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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.Art. 7º: Princípios e Diretrizes
Nos Conselhos de Saúde, de acordo com as especificidades locais, aplicando o princípio da paridade, serão contempladas as seguintes representações, EXCETO
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Homem, 39 anos, tabagista, etilista, epiléptico, no 3º dia de internação na Unidade de Terapia Intensiva por crise convulsiva associada à broncopneumonia aspirativa, teve suspensa analgo-sedação para desmame ventilatório. Embora estivesse um pouco sonolento, era capaz de manter o despertar sustentado ao som da voz por mais de 10 segundos e, com debilidade, obedecer aos comandos verbais, sendo submetido à prova de tubo T com consequente extubação e instalação de Máscara de Venturi 50%, obtendo-se oximetria de pulso variável entre 87% a 95% associada à taquipneia, sem esforço respiratório, discreta hipertensão e taquicardia, normotérmico. À reavaliação neurológica após a extubação, apresentava-se agitado, com confusão mental, alucinações visuais e movimentos sem coordenação frequentes, sendo necessária contenção mecânica para sua proteção. Diante dessas informações, qual é a pontuação desse paciente na Escala de Sedação-Agitação de Richmond, respectivamente, antes e após a extubação?
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Esmaltes especiais podem evitar doenças como a
dermatite de contato alérgica
Celina Aquino
Para quem gosta de manter as unhas bem feitas e com cores variadas, a descoberta de uma alergia à esmalte é desoladora. Mais comum do que se imagina, a reação pode surgir mesmo em mulheres que frequentam há anos o salão de beleza. De uma hora para a outra, o organismo entende que certas substâncias são estranhas e responde com vermelhidão, inchaço, coceira e descamação. Nesses casos, os esmaltes hipoalergênicos podem ser a solução para manter a beleza das mãos. A reação a esmaltes, chamada de dermatite de contato alérgica, caracteriza-se por uma inflamação da pele provocada por substâncias alergênicas. Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional Minas Gerais (SBD-MG), Ana Cláudia de Brito Soares, a alergia pode se manifestar tanto ao redor da unha, deixando a cutícula sensível, quanto em outras regiões do corpo (não necessariamente aquelas que tiveram contato direto com as unhas). Normalmente, surgem lesões vermelhas que descamam no pescoço, queixo, pálpebra e mãos. Os olhos também ficam vermelhos e coçam. Ana Cláudia informa que os sintomas costumam surgir até 48 horas depois que o organismo reage às substâncias. Não há vacina nem medicamentos que combatem a alergia. O melhor é suspender o uso de esmaltes, pois insistir em pintar as unhas pode provocar reações cada vez mais intensas. “Na dúvida, procure um dermatologista ou alergista para ter certeza da substância que provoca a alergia. Conhecendo o inimigo fica mais fácil de evitá-lo”, orienta a dermatologista. Ana Cláudia sugere o teste de contato: uma fita adesiva com várias substâncias alergênicas é aplicada nas costas para identificar o que provoca reação. Um dos componentes do esmalte que mais causa alergia é o tolueno, solvente que mantém o produto líquido, ajuda na fixação da cor e proporciona secagem rápida. “A substância evapora na hora e permite que o corante fique na unha de forma homogênea. Se o solvente não secasse rapidamente, o esmalte poderia escorrer ou ficar mais concentrado em uma região. O tolueno também é usado porque a mulher não tem paciência de esperar secar”, informa o farmacêutico Gabriel da Silva Bastos, professor do curso de estética e cosmética do Centro Universitário UNA. Mas é por ser altamente volátil que o tolueno provoca tantas reações. Logo que evapora, ele entra em contato com várias partes do corpo. De acordo com Gabriel, a maioria dos fabricantes brasileiros de esmaltes retirou da fórmula a substância alergênica.
A alergia a esmalte ainda pode ser provocada pelo plastificante dibutyl phthalate (DBP), banido dos cosméticos europeus, e pelo conservante formaldeído, ambos voláteis. O derivado de formol, usado para alisar cabelo, está no cento da polêmica das escovas progressivas. A mica, pigmento que dá o aspecto perolado dos esmaltes cintilantes, é outro componente alergênico.
