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Foram encontradas 350 questões.

2397150 Ano: 2010
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: CETAP
Orgão: DETRAN-RR
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Marque a alternativa que complete corretamente os espaços do trecho a seguir apresentado: “O servidor fará jus a dias de férias, que podem ser acumuladas, até o máximo de períodos, no caso de necessidade do serviço, ressalvadas as hipóteses em que haja legislação específica.
Para o primeiro período aquisitivo de férias serão exigidos meses de efetivo exercício.
 

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2397030 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETAP
Orgão: DETRAN-RR
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A educação, no Brasil, sofreu algumas mudanças no que tange ao ensino fundamental. A antiga alfabetização passou a ser denominada de:
 

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2396950 Ano: 2010
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CETAP
Orgão: DETRAN-RR
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Determinada Fundação Pública estadual de assistência social mantém, além do imóvel vinculado à atividade específica da fundação, outro utilizado como clube pelos funcionários desta para recreação e lazer. Diante desse contexto, é CORRETO afirmar, conforme o entendimento do STF:
 

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2396936 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: DETRAN-RR
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A guerra suja
Na esquina em frente ao grande condomínio nas colinas de Perdizes, brotou um barzinho. Um desses do novo estilo, mais mauricinho, só noturno, com pizza, cerveja, sinuca, música e telões de futebol. Fica no 1º andar de um sobrado. Os fumantes e seus amigos passaram a ocupar as escadas e a calçada, copos nas mãos, conversando naquele tom exclamativo próprio dos frequentadores de botecos, pontuado por palavrinhas chulas. Nos dias de jogos, escapavam pelas janelas gritos de “Timããão!”, “Pooorco!”, “Tricolooor!”. Sabe como é torcedor de futebol durante os jogos. Sabe como é torcedor de futebol quando seu time faz gol. Sabe como é torcedor de futebol quando qualquer adversário toma gol. Sabe como é torcedor.
O barulho passou a incomodar as pessoas do condomínio. Uma comissão foi até a outra esquina tentar uma convivência pacífica. O dono do bar, rapaz simpático, disse que sim, ia segurar a onda do pessoal, na boa. Não segurou, nem se sabe se tentou.
Os moradores foram à prefeitura checar alvará, finalidade, habite-se, dispositivo antirruídos - nada conseguiram além do habitual “vamos estar verificando”. Foram ao Psiu, que não faz psiu para ninguém. Então resolveram partir para a guerra. Na primeira reunião para decidir as táticas da guerra houve sugestões radicais:
— Vamos botar o lixo daqui na porta deles. São 300 apartamentos. Se a metade botar o lixo lá, são 300, 400 quilos.
— Não pode! Não é civilizado!
— E por acaso é civilizado o que eles fazem? Vamos dar o troco! É poluição sonora pra cá, poluição ambiental pra lá.
Os radicais gostaram, os racionais nem tanto:
— A prefeitura vai enquadrar, vai multar a gente. Desistiram do lixão. Novas propostas, uma engraçada:
— No auge do barulho deles, lá pelas 11 horas, vamos invadir o boteco vestindo pijamas, entupir até a escada, 300 moradores, todo mundo de pijama, camisola, baby-doll, robe, chinelos, escova de dentes... Mostrar a eles que queremos dormir!
A idéia foi de uma universitária do 14º, muito aplaudida. Alguém argumentou:
— Eles vão chamar a imprensa, usar a gente para fazer propaganda. Já imaginou o sucesso? A freguesia vai aumentar. Vão é gostar.
Aí nasceu a idéia da guerra suja:
— Quantos cachorros temos aqui no condomínio? Uns cinqüenta? Por baixo. Vamos levar todos eles no colo até a calçada de lá e estimular os bichinhos a fazer as necessidades na porta deles. Número 1 e número 2. Os caras chegam no fim da tarde, vão encontrar lá as lembrancinhas.
Aprovado. Quando começou a guerra, quem mais gostou foram as crianças, até se ofereciam para “passear” com os cães mais de uma vez. O resultado foi satisfatório. Da esplanada da piscina esperaram a chegada dos inimigos, divertiram-se com a agitação e a indignação dos donos e dos empregados, deram risadas com o banho de sabão na calçada e as caras de nojo. No dia seguinte, a adesão canina foi maior. A charmosa do 21º, cuja cachorrinha recusou a mudança de lugar, fez questão de atravessar a rua para depositar na porta do boteco o conteúdo do saquinho ecológico e veio de lá sorrindo com a travessura. O cheirinho do lugar passou a estimular cães de outros prédios e solidários vira-latas de carroceiros.
No terceiro dia da guerra suja, os empregados do barzinho se recusaram a fazer a faxina, alegando que aquilo não fazia parte do contrato de trabalho. Naquela noite, o bar não pôde abrir. O dono pediu armistício e uma comissão para negociar a paz.
Dias depois o bar reabriu com sistema antirruído e proibição de fregueses na calçada. Os cachorrinhos voltaram alegres aos seus lugares preferidos.
(Fonte: ANGELO, Ivan. Vejinha. São Paulo: Abril, 03/02/2010)
Ao empregar o vocábulo “desses”, no segundo período, há referência a:
 

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2396890 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CETAP
Orgão: DETRAN-RR
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Marque a alternativa a qual NÃO é preponderante ou fundamental para caracterizar o termo ativo no contexto de vanguarda ou conceituá-lo como “ativo” na área da ciência social aplicada denominada contabilidade.
 

