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I. O registro deve ensejar o reconhecimento universal das variações ocorridas no patrimônio da entidade, em um período de tempo determinado, como base necessária para gerar informações úteis ao processo decisório da gestão.
II. As demonstrações contábeis, sem prejuízo dos registros detalhados de natureza qualitativa e física, serão expressas em termos de moeda nacional de poder aquisitivo da data do último Balanço Patrimonial.
Estes conceitos resultam da observância dos seguintes Princípios Fundamentais de Contabilidade:
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- Demonstrações ContábeisBP: Balanço Patrimonial
- Demonstrações ContábeisDRE: Demonstração do Resultado do Exercício
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- Demonstrações ContábeisDRE: Demonstração do Resultado do ExercícioLucro Bruto, Operacional, Líquido e Ajustado

Com base no Balanço da Beta S.A., se vendermos 50% dos seus produtos estoque a prazo, por R$ 8.250,00, ocorrerá:
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I. Ao avaliar um ativo imobilizado pelo valor de aquisição.
II. A constituição da provisão para devedores duvidosos atende, dentre outros.
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- Elementos OrçamentáriosReceita OrçamentáriaEtapas e Estágios da Receita Orçamentária
- Elementos OrçamentáriosDespesa OrçamentáriaEtapas e Estágios da Despesa Orçamentária
- Elementos OrçamentáriosIngressos e Dispêndios
Assim sendo, podemos considerar que estágios da receita e da despesa ocorrem na seguinte ordem:
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UMA FÁBRICA DE SUCESSO
A maior aposta da SACI é um modelo totalmente
modificado do conhecido BOX. Trata-se de um carro popular,
o BOXER, nascido junto com a moderna fábrica de BACABA,
um feliz resultado dos esforços de lideranças de Estado e
Município sobre o segmento automotivo, visto por eles como
um dos mais empreendedores e ativadores de economias
regionais em todo o mundo. Para os 3000 funcionários da
nova unidade esta, sem dúvida, é a grande chance, e para a
região uma vitória contra a pobreza da estagnação.
"A SACI pode ser ainda muito mais forte, e por isso
mesmo decidimos investir tanto nesta unidade, planejada
para ser a mais eficiente do grupo", diz EDWARD MANSO,
presidente da holding SACIMOBILE, que continua com a sua
explicação.Hoje, vender mais significa oferecer o que o
consumidor quer, ou seja, carros bonitos, confortáveis,
duráveis, práticos, ágeis e, principalmente, baratos. Assim,
tem-se que fazer mais com menos, e a SACI concentrar-se-á
inicialmente no carro de motor 1.0, propulsor atual da indústria
automotiva brasileira. De cada 10 veículos vendidos, 8 são
populares 1.0, razão do investimento de 1,2 bilhão de dólares
em BACABA. “Depois, isto poderá mudar e outros modelos
certamente virão, até mesmo para o mercado europeu e
americano”, afirma ANTÔNIO SURJO, o supervisor de
qualidade.
Desfeita a união temporária com a PERALTA, a SACI não
conseguiu mais voltar ao seu patamar de vendas anterior.
Tinha quase um quarto do mercado brasileiro quando se uniu,
mas com o fim do casamento saiu com apenas10%. Pecado
capital durante a triste parceria: a SACI ignorou a tendência,
que se transformou em mania nacional, de carros populares.
Enquanto a SACI investia em modelos caros, a PERALTA
lançava o seu modelo 1000, sucesso da indústria brasileira.
Em seguida, outras montadoras desembarcaram no país
entendendo a limitação da renda nacional e a vocação
popular, mas acreditando que as coisas não iriam ficar assim
para sempre, pois “luxos” como ar-condicionado e alguns
outros elementos de conforto e despoluição estarão
“pressionando a cilindrada” para cima.
A robotização já chega a 50% nas indústrias mais
modernas do país, o que inclui a montadora de BACABA. A
ação integrada evoluiu a tal ponto que as indústrias de
autopeças, antes concentradas em poucos Estados, hoje
viajam com as montadoras para onde elas fixam endereço.
Para BACABA , por exemplo, 33 fornecedores
acompanharam a SACI. Resultado: juntos reduziram o tempo
de produção de cada carro de uma semana para um dia.
Os consumidores também ganharam: além do preço mais
baixo, a qualidade e durabilidade também cresceram. "Nos
anos 80, um carro era projetado para durar até 3 anos. Hoje, o
prazo de validade subiu para 10 anos", diz LUCAS DE
FORRÓ, vice-diretor da SACI em BACABA. O gerente de
produção, EDGARDO VIENA, aponta outros avanços entre o
fim da década de 70 e hoje: as pastilhas de freio, que eram
trocadas a cada 10.000 Km, atualmente duram 40, e um jogo
de pneus, que agüentava 20.000 Km, agora roda o dobro. No
final da linha de montagem, para lembrar que os avanços
ocorrem no campo tecnológico, mas também no da gestão, é
a vez da inspeção de qualidade, quando, depois de prontos,
os carros são testados nos itens infiltração, ruído, parte
elétrica e alinhamento.
VIENA diz ainda que a SACI busca assegurar o máximo
de prosperidade ao patrão e, ao mesmo tempo, ao
empregado, o que depende de identidade de interesse entre
ambos, pois a prosperidade de um não pode existir sem que
seja acompanhada pela do outro. Salários altos para
funcionários sim, mas com baixos custos de produção, e isto
recomenda trabalho racionalmente organizado. “E é por essa
razão que os benefícios para os empregados da SACI
cresceram, ficando parte dos lucros com eles, e a qualificação
aumentou. Antes, bastava ter o 1º grau, mas agora o piso é o
2º grau completo. Acidentes de trabalho caíram 95% em vinte
anos depois que se percebeu que 80% dos problemas vinham
das mesmas 20% de causas, aplicando-se ações corretivas
prioritariamente sobre as principais falhas”, acrescenta.
Até as históricas greves de metalúrgicos têm cedido lugar
a acordos mais flexíveis, como a redução da jornada de
trabalho e outras práticas do gênero, depois da observância
do princípio de que cada indivíduo deve receber ordens de um
e apenas um chefe, ou seja, o princípio da autoridade única.
Muito coerente, o complexo de BACABA tem também
administração única, compartilhando transporte, centro
médico e piso salarial. O custo de segurança é rateado entre a
SACI e os fornecedores, resultando em economia de 50% dos
custos de administração dos serviços. O trabalho é
sincronizado e cada segundo conta. Quando um carro
começa a ser montado, ainda esqueleto, os fornecedores são
acionados e o pedido de peças aparece na tela dos
computadores, especificando o volume e a hora de entrega.
Automóvel na linha de montagem agora significa
fornecedores de autopeças seguindo simultaneamente para
rechear a máquina com seus equipamentos e acabamentos.
“Não se pode evitar questões éticas nos negócios mais do
que em outras áreas de nossas vidas; em BACABA, a
modernidade da fábrica inclui a preocupação ecológica” diz
MARINA DETALL, a consultora interna de RH. O sistema de
tratamento de esgoto é feito por um método que utiliza a
filtragem mecânica e biológica de água no solo e em tanques
com o plantio de culturas regionais. No fim do processo, a
água sai purificada, podendo ser reutilizada na irrigação de
jardins. No terreno, é possível ver também as primeiras
mudas de reflorestamento com plantio de espécies nativas da
Amazônia.
Toda a mão-de-obra da fábrica vem de BACABA e do
município vizinho chamado ASSAÍ. Os operários são
treinados no SENAI enquanto a prática de treinamento é feita
na fábrica. O comércio em BACABA cresceu 25% no último
ano. O primeiro hotel já abriu suas portas perto da fábrica.
Lojas especializadas em equipamentos de segurança,
ferramentas e outros produtos consumidos na fabricação do
BOXER estão chegando. Novos cursos foram inaugurados
nas faculdades da Região e na Universidade do Estado. Feliz
com seu primeiro emprego de carteira assinada, GRAÇA DE
ARANHA, com apenas 19 anos, sonha alto. "Estou fazendo
cursinho para a faculdade de marketing e quero trabalhar em
escritório", diz ela, que atua na área de manutenção do
complexo.
BACABA representa a vocação latino-americana, um dos
quatro pólos automotivos mundiais. Os EUA ficaram com o
mercado dos carros de maior porte. A Europa com os veículos
requintados e de alto desempenho esportivo. A Ásia é grande
exportadora e satisfaz a demanda mundial. "Sobrou para a
América Latina os carros populares que podem ser
exportados para os países emergentes", diz o engenheiro
LUCAS. A perspectiva é atender a mercados com
características semelhantes às do brasileiro, como Índia,
Rússia e China utilizando novas e diversas rotas de comércio.
Pode ser a única, mas é, sem dúvida, uma boa saída
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