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As leis de heliocentrismo – enunciadas após as leis de Kepler e a lei da Gravitação Universal de Newton , que tiveram contribuições de Nicolau Copérnico e Tycho Brahe – produziram uma revolução não só nas ciências, mas também nas artes. Todos veriam tudo de outra forma, causou uma revolução no olhar.
Sobre essas leis, é correto afirmar:
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O ano de 2014 marca o bicentenário da morte de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, entalhador e escultor brasileiro de famosas peças de arte sacra. Pela importância desses trabalhos, uma empresa decidiu produzir e comercializar cópias de determinada obra do artista.
Admitindo-se que cada cópia tenha um custo de produção de R$ 480,00, que seja comercializada por R$960,00 e que, sobre esse valor, a empresa recolha 20% de impostos, pode-se afirmar que o lucro relativo ao valor de comercialização é de
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O Homem Vitruviano de Leonardo da Vinci é usado como referência estética de simetria e proporção no mundo todo. Mas esse homem ideal deverá ter proporções bem específicas tais como “a largura dos braços abertos tem que ser igual à altura”, “o umbigo é o centro exato do corpo”, “o comprimento da mão é um décimo da altura” etc.
Na figura 2, tem-se um sistema de coordenadas cartesianas no qual foram desenhados uma circunferência δ, de centro C, e um quadrado, como se observa na figura do Homem Vitruviano.
Assim sendo, uma equação da circunferência de centro em C e raio !$ r \, = \, \dfrac {1} {2} !$ é
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O Homem Vitruviano de Leonardo da Vinci é usado como referência estética de simetria e proporção no mundo todo. Mas esse homem ideal deverá ter proporções bem específicas tais como “a largura dos braços abertos tem que ser igual à altura”, “o umbigo é o centro exato do corpo”, “o comprimento da mão é um décimo da altura” etc.
De acordo com esse padrão estético e admitindo-se que a distância entre o cotovelo e a ponta da mão é um quarto da altura, pode-se concluir que o comprimento do antebraço – medido do punho ao cotovelo – e o comprimento da mão – medido do punho à ponta do dedo médio – são diretamente proporcionais, na razão de
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Os artistas da Renascença dedicavam-se a representar as coisas tais como eram ou, pelo menos, como pareciam ser. Parte desse tipo de inspiração também era clássica. O ideal antigo de beleza era o nu belo. A admiração renascentista pela arte antiga fez com que os artistas, pela primeira vez desde a queda de Roma, estudassem anatomia; aprendiam a desenhar o corpo humano, observando modelos que posavam para eles – até hoje uma prática fundamental para o treinamento artístico.
PERRY, Marvin. Civilização Ocidental. A arte renascentista. São Paulo: Martins Fontes,
2002, p. 226. Adaptado.
A precisão anatômica observada em peças artísticas de autores renascentistas põe em evidência
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A arte, na Grécia Antiga, era de fundamental importância na sociedade e, por ter poder de desenvolver a criatividade, promover discussões, aprimorar habilidades e ainda permitir a comunicação verbal em que os sentimentos e os conhecimentos são expressos, é atemporal.
Através da arte, é possível que a sociedade
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A arte, na Grécia Antiga, era de fundamental importância na sociedade e, por ter poder de desenvolver a criatividade, promover discussões, aprimorar habilidades e ainda permitir a comunicação verbal em que os sentimentos e os conhecimentos são expressos, é atemporal.
Sobre a arte e sua utilização, pode-se inferir:
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A história da medicina(a) é a história de duas marchas simultâneas; de um lado,(b) o entendimento sobre o corpo humano e sobre o processo saúde-doença passou das causalidades exteriores ao homem para os conhecimentos que localizam no próprio ser humano a sede dos fenômenos biológicos de que é objeto. De outro lado,(b) o ser humano, que uma vez foi tido como pertencente a entidades exteriores ao homem e sobrenaturais, com o tempo foi considerado como senhor de seu próprio corpo e possuidor da sua própria autonomia inalienável.(c)
O Código de Ética Médica de 2010 compreende a saúde e a morte do ser humano como fenômenos ligados intrinsecamente à condição intensamente humana de cada paciente, ao mesmo tempo em que reconhece a centralidade dos conhecimentos científicos para a prática da medicina que valorize a dignidade do indivíduo.(c) É por isso que cabe ao médico, por exemplo, aconselhar um casal em idade fértil sobre as diversas possibilidades de controle da natalidade; também pelos mesmos motivos a inseminação artificial dos casais inférteis(c) é motivo de preocupação dos médicos.
