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Foram encontradas 60 questões.

2218179 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Docas-PB

Uma caixa d’água estava com !$ \dfrac 78 !$ de sua capacidade ocupada, quando foram retirados 2500 L de água de seu interior. Depois disso, a caixa passou a ter !$ \dfrac 34 !$ de sua capacidade ocupada. O volume de água, em litros, que a caixa ficou, após a retirada, foi de:

 

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2218178 Ano: 2022
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Docas-PB

A média aritmética simples das idades de 4 pessoas é de 24 anos. Sabendo-se que, com base na idade da pessoa mais nova do grupo, as demais têm 2, 9 e 13 anos a mais, a pessoa com a maior idade, do grupo, tem

 

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2218177 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Docas-PB

O preço de venda de um produto teve um aumento de 12%, quando comparado ao preço de venda praticado imediatamente anterior. Se, após o aumento, o preço de venda desse produto passou a ser de R$ 16,80, então o aumento, em reais, foi de

 

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2218176 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Docas-PB

Em um concurso somente para os cargos A e B, sabe-se que o número total de vagas divulgado no edital é 81, e a diferença entre os números de vagas para o cargo A e para o cargo B é 9. Nesse concurso, o número de vagas para o cargo B, divulgado no edital, é igual a

 

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2218175 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Docas-PB

Um pedaço de papelão retangular tem área de 182 cm2, sendo que os menores lados têm 1 cm a menos de medida que os maiores lados. A medida dos maiores lados desse pedaço de papelão é de

 

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2218174 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Docas-PB

Os distúrbios da ignorância

O calor sufocante dos últimos dias, seguido de chuva intensa e temporais, é a cicatriz visível do horror das mudanças climáticas. Boa parte da área metropolitana de São Paulo inundou, morros deslizaram e mataram dezenas de pessoas, ruas viraram rios, mas nos limitamos a lamentar ou a nos surpreender, como se o queixume sanasse o mal que cada um de nós ajuda a formar no dia a dia.

As marcas profundas das mudanças do clima aí estão, agravadas pela miséria das populações suburbanas, mas insistimos em ignorar as causas profundas da brutalidade. Na ciência, há consenso sobre o perigo da crise climática e a devastação que provoca gradativamente na agricultura, ao alterar os períodos de plantio e safra, levando à queda na produção de alimentos. E o fantasma da fome ronda o planeta!

O aquecimento global, com invernos cada vez menos frios, derruba geleiras no Ártico e na Antártica, elevando o volume dos mares e estreitando nossas praias de veraneio. Em pontos do litoral paulista e em Santa Catarina, a situação já é visível a olho nu, mas optamos pela falsa “solução” de construir aterros.

Na Amazônia, onde antes chovia todos os dias ao final das tardes, agora já houve seca. No outro canto do mundo, na gélida Sibéria faz calor em pleno inverno.

Continuamos aferrados a ultrapassadas visões, poluindo nossas cidades com o monóxido de carbono dos automóveis, desinteressados em desenvolver motores elétricos. Dominamos a tecnologia sem interesse em implementá-la, porém.

As advertências e os alertas não partem só da ciência, mas também do Papa Francisco ao asseverar que é criminoso e obsceno destruir a obra divina da natureza em nome da cobiça de um capitalismo predatório, alucinado por lucro fácil.

(Flávio Tavares, “Os distúrbios da ignorância”. https://opiniao.estadao.com.br/, 04.02.2022. Adaptado)

Considere as passagens do texto.

  • Dominamos a tecnologia sem interesse em implementá-la, porém.
  • As advertências e os alertas não partem só da ciência, mas também do Papa Francisco...

No contexto em que estão empregadas, as expressões destacadas expressam, correta e respectivamente, sentido de

 

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2218173 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Docas-PB

Os distúrbios da ignorância

O calor sufocante dos últimos dias, seguido de chuva intensa e temporais, é a cicatriz visível do horror das mudanças climáticas. Boa parte da área metropolitana de São Paulo inundou, morros deslizaram e mataram dezenas de pessoas, ruas viraram rios, mas nos limitamos a lamentar ou a nos surpreender, como se o queixume sanasse o mal que cada um de nós ajuda a formar no dia a dia.

As marcas profundas das mudanças do clima aí estão, agravadas pela miséria das populações suburbanas, mas insistimos em ignorar as causas profundas da brutalidade. Na ciência, há consenso sobre o perigo da crise climática e a devastação que provoca gradativamente na agricultura, ao alterar os períodos de plantio e safra, levando à queda na produção de alimentos. E o fantasma da fome ronda o planeta!

O aquecimento global, com invernos cada vez menos frios, derruba geleiras no Ártico e na Antártica, elevando o volume dos mares e estreitando nossas praias de veraneio. Em pontos do litoral paulista e em Santa Catarina, a situação já é visível a olho nu, mas optamos pela falsa “solução” de construir aterros.

Na Amazônia, onde antes chovia todos os dias ao final das tardes, agora já houve seca. No outro canto do mundo, na gélida Sibéria faz calor em pleno inverno.

