte de meu avô e sem família, veio para a cidade grande e passou a fazer pequenos biscates. Onde trabalhava, comia e, se o serviço encompridava, também dormia. Ganhava seu dinheirinho. Devaneava como tantos e sonhava encontrar algum dia um pote de ouro que o deixasse rico.

Era ótima pessoa, ruivo, alegre, de olhos mansos. Toda gente gostava de Candoca e de quem ele gostava demais era de uma professora que, dedicada e paciente, antecipando a educação de adultos, lhe dera rudimentos de leitura e o ensinara a acertar pequenas contas.

Chamava a professora de mestra e tomava-lhe a bênção. Aliás, o tratamento de mestra e a bênção eram rigores de disciplina que perduraram em minha terra, Goiás.

Trabalhando de um lado para outro furando poço, preparando pasto, revirando terra para canteiros e arrancando pedra dos velhos quintais, o Candoca deu certo dia com a sonhada moringa de ouro enterrado.

Bem sonso e quietinho, tratou de esconder o achado em outro canto, só dele sabido.

Escondeu e ficou esperando Sizenando voltar de viagem para reverem juntos o achado, repartirem, transformarem a ourama em dinheiro e passarem a viver como lordes.

Isto por três razões. Primeiro, era amigo de verdade do Sizenando. Segundo, queria se casar com a irmã dele. Terceiro, pretendia um parceiro da boa sorte, pois, de acordo com as lendas: com quem descobre e aproveita ouro enterrado, pode acontecer desastre ou morrer logo.

(Cora Coralina. O tesouro da casa velha. Global editora. Adaptado)

Leia as frases elaboradas a partir do texto.

• Naquela época, não se dava importância à educação de adultos, mas a professora de Candoca já praticava a educação de adultos com seus alunos.

• Furar poços e preparar pastos eram trabalhos que ele realizava e sabia realizar esses trabalhos bem.

De acordo com a norma-padrão de emprego dos pronomes, os trechos destacados podem ser substituídos por:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Candoca era afilhado de meu avô. Tinha quebrado uma perna na roda do engenho na fazenda Paraíso, quando menino. Foi meu avô quem deu jeito e encanou com talas de taquarussu a perna. Candoca sarou, andou, porém ficou manco.

Por morte de meu avô e sem família, veio para a cidade grande e passou a fazer pequenos biscates. Onde trabalhava, comia e, se o serviço encompridava, também dormia. Ganhava seu dinheirinho. Devaneava como tantos e sonhava encontrar algum dia um pote de ouro que o deixasse rico.

Era ótima pessoa, ruivo, alegre, de olhos mansos. Toda gente gostava de Candoca e de quem ele gostava demais era de uma professora que, dedicada e paciente, antecipando a educação de adultos, lhe dera rudimentos de leitura e o ensinara a acertar pequenas contas.

Chamava a professora de mestra e tomava-lhe a bênção. Aliás, o tratamento de mestra e a bênção eram rigores de disciplina que perduraram em minha terra, Goiás.

Trabalhando de um lado para outro furando poço, preparando pasto, revirando terra para canteiros e arrancando pedra dos velhos quintais, o Candoca deu certo dia com a sonhada moringa de ouro enterrado.

Bem sonso e quietinho, tratou de esconder o achado em outro canto, só dele sabido.

Escondeu e ficou esperando Sizenando voltar de viagem para reverem juntos o achado, repartirem, transformarem a ourama em dinheiro e passarem a viver como lordes.

Isto por três razões. Primeiro, era amigo de verdade do Sizenando. Segundo, queria se casar com a irmã dele. Terceiro, pretendia um parceiro da boa sorte, pois, de acordo com as lendas: com quem descobre e aproveita ouro enterrado, pode acontecer desastre ou morrer logo.

(Cora Coralina. O tesouro da casa velha. Global editora. Adaptado)

No quarto parágrafo, em – Aliás, o tratamento de mestra e a bênção eram rigores de disciplina que perduraram em minha terra, Goiás. –, o termo destacado tem sentido equivalente a

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Candoca era afilhado de meu avô. Tinha quebrado uma perna na roda do engenho na fazenda Paraíso, quando menino. Foi meu avô quem deu jeito e encanou com talas de taquarussu a perna. Candoca sarou, andou, porém ficou manco.

Por morte de meu avô e sem família, veio para a cidade grande e passou a fazer pequenos biscates. Onde trabalhava, comia e, se o serviço encompridava, também dormia. Ganhava seu dinheirinho. Devaneava como tantos e sonhava encontrar algum dia um pote de ouro que o deixasse rico.

Era ótima pessoa, ruivo, alegre, de olhos mansos. Toda gente gostava de Candoca e de quem ele gostava demais era de uma professora que, dedicada e paciente, antecipando a educação de adultos, lhe dera rudimentos de leitura e o ensinara a acertar pequenas contas.

Chamava a professora de mestra e tomava-lhe a bênção. Aliás, o tratamento de mestra e a bênção eram rigores de disciplina que perduraram em minha terra, Goiás.

Trabalhando de um lado para outro furando poço, preparando pasto, revirando terra para canteiros e arrancando pedra dos velhos quintais, o Candoca deu certo dia com a sonhada moringa de ouro enterrado.

Bem sonso e quietinho, tratou de esconder o achado em outro canto, só dele sabido.

Escondeu e ficou esperando Sizenando voltar de viagem para reverem juntos o achado, repartirem, transformarem a ourama em dinheiro e passarem a viver como lordes.

Isto por três razões. Primeiro, era amigo de verdade do Sizenando. Segundo, queria se casar com a irmã dele. Terceiro, pretendia um parceiro da boa sorte, pois, de acordo com as lendas: com quem descobre e aproveita ouro enterrado, pode acontecer desastre ou morrer logo.

(Cora Coralina. O tesouro da casa velha. Global editora. Adaptado)

No último parágrafo, em – Segundo, queria se casar com a irmã dele. –, a expressão destacada indica um evento

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas