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É proibido chorar
Em um dos meus textos em que eu falava sobre as dificuldades de lançar meu livro e, ao mesmo tempo, de suportar as dores diárias da sobrevivência, muita gente se identificou com a minha luta.
Nenhuma surpresa nisso, pois desde que nascemos as pedras espreitam nosso caminho.
E a briga pelo leite, o choro, já era o nosso grito de que não aceitaríamos tudo calados.
Infelizmente, alguns deixaram de gritar, por isso, choram até hoje. Não tenho dó de quem sofre, tenho raiva de quem faz sofrer.
Sei de vários que estão na luta e merecem o meu e o nosso respeito: são os quixotes da periferia.
Não só os da periferia geográfica, mas todos os que vivem no centro do esquecimento da humanidade, quer seja artista (?), ou não. Aliás, ser artista neste país não é um privilégio, e sim um castigo, não sei por que tem tanta gente metida a besta só por conta disso.
Tristes figuras. Às vezes, os vejo por aí, os guerreiros, correndo atrás de sonhos e também me vejo neles, sou um deles também, nunca deixei de sonhar, coleciono pedras, mas também semeio quimeras. Vejo e me identifico com a luta, outras vezes, observo-os em silêncio e penso no que será que eles estão pensando, ou como deve ser a casa deles, e, na maioria das vezes, quantos inimigos devem ter. E a única coisa da qual tenho certeza e sei é sobre o que eles comem: poeira e lama. Seja procurando um emprego no centro da cidade, um CD demo debaixo do braço, uns poemas numas folhas de sulfite amareladas e sujas ou um simples bico de pedreiro, boa parte desses guerreiros passa a vida lutando e não se importa com as portas pesadas que cada vez se fecham mais para a nossa gente, que nasce sem as chaves certas e programadas.
A chave de tudo é não desistir, não há outra saída que não a ousadia, a perseverança e a teimosia. [...]
(VAZ, Sérgio. Literatura, pão e poesia: histórias de um povo lindo e inteligente. São Paulo: Global Editora, 2020, p. 39-40)
Ao afirmar que “desde que nascemos as pedras espreitam nosso caminho” (2º§), o autor:
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É proibido chorar
Em um dos meus textos em que eu falava sobre as dificuldades de lançar meu livro e, ao mesmo tempo, de suportar as dores diárias da sobrevivência, muita gente se identificou com a minha luta.
Nenhuma surpresa nisso, pois desde que nascemos as pedras espreitam nosso caminho.
E a briga pelo leite, o choro, já era o nosso grito de que não aceitaríamos tudo calados.
Infelizmente, alguns deixaram de gritar, por isso, choram até hoje. Não tenho dó de quem sofre, tenho raiva de quem faz sofrer.
Sei de vários que estão na luta e merecem o meu e o nosso respeito: são os quixotes da periferia.
Não só os da periferia geográfica, mas todos os que vivem no centro do esquecimento da humanidade, quer seja artista (?), ou não. Aliás, ser artista neste país não é um privilégio, e sim um castigo, não sei por que tem tanta gente metida a besta só por conta disso.
Tristes figuras. Às vezes, os vejo por aí, os guerreiros, correndo atrás de sonhos e também me vejo neles, sou um deles também, nunca deixei de sonhar, coleciono pedras, mas também semeio quimeras. Vejo e me identifico com a luta, outras vezes, observo-os em silêncio e penso no que será que eles estão pensando, ou como deve ser a casa deles, e, na maioria das vezes, quantos inimigos devem ter. E a única coisa da qual tenho certeza e sei é sobre o que eles comem: poeira e lama. Seja procurando um emprego no centro da cidade, um CD demo debaixo do braço, uns poemas numas folhas de sulfite amareladas e sujas ou um simples bico de pedreiro, boa parte desses guerreiros passa a vida lutando e não se importa com as portas pesadas que cada vez se fecham mais para a nossa gente, que nasce sem as chaves certas e programadas.
A chave de tudo é não desistir, não há outra saída que não a ousadia, a perseverança e a teimosia. [...]
(VAZ, Sérgio. Literatura, pão e poesia: histórias de um povo lindo e inteligente. São Paulo: Global Editora, 2020, p. 39-40)
Em “Não tenho dó de quem sofre, tenho raiva de quem faz sofrer.” (4º§), a vírgula separa duas ideias que se relacionam sem uma conjunção explícita. Caso fosse explicitada, não haveria alteração de sentido com a presença do seguinte conectivo:
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É proibido chorar
Em um dos meus textos em que eu falava sobre as dificuldades de lançar meu livro e, ao mesmo tempo, de suportar as dores diárias da sobrevivência, muita gente se identificou com a minha luta.
Nenhuma surpresa nisso, pois desde que nascemos as pedras espreitam nosso caminho.
E a briga pelo leite, o choro, já era o nosso grito de que não aceitaríamos tudo calados.
Infelizmente, alguns deixaram de gritar, por isso, choram até hoje. Não tenho dó de quem sofre, tenho raiva de quem faz sofrer.
Sei de vários que estão na luta e merecem o meu e o nosso respeito: são os quixotes da periferia.
Não só os da periferia geográfica, mas todos os que vivem no centro do esquecimento da humanidade, quer seja artista (?), ou não. Aliás, ser artista neste país não é um privilégio, e sim um castigo, não sei por que tem tanta gente metida a besta só por conta disso.
Tristes figuras. Às vezes, os vejo por aí, os guerreiros, correndo atrás de sonhos e também me vejo neles, sou um deles também, nunca deixei de sonhar, coleciono pedras, mas também semeio quimeras. Vejo e me identifico com a luta, outras vezes, observo-os em silêncio e penso no que será que eles estão pensando, ou como deve ser a casa deles, e, na maioria das vezes, quantos inimigos devem ter. E a única coisa da qual tenho certeza e sei é sobre o que eles comem: poeira e lama. Seja procurando um emprego no centro da cidade, um CD demo debaixo do braço, uns poemas numas folhas de sulfite amareladas e sujas ou um simples bico de pedreiro, boa parte desses guerreiros passa a vida lutando e não se importa com as portas pesadas que cada vez se fecham mais para a nossa gente, que nasce sem as chaves certas e programadas.
A chave de tudo é não desistir, não há outra saída que não a ousadia, a perseverança e a teimosia. [...]
(VAZ, Sérgio. Literatura, pão e poesia: histórias de um povo lindo e inteligente. São Paulo: Global Editora, 2020, p. 39-40)
Na construção “Em um dos meus textos em que eu falava sobre as dificuldades” (1º§), a preposição destacada precede o pronome relativo por uma questão de regência. Assinale a alternativa em que há o emprego incorreto da preposição nesse contexto.
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É proibido chorar
Em um dos meus textos em que eu falava sobre as dificuldades de lançar meu livro e, ao mesmo tempo, de suportar as dores diárias da sobrevivência, muita gente se identificou com a minha luta.
Nenhuma surpresa nisso, pois desde que nascemos as pedras espreitam nosso caminho.
E a briga pelo leite, o choro, já era o nosso grito de que não aceitaríamos tudo calados.
Infelizmente, alguns deixaram de gritar, por isso, choram até hoje. Não tenho dó de quem sofre, tenho raiva de quem faz sofrer.
Sei de vários que estão na luta e merecem o meu e o nosso respeito: são os quixotes da periferia.
Não só os da periferia geográfica, mas todos os que vivem no centro do esquecimento da humanidade, quer seja artista (?), ou não. Aliás, ser artista neste país não é um privilégio, e sim um castigo, não sei por que tem tanta gente metida a besta só por conta disso.
Tristes figuras. Às vezes, os vejo por aí, os guerreiros, correndo atrás de sonhos e também me vejo neles, sou um deles também, nunca deixei de sonhar, coleciono pedras, mas também semeio quimeras. Vejo e me identifico com a luta, outras vezes, observo-os em silêncio e penso no que será que eles estão pensando, ou como deve ser a casa deles, e, na maioria das vezes, quantos inimigos devem ter. E a única coisa da qual tenho certeza e sei é sobre o que eles comem: poeira e lama. Seja procurando um emprego no centro da cidade, um CD demo debaixo do braço, uns poemas numas folhas de sulfite amareladas e sujas ou um simples bico de pedreiro, boa parte desses guerreiros passa a vida lutando e não se importa com as portas pesadas que cada vez se fecham mais para a nossa gente, que nasce sem as chaves certas e programadas.
A chave de tudo é não desistir, não há outra saída que não a ousadia, a perseverança e a teimosia. [...]
(VAZ, Sérgio. Literatura, pão e poesia: histórias de um povo lindo e inteligente. São Paulo: Global Editora, 2020, p. 39-40)
O título do texto possui um caráter imperativo. Considerando sua estrutura sintática, pode-se afirmar que:
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É proibido chorar
Em um dos meus textos em que eu falava sobre as dificuldades de lançar meu livro e, ao mesmo tempo, de suportar as dores diárias da sobrevivência, muita gente se identificou com a minha luta.
Nenhuma surpresa nisso, pois desde que nascemos as pedras espreitam nosso caminho.
E a briga pelo leite, o choro, já era o nosso grito de que não aceitaríamos tudo calados.
Infelizmente, alguns deixaram de gritar, por isso, choram até hoje. Não tenho dó de quem sofre, tenho raiva de quem faz sofrer.
Sei de vários que estão na luta e merecem o meu e o nosso respeito: são os quixotes da periferia.
Não só os da periferia geográfica, mas todos os que vivem no centro do esquecimento da humanidade, quer seja artista (?), ou não. Aliás, ser artista neste país não é um privilégio, e sim um castigo, não sei por que tem tanta gente metida a besta só por conta disso.
Tristes figuras. Às vezes, os vejo por aí, os guerreiros, correndo atrás de sonhos e também me vejo neles, sou um deles também, nunca deixei de sonhar, coleciono pedras, mas também semeio quimeras. Vejo e me identifico com a luta, outras vezes, observo-os em silêncio e penso no que será que eles estão pensando, ou como deve ser a casa deles, e, na maioria das vezes, quantos inimigos devem ter. E a única coisa da qual tenho certeza e sei é sobre o que eles comem: poeira e lama. Seja procurando um emprego no centro da cidade, um CD demo debaixo do braço, uns poemas numas folhas de sulfite amareladas e sujas ou um simples bico de pedreiro, boa parte desses guerreiros passa a vida lutando e não se importa com as portas pesadas que cada vez se fecham mais para a nossa gente, que nasce sem as chaves certas e programadas.
A chave de tudo é não desistir, não há outra saída que não a ousadia, a perseverança e a teimosia. [...]
(VAZ, Sérgio. Literatura, pão e poesia: histórias de um povo lindo e inteligente. São Paulo: Global Editora, 2020, p. 39-40)
O texto apresenta um posicionamento sobre o trabalho artístico. A esse respeito, é correto afirmar que o autor:
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A comunicação tem diferentes conteúdos. Normalmente, seguem informações sobre desempenho e os eventos dos níveis inferiores. Abaixo, estão alguns tipos de comunicação, sobre eles, assinale a alternativa incorreta.
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Segundo as disposições do Código de Trânsito Brasileiro, os usuários das vias terrestres devem:
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Com base na redação da Resolução CONTRAN nº 181 de 2005, assinale a alternativa incorreta.
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Em conformidade com o preceituado na Resolução CONTRAN nº 14 de 1998, os veículos ciclomotores devem ser dotados do seguinte equipamento obrigatório:
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Em conformidade com o preceituado no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), assinale a alternativa incorreta.
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