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Foram encontradas 50 questões.

2289934 Ano: 2014
Disciplina: Saúde Pública
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Nos Conselhos de Saúde, de acordo com as especificidades locais, aplicando o princípio da paridade, serão contempladas as seguintes representações, EXCETO
 

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2288544 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH

Benzodiazepínicos são muito utilizados em Medicina e em Odontologia, pois são ansiolíticos, hipnóticos, anticonvulsivantes, relaxantes musculares e produzem amnésia retrógrada. Dos benzodiazepínicos listados seguir, o que apresenta maior duração de ação é o

 

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2288334 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH

Sobre as complicações bucais das doenças falciformes, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) A osteomielite é mais frequente em pessoas com doença falciforme do que no resto da população.

( ) A osteomielite em pessoas com doença falciforme pode se manifestar mesmo sem causa dental. Neste caso, é mais frequente na mandíbula.

( ) Pode ocorrer uma neuropatia do nervo alveolar inferior após uma crise falcêmica e pode resultar em anestesia permanente por mais de 24 meses.

 

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2288120 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH

Sobre o atendimento de pacientes com síndrome de Down, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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2288046 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Esmaltes especiais podem evitar doenças como a
dermatite de contato alérgica
Celina Aquino
Para quem gosta de manter as unhas bem feitas e com cores variadas, a descoberta de uma alergia à esmalte é desoladora. Mais comum do que se imagina, a reação pode surgir mesmo em mulheres que frequentam há anos o salão de beleza. De uma hora para a outra, o organismo entende que certas substâncias são estranhas e responde com vermelhidão, inchaço, coceira e descamação. Nesses casos, os esmaltes hipoalergênicos podem ser a solução para manter a beleza das mãos. A reação a esmaltes, chamada de dermatite de contato alérgica, caracteriza-se por uma inflamação da pele provocada por substâncias alergênicas. Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional Minas Gerais (SBD-MG), Ana Cláudia de Brito Soares, a alergia pode se manifestar tanto ao redor da unha, deixando a cutícula sensível, quanto em outras regiões do corpo (não necessariamente aquelas que tiveram contato direto com as unhas). Normalmente, surgem lesões vermelhas que descamam no pescoço, queixo, pálpebra e mãos. Os olhos também ficam vermelhos e coçam. Ana Cláudia informa que os sintomas costumam surgir até 48 horas depois que o organismo reage às substâncias. Não há vacina nem medicamentos que combatem a alergia. O melhor é suspender o uso de esmaltes, pois insistir em pintar as unhas pode provocar reações cada vez mais intensas. “Na dúvida, procure um dermatologista ou alergista para ter certeza da substância que provoca a alergia. Conhecendo o inimigo fica mais fácil de evitá-lo”, orienta a dermatologista. Ana Cláudia sugere o teste de contato: uma fita adesiva com várias substâncias alergênicas é aplicada nas costas para identificar o que provoca reação. Um dos componentes do esmalte que mais causa alergia é o tolueno, solvente que mantém o produto líquido, ajuda na fixação da cor e proporciona secagem rápida. “A substância evapora na hora e permite que o corante fique na unha de forma homogênea. Se o solvente não secasse rapidamente, o esmalte poderia escorrer ou ficar mais concentrado em uma região. O tolueno também é usado porque a mulher não tem paciência de esperar secar”, informa o farmacêutico Gabriel da Silva Bastos, professor do curso de estética e cosmética do Centro Universitário UNA. Mas é por ser altamente volátil que o tolueno provoca tantas reações. Logo que evapora, ele entra em contato com várias partes do corpo. De acordo com Gabriel, a maioria dos fabricantes brasileiros de esmaltes retirou da fórmula a substância alergênica.
A alergia a esmalte ainda pode ser provocada pelo plastificante dibutyl phthalate (DBP), banido dos cosméticos europeus, e pelo conservante formaldeído, ambos voláteis. O derivado de formol, usado para alisar cabelo, está no cento da polêmica das escovas progressivas. A mica, pigmento que dá o aspecto perolado dos esmaltes cintilantes, é outro componente alergênico.
Para evitar reações alérgicas, é recomendado ler o rótulo. Os esmaltes 3Free não contém os três principais componentes alergênicos (tolueno, DBP e formaldeído), enquanto os denominados hipoalergênicos costumam ser ausentes de um número maior de substâncias que causam alergia. Já os produtos importados tendem a ser bem aceitos pelos alérgicos porque usam baixa quantidade de solventes. “A indústria tem pesquisado para fazer esmaltes sem solventes, que sejam à base de água e sequem rápido. O solvente é um agente agressor porque resseca a unha e a pele, mas o cliente não tem tempo para esperar três horas para secar o esmalte”, pondera o farmacêutico.
http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/03/08/noticia_
saudeplena,147789/esmaltes-especiais-podem-evitar-doencas-como-
a-dermatite-de-contato-al.shtml
Em “Ana Cláudia sugere o teste de contato: uma fita adesiva com várias substâncias alergênicas é aplicada nas costas para identificar o que provoca reação.”, os dois pontos (:) na sequência da palavra “contato” foram empregados para
 

