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[...] o egípcio Mohammed Hamdy chegou a Istambul de férias. No caminho do aeroporto para o hotel, viu uma concentração de pessoas na praça Taksim protestando contra os planos de construção de um shopping naquela área. A manifestação lhe pareceu pequena e localizada.
Pouco mais de dois anos antes, em 25 de janeiro de 2011, Hamdy tomava uma cerveja num bar de Manhattan quando viu na televisão a praça Tahrir e as ruas de sua cidade natal tomadas pela população, que enfrentava a polícia. Era o início da revolta que depôs o ditador Hosni Mubarak. Havia cinco anos, Hamdy tentava construir uma carreira como fotógrafo de cinema em Nova York, e sentia que estava assistindo à sua vida passar em suspenso, como uma mensagem no Skype que não consegue chegar ao destinatário. Os gritos da praça Tahrir o acordaram. Fez as malas e voltou ao Egito num avião comercial com apenas quatro passageiros."
(revistapiaui.estadao.com.br - acesso em 10/07/13)
Uma data possível de Mohammed Hamdy ter chegado a Istambul de férias é:
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No exercício de suas funções, o Ouvidor da EBC deverá:
I. Redigir boletim interno diário com críticas à programação do dia anterior, a ser encaminhado à Diretoria Executiva.
II. Conduzir, sob sua inteira responsabilidade editorial, no mínimo 15 (quinze) minutos de programação semanal, a ser veiculada pela EBC no horário compreendido entre 6 (seis) e 24 (vinte e quatro) horas, voltada à divulgação pública de análises sobre a programação da EBC.
III. Elaborar relatórios bimestrais sobre a atuação da EBC, a serem encaminhados aos membros do Conselho Curador até 5 (cinco) dias antes das reuniões ordinárias daquele colegiado.
Sob o prisma da Lei nº 11.652, é correto o que se afirma em:
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Tabuletas
Foi um poeta que considerou as tabuletas - os brasões da rua. As tabuletas não eram para a sua visão apurada um encanto, uma faceirice, que a necessidade e o reclamo incrustaram na via pública; eram os escudos de uma complicada heráldica urbana, do armorial da democracia e do agudo arrivismo dos séculos. Desde que um homem realiza a sua obra - a terminação de uma epopeia ou a abertura de uma casa comercial - imediatamente o homem batiza-a. No começo da vida, por instinto, guiado pelos deuses, a sua ideia foi logo a tabuleta. Quem inventou a tabuleta? Ninguém sabe.
É o mesmo que perguntar quem ensinou a criança a gritar quando tem fome. Já no Oriente elas existiam, já em Atenas, já em Roma, simples, modestas, mas sempre reclamistas. Depois, como era de prever, evoluíram: evoluíram de acordo com a evolução do homem, e hoje, que se fazem concursos de tabuletas e há tabuletas compostas por artistas célebres, hoje, na época em que o reclamo domina o asfalto, as tabuletas são como reflexos de almas, são todo um tratado de psicologia urbana. Que desejamos todos nós? Aparecer, vender, ganhar.
A doença tomou proporções tremendas, cresceu, alastrou-se, infeccionou todos os meios, como um poder corrosivo e fatal. Os próprios doentes também a exploram numa fúria convulsiva de contaminação. Reparai nos jornais e nas revistas. Andam repletos de fotogravuras e de nomes - nomes e caras, muitos nomes e muitas caras! A geração faz por conta própria a sua identificação antropométrica para o futuro. Mas o curioso é ver como a publicação desses nomes é pedida, é implorada nas salas das redações. Todos os pretextos são plausíveis, desde a festa a que se não foi até à moléstia inconveniente de que foi operada com feliz êxito a esposa. O interessante é observar como se almeja um retrato nas folhas, desde as escuras alamedas do jardim do crime até às garden-parties de caridade, desde os criminosos às almas angélicas que só pensam no bem.
Aparecer! Aparecer!