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2396825 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: DETRAN-RR
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A guerra suja
Na esquina em frente ao grande condomínio nas colinas de Perdizes, brotou um barzinho. Um desses do novo estilo, mais mauricinho, só noturno, com pizza, cerveja, sinuca, música e telões de futebol. Fica no 1º andar de um sobrado. Os fumantes e seus amigos passaram a ocupar as escadas e a calçada, copos nas mãos, conversando naquele tom exclamativo próprio dos frequentadores de botecos, pontuado por palavrinhas chulas. Nos dias de jogos, escapavam pelas janelas gritos de “Timããão!”, “Pooorco!”, “Tricolooor!”. Sabe como é torcedor de futebol durante os jogos. Sabe como é torcedor de futebol quando seu time faz gol. Sabe como é torcedor de futebol quando qualquer adversário toma gol. Sabe como é torcedor.
O barulho passou a incomodar as pessoas do condomínio. Uma comissão foi até a outra esquina tentar uma convivência pacífica. O dono do bar, rapaz simpático, disse que sim, ia segurar a onda do pessoal, na boa. Não segurou, nem se sabe se tentou.
Os moradores foram à prefeitura checar alvará, finalidade, habite-se, dispositivo antirruídos - nada conseguiram além do habitual “vamos estar verificando”. Foram ao Psiu, que não faz psiu para ninguém. Então resolveram partir para a guerra. Na primeira reunião para decidir as táticas da guerra houve sugestões radicais:
— Vamos botar o lixo daqui na porta deles. São 300 apartamentos. Se a metade botar o lixo lá, são 300, 400 quilos.
— Não pode! Não é civilizado!
— E por acaso é civilizado o que eles fazem? Vamos dar o troco! É poluição sonora pra cá, poluição ambiental pra lá.
Os radicais gostaram, os racionais nem tanto:
— A prefeitura vai enquadrar, vai multar a gente. Desistiram do lixão. Novas propostas, uma engraçada:
— No auge do barulho deles, lá pelas 11 horas, vamos invadir o boteco vestindo pijamas, entupir até a escada, 300 moradores, todo mundo de pijama, camisola, baby-doll, robe, chinelos, escova de dentes... Mostrar a eles que queremos dormir!
A idéia foi de uma universitária do 14º, muito aplaudida. Alguém argumentou:
— Eles vão chamar a imprensa, usar a gente para fazer propaganda. Já imaginou o sucesso? A freguesia vai aumentar. Vão é gostar.
Aí nasceu a idéia da guerra suja:
— Quantos cachorros temos aqui no condomínio? Uns cinqüenta? Por baixo. Vamos levar todos eles no colo até a calçada de lá e estimular os bichinhos a fazer as necessidades na porta deles. Número 1 e número 2. Os caras chegam no fim da tarde, vão encontrar lá as lembrancinhas.
Aprovado. Quando começou a guerra, quem mais gostou foram as crianças, até se ofereciam para “passear” com os cães mais de uma vez. O resultado foi satisfatório. Da esplanada da piscina esperaram a chegada dos inimigos, divertiram-se com a agitação e a indignação dos donos e dos empregados, deram risadas com o banho de sabão na calçada e as caras de nojo. No dia seguinte, a adesão canina foi maior. A charmosa do 21º, cuja cachorrinha recusou a mudança de lugar, fez questão de atravessar a rua para depositar na porta do boteco o conteúdo do saquinho ecológico e veio de lá sorrindo com a travessura. O cheirinho do lugar passou a estimular cães de outros prédios e solidários vira-latas de carroceiros.
No terceiro dia da guerra suja, os empregados do barzinho se recusaram a fazer a faxina, alegando que aquilo não fazia parte do contrato de trabalho. Naquela noite, o bar não pôde abrir. O dono pediu armistício e uma comissão para negociar a paz.
Dias depois o bar reabriu com sistema antirruído e proibição de fregueses na calçada. Os cachorrinhos voltaram alegres aos seus lugares preferidos.
(Fonte: ANGELO, Ivan. Vejinha. São Paulo: Abril, 03/02/2010)
Identifique a figura de linguagem presente no fragmento: “Os radicais gostaram, os racionais nem tanto.”
 

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2396823 Ano: 2010
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CETAP
Orgão: DETRAN-RR
Constitui infração de trânsito grave:
 

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2396707 Ano: 2010
Disciplina: Direito Tributário
Banca: CETAP
Orgão: DETRAN-RR
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Leia os itens seguintes:
I- A moratória suspende a exigibilidade do crédito tributário.
II- A conversão do depósito em renda extingue o crédito tributário.
III- O pagamento dos tributos somente pode ser efetuado em moeda corrente.
IV- A isenção e a anistia são as únicas espécies de exclusão do crédito tributário previstas expressamente em lei.
Conforme o CTN estão CORRETOS os itens:
 

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2396677 Ano: 2010
Disciplina: Psicologia
Banca: CETAP
Orgão: DETRAN-RR
Em “A Loucura do Trabalho”, Dejours agrupa as diferentes formas de ansiedade. Marque a alternativa que NÃO condiz com o agrupamento proposto por Dejours:
 

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2396650 Ano: 2010
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CETAP
Orgão: DETRAN-RR
Provas:
É a modalidade de procedimento licitatório efetuada mediante convocação genérica a um grupo determinado de pessoas cuja idoneidade já foi devidamente comprovada, e que, em função da relativa amplitude do chamamento, exige publicidade suficiente para atingir o grupo de pessoas ao qual se destina. Esse é o conceito de:
 

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