No livro Design gráfico - uma história concisa, vemos que os tipos sem serifa, os numerais grandes e as “barras” horizontais e verticais (cuja função é, às vezes, enfatizar ou organizar a informação, e outras, decorar) são elementos típicos do que ficou conhecido como:
O índice que relaciona, em ordem alfabética, os principais assuntos tratados numa obra, agrupados por rubricas temáticas, com a indicação das diversas páginas, capítulos, etc. onde apareçam é o índice:
De acordo com a obra A Construção do Livro, assinale, nos conjuntos abaixo, o único em que os elementos estão grafados de acordo com as normas técnicas de preparo de originais:
Segundo o Dicionário de comunicação, “a técnica empregada na reprodução de desenhos a traço, que consiste na inclusão de uma ou mais retículas uniformes, sem gradação de tonalidades, para obter uma estampa com efeitos mais atraentes (fundos, sombras, grisés, etc.)” ou, segundo o Aurélio, “o processo de aplicação de padrões de ponto ou linha na reprodução de arte-final a traço, para se obterem tonalidades ou sombreados” é conhecido como:
Segundo Hollis, os designers gráficos ocidentais herdaram o alfabeto romano, cujas formas pouco mudaram ao longo dos séculos. Diferentes versões desse protótipo histórico desenvolveram-se entre os séculos XV e XX e persistem no século XXI, no formato eletrônico. Assim como o alfabeto romano, durante esse tempo as três funções básicas das artes gráficas sofreram poucas alterações, e qualquer design pode ser usado de todas as três maneiras, ou seja:
Em Educação à Distância - EAD -, há um padrão que especifica um esquema conceitual de dados e viabiliza a interoperabilidade de conteúdo de aprendizagem porque define o conteúdo como blocos independentes de aprendizagem. Segundo Goñi e Rivera, esses blocos podem ser combinados e seqüenciados para construir unidades educacionais mais abrangentes. Esse padrão é denominado: