Foram encontradas 75 questões.
Em relação à proposição “João nunca foi privado de liberdade, e o relatório policial é inconclusivo”, pode-se afirmar que sua negação lógica é corretamente representada em
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Visando aumentar a segurança no processo de entrada e saída, além dos elementos de segurança já existentes, foi projetada uma fechadura eletrônica acionada com um código de cinco dígitos (escolhidos entre os números inteiros de 0 até 9). João esqueceu o código, mas sabe que o primeiro dígito é 3, que o último é 8, e que a soma de três dígitos sequenciais do código (1º, 2º e 3º, ou 2º, 3º e 4º, ou 3º, 4º e 5º) sempre resulta 12. Nesse caso, qual é o quarto dígito do código?
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Certa unidade do sistema prisional tem encontrado algumas dificuldades por conta de constantes episódios de interrupções no abastecimento de água naquela localidade. Na busca por meios para resolver esse problema, foi feito um levantamento da quantidade total de água utilizada nessa unidade e pretende-se, a partir desse dado, construir uma caixa d’água, com a forma de um cilindro reto, apoiado sobre uma de suas bases circulares. Sobre o consumo, sabe-se que são necessários 169.560 litros de água diariamente. Sabe-se, também, que o diâmetro da base da caixa d’água é igual a 6 metros. Se a empresa de abastecimento de água assegura que é capaz de fornecer esse volume de água diariamente, apesar de diversas interrupções no decorrer do dia, determine a altura, em metros, necessária para que a caixa d’água comporte 169.560 litros de água e assinale a alternativa correta. (Use \( \pi \) = 3,14)
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Uma medida para evitar que as pessoas privadas de liberdade representem risco, dentro e fora dos estabelecimentos penais, é a revista constante em busca de objetos incompatíveis com o ambiente. Em certo estabelecimento com 150 celas, 45 delas foram revistadas na segunda-feira e 60 celas foram revistadas na terça-feira (mesmo que algumas delas já tivessem sido revistadas na segunda-feira). Sabendo que exatamente 60 celas não foram revistadas nem na segunda nem na terça-feira, assinale a alternativa que apresenta quantas celas foram revistadas duas vezes.
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Certa cidade conta com o atendimento de três hospitais, A, B e C, e de um estabelecimento penal, P. Sabe-se que a distância de P até B é 20% maior que a distância de P até A, e que a distância de P até C é 25% maior que a distância de P até B. Sabendo que a soma das distâncias de P até A, de P até B e de P até C é igual a 18,5 km, determine a distância de P até C, em quilômetros, e assinale a alternativa correta.
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As abelhas dançam para se comunicar. Mas precisam de aulas de dança
Você não nasceu sambando – e nem as abelhas. No caso delas, a dança é vital para a comunicação e um passo em falso pode prejudicar uma colega
Por Leo Caparroz 13 mar 2023
A dança das abelhas é um tipo singular de comunicação. Elas usam seu gingado para avisar as companheiras de colmeia sobre a localização das melhores flores, com mais néctar. Através dos seus passinhos, as colegas sabem a distância, direção e qualidade do alimento que a mensageira encontrou. Porém, assim como nós precisamos treinar nosso molejo, as abelhas não nascem pés de valsa. Cientistas descobriram que, durante a juventude, elas aprimoram esses movimentos ao tocar suas antenas nos corpos das dançarinas mais experientes – se não o fizerem, suas danças terão mais erros e suas direções não serão tão precisas.
Essa dança comunicativa é difícil de executar, e um passo errado pode mandar uma abelha para um lugar diferente do desejado. Quando as operárias mais velhas retornam à colmeia e executam a dança, as novatas observam com atenção e, com isso, aprendem a dançar de um jeito que gere melhores mapas. Esse período de aprendizado, quando a jovem operária tem cerca de 8 dias de idade, é crucial para que ela aperfeiçoe sua técnica.
Os pesquisadores também descobriram que, quando as operárias novatas perdiam as aulas de dança, suas direções eram mais descuidadas e com mais incoerências. Alguns aspectos melhoraram com a prática, mas outros foram internalizados incorretamente e mantidos assim. No estudo, eles criaram cinco colônias onde todas as abelhas tinham a mesma idade. Sem nenhuma anciã para guiá-las, elas tiveram que descobrir os segredos da dança por conta própria; ao contrário de outras cinco colônias de controle, feitas de forma mais natural. Quando os insetos alcançaram idade suficiente para sair e procurar flores, os autores registraram e compararam as danças dos dois grupos.
Em suas primeiras tentativas, as abelhas destreinadas tinham danças que erravam mais em comunicar ângulos de direção e distância. À medida que ganhavam mais experiência, elas ficavam melhores – com 20 dias de idade, já amadurecidas e experientes, elas se movimentaram tão bem quanto dançarinas criadas em uma colmeia normal. Contudo, elas ainda falhavam em comunicar a distância corretamente. Os pesquisadores montaram as colmeias para que ambos os grupos tivessem que percorrer as mesmas distâncias até o alimento, mas as abelhas destreinadas dançavam como se fosse mais longe do que o normal.
A pesquisa serve para demonstrar que a dança das abelhas não é completamente inata, mas que tem influência de seu meio, sendo parcialmente moldada pelo aprendizado social e compartilhamento de técnicas. No fim das contas, todas elas eram capazes de dançar; porém, as que tiveram “professores” mais experientes dançavam muito melhor.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/as-abelhas-dancampara- se-comunicar-mas-precisam-de-aulas-de-danca/ Acesso em: 27 mar. 2024
Assinale a alternativa em que o termo em destaque “que” exerce a mesma função que o destacado em: “[...] as abelhas destreinadas tinham danças que erravam mais em comunicar ângulos de direção e distância.”.
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As abelhas dançam para se comunicar. Mas precisam de aulas de dança
Você não nasceu sambando – e nem as abelhas. No caso delas, a dança é vital para a comunicação e um passo em falso pode prejudicar uma colega
Por Leo Caparroz 13 mar 2023
A dança das abelhas é um tipo singular de comunicação. Elas usam seu gingado para avisar as companheiras de colmeia sobre a localização das melhores flores, com mais néctar. Através dos seus passinhos, as colegas sabem a distância, direção e qualidade do alimento que a mensageira encontrou. Porém, assim como nós precisamos treinar nosso molejo, as abelhas não nascem pés de valsa. Cientistas descobriram que, durante a juventude, elas aprimoram esses movimentos ao tocar suas antenas nos corpos das dançarinas mais experientes – se não o fizerem, suas danças terão mais erros e suas direções não serão tão precisas.
Essa dança comunicativa é difícil de executar, e um passo errado pode mandar uma abelha para um lugar diferente do desejado. Quando as operárias mais velhas retornam à colmeia e executam a dança, as novatas observam com atenção e, com isso, aprendem a dançar de um jeito que gere melhores mapas. Esse período de aprendizado, quando a jovem operária tem cerca de 8 dias de idade, é crucial para que ela aperfeiçoe sua técnica.
Os pesquisadores também descobriram que, quando as operárias novatas perdiam as aulas de dança, suas direções eram mais descuidadas e com mais incoerências. Alguns aspectos melhoraram com a prática, mas outros foram internalizados incorretamente e mantidos assim. No estudo, eles criaram cinco colônias onde todas as abelhas tinham a mesma idade. Sem nenhuma anciã para guiá-las, elas tiveram que descobrir os segredos da dança por conta própria; ao contrário de outras cinco colônias de controle, feitas de forma mais natural. Quando os insetos alcançaram idade suficiente para sair e procurar flores, os autores registraram e compararam as danças dos dois grupos.
Em suas primeiras tentativas, as abelhas destreinadas tinham danças que erravam mais em comunicar ângulos de direção e distância. À medida que ganhavam mais experiência, elas ficavam melhores – com 20 dias de idade, já amadurecidas e experientes, elas se movimentaram tão bem quanto dançarinas criadas em uma colmeia normal. Contudo, elas ainda falhavam em comunicar a distância corretamente. Os pesquisadores montaram as colmeias para que ambos os grupos tivessem que percorrer as mesmas distâncias até o alimento, mas as abelhas destreinadas dançavam como se fosse mais longe do que o normal.
A pesquisa serve para demonstrar que a dança das abelhas não é completamente inata, mas que tem influência de seu meio, sendo parcialmente moldada pelo aprendizado social e compartilhamento de técnicas. No fim das contas, todas elas eram capazes de dançar; porém, as que tiveram “professores” mais experientes dançavam muito melhor.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/as-abelhas-dancampara- se-comunicar-mas-precisam-de-aulas-de-danca/ Acesso em: 27 mar. 2024
Leia o seguinte trecho do texto de apoio e, a partir do que se afirma sobre ele, assinale a alternativa INCORRETA:
“Alguns aspectos melhoraram com a prática, mas outros foram internalizados incorretamente e mantidos assim.”.