Continuamos aferrados a ultrapassadas visões, poluindo nossas cidades com o monóxido de carbono dos automóveis, desinteressados em desenvolver motores elétricos. Dominamos a tecnologia sem interesse em implementá-la, porém.

As advertências e os alertas não partem só da ciência, mas também do Papa Francisco ao asseverar que é criminoso e obsceno destruir a obra divina da natureza em nome da cobiça de um capitalismo predatório, alucinado por lucro fácil.

(Flávio Tavares, “Os distúrbios da ignorância”. https://opiniao.estadao.com.br/, 04.02.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que há termos empregados em sentido figurado nas duas passagens transcritas do texto.

 

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2218172 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Docas-PB

Os distúrbios da ignorância

O calor sufocante dos últimos dias, seguido de chuva intensa e temporais, é a cicatriz visível do horror das mudanças climáticas. Boa parte da área metropolitana de São Paulo inundou, morros deslizaram e mataram dezenas de pessoas, ruas viraram rios, mas nos limitamos a lamentar ou a nos surpreender, como se o queixume sanasse o mal que cada um de nós ajuda a formar no dia a dia.

As marcas profundas das mudanças do clima aí estão, agravadas pela miséria das populações suburbanas, mas insistimos em ignorar as causas profundas da brutalidade. Na ciência, há consenso sobre o perigo da crise climática e a devastação que provoca gradativamente na agricultura, ao alterar os períodos de plantio e safra, levando à queda na produção de alimentos. E o fantasma da fome ronda o planeta!

O aquecimento global, com invernos cada vez menos frios, derruba geleiras no Ártico e na Antártica, elevando o volume dos mares e estreitando nossas praias de veraneio. Em pontos do litoral paulista e em Santa Catarina, a situação já é visível a olho nu, mas optamos pela falsa “solução” de construir aterros.

Na Amazônia, onde antes chovia todos os dias ao final das tardes, agora já houve seca. No outro canto do mundo, na gélida Sibéria faz calor em pleno inverno.

Continuamos aferrados a ultrapassadas visões, poluindo nossas cidades com o monóxido de carbono dos automóveis, desinteressados em desenvolver motores elétricos. Dominamos a tecnologia sem interesse em implementá-la, porém.

As advertências e os alertas não partem só da ciência, mas também do Papa Francisco ao asseverar que é criminoso e obsceno destruir a obra divina da natureza em nome da cobiça de um capitalismo predatório, alucinado por lucro fácil.

(Flávio Tavares, “Os distúrbios da ignorância”. https://opiniao.estadao.com.br/, 04.02.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que se apresenta informação coerente com o texto e em conformidade com a norma-padrão de colocação pronominal.

 

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2218171 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Docas-PB

Os distúrbios da ignorância

O calor sufocante dos últimos dias, seguido de chuva intensa e temporais, é a cicatriz visível do horror das mudanças climáticas. Boa parte da área metropolitana de São Paulo inundou, morros deslizaram e mataram dezenas de pessoas, ruas viraram rios, mas nos limitamos a lamentar ou a nos surpreender, como se o queixume sanasse o mal que cada um de nós ajuda a formar no dia a dia.

As marcas profundas das mudanças do clima aí estão, agravadas pela miséria das populações suburbanas, mas insistimos em ignorar as causas profundas da brutalidade. Na ciência, há consenso sobre o perigo da crise climática e a devastação que provoca gradativamente na agricultura, ao alterar os períodos de plantio e safra, levando à queda na produção de alimentos. E o fantasma da fome ronda o planeta!

O aquecimento global, com invernos cada vez menos frios, derruba geleiras no Ártico e na Antártica, elevando o volume dos mares e estreitando nossas praias de veraneio. Em pontos do litoral paulista e em Santa Catarina, a situação já é visível a olho nu, mas optamos pela falsa “solução” de construir aterros.

Na Amazônia, onde antes chovia todos os dias ao final das tardes, agora já houve seca. No outro canto do mundo, na gélida Sibéria faz calor em pleno inverno.

Continuamos aferrados a ultrapassadas visões, poluindo nossas cidades com o monóxido de carbono dos automóveis, desinteressados em desenvolver motores elétricos. Dominamos a tecnologia sem interesse em implementá-la, porém.

As advertências e os alertas não partem só da ciência, mas também do Papa Francisco ao asseverar que é criminoso e obsceno destruir a obra divina da natureza em nome da cobiça de um capitalismo predatório, alucinado por lucro fácil.

(Flávio Tavares, “Os distúrbios da ignorância”. https://opiniao.estadao.com.br/, 04.02.2022. Adaptado)

De acordo com as informações apresentadas, é correto afirmar que as mudanças no clima e os desastres na natureza ocorridos nos últimos tempos são consequência

 

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2218170 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Docas-PB

Leia a tira.

Enunciado 3326940-1

(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 04.02.2022)

No contexto da conversa entre o sargento e os soldados, a frase “Vai ver o sargento delas ensina melhor.” deve ser entendida como uma

 

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