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A expectativa de vida da população brasileira ao nascer
subiu no ano de 2021, segundo dados da Tábua Completa de
Mortalidade de 2021 divulgados em novembro do ano passado
pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Os dados, publicados no Diário Oficial da União, mostram que o
número subiu de 76,8 para 77 anos na comparação com 2020.
Anualmente, o IBGE divulga esses números para o total da
população brasileira, com data de referência em 1.º de julho
do ano anterior e para todas as idades, conforme prevê o
artigo 2.º do Decreto n.º 3.266/1999.
As informações sobre a expectativa de vida da população
são usadas para a tomada de decisão em várias políticas públicas.
Esse dado é utilizado, por exemplo, para determinar o fator
previdenciário no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de
Previdência Social. Na divulgação dos números de 2020, o IBGE
informou que as mortes decorrentes da pandemia de covid-19 não
foram incluídas no levantamento e que essas informações só
devem ser incorporadas na divulgação de 2023, referente ao ano
de 2022. Mesmo assim, a inclusão seria apenas em caráter
preliminar. Portanto, a divulgação seguiu a mesma metodologia
do ano anterior, sem o impacto da pandemia.
“É bem provável que em 2023 a gente tenha uma Tábua
preliminar (corrigida pela covid-19) para o Brasil; para as
unidades da Federação, são necessários os dados do Ministério da
Saúde, que demoram um pouco mais”, explicou a demógrafa
Izabel Guimarães Marri, gerente de população do IBGE na
ocasião. “Em 2024, a gente vai ter a Tábua (referente a 2023)
com todos os ajustes e estudos por unidades da Federação”,
previu.
Internet: <noticias.uol.com.br> (com adaptações).
A supressão das vírgulas que isolam a expressão “publicados no Diário Oficial da União” (segundo período do primeiro parágrafo) manteria a correção gramatical do texto.
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A expectativa de vida da população brasileira ao nascer
subiu no ano de 2021, segundo dados da Tábua Completa de
Mortalidade de 2021 divulgados em novembro do ano passado
pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Os dados, publicados no Diário Oficial da União, mostram que o
número subiu de 76,8 para 77 anos na comparação com 2020.
Anualmente, o IBGE divulga esses números para o total da
população brasileira, com data de referência em 1.º de julho
do ano anterior e para todas as idades, conforme prevê o
artigo 2.º do Decreto n.º 3.266/1999.
As informações sobre a expectativa de vida da população
são usadas para a tomada de decisão em várias políticas públicas.
Esse dado é utilizado, por exemplo, para determinar o fator
previdenciário no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de
Previdência Social. Na divulgação dos números de 2020, o IBGE
informou que as mortes decorrentes da pandemia de covid-19 não
foram incluídas no levantamento e que essas informações só
devem ser incorporadas na divulgação de 2023, referente ao ano
de 2022. Mesmo assim, a inclusão seria apenas em caráter
preliminar. Portanto, a divulgação seguiu a mesma metodologia
do ano anterior, sem o impacto da pandemia.
“É bem provável que em 2023 a gente tenha uma Tábua
preliminar (corrigida pela covid-19) para o Brasil; para as
unidades da Federação, são necessários os dados do Ministério da
Saúde, que demoram um pouco mais”, explicou a demógrafa
Izabel Guimarães Marri, gerente de população do IBGE na
ocasião. “Em 2024, a gente vai ter a Tábua (referente a 2023)
com todos os ajustes e estudos por unidades da Federação”,
previu.
Internet: <noticias.uol.com.br> (com adaptações).
De acordo com as informações do texto, a Tábua Completa de Mortalidade referente ao ano de 2020 foi publicada com atraso em decorrência da pandemia de covid-19, deflagrada naquele ano.
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A expectativa de vida da população brasileira ao nascer
subiu no ano de 2021, segundo dados da Tábua Completa de
Mortalidade de 2021 divulgados em novembro do ano passado
pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Os dados, publicados no Diário Oficial da União, mostram que o
número subiu de 76,8 para 77 anos na comparação com 2020.
Anualmente, o IBGE divulga esses números para o total da
população brasileira, com data de referência em 1.º de julho
do ano anterior e para todas as idades, conforme prevê o
artigo 2.º do Decreto n.º 3.266/1999.
As informações sobre a expectativa de vida da população
são usadas para a tomada de decisão em várias políticas públicas.
Esse dado é utilizado, por exemplo, para determinar o fator
previdenciário no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de
Previdência Social. Na divulgação dos números de 2020, o IBGE
informou que as mortes decorrentes da pandemia de covid-19 não
foram incluídas no levantamento e que essas informações só
devem ser incorporadas na divulgação de 2023, referente ao ano
de 2022. Mesmo assim, a inclusão seria apenas em caráter
preliminar. Portanto, a divulgação seguiu a mesma metodologia
do ano anterior, sem o impacto da pandemia.