A recente resolução do Conselho Federal de Medicina, que disciplina o testamento vital(d) – o documento em que o cidadão pode inscrever os cuidados de saúde que pretende ou não receber – é a mostra do resultado dessa conquista, fruto da dupla evolução da medicina; ela mostra que o cidadão brasileiro, cônscio dos destinos(a) da sua própria vida, livre de interferências(a) etéreas e indefiníveis, mas dentro do seio de sua família e a partir de uma relação médico-paciente estabelecida, pode e deve decidir dignamente sobre os rumos da sua própria vida, de modo autônomo e sem qualquer consideração que o culpe caso decida abreviar(e) sofrimentos. A vida e a morte do indivíduo não são mais uma determinação de uma vontade alheia a ele, humana ou sobrenatural.
BISCAIA. Leonardo. O caráter profundamente humano do testamento vital. Disponível em: <http://www.crmpr.org.br/O+carater+profundamente+humano+do+testamento+vital+13+886. shtml>. Acesso em: 15 set. 2014.
Quanto aos elementos linguísticos que compõem o texto, é correto afirmar:
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A história da medicina é a história de duas marchas simultâneas; de um lado, o entendimento sobre o corpo humano e sobre o processo saúde-doença passou das causalidades exteriores ao homem para os conhecimentos que localizam no próprio ser humano a sede dos fenômenos biológicos de que é objeto. De outro lado, o ser humano, que uma vez foi tido como pertencente a entidades exteriores ao homem e sobrenaturais, com o tempo foi considerado como senhor de seu próprio corpo e possuidor da sua própria autonomia inalienável.
O Código de Ética Médica de 2010 compreende a saúde e a morte do ser humano como fenômenos ligados intrinsecamente à condição intensamente humana de cada paciente, ao mesmo tempo em que reconhece a centralidade dos conhecimentos científicos para a prática da medicina que valorize a dignidade do indivíduo. É por isso que cabe ao médico, por exemplo, aconselhar um casal em idade fértil sobre as diversas possibilidades de controle da natalidade; também pelos mesmos motivos a inseminação artificial dos casais inférteis é motivo de preocupação dos médicos.
A recente resolução do Conselho Federal de Medicina, que disciplina o testamento vital – o documento em que o cidadão pode inscrever os cuidados de saúde que pretende ou não receber – é a mostra do resultado dessa conquista, fruto da dupla evolução da medicina; ela mostra que o cidadão brasileiro, cônscio dos destinos da sua própria vida, livre de interferências etéreas e indefiníveis, mas dentro do seio de sua família e a partir de uma relação médico-paciente estabelecida, pode e deve decidir dignamente sobre os rumos da sua própria vida, de modo autônomo e sem qualquer consideração que o culpe caso decida abreviar sofrimentos. A vida e a morte do indivíduo não são mais uma determinação de uma vontade alheia a ele, humana ou sobrenatural.
BISCAIA. Leonardo. O caráter profundamente humano do testamento vital. Disponível em: <http://www.crmpr.org.br/O+carater+profundamente+humano+do+testamento+vital+13+886. shtml>. Acesso em: 15 set. 2014.
Segundo o articulista, os documentos que norteiam, na contemporaneidade, a Medicina revelam
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A história da medicina é a história de duas marchas simultâneas; de um lado, o entendimento sobre o corpo humano e sobre o processo saúde-doença passou das causalidades exteriores ao homem para os conhecimentos que localizam no próprio ser humano a sede dos fenômenos biológicos de que é objeto. De outro lado, o ser humano, que uma vez foi tido como pertencente a entidades exteriores ao homem e sobrenaturais, com o tempo foi considerado como senhor de seu próprio corpo e possuidor da sua própria autonomia inalienável.
O Código de Ética Médica de 2010 compreende a saúde e a morte do ser humano como fenômenos ligados intrinsecamente à condição intensamente humana de cada paciente, ao mesmo tempo em que reconhece a centralidade dos conhecimentos científicos para a prática da medicina que valorize a dignidade do indivíduo. É por isso que cabe ao médico, por exemplo, aconselhar um casal em idade fértil sobre as diversas possibilidades de controle da natalidade; também pelos mesmos motivos a inseminação artificial dos casais inférteis é motivo de preocupação dos médicos.
A recente resolução do Conselho Federal de Medicina, que disciplina o testamento vital – o documento em que o cidadão pode inscrever os cuidados de saúde que pretende ou não receber – é a mostra do resultado dessa conquista, fruto da dupla evolução da medicina; ela mostra que o cidadão brasileiro, cônscio dos destinos da sua própria vida, livre de interferências etéreas e indefiníveis, mas dentro do seio de sua família e a partir de uma relação médico-paciente estabelecida, pode e deve decidir dignamente sobre os rumos da sua própria vida, de modo autônomo e sem qualquer consideração que o culpe caso decida abreviar sofrimentos. A vida e a morte do indivíduo não são mais uma determinação de uma vontade alheia a ele, humana ou sobrenatural.
BISCAIA. Leonardo. O caráter profundamente humano do testamento vital. Disponível em: <http://www.crmpr.org.br/O+carater+profundamente+humano+do+testamento+vital+13+886. shtml>. Acesso em: 15 set. 2014.
A leitura dos aspectos temáticos do texto está correta em
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