Magna Concursos

Foram encontradas 350 questões.

2396641 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: CETAP
Orgão: DETRAN-RR
Provas:
O sistema operacional Windows é um programa que gerencia os recursos do computador. Com relação à esse sistema analise as afirmativas a seguir e marque a alternativa CORRETA.
I- O programa Windows Explorer é um programa que permite visualizar as pastas e arquivos;
II- O programa Windows Explorer é um programa que permite copiar arquivos;
III- O programa Windows Explorer é um programa que permite autenticar o usuário no computador;
IV- O programa Windows Explorer é um programa que permite desligar o sistema;
V- O programa Windows Explorer é um programa que permite excluir arquivos.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2396576 Ano: 2010
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: CETAP
Orgão: DETRAN-RR
Provas:
Sobre o atendimento primário do politraumatizado assinale a alternativa CORRETA:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2396389 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: DETRAN-RR
Provas:
Uma empresa enviou 2.800kg de alimentos para serem divididos em partes diretamente proporcionais ao número de pessoas de três comunidades. A Comunidade A possui 80 pessoas, a Comunidade B possui 50 pessoas e a Comunidade C possui 70 pessoas. Quantos quilos de alimentos receberá a Comunidade B?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2396369 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: CETAP
Orgão: DETRAN-RR
Provas:
Assinale a alternativa ERRADA:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2396303 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: DETRAN-RR

Aluguel de Temporada

No Carnaval, as pessoas são acometidas pela febre de viajar, pular, namorar e ser feliz a todo custo. Há um ano, seis amigos sem muita grana alugaram, por indicação, uma quitinete em Copacabana. Pagamento adiantado. Quando chegaram, já havia três pessoas instaladas.

— Quem são vocês? - admirou-se Sérgio, o líder da turma.

— Alugamos o apartamento! - respondeu um deles.

Começou a discussão. Surpresa: mais inquilinos chegaram! No fim, somaram catorze. Todos haviam pago antecipadamente. Tentaram encontrar o locador. Impossível. Ninguém aceitou sair.

—Vamos nos ajeitar! - propôs um.

Os outros concordaram. O resto da temporada dá para imaginar: catorze em uma quitinete. Quem chegava primeiro pegava os beliches ou o sofá. Os outros acabavam no chão. Sardinhas na lata iriam se sentir mais folgadas!

E a história do casal que levou os pais da mulher para uma pousada em Paraty?

— Neste ano vamos descansar! Meus sogros já estão velhinhos, precisam de vida calma! - garantiu o marido. Após horas de estrada - quem não conhece o martírio dos feriados? - chegaram.

— Estou louca por um banho! - disse a mulher. Ligou o chuveiro. Nem uma gota. E também não havia água nas torneiras, descarga....

— A água acabou, mas loguinho vai chegar - garantiu a recepcionista. Foram jantar. Na volta, tudo igual. A mocinha da pousada explicou que em dois quartos no subsolo ainda havia água. Mudaram. Eram dois fornos, com janelinhas estreitas no alto.

— Mas por que só tem água aqui? - reclamou o marido. A mocinha fez cara de paisagem.

— Meus pais já têm idade, não podem passar o feriado sem água! - rugiu a mulher. Não havia vaga em nenhum outro lugar. O jeito foi pegar a estrada de volta. E a sogra no banco de trás, reclamando:

— Eu disse que não queria vir! Quando eu digo...

Certa vez aluguei um flat em Ipanema, no Rio. Enchi a mala de bermudas e camisetas, pronto para me esbaldar. Quando cheguei, descobri que era um semiflat. Sim, isso existe! É o flat que já não tem todos os serviços. No meu caso, nenhum! No terceiro dia, o apartamento estava um caos! Falei com o porteiro sobre a limpeza.

— Ah, tem uma faxineira, mas ia sair na escola de samba... E não era só isso. Por “refrigeração” eu havia entendido ar-condicionado. Havia dois ventiladores, um no quarto, outro na sala. Se ligados, faziam “nhec, nhec, nhec”. Não dava para pegar no sono com o barulho. Se desligava, não suportava o calor. Na sala, só botando a televisão no máximo para superar o ventilador! Quem aluga também roda! A mãe de uma amiga alugou seu apartamento na praia por uma diária exorbitante. Após o Carnaval, nada de chave! Foi verificar. Os inquilinos continuavam instalados. Nem pretendiam sair. Ela procurou um advogado.

— Tem contrato?

— Não... Foi por temporada...