“É bem provável que em 2023 a gente tenha uma Tábua
preliminar (corrigida pela covid-19) para o Brasil; para as
unidades da Federação, são necessários os dados do Ministério da
Saúde, que demoram um pouco mais”, explicou a demógrafa
Izabel Guimarães Marri, gerente de população do IBGE na
ocasião. “Em 2024, a gente vai ter a Tábua (referente a 2023)
com todos os ajustes e estudos por unidades da Federação”,
previu.
Internet: <noticias.uol.com.br> (com adaptações).
Segundo as informações do texto acerca da mencionada pesquisa do IBGE, a pandemia de covid-19 não impactou negativamente a expectativa de vida do brasileiro em 2020.
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A expectativa de vida da população brasileira ao nascer
subiu no ano de 2021, segundo dados da Tábua Completa de
Mortalidade de 2021 divulgados em novembro do ano passado
pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Os dados, publicados no Diário Oficial da União, mostram que o
número subiu de 76,8 para 77 anos na comparação com 2020.
Anualmente, o IBGE divulga esses números para o total da
população brasileira, com data de referência em 1.º de julho
do ano anterior e para todas as idades, conforme prevê o
artigo 2.º do Decreto n.º 3.266/1999.
As informações sobre a expectativa de vida da população
são usadas para a tomada de decisão em várias políticas públicas.
Esse dado é utilizado, por exemplo, para determinar o fator
previdenciário no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de
Previdência Social. Na divulgação dos números de 2020, o IBGE
informou que as mortes decorrentes da pandemia de covid-19 não
foram incluídas no levantamento e que essas informações só
devem ser incorporadas na divulgação de 2023, referente ao ano
de 2022. Mesmo assim, a inclusão seria apenas em caráter
preliminar. Portanto, a divulgação seguiu a mesma metodologia
do ano anterior, sem o impacto da pandemia.
“É bem provável que em 2023 a gente tenha uma Tábua
preliminar (corrigida pela covid-19) para o Brasil; para as
unidades da Federação, são necessários os dados do Ministério da
Saúde, que demoram um pouco mais”, explicou a demógrafa
Izabel Guimarães Marri, gerente de população do IBGE na
ocasião. “Em 2024, a gente vai ter a Tábua (referente a 2023)
com todos os ajustes e estudos por unidades da Federação”,
previu.
Internet: <noticias.uol.com.br> (com adaptações).
De acordo com o texto, a informação a respeito da expectativa de vida no país é relevante, entre outros fatores, para o cálculo das aposentadorias.
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A expectativa de vida da população brasileira ao nascer
subiu no ano de 2021, segundo dados da Tábua Completa de
Mortalidade de 2021 divulgados em novembro do ano passado
pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Os dados, publicados no Diário Oficial da União, mostram que o
número subiu de 76,8 para 77 anos na comparação com 2020.
Anualmente, o IBGE divulga esses números para o total da
população brasileira, com data de referência em 1.º de julho
do ano anterior e para todas as idades, conforme prevê o
artigo 2.º do Decreto n.º 3.266/1999.
As informações sobre a expectativa de vida da população
são usadas para a tomada de decisão em várias políticas públicas.
Esse dado é utilizado, por exemplo, para determinar o fator
previdenciário no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de
Previdência Social. Na divulgação dos números de 2020, o IBGE
informou que as mortes decorrentes da pandemia de covid-19 não
foram incluídas no levantamento e que essas informações só
devem ser incorporadas na divulgação de 2023, referente ao ano
de 2022. Mesmo assim, a inclusão seria apenas em caráter
preliminar. Portanto, a divulgação seguiu a mesma metodologia
do ano anterior, sem o impacto da pandemia.
“É bem provável que em 2023 a gente tenha uma Tábua
preliminar (corrigida pela covid-19) para o Brasil; para as
unidades da Federação, são necessários os dados do Ministério da
Saúde, que demoram um pouco mais”, explicou a demógrafa
Izabel Guimarães Marri, gerente de população do IBGE na
ocasião. “Em 2024, a gente vai ter a Tábua (referente a 2023)
com todos os ajustes e estudos por unidades da Federação”,
previu.
Internet: <noticias.uol.com.br> (com adaptações).
Depreende-se do texto que a expectativa de vida do brasileiro vem subindo a cada ano.
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A cibersegurança, embora seja um tema há muito
discutido em âmbito global, é um campo relativamente novo no
Brasil. No entanto, tem ganhado destaque por conta da intensa
migração de dados para ambientes em nuvem e da interconexão
praticamente global de dispositivos na Internet. A proliferação de
dispositivos conectados à Internet, desde eletrodomésticos até
equipamentos industriais, aumentou consideravelmente a
superfície de ataque, transformando o cenário de riscos. O que
antes parecia ficção científica, como geladeiras ou medidores de
pressão de gasodutos conectados à rede de computadores, agora é
uma realidade tangível.
Entretanto, a adoção apressada de tecnologias conectadas
à Internet muitas vezes ocorre sem a devida atenção à segurança.
Essa falta de consideração em relação à cibersegurança pode
expor empresas a riscos substanciais, pois a falta de preparação e
avaliação da superfície de ataque pode permitir que brechas
sejam exploradas por agentes maliciosos.
Uma das principais questões, quando se fala em
cibersegurança, é a de que não existe uma “bala de prata”, ou
seja, uma solução única para todas as falhas que podem ocorrer.
Cada organização possui características, riscos e necessidades
distintos, o que exige a criação de soluções personalizadas para
mitigar ameaças específicas.
Nesse sentido, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)
desempenhou um papel significativo no cenário de cibersegurança
ao estabelecer diretrizes para a prevenção de vazamentos e a
proteção de dados. Empresas são agora obrigadas a adotar medidas
proativas para evitar incidentes de segurança e garantir a
privacidade dos dados. O investimento em cibersegurança deve ser
entendido como um seguro de carro: deve-se investir na prevenção
para minimizar os danos de um eventual incidente.
Internet: <economiasc.com> (com adaptações).
O deslocamento da palavra “agora” (segundo período do último parágrafo) para o início do período, com o devido ajuste das letras iniciais maiúsculas e minúsculas, manteria o sentido e a correção gramatical do texto.
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A cibersegurança, embora seja um tema há muito
discutido em âmbito global, é um campo relativamente novo no
Brasil. No entanto, tem ganhado destaque por conta da intensa
migração de dados para ambientes em nuvem e da interconexão
praticamente global de dispositivos na Internet. A proliferação de
dispositivos conectados à Internet, desde eletrodomésticos até
equipamentos industriais, aumentou consideravelmente a
superfície de ataque, transformando o cenário de riscos. O que
antes parecia ficção científica, como geladeiras ou medidores de
pressão de gasodutos conectados à rede de computadores, agora é
uma realidade tangível.
Entretanto, a adoção apressada de tecnologias conectadas
à Internet muitas vezes ocorre sem a devida atenção à segurança.
Essa falta de consideração em relação à cibersegurança pode
expor empresas a riscos substanciais, pois a falta de preparação e
avaliação da superfície de ataque pode permitir que brechas
sejam exploradas por agentes maliciosos.
Uma das principais questões, quando se fala em
cibersegurança, é a de que não existe uma “bala de prata”, ou
seja, uma solução única para todas as falhas que podem ocorrer.
Cada organização possui características, riscos e necessidades
distintos, o que exige a criação de soluções personalizadas para
mitigar ameaças específicas.
Nesse sentido, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)
desempenhou um papel significativo no cenário de cibersegurança
ao estabelecer diretrizes para a prevenção de vazamentos e a
proteção de dados. Empresas são agora obrigadas a adotar medidas
proativas para evitar incidentes de segurança e garantir a
privacidade dos dados. O investimento em cibersegurança deve ser
entendido como um seguro de carro: deve-se investir na prevenção
para minimizar os danos de um eventual incidente.
Internet: <economiasc.com> (com adaptações).
Julgue o item que se segue, com base nas ideias, no vocabulário e na estruturação linguística do texto precedente.
O emprego das aspas na expressão ‘bala de prata’ (primeiro período do terceiro parágrafo) indica que essa expressão consiste em um termo técnico.
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A cibersegurança, embora seja um tema há muito
discutido em âmbito global, é um campo relativamente novo no
Brasil. No entanto, tem ganhado destaque por conta da intensa
migração de dados para ambientes em nuvem e da interconexão
praticamente global de dispositivos na Internet. A proliferação de
dispositivos conectados à Internet, desde eletrodomésticos até
equipamentos industriais, aumentou consideravelmente a
superfície de ataque, transformando o cenário de riscos. O que
antes parecia ficção científica, como geladeiras ou medidores de
pressão de gasodutos conectados à rede de computadores, agora é
uma realidade tangível.
Entretanto, a adoção apressada de tecnologias conectadas
à Internet muitas vezes ocorre sem a devida atenção à segurança.
Essa falta de consideração em relação à cibersegurança pode
expor empresas a riscos substanciais, pois a falta de preparação e
avaliação da superfície de ataque pode permitir que brechas
sejam exploradas por agentes maliciosos.
Uma das principais questões, quando se fala em
cibersegurança, é a de que não existe uma “bala de prata”, ou
seja, uma solução única para todas as falhas que podem ocorrer.
