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The use of human embryos for research on embryonic stem (ES) cells is currently high on the ethical and political agenda in many countries. Human embryonic stem cells (hES cells) are currently discussed not only by the biologists by whom they were discovered but also by the medical profession, media, ethicists, governments and politicians. There are several reasons for this. On the one hand, these ‘super cells’ have a major clinical potential in tissue repair, with their proponents believing that they represent the future relief or cure of a wide range of common disabilities; replacement of defective cells in a patient by transplantation of hES cell-derived equivalents would restore normal function. On the other hand, the use of hES cells is highly polemical because they are derived from human pre-implantation embryos.
“Stem cells” are primitive cells with the capacity to divide and give rise to more identical stem cells or to specialize and form specific cells of somatic tissues. Broadly speaking, two types of stem cell can be distinguished: embryonic stem (ES) cells which can only be derived from pre-implantation embryos and have a proven ability to form cells of all tissues of the adult organism (termed “pluripotent”), and “adult” stem cells, which are found in a variety of tissues in the fetus and after birth and are, under normal conditions, more specialized (“multipotent”) with an important function in tissue replacement and repair.
Disponível em: <https://academic.oup.com>. Acesso em: set. 2017. Adaptado.
Despite the potential benefit of using human ES cells in the treatment of diseases, their use
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The use of human embryos for research on embryonic stem (ES) cells is currently high on the ethical and political agenda in many countries. Human embryonic stem cells (hES cells) are currently discussed not only by the biologists by whom they were discovered but also by the medical profession, media, ethicists, governments and politicians. There are several reasons for this. On the one hand, these ‘super cells’ have a major clinical potential in tissue repair, with their proponents believing that they represent the future relief or cure of a wide range of common disabilities; replacement of defective cells in a patient by transplantation of hES cell-derived equivalents would restore normal function. On the other hand, the use of hES cells is highly polemical because they are derived from human pre-implantation embryos.
“Stem cells” are primitive cells with the capacity to divide and give rise to more identical stem cells or to specialize and form specific cells of somatic tissues. Broadly speaking, two types of stem cell can be distinguished: embryonic stem (ES) cells which can only be derived from pre-implantation embryos and have a proven ability to form cells of all tissues of the adult organism (termed “pluripotent”), and “adult” stem cells, which are found in a variety of tissues in the fetus and after birth and are, under normal conditions, more specialized (“multipotent”) with an important function in tissue replacement and repair.
Disponível em: <https://academic.oup.com>. Acesso em: set. 2017. Adaptado.
Embrionic stem(ES) cells differ from “adult” stem cells in that they
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A palavra “Se”, nessa campanha institucional, traz, como efeito de sentido, uma
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O ímpeto de conhecer relaciona-se ao impulso para descobrir, desvelar obscuridades, revelar pequenos instantâneos da vida ou grandes painéis da natureza e das sociedades. Miudezas do cotidiano dos seres ou a imensidão espaçotemporal do universo e toda a problemática que medeia esses dois polos são o objeto dessa busca que está intimamente ligada às pequenas e grandes necessidades humanas e aos nossos desejos de satisfazer carências.
O paradigma da ciência moderna, assentado na razão, na divisão/análise e na máxima “conhecer para controlar”, reduziu os problemas e suas respostas a modelos para a ação transformadora sobre a natureza e controladora da sociedade, produzindo conhecimentos disciplinares e com alto nível de especialização.
Os limites do conhecimento disciplinar se fazem sentir especialmente quando os problemas a resolver envolvem objetos complexos, como a sociedade, e quando a redução da complexidade impede o desvelamento e a solução do problema. O paradigma da ciência moderna sempre se demonstrou inadequado para a análise da sociedade e seus problemas, seja pela problemática da relação sujeito/objeto, seja pela sua linearidade e determinismo.
BAUMGARTEN, Maíra et al. Sociedade e conhecimento: novas tecnologias e desafios
para a produção de conhecimento nas Ciências Sociais Disponível em: <http://www.
scielo.br>. Acesso em: out. 2017. Adaptado.
O aspecto linguístico do texto que está devidamente analisado é o referido em
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O Brasil possui uma imensa diversidade étnica e linguística, que está entre as maiores do mundo e é a maior da América do Sul. Essa diversidade é encarada como um fator de enriquecimento cultural da nacionalidade. O Brasil contemporâneo é mais indígena do que normalmente se supõe. Ainda que culturalmente transformada pela interação secular de processos civilizatórios, a presença indígena é fortemente percebida no tipo físico e nos costumes de amplos segmentos da população, sobretudo entre os brasileiros do Nordeste, da Amazônia e do Centro-Oeste. Se é verdade que os grupos indígenas brasileiros estão reduzidos a uma pequena fração do que foram no passado, também é verdade que este segmento da população encontra-se hoje em plena recuperação demográfica.