E na rua, que se vê? O senhor do mundo, o reclamo. Em cada praça onde demoramos os nossos passos, nas janelas do alto dos telhados, em mudos jogos de luz, os cinematógrafos e as lanternas mágicas gritam através do écran de um pano qualquer o reclamo de melhor alfaiate, do melhor livreiro, do melhor revólver. Basta levantar a cabeça.
As tabuletas contam a nossa vida. E nessa babei de apelos à atenção, ressaltam, chocam, vivem estranhamente os reclamos, extravagantes, as tabuletas disparatadas. Quantas haverá no Rio? Mil, duas mil, que nos fazem rir. Vai um homem num bonde e vê de repente, encimando duas portas em grossas letras estas palavras: Armazém Teoria.
Teoria de que, senhor Deus? Há um outro tão bizarro quanto este: Casa Tamoio, Grande Armazém de líquidos comestíveis e miudezas. Como saber que líquidos serão esses comestíveis, de que a falta de uma vírgula fez um assombro? Faltou a esse pintor o esmero da padaria do mesmo nome que fez a sua tabuleta em letras de antigo missal para mostrar como se esmera, ou talvez o descaro deste outro: o maduro cura infalivelmente todas as moléstias nervosas...
Mas as tabuletas extravagantes são as do pequeno comércio, sem a influência de Paris, a importação direta e caixeiros elegantes de lenço no punho: as vendas, esta criação nacional, os botequins baratos, os açougues, os bazares, as hospedarias ... Na Rua do Catete há uma venda que se intitula O Leão na Gruta. Por quê? Que tem a batata com o leão que nem ao menos é conhecido de Daniel? Defronte dessa venda há, entretanto, um café que é apenas Café de Ambos Mundos. E se não vos bastar um café tão completo, aí temos um mais modesto, na Rua da Saúde o Café B.T.Q. E sabem que vem a ser o B.T.Q., segundo o proprietário? Botequim pelas iniciais! Essa nevrose das abreviações não atacou felizmente o dono da casa de pasto da Rua de S. Cristóvão, que encheu a parede com as seguintes palavras: Restaurant dos Dois Irmãos Unidos Por...
Unidos por... Pelo quê? Pelo amor, pelo ódio, pela vitória? Não! Unidos Portugueses. Apenas faltou a parede e ficou só o por - para atestar que havia boa vontade. A questão, às vezes, é de haver muita coisa na parede. Assim é que uma casa da Rua do Senhor dos Passos tem este , anúncio: Depósito de aves de penas. E pouco? Um outro assegura: Depósito de galinhas, ovos e outras aves de penas - o que é, evidentemente, muito mais. Tal excesso chega a prejudicar, e andasse a higiene a olhar tabuletas, ofício de vadiagem incorrigível, mandaria fechar uma casa de frutas da Rua Sete, que pespegou esta inconveniência: Grande sortimento de frutas verdes e secas. [...]
(João do Rio. A alma encantadora das ruas. www.dominiopublica.gov.br-acesso em 10/07/13)
Sobre o texto, analise as afirmações seguintes.
I. Ao final do primeiro parágrafo, seria possível considerar a oração "quem inventou a tabuleta" como sendo o sujeito de "sabe" (em "ninguém sabe").
II. Ao afirmar que o questionamento sobre quem inventou a tabuleta equivale a "perguntar quem ensinou a criança a gritar quando tem fome", o enunciador chama a atenção para o caráter inovador e contemporâneo do uso das tais tabuletas.
III. A palavra "reclamistas" é uma classificação das tabuletas como um espaço para se fazerem exigências de melhorias sociais, culturais e políticas.
Pode-se afirmar que:
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Quantos números de três dígitos podem ser formados de maneira que dois dígitos consecutivos nunca sejam iguais utilizando os algarismos 3, 4, 5, 6, 7 e 8?
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Numa medida provisória sobre redução de impostos, o governo decidiu autorizar, sem licitação, a abertura de alfândegas pela iniciativa privada em qualquer lugar, os chamados portos secos. Sobre o tema, julgue as afirmativas a seguir.
I. Ter uma área alfandegada significa que a Receita Federal e outros órgãos de controle examinam a carga e a liberam no local, facilitando a importação e a exportação. Portos secos recebem cerca de 20% dos contêineres do país e faturam R$ 3 bilhões ao ano.
II. Hoje, a operação de portos secos é liberada pela Receita a empresas após estudo sobre onde é necessária a instalação. A companhia precisa entrar numa licitação; vence quem oferece menor preço.
III. Com a MP, a empresa que cumprir requisitos elementares (ter terreno, por exemplo) pode ter uma área alfandegada de qualquer tamanho, em qualquer lugar. Os preços passam a ser livres.
Está correto o que se afirma em:
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É um protocolo não proprietário que garante comunicação segura entre dois computadores na internet. Implementa criptografia por chave pública usando o algoritmo RSA e certificados digitais para autenticar o servidor em uma transação e para proteger informações privadas na passagem pela internet. Transações utilizando esse protocolo não requerem autenticação de cliente. Tal protocolo é o:
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Assinale a alternativa que não corresponde a uma função atribuída ao Conselho Fiscal, por força do Decreto nº 6.689.
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A presença do poeta egípcio-palestino Tamim AI-Barghouti na mesa "Literatura e revolução" da 11ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (FLlP), ocorrida em julho, foi cancelada. Segundo a assessoria da FLlP, o poeta teve o passaporte extraviado e não pôde embarcar para o Brasil.
Tamim se juntou ao francês Michel Houellebecq e ao norueguês Karl Ove Knausgard, que estavam confirmados, mas, por razões distintas, não compareceram. A mesa com o egípcio era um dos momentos mais aguardados da festa principalmente:
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O curso do Rio São Francisco passa pelos estados de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas. As frentes de trabalho do Projeto de Integração do Rio São Francisco mobilizam atualmente cerca de 5,3 mil trabalhadores e mais de 1,5 mil equipamentos.
Considerada a maior obra de infraestrutura hídrica do País, o empreendimento vai beneficiar mais de 12 milhões de pessoas em quatro estados nordestinos. As obras do projeto de integração ainda estão em andamento e, até o dia 23 de maio deste ano, tinha havido mais de 43% de avanço. Estão em construção túneis, canais, aquedutos e barragens. O projeto contempla ainda 38 ações socioambientais, como o resgate de bens arqueológicos e o monitoramento da fauna e flora, com investimento nessas atividades de quase R$ 1 bilhão. É uma obra do:
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"O antigo presidente sul-africano Nelson Mandela está em estado vegetativo permanente e os médicos aconselharam a sua família a desligar a máquina que o ajuda a respirar e o mantém artificialmente vivo, diz um documento datado de 27 de junho. A informação consta da documentação judicial que foi entregue ao tribunal que arbitrou o conflito familiar sobre o local onde sepultar três filhos mortos do líder da luta contra o apartheid"
(www.publico.pt. 04/07/2013).
Sobre Mandela e o regime do Apartheid, é correto afirmar que:
I. A política de segregação racial foi oficializada em 1948, com a chegada do Novo Partido Nacional (NNP) ao poder. O apartheid não permitia o acesso dos negros às urnas e os proibia de adquirir terras na maior parte do , pais.
II. Mandela sempre defendeu a luta pacífica contra o apartheid. Porém, sua opinião mudou em 21 de março de 1960. Nesse dia, policiais sul-africanos atiraram contra manifestantes negros, matando 69 pessoas, no conhecido "Massacre de Sharpeville".
III. Foi preso em 1962, condenado a cinco anos de prisão, por incentivo a greves e viagem ao exterior sem autorização. E, em 1964, foi julgado novamente e condenado à prisão perpétua por planejar ações armadas.
IV. Com o aumento das pressões internacionais, o então presidente da África do Sul, Frederik de Klerk, solicitou, em 1990, a libertação de Mandela. Em 1993, Mandela e o presidente Klerk dividiram o Prêmio Nobel da Paz.
V. Mandela tornou-se o primeiro presidente negro da África do Sul, governando de 1994 a 1999, sendo responsável pelo fim do regime segregacionista no país e também pela reconciliação de grupos internos.
Quantas afirmativas são verdadeiras?
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