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2287804 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Esmaltes especiais podem evitar doenças como a
dermatite de contato alérgica
Celina Aquino
Para quem gosta de manter as unhas bem feitas e com cores variadas, a descoberta de uma alergia à esmalte é desoladora. Mais comum do que se imagina, a reação pode surgir mesmo em mulheres que frequentam há anos o salão de beleza. De uma hora para a outra, o organismo entende que certas substâncias são estranhas e responde com vermelhidão, inchaço, coceira e descamação. Nesses casos, os esmaltes hipoalergênicos podem ser a solução para manter a beleza das mãos. A reação a esmaltes, chamada de dermatite de contato alérgica, caracteriza-se por uma inflamação da pele provocada por substâncias alergênicas. Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional Minas Gerais (SBD-MG), Ana Cláudia de Brito Soares, a alergia pode se manifestar tanto ao redor da unha, deixando a cutícula sensível, quanto em outras regiões do corpo (não necessariamente aquelas que tiveram contato direto com as unhas). Normalmente, surgem lesões vermelhas que descamam no pescoço, queixo, pálpebra e mãos. Os olhos também ficam vermelhos e coçam. Ana Cláudia informa que os sintomas costumam surgir até 48 horas depois que o organismo reage às substâncias. Não há vacina nem medicamentos que combatem a alergia. O melhor é suspender o uso de esmaltes, pois insistir em pintar as unhas pode provocar reações cada vez mais intensas. “Na dúvida, procure um dermatologista ou alergista para ter certeza da substância que provoca a alergia. Conhecendo o inimigo fica mais fácil de evitá-lo”, orienta a dermatologista. Ana Cláudia sugere o teste de contato: uma fita adesiva com várias substâncias alergênicas é aplicada nas costas para identificar o que provoca reação. Um dos componentes do esmalte que mais causa alergia é o tolueno, solvente que mantém o produto líquido, ajuda na fixação da cor e proporciona secagem rápida. “A substância evapora na hora e permite que o corante fique na unha de forma homogênea. Se o solvente não secasse rapidamente, o esmalte poderia escorrer ou ficar mais concentrado em uma região. O tolueno também é usado porque a mulher não tem paciência de esperar secar”, informa o farmacêutico Gabriel da Silva Bastos, professor do curso de estética e cosmética do Centro Universitário UNA. Mas é por ser altamente volátil que o tolueno provoca tantas reações. Logo que evapora, ele entra em contato com várias partes do corpo. De acordo com Gabriel, a maioria dos fabricantes brasileiros de esmaltes retirou da fórmula a substância alergênica.
A alergia a esmalte ainda pode ser provocada pelo plastificante dibutyl phthalate (DBP), banido dos cosméticos europeus, e pelo conservante formaldeído, ambos voláteis. O derivado de formol, usado para alisar cabelo, está no cento da polêmica das escovas progressivas. A mica, pigmento que dá o aspecto perolado dos esmaltes cintilantes, é outro componente alergênico.
Para evitar reações alérgicas, é recomendado ler o rótulo. Os esmaltes 3Free não contém os três principais componentes alergênicos (tolueno, DBP e formaldeído), enquanto os denominados hipoalergênicos costumam ser ausentes de um número maior de substâncias que causam alergia. Já os produtos importados tendem a ser bem aceitos pelos alérgicos porque usam baixa quantidade de solventes. “A indústria tem pesquisado para fazer esmaltes sem solventes, que sejam à base de água e sequem rápido. O solvente é um agente agressor porque resseca a unha e a pele, mas o cliente não tem tempo para esperar três horas para secar o esmalte”, pondera o farmacêutico.
http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/03/08/noticia_
saudeplena,147789/esmaltes-especiais-podem-evitar-doencas-como-
a-dermatite-de-contato-al.shtml
Assinale a alternativa em que a palavra apresentada NÃO se flexiona em número nem em gênero para concordar com outra palavra.
 

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2287802 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH

Em pacientes hepatopatas severos, o Ministério da Saúde em seu Manual ABCDE das hepatites virais para cirurgiões-dentistas, recomenda que seja utilizado um anestésico local cuja metabolização é 90% realizada no plasma, que é a

 

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2287639 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH

Ainda sobre os vasoconstritores, relacione as colunas e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

1. Felipressina.

2. Fenilefrina.

3. Noradrenalina.

( ) Indicada para pacientes com hipertireoidismo.

( ) Indicada para pacientes que recebem inibidores da MAO ou antidepressivos tricíclicos.

( ) Não deveria ser utilizada em Odontologia porque suas desvantagens superam suas vantagens.

( ) Embora a hemostasia durante o procedimento não seja tão eficaz quanto à conseguida com a adrenalina, devido à longa duração de seu efeito, o período pós-operatório segue com menor sangramento.

 

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2287568 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
A higienização das mãos é uma das mais importantes medidas para a prevenção de infecções relacionadas à assistência à saúde. Na higienização pré-operatória das mãos, a partir da segunda cirurgia, o tempo mínimo que deve ser utilizado para sua realização é de
 

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2287524 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH

Se durante um procedimento cirúrgico o paciente começar a apresentar tosse, respiração ruidosa, chiados ou crepitação na auscultação de tórax, taquicardia, hipotensão, dispneia e cianose, provavelmente

 

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