OS GRUPOS indígenas e sua relação com o Brasil atual. Disponível em:<https://www.
coladaweb.com>. Acesso em: out. 2017.
No texto, predomina a função referencial da linguagem, porque a voz autoral
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A principal denúncia dessa charge, metaforizada na ideia de “Abismo”, diz respeito
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Inatingível
O que sou eu, gritei um dia para o infinito
E o meu grito subiu, subiu sempre
Até se diluir na distância.
Um pássaro no alto planou voo
E mergulhou no espaço.
Eu segui porque tinha que seguir
Com as mãos na boca, em concha
Gritando para o infinito a minha dúvida.
Mas a noite espiava a minha dúvida
E eu me deitei à beira do caminho
Vendo o vulto dos outros que passavam
Na esperança da aurora.
Eu continuo à beira do caminho
Vendo a luz do infinito
Que responde ao peregrino a imensa dúvida.
Eu estou moribundo à beira do caminho.
O dia já passou milhões de vezes
E se aproxima a noite do desfecho.
Morrerei gritando a minha ânsia
Clamando a crueldade do infinito
E os pássaros cantarão quando o dia chegar
E eu já hei de estar morto à beira do caminho.
MORAES, Vinicius. Inatingível. Disponível em <:http://apenaserrante.blogspot.com.br>.
Acesso em: nov. 2017.
O eu lírico, nesses versos,
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Para Jeffry Timmons (1990), “Empreendedorismo é uma Revolução silenciosa, que será para o século XXI mais do que a Revolução Industrial foi para o século XX.”
As estatísticas atuais confirmam esse pensamento, indicam que mais da metade de novos empregos é gerada por empresas com menos de cinco anos de existência, isto é, os empreendedores movimentam ativamente o mercado de empregos e, consequentemente, geram riquezas. Daí surgir mais uma definição para o empreendedorismo: “O combustível para o crescimento econômico, criando emprego e prosperidade.”
Vale ressaltar que o empreendedorismo não é modismo. É uma evolução dos processos tecnológicos, os quais ocorrem com imensa rapidez. Essa evolução muda cada vez mais a forma de se fazer negócios no mundo e, associada à competição na economia, força novos empresários a adotar paradigmas diferentes utilizando recursos disponíveis de forma criativa, transformando o ambiente social e econômico onde vive. Por isso, o empreendedor tem um papel importante na sociedade.
RIBEIRO, Maryane. Empreendedorismo. Disponível em: <http://www.recantodasletras.
com.br/artigos/712127>. Acesso em: nov. 2017. Adaptado.
Dentre os aspectos linguísticos presentes na composição do texto, o que está devidamente analisado é o referido na alternativa
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Quanto aos aspectos linguísticos presentes na composição dessa charge, é correto afirmar:
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O setor da saúde exerce um papel fundamental no desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da inovação, como espaço para geração de emprego e renda e a promoção e proteção da saúde para o bem-estar do homem. Por outro lado, a crescente demanda para ampliação do acesso da população à saúde, bem como a necessidade de se garantir a sustentabilidade do sistema público de saúde e a diminuição da dependência externa de tecnologias são grandes desafios enfrentados pelo Brasil. É tarefa do Estado implementar políticas específicas para o desenvolvimento científico e tecnológico, visando ao fortalecimento de competências nacionais, promovendo a revisão de marcos regulatórios, priorizando a formação de recursos humanos especializados, o estabelecimento de linhas prioritárias de PD&I, bem como a ampliação de redes e infraestruturas de pesquisa. As várias iniciativas para o desenvolvimento da cadeia produtiva do setor, com foco no desenvolvimento tecnológico e os crescentes esforços já apresentam sinais positivos para criação de um ambiente propício à inovação, à geração de empregos mais qualificados e à agregação de valor e densidade tecnológica às exportações brasileiras. Apesar dos avanços, é consenso que o país precisa avançar no sentido de transformar a excelência da pesquisa científica em práticas inovadoras.
ARAÚJO, Lúcia. IX Fórum Nacional de Inovação Tecnológica em Saúde no Brasil.
Disponível em: <http://www.sbeb.org.br/site/ix-forum-nacional-de-inovacao-tecnologica-
em- saude-no-brasil/>. Acesso em: nov. 2017.
No último período do texto, a locução prepositiva “Apesar de”, presente no adjunto adverbial “Apesar dos avanços”, introduz, no contexto, uma ideia de
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