A inexistência de um contrato atirou a mulher num torvelinho jurídico. Ela entrou com ação de despejo. Os carnavalescos contestaram, não sei com base em quê. Depois de muita briga, os inquilinos “aceitaram” pagar as despesas! Ficaram por lá uns dois anos. A tragédia não foi só com ela: outros proprietários recebem os apartamentos depenados: sem talheres, sem xícaras, com camas quebradas! Não há dúvida: a gente cai em enrascadas quando acha que tem obrigação de se divertir! E corre o risco de passar a noite acordada enquanto as pulgas sambam no colchão da “luxuosa mansão” alugada para os feriados inesquecíveis!

(Fonte: CARRASCO, Walcyr. Vejinha. São Paulo: Abril, 10/02/2010)

NÃO ocorreu o emprego de verbo impessoal em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2396144 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: DETRAN-RR
Astral & animais
Minhas aulas de ioga são acompanhadas por dois alunos: eu e meu gato Merlin. Basta Guilherme, meu atual professor, entrar no elevador no térreo para Merlin esticar o rabo e arquear o dorso. Sobe as escadas e é o primeiro a estender-se no tapetinho, ronronando. Tento realizar as posturas: giro a cabeça, estico uma pema, estendo o braço, me contorço. E gemo! Merlin inventa suas próprias posições. Deita de barriga para cima, ergue as patinhas, torce o corpo. Dá um show. Como diz o professor, "gatos já nascem mestres de ioga", mas normalmente Merlin é muito arisco. Não faz charme para visitas nem deixa ninguém pegá-lo. 10: como se Merlin quisesse compartilhar da harmonia que a ioga me proporciona. Mesmo quando medito sozinho em minha poltrona, ele se aproxima e fica se entrelaçando às minhas pemas. 10: um adepto do alto astral! Shiva, minha gata, tem comportamento semelhante, mas em situações opostas. Passa os dias dormindo. Não é muito "dada", como costumam dizer. Basta eu me refugiar no quarto chateado ou um pouco deprimido que ela aparece, solidária. Deita-se o mais próximo possível e me encara com seus olhos verdes, como se dissesse: "Estou tomando conta de você!". Fica todo o tempo perto de mim, até eu me sentir melhor. Nenhuma palavra precisa ser dita. Ela sabe quando é hora de me fazer companhia.
Sempre acreditei que os bichos têm sentimentos. Mas agora eu sinto que há algo mais: uma capacidade de entendimento emocional inexplicável. Tenho três cachorros, atualmente na minha casa da granja: Isis, Morgana e Kauê. Se estou alegre, fazem festa. Se triste, deitam-se e ficam me olhando. Eles gostam de televisão. Quando vou para o escritório trabalhar, deixo a TV ligada. Ficam os três no sofá, interessadíssimos. De tempo em tempo, um deles vem até mim, me olha no computador, abana o rabo e vai embora. "Bom trabalho!", parecem dizer. Quando algum amigo vem me visitar, muito antes do barulho do carro, os três correm para o portão. Como sabem?
Uma amiga contou que sua cachorra se aninhou num canto gemendo, horas antes de ela própria receber a notícia do falecimento da mãe. Outra tem um cachorro que "sabe" quando ela vai sair de viagem. Já me aconteceu, durante um passeio, há alguns anos, de meu cachorro tomar uma atitude esquisita: corria para a frente latindo, vinha até mim e disparava de volta. Queria me "mostrar" alguma coisa. E eu o segui de volta para casa, onde minha mãe começara a passar mal. Certa vez, um vizinho resolveu se mudar de cidade e deixar a cadela para um conhecido. Quando viu os móveis ser colocados em um caminhão, ela se deitou com o rabo entre as pernas, gemendo sem parar. Quando faz alguma coisa errada, o cachorro também é o primeiro a se denunciar. Tive um que escavava as plantas. Em uma ocasião, no momento em que olhei na varanda e peguei uma raiz arrancada, ele me olhou e saiu correndo para se esconder. Nunca bato em animais. Mas ele sabia que eu estava furioso. E que vinha bronca!
Há muito tempo estive no México durante um terremoto acompanhado da erupção de um vulcão. Voltava de uma viagem com uma amiga quando ela observou:
Estranho! Não ouço um pio de pássaro, um latido! No dia seguinte, ocorreu a tragédia. Gatos, cachorros, todos os bichos, enfim, são capazes de compartilhar emoções sem a necessidade de palavras. Quem convive com algum animal vai concordar comigo. E confirmar como é bom sentir esse olhar de solidariedade que só os bichos sabem oferecer.
(Fonte: CARRASCO, Walcyr. Vejinha. São Paulo: Abril, 24/0212010)
A figura de linguagem presente no fragmento em: "-Estranho! Não ouço um pio de pássaro, um latido!", estabelece uma relação:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2396122 Ano: 2010
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: CETAP
Orgão: DETRAN-RR
O protocolo IP (Internet Protocol) é o protocolo que usa datagramas para comunicação através de uma rede de comutação de pacotes, como a Internet. Um endereço IP, formado por um conjunto de 32 bits dividido em 4 bytes, é um número que identifica unicamente todo hospedeiro (host) que se encontra em uma rede baseada na arquitetura TCP/IP. Dadas as afirmativas a seguir, assinale a alternativa CORRETA:
I- Se um hospedeiro(host) encontra-se conectado a duas redes distintas, ele deve possuir o mesmo endereço IP para ambas as redes;
II- Em redes classe A, o primeiro byte representa o número identificador da rede e os três bytes restantes representam o número identificador do hospedeiro (host);
III- Em redes classe B, os dois bits mais significativos do primeiro byte são 1 e 0 respectivamente;
IV- Em redes classe C, os dois primeiros bytes representam o número identificador da rede e os dois bytes restantes representam o número identificador do hospedeiro (host).
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2396117 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: DETRAN-RR

Astral & animais

Minhas aulas de ioga são acompanhadas por dois alunos: eu e meu gato Merlin. Basta Guilherme, meu atual professor, entrar no elevador no térreo para Merlin esticar o rabo e arquear o dorso. Sobe as escadas e é o primeiro a estender-se no tapetinho, ronronando. Tento realizar as posturas: giro a cabeça, estico uma pema, estendo o braço, me contorço. E gemo! Merlin inventa suas próprias posições. Deita de barriga para cima, ergue as patinhas, torce o corpo. Dá um show. Como diz o professor, "gatos já nascem mestres de ioga", mas normalmente Merlin é muito arisco. Não faz charme para visitas nem deixa ninguém pegá-lo. 10: como se Merlin quisesse compartilhar da harmonia que a ioga me proporciona. Mesmo quando medito sozinho em minha poltrona, ele se aproxima e fica se entrelaçando às minhas pemas. 10: um adepto do alto astral! Shiva, minha gata, tem comportamento semelhante, mas em situações opostas. Passa os dias dormindo. Não é muito "dada", como costumam dizer. Basta eu me refugiar no quarto chateado ou um pouco deprimido que ela aparece, solidária. Deita-se o mais próximo possível e me encara com seus olhos verdes, como se dissesse: "Estou tomando conta de você!". Fica todo o tempo perto de mim, até eu me sentir melhor. Nenhuma palavra precisa ser dita. Ela sabe quando é hora de me fazer companhia.

Sempre acreditei que os bichos têm sentimentos. Mas agora eu sinto que há algo mais: uma capacidade de entendimento emocional inexplicável. Tenho três cachorros, atualmente na minha casa da granja: Isis, Morgana e Kauê. Se estou alegre, fazem festa. Se triste, deitam-se e ficam me olhando. Eles gostam de televisão. Quando vou para o escritório trabalhar, deixo a TV ligada. Ficam os três no sofá, interessadíssimos. De tempo em tempo, um deles vem até mim, me olha no computador, abana o rabo e vai embora. "Bom trabalho!", parecem dizer. Quando algum amigo vem me visitar, muito antes do barulho do carro, os três correm para o portão. Como sabem?

Uma amiga contou que sua cachorra se aninhou num canto gemendo, horas antes de ela própria receber a notícia do falecimento da mãe. Outra tem um cachorro que "sabe" quando ela vai sair de viagem. Já me aconteceu, durante um passeio, há alguns anos, de meu cachorro tomar uma atitude esquisita: corria para a frente latindo, vinha até mim e disparava de volta. Queria me "mostrar" alguma coisa. E eu o segui de volta para casa, onde minha mãe começara a passar mal. Certa vez, um vizinho resolveu se mudar de cidade e deixar a cadela para um conhecido. Quando viu os móveis ser colocados em um caminhão, ela se deitou com o rabo entre as pernas, gemendo sem parar. Quando faz alguma coisa errada, o cachorro também é o primeiro a se denunciar. Tive um que escavava as plantas. Em uma ocasião, no momento em que olhei na varanda e peguei uma raiz arrancada, ele me olhou e saiu correndo para se esconder. Nunca bato em animais. Mas ele sabia que eu estava furioso. E que vinha bronca!