Cada organização possui características, riscos e necessidades
distintos, o que exige a criação de soluções personalizadas para
mitigar ameaças específicas.
Nesse sentido, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)
desempenhou um papel significativo no cenário de cibersegurança
ao estabelecer diretrizes para a prevenção de vazamentos e a
proteção de dados. Empresas são agora obrigadas a adotar medidas
proativas para evitar incidentes de segurança e garantir a
privacidade dos dados. O investimento em cibersegurança deve ser
entendido como um seguro de carro: deve-se investir na prevenção
para minimizar os danos de um eventual incidente.
Internet: <economiasc.com> (com adaptações).
No segundo período do segundo parágrafo, a conjunção “pois” poderia ser substituída por então, sem prejuízo do sentido e da correção gramatical do texto.
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A cibersegurança, embora seja um tema há muito
discutido em âmbito global, é um campo relativamente novo no
Brasil. No entanto, tem ganhado destaque por conta da intensa
migração de dados para ambientes em nuvem e da interconexão
praticamente global de dispositivos na Internet. A proliferação de
dispositivos conectados à Internet, desde eletrodomésticos até
equipamentos industriais, aumentou consideravelmente a
superfície de ataque, transformando o cenário de riscos. O que
antes parecia ficção científica, como geladeiras ou medidores de
pressão de gasodutos conectados à rede de computadores, agora é
uma realidade tangível.
Entretanto, a adoção apressada de tecnologias conectadas
à Internet muitas vezes ocorre sem a devida atenção à segurança.
Essa falta de consideração em relação à cibersegurança pode
expor empresas a riscos substanciais, pois a falta de preparação e
avaliação da superfície de ataque pode permitir que brechas
sejam exploradas por agentes maliciosos.
Uma das principais questões, quando se fala em
cibersegurança, é a de que não existe uma “bala de prata”, ou
seja, uma solução única para todas as falhas que podem ocorrer.
Cada organização possui características, riscos e necessidades
distintos, o que exige a criação de soluções personalizadas para
mitigar ameaças específicas.
Nesse sentido, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)
desempenhou um papel significativo no cenário de cibersegurança
ao estabelecer diretrizes para a prevenção de vazamentos e a
proteção de dados. Empresas são agora obrigadas a adotar medidas
proativas para evitar incidentes de segurança e garantir a
privacidade dos dados. O investimento em cibersegurança deve ser
entendido como um seguro de carro: deve-se investir na prevenção
para minimizar os danos de um eventual incidente.
Internet: <economiasc.com> (com adaptações).
É facultativo o emprego do sinal indicativo de crase no vocábulo “a” presente no trecho “pode expor empresas a riscos substanciais” (segundo período do segundo parágrafo).
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A cibersegurança, embora seja um tema há muito
discutido em âmbito global, é um campo relativamente novo no
Brasil. No entanto, tem ganhado destaque por conta da intensa
migração de dados para ambientes em nuvem e da interconexão
praticamente global de dispositivos na Internet. A proliferação de
dispositivos conectados à Internet, desde eletrodomésticos até
equipamentos industriais, aumentou consideravelmente a
superfície de ataque, transformando o cenário de riscos. O que
antes parecia ficção científica, como geladeiras ou medidores de
pressão de gasodutos conectados à rede de computadores, agora é
uma realidade tangível.
Entretanto, a adoção apressada de tecnologias conectadas
à Internet muitas vezes ocorre sem a devida atenção à segurança.
Essa falta de consideração em relação à cibersegurança pode
expor empresas a riscos substanciais, pois a falta de preparação e
avaliação da superfície de ataque pode permitir que brechas
sejam exploradas por agentes maliciosos.
Uma das principais questões, quando se fala em
cibersegurança, é a de que não existe uma “bala de prata”, ou
seja, uma solução única para todas as falhas que podem ocorrer.
Cada organização possui características, riscos e necessidades
distintos, o que exige a criação de soluções personalizadas para
mitigar ameaças específicas.
Nesse sentido, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)
desempenhou um papel significativo no cenário de cibersegurança
ao estabelecer diretrizes para a prevenção de vazamentos e a
proteção de dados. Empresas são agora obrigadas a adotar medidas
proativas para evitar incidentes de segurança e garantir a
privacidade dos dados. O investimento em cibersegurança deve ser
entendido como um seguro de carro: deve-se investir na prevenção
para minimizar os danos de um eventual incidente.
Internet: <economiasc.com> (com adaptações).
No trecho “desde eletrodomésticos até equipamentos industriais” (terceiro período do primeiro parágrafo), a expressão “desde... até...” exprime um tipo de gradação da complexidade dos dispositivos mencionados, em que os eletrodomésticos seriam os mais simples, e os equipamentos industriais, os mais complexos.
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