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As abelhas dançam para se comunicar. Mas precisam de aulas de dança
Você não nasceu sambando – e nem as abelhas. No caso delas, a dança é vital para a comunicação e um passo em falso pode prejudicar uma colega
Por Leo Caparroz 13 mar 2023
A dança das abelhas é um tipo singular de comunicação. Elas usam seu gingado para avisar as companheiras de colmeia sobre a localização das melhores flores, com mais néctar. Através dos seus passinhos, as colegas sabem a distância, direção e qualidade do alimento que a mensageira encontrou. Porém, assim como nós precisamos treinar nosso molejo, as abelhas não nascem pés de valsa. Cientistas descobriram que, durante a juventude, elas aprimoram esses movimentos ao tocar suas antenas nos corpos das dançarinas mais experientes – se não o fizerem, suas danças terão mais erros e suas direções não serão tão precisas.
Essa dança comunicativa é difícil de executar, e um passo errado pode mandar uma abelha para um lugar diferente do desejado. Quando as operárias mais velhas retornam à colmeia e executam a dança, as novatas observam com atenção e, com isso, aprendem a dançar de um jeito que gere melhores mapas. Esse período de aprendizado, quando a jovem operária tem cerca de 8 dias de idade, é crucial para que ela aperfeiçoe sua técnica.
Os pesquisadores também descobriram que, quando as operárias novatas perdiam as aulas de dança, suas direções eram mais descuidadas e com mais incoerências. Alguns aspectos melhoraram com a prática, mas outros foram internalizados incorretamente e mantidos assim. No estudo, eles criaram cinco colônias onde todas as abelhas tinham a mesma idade. Sem nenhuma anciã para guiá-las, elas tiveram que descobrir os segredos da dança por conta própria; ao contrário de outras cinco colônias de controle, feitas de forma mais natural. Quando os insetos alcançaram idade suficiente para sair e procurar flores, os autores registraram e compararam as danças dos dois grupos.
Em suas primeiras tentativas, as abelhas destreinadas tinham danças que erravam mais em comunicar ângulos de direção e distância. À medida que ganhavam mais experiência, elas ficavam melhores – com 20 dias de idade, já amadurecidas e experientes, elas se movimentaram tão bem quanto dançarinas criadas em uma colmeia normal. Contudo, elas ainda falhavam em comunicar a distância corretamente. Os pesquisadores montaram as colmeias para que ambos os grupos tivessem que percorrer as mesmas distâncias até o alimento, mas as abelhas destreinadas dançavam como se fosse mais longe do que o normal.
A pesquisa serve para demonstrar que a dança das abelhas não é completamente inata, mas que tem influência de seu meio, sendo parcialmente moldada pelo aprendizado social e compartilhamento de técnicas. No fim das contas, todas elas eram capazes de dançar; porém, as que tiveram “professores” mais experientes dançavam muito melhor.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/as-abelhas-dancampara- se-comunicar-mas-precisam-de-aulas-de-danca/ Acesso em: 27 mar. 2024
No trecho “Porém, assim como nós precisamos treinar nosso molejo, as abelhas não nascem pés de valsa.”, a expressão em destaque estabelece, em relação a outra oração, o sentido de
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As abelhas dançam para se comunicar. Mas precisam de aulas de dança
Você não nasceu sambando – e nem as abelhas. No caso delas, a dança é vital para a comunicação e um passo em falso pode prejudicar uma colega
Por Leo Caparroz 13 mar 2023
A dança das abelhas é um tipo singular de comunicação. Elas usam seu gingado para avisar as companheiras de colmeia sobre a localização das melhores flores, com mais néctar. Através dos seus passinhos, as colegas sabem a distância, direção e qualidade do alimento que a mensageira encontrou. Porém, assim como nós precisamos treinar nosso molejo, as abelhas não nascem pés de valsa. Cientistas descobriram que, durante a juventude, elas aprimoram esses movimentos ao tocar suas antenas nos corpos das dançarinas mais experientes – se não o fizerem, suas danças terão mais erros e suas direções não serão tão precisas.
Essa dança comunicativa é difícil de executar, e um passo errado pode mandar uma abelha para um lugar diferente do desejado. Quando as operárias mais velhas retornam à colmeia e executam a dança, as novatas observam com atenção e, com isso, aprendem a dançar de um jeito que gere melhores mapas. Esse período de aprendizado, quando a jovem operária tem cerca de 8 dias de idade, é crucial para que ela aperfeiçoe sua técnica.
Os pesquisadores também descobriram que, quando as operárias novatas perdiam as aulas de dança, suas direções eram mais descuidadas e com mais incoerências. Alguns aspectos melhoraram com a prática, mas outros foram internalizados incorretamente e mantidos assim. No estudo, eles criaram cinco colônias onde todas as abelhas tinham a mesma idade. Sem nenhuma anciã para guiá-las, elas tiveram que descobrir os segredos da dança por conta própria; ao contrário de outras cinco colônias de controle, feitas de forma mais natural. Quando os insetos alcançaram idade suficiente para sair e procurar flores, os autores registraram e compararam as danças dos dois grupos.
Em suas primeiras tentativas, as abelhas destreinadas tinham danças que erravam mais em comunicar ângulos de direção e distância. À medida que ganhavam mais experiência, elas ficavam melhores – com 20 dias de idade, já amadurecidas e experientes, elas se movimentaram tão bem quanto dançarinas criadas em uma colmeia normal. Contudo, elas ainda falhavam em comunicar a distância corretamente. Os pesquisadores montaram as colmeias para que ambos os grupos tivessem que percorrer as mesmas distâncias até o alimento, mas as abelhas destreinadas dançavam como se fosse mais longe do que o normal.
A pesquisa serve para demonstrar que a dança das abelhas não é completamente inata, mas que tem influência de seu meio, sendo parcialmente moldada pelo aprendizado social e compartilhamento de técnicas. No fim das contas, todas elas eram capazes de dançar; porém, as que tiveram “professores” mais experientes dançavam muito melhor.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/as-abelhas-dancampara- se-comunicar-mas-precisam-de-aulas-de-danca/ Acesso em: 27 mar. 2024
Leia o trecho a seguir e assinale a alternativa correta: “Sem nenhuma anciã para guiá-las, elas tiveram que descobrir os segredos da dança por conta própria [...]”.
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As abelhas dançam para se comunicar. Mas precisam de aulas de dança
Você não nasceu sambando – e nem as abelhas. No caso delas, a dança é vital para a comunicação e um passo em falso pode prejudicar uma colega
Por Leo Caparroz 13 mar 2023
A dança das abelhas é um tipo singular de comunicação. Elas usam seu gingado para avisar as companheiras de colmeia sobre a localização das melhores flores, com mais néctar. Através dos seus passinhos, as colegas sabem a distância, direção e qualidade do alimento que a mensageira encontrou. Porém, assim como nós precisamos treinar nosso molejo, as abelhas não nascem pés de valsa. Cientistas descobriram que, durante a juventude, elas aprimoram esses movimentos ao tocar suas antenas nos corpos das dançarinas mais experientes – se não o fizerem, suas danças terão mais erros e suas direções não serão tão precisas.
Essa dança comunicativa é difícil de executar, e um passo errado pode mandar uma abelha para um lugar diferente do desejado. Quando as operárias mais velhas retornam à colmeia e executam a dança, as novatas observam com atenção e, com isso, aprendem a dançar de um jeito que gere melhores mapas. Esse período de aprendizado, quando a jovem operária tem cerca de 8 dias de idade, é crucial para que ela aperfeiçoe sua técnica.
Os pesquisadores também descobriram que, quando as operárias novatas perdiam as aulas de dança, suas direções eram mais descuidadas e com mais incoerências. Alguns aspectos melhoraram com a prática, mas outros foram internalizados incorretamente e mantidos assim. No estudo, eles criaram cinco colônias onde todas as abelhas tinham a mesma idade. Sem nenhuma anciã para guiá-las, elas tiveram que descobrir os segredos da dança por conta própria; ao contrário de outras cinco colônias de controle, feitas de forma mais natural. Quando os insetos alcançaram idade suficiente para sair e procurar flores, os autores registraram e compararam as danças dos dois grupos.
Em suas primeiras tentativas, as abelhas destreinadas tinham danças que erravam mais em comunicar ângulos de direção e distância. À medida que ganhavam mais experiência, elas ficavam melhores – com 20 dias de idade, já amadurecidas e experientes, elas se movimentaram tão bem quanto dançarinas criadas em uma colmeia normal. Contudo, elas ainda falhavam em comunicar a distância corretamente. Os pesquisadores montaram as colmeias para que ambos os grupos tivessem que percorrer as mesmas distâncias até o alimento, mas as abelhas destreinadas dançavam como se fosse mais longe do que o normal.
A pesquisa serve para demonstrar que a dança das abelhas não é completamente inata, mas que tem influência de seu meio, sendo parcialmente moldada pelo aprendizado social e compartilhamento de técnicas. No fim das contas, todas elas eram capazes de dançar; porém, as que tiveram “professores” mais experientes dançavam muito melhor.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/as-abelhas-dancampara- se-comunicar-mas-precisam-de-aulas-de-danca/ Acesso em: 27 mar. 2024
Assinale a alternativa que apresenta um termo de sentido semelhante ao da palavra destacada em: “[...] quando as operárias novatas perdiam as aulas de dança, suas direções eram mais descuidadas e com mais incoerências.”.
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