Há muito tempo estive no México durante um terremoto acompanhado da erupção de um vulcão. Voltava de uma viagem com uma amiga quando ela observou:

Estranho! Não ouço um pio de pássaro, um latido! No dia seguinte, ocorreu a tragédia. Gatos, cachorros, todos os bichos, enfim, são capazes de compartilhar emoções sem a necessidade de palavras. Quem convive com algum animal vai concordar comigo. E confirmar como é bom sentir esse olhar de solidariedade que só os bichos sabem oferecer.

(Fonte: CARRASCO, Walcyr. Vejinha. São Paulo: Abril, 24/0212010)

A palavra destacada nos parênteses foi empregada corretamente em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2396089 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: DETRAN-RR
Astral & animais
Minhas aulas de ioga são acompanhadas por dois alunos: eu e meu gato Merlin. Basta Guilherme, meu atual professor, entrar no elevador no térreo para Merlin esticar o rabo e arquear o dorso. Sobe as escadas e é o primeiro a estender-se no tapetinho, ronronando. Tento realizar as posturas: giro a cabeça, estico uma pema, estendo o braço, me contorço. E gemo! Merlin inventa suas próprias posições. Deita de barriga para cima, ergue as patinhas, torce o corpo. Dá um show. Como diz o professor, "gatos já nascem mestres de ioga", mas normalmente Merlin é muito arisco. Não faz charme para visitas nem deixa ninguém pegá-lo. 10: como se Merlin quisesse compartilhar da harmonia que a ioga me proporciona. Mesmo quando medito sozinho em minha poltrona, ele se aproxima e fica se entrelaçando às minhas pemas. 10: um adepto do alto astral! Shiva, minha gata, tem comportamento semelhante, mas em situações opostas. Passa os dias dormindo. Não é muito "dada", como costumam dizer. Basta eu me refugiar no quarto chateado ou um pouco deprimido que ela aparece, solidária. Deita-se o mais próximo possível e me encara com seus olhos verdes, como se dissesse: "Estou tomando conta de você!". Fica todo o tempo perto de mim, até eu me sentir melhor. Nenhuma palavra precisa ser dita. Ela sabe quando é hora de me fazer companhia.
Sempre acreditei que os bichos têm sentimentos. Mas agora eu sinto que há algo mais: uma capacidade de entendimento emocional inexplicável. Tenho três cachorros, atualmente na minha casa da granja: Isis, Morgana e Kauê. Se estou alegre, fazem festa. Se triste, deitam-se e ficam me olhando. Eles gostam de televisão. Quando vou para o escritório trabalhar, deixo a TV ligada. Ficam os três no sofá, interessadíssimos. De tempo em tempo, um deles vem até mim, me olha no computador, abana o rabo e vai embora. "Bom trabalho!", parecem dizer. Quando algum amigo vem me visitar, muito antes do barulho do carro, os três correm para o portão. Como sabem?
Uma amiga contou que sua cachorra se aninhou num canto gemendo, horas antes de ela própria receber a notícia do falecimento da mãe. Outra tem um cachorro que "sabe" quando ela vai sair de viagem. Já me aconteceu, durante um passeio, há alguns anos, de meu cachorro tomar uma atitude esquisita: corria para a frente latindo, vinha até mim e disparava de volta. Queria me "mostrar" alguma coisa. E eu o segui de volta para casa, onde minha mãe começara a passar mal. Certa vez, um vizinho resolveu se mudar de cidade e deixar a cadela para um conhecido. Quando viu os móveis ser colocados em um caminhão, ela se deitou com o rabo entre as pernas, gemendo sem parar. Quando faz alguma coisa errada, o cachorro também é o primeiro a se denunciar. Tive um que escavava as plantas. Em uma ocasião, no momento em que olhei na varanda e peguei uma raiz arrancada, ele me olhou e saiu correndo para se esconder. Nunca bato em animais. Mas ele sabia que eu estava furioso. E que vinha bronca!
Há muito tempo estive no México durante um terremoto acompanhado da erupção de um vulcão. Voltava de uma viagem com uma amiga quando ela observou:
Estranho! Não ouço um pio de pássaro, um latido! No dia seguinte, ocorreu a tragédia. Gatos, cachorros, todos os bichos, enfim, são capazes de compartilhar emoções sem a necessidade de palavras. Quem convive com algum animal vai concordar comigo. E confirmar como é bom sentir esse olhar de solidariedade que só os bichos sabem oferecer.
(Fonte: CARRASCO, Walcyr. Vejinha. São Paulo: Abril, 24/0212010)
Assinale o excerto em que a acentuação é justificada pela concordância verbal:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2396076 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CETAP
Orgão: DETRAN-RR
Provas:

Marque a alternativa CORRETA quanto às normas constitucionais relativas à Administração Pública e aos Servidores Públicos:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas