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Downshifters are people who adopt long-term voluntary simplicity in their life. They accept less money through fewer hours worked in order to have time for the important things in life. Downshifters also place emphasis on consuming less in order to reduce their ecological footprint.
Research has shown that people in the western countries have approximately five hours more free time per week than they had 30 years ago. Thanks to modernity we perform less housework, we have fewer children, and we are retiring earlier. But we are busier than ever before. Although we have more free time a large proportion of that time is spent watching television, and the remainder of our ‘free’ time is spent in leisure obligations. These leisure obligations take the place of traditional sources of meaning in our life such as religious traditions, community, etc. Basically downshifters seek a life filled with more passion and purpose, meaning, fulfilment and happiness. A life to look back on with no regrets.
Downshifters want to slow down at work in order to ‘upshift’ in others areas of their lives. For most people the change to a slow life through downshifting comes after a long quest for true happiness and fulfilment. For others it may come after a significant life event such as severe illness, relationship breakup, bankruptcy, or the death of someone close.
Disponível em: <http://www.slowmovement.com>. Acesso em: jan. 2021. Adaptado
When compared to life in the past, western countries inhabitants nowadays
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Downshifters are people who adopt long-term voluntary simplicity in their life. They accept less money through fewer hours worked in order to have time for the important things in life. Downshifters also place emphasis on consuming less in order to reduce their ecological footprint.
Research has shown that people in the western countries have approximately five hours more free time per week than they had 30 years ago. Thanks to modernity we perform less housework, we have fewer children, and we are retiring earlier. But we are busier than ever before. Although we have more free time a large proportion of that time is spent watching television, and the remainder of our ‘free’ time is spent in leisure obligations. These leisure obligations take the place of traditional sources of meaning in our life such as religious traditions, community, etc. Basically downshifters seek a life filled with more passion and purpose, meaning, fulfilment and happiness. A life to look back on with no regrets.
Downshifters want to slow down at work in order to ‘upshift’ in others areas of their lives. For most people the change to a slow life through downshifting comes after a long quest for true happiness and fulfilment. For others it may come after a significant life event such as severe illness, relationship breakup, bankruptcy, or the death of someone close.
Disponível em: <http://www.slowmovement.com>. Acesso em: jan. 2021. Adaptado
According to the text, downshifters
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LAVADO, Joaquín Salvador (QUINO). Tira. Disponível em: <https://files.cercomp.ufg.br>. Acesso em: jan. 2021.
O traço de humor presente nessa tira está diretamente relacionado com
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Não te deixes destruir…
Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.
Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha
um poema.
E viverás no coração dos jovens
e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.
Toma a tua parte.
Vem a estas páginas
e não entraves seu uso
aos que têm sede.
CORALINA, Cora. Aninha e suas pedras. Disponível em: <https://contobrasileiro.com.br/
aninha-e-suas-pedras-poema-de-cora-coralina/>. Acesso em: jan. 2021.
Quanto aos elementos linguísticos usados na composição do poema, é correto afirmar:
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Não te deixes destruir…
Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.
Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha
um poema.
E viverás no coração dos jovens
e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.
Toma a tua parte.
Vem a estas páginas
e não entraves seu uso
aos que têm sede.
CORALINA, Cora. Aninha e suas pedras. Disponível em: <https://contobrasileiro.com.br/
aninha-e-suas-pedras-poema-de-cora-coralina/>. Acesso em: jan. 2021.
O eu poético, nesses versos,
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Sobre os elementos linguísticos que compõem a mensagem veiculada nessa publicidade, está correto o que se afirma na alternativa
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As formas verbais “é” e “Vacine-se”, nesse anúncio publicitário, encontram-se, respectivamente, no modo indicativo e imperativo e, assim, expressam um fato
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Nessa mensagem, o sujeito comunicante tenciona mostrar ao leitor que é
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Eu não acredito em gnomos ou duendes, mas vampiros existem. Fique ligado, eles podem estar numa sala de bate-papo virtual, no balcão de um bar, no estacionamento de um shopping. Vampiros e vampiras aproximam-se com uma conversa fiada, pedem seu telefone, ligam no outro dia, convidam para um cinema. Quando você menos espera, está entregando a eles seu rico pescocinho e mais. Este “mais” você vai acabar descobrindo o que é com o tempo.
Vampiros tratam você muito bem, têm muita cultura, presença de espírito e conhecimento da vida. Você fica certo de que conheceu uma pessoa especial. Custa a se dar conta de que eles são vampiros, parecem gente. Até que começam a sugar você. Sugam todinho o seu amor, sugam sua confiança, sugam sua tolerância, sugam sua fé, sugam seu tempo, sugam suas ilusões. Vampiros deixam você murchinha, chupam até a última gota. Um belo dia, você descobre que nunca recebeu nada em troca, que amou pelos dois, que foi sempre um ombro amigo, que sempre esteve à disposição, e sofreu tão solitariamente que hoje se encontra aí, mais carniça do que carne.
Essa é uma historinha de terror que se repete ano após ano, por séculos. Relações vampirescas: o morcegão surge com uma carinha de fome e cansaço, como se não tivesse dormido a noite toda, e você se oferece para uma conversa, um abraço, uma força. Aí ele se revitaliza e bate as asinhas. Acontece em São Paulo, Manaus, Recife, Florianópolis, em todo lugar, não só na Transilvânia. E ocorre também entre amigos, entre colegas de trabalho, entre familiares, não só nas relações de amor.
Doe sangue para hospitais. Dê seu sangue por um projeto de vida, por um sonho. Mas não doe para aqueles que sempre, sempre, sempre vão lhe pedir mais e lhe retribuir jamais.
MEDEIROS, Martha. Vampiros. Disponível em: <https://ciclofemini.com.br/para-ler-e-pensar/vampiros-por-martha-medeiros/>. Acesso em: jan. 2021.
Tendo em vista a forma como foi trabalhado o eixo temático, é correto afirmar que esse texto é uma crônica
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Eu não acredito em gnomos ou duendes, mas vampiros existem. Fique ligado, eles podem estar numa sala de bate-papo virtual, no balcão de um bar, no estacionamento de um shopping. Vampiros e vampiras aproximam-se com uma conversa fiada, pedem seu telefone, ligam no outro dia, convidam para um cinema. Quando você menos espera, está entregando a eles seu rico pescocinho e mais. Este “mais” você vai acabar descobrindo o que é com o tempo.
Vampiros tratam você muito bem, têm muita cultura, presença de espírito e conhecimento da vida. Você fica certo de que conheceu uma pessoa especial. Custa a se dar conta de que eles são vampiros, parecem gente. Até que começam a sugar você. Sugam todinho o seu amor, sugam sua confiança, sugam sua tolerância, sugam sua fé, sugam seu tempo, sugam suas ilusões. Vampiros deixam você murchinha, chupam até a última gota. Um belo dia, você descobre que nunca recebeu nada em troca, que amou pelos dois, que foi sempre um ombro amigo, que sempre esteve à disposição, e sofreu tão solitariamente que hoje se encontra aí, mais carniça do que carne.
Essa é uma historinha de terror que se repete ano após ano, por séculos. Relações vampirescas: o morcegão surge com uma carinha de fome e cansaço, como se não tivesse dormido a noite toda, e você se oferece para uma conversa, um abraço, uma força. Aí ele se revitaliza e bate as asinhas. Acontece em São Paulo, Manaus, Recife, Florianópolis, em todo lugar, não só na Transilvânia. E ocorre também entre amigos, entre colegas de trabalho, entre familiares, não só nas relações de amor.
Doe sangue para hospitais. Dê seu sangue por um projeto de vida, por um sonho. Mas não doe para aqueles que sempre, sempre, sempre vão lhe pedir mais e lhe retribuir jamais.
MEDEIROS, Martha. Vampiros. Disponível em: <https://ciclofemini.com.br/para-ler-e-pensar/vampiros-por-martha-medeiros/>. Acesso em: jan. 2021.
Nesse texto, a cronista tematiza
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