Para evitar reações alérgicas, é recomendado ler o rótulo. Os esmaltes 3Free não contém os três principais componentes alergênicos (tolueno, DBP e formaldeído), enquanto os denominados hipoalergênicos costumam ser ausentes de um número maior de substâncias que causam alergia. Já os produtos importados tendem a ser bem aceitos pelos alérgicos porque usam baixa quantidade de solventes. “A indústria tem pesquisado para fazer esmaltes sem solventes, que sejam à base de água e sequem rápido. O solvente é um agente agressor porque resseca a unha e a pele, mas o cliente não tem tempo para esperar três horas para secar o esmalte”, pondera o farmacêutico.
http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/03/08/noticia_
saudeplena,147789/esmaltes-especiais-podem-evitar-doencas-como-
a-dermatite-de-contato-al.shtml
Em “Ana Cláudia sugere o teste de contato: uma fita adesiva com várias substâncias alergênicas é aplicada nas costas para identificar o que provoca reação.”, os dois pontos (:) na sequência da palavra “contato” foram empregados para
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Homem, 35 anos, 80K de peso corporal, foi internado na Unidade de Terapia Intensiva por febre hemorrágica da dengue, com petéquias em todo corpo, encontra-se em ventilação mecânica com pressão controlada (FiO2=1; FR=12ipm; PEEP=7cmH2O; PC=25cmH2O), com analgosedação e doses crescentes de amina vasoativa em bomba de infusão contínua, em jejum enteral, apresentou débito urinário em cateter vesical igual a 200ml nas últimas 6 horas e foram observados os seguintes parâmetros na monitorização: PAM=58mmHg; FC=91bpm; T(axilar)=38,9º.C; FR=12ipm; VT=450ml; SpO2=94%. Dentre os resultados de exames laboratoriais, foram obtidos: Hb=7,2mg/dl; Ht=22,3%; Plaquetas=8.0000/mm3; Leucócitos=8.940/mm3; Gasometria arterial: pH=7,22; PaO2=107,8mmHg; PCO2=40,3mmHg; SaO2=97%; HCO3-=16,2; BE=-0,9mEq/l. Diante dessas informações e ao considerar que o CaO2 pode ser estimado [(1,34 x Hb x SaO2/100) + (PaO2 x 0,0031)], informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa
com a sequência correta.
( ) De acordo com os critérios do RIFLE, o paciente está em “I” que corresponde à injúria renal aguda e a causa é pré-renal.
( ) O conteúdo arterial de oxigênio no sangue está baixo e pode ser aumentado elevando-se a concentração de oxigênio ofertado na ventilação mecânica.
( ) De acordo com as variáveis de oxigenação está descartada a possibilidade de síndrome da angústia respiratória do adulto (SARA).
( ) O volume corrente indica normoventilação.
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Esmaltes especiais podem evitar doenças como a
dermatite de contato alérgica
Celina Aquino
Para quem gosta de manter as unhas bem feitas e com cores variadas, a descoberta de uma alergia à esmalte é desoladora. Mais comum do que se imagina, a reação pode surgir mesmo em mulheres que frequentam há anos o salão de beleza. De uma hora para a outra, o organismo entende que certas substâncias são estranhas e responde com vermelhidão, inchaço, coceira e descamação. Nesses casos, os esmaltes hipoalergênicos podem ser a solução para manter a beleza das mãos. A reação a esmaltes, chamada de dermatite de contato alérgica, caracteriza-se por uma inflamação da pele provocada por substâncias alergênicas. Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional Minas Gerais (SBD-MG), Ana Cláudia de Brito Soares, a alergia pode se manifestar tanto ao redor da unha, deixando a cutícula sensível, quanto em outras regiões do corpo (não necessariamente aquelas que tiveram contato direto com as unhas). Normalmente, surgem lesões vermelhas que descamam no pescoço, queixo, pálpebra e mãos. Os olhos também ficam vermelhos e coçam. Ana Cláudia informa que os sintomas costumam surgir até 48 horas depois que o organismo reage às substâncias. Não há vacina nem medicamentos que combatem a alergia. O melhor é suspender o uso de esmaltes, pois insistir em pintar as unhas pode provocar reações cada vez mais intensas. “Na dúvida, procure um dermatologista ou alergista para ter certeza da substância que provoca a alergia. Conhecendo o inimigo fica mais fácil de evitá-lo”, orienta a dermatologista. Ana Cláudia sugere o teste de contato: uma fita adesiva com várias substâncias alergênicas é aplicada nas costas para identificar o que provoca reação. Um dos componentes do esmalte que mais causa alergia é o tolueno, solvente que mantém o produto líquido, ajuda na fixação da cor e proporciona secagem rápida. “A substância evapora na hora e permite que o corante fique na unha de forma homogênea. Se o solvente não secasse rapidamente, o esmalte poderia escorrer ou ficar mais concentrado em uma região. O tolueno também é usado porque a mulher não tem paciência de esperar secar”, informa o farmacêutico Gabriel da Silva Bastos, professor do curso de estética e cosmética do Centro Universitário UNA. Mas é por ser altamente volátil que o tolueno provoca tantas reações. Logo que evapora, ele entra em contato com várias partes do corpo. De acordo com Gabriel, a maioria dos fabricantes brasileiros de esmaltes retirou da fórmula a substância alergênica.
A alergia a esmalte ainda pode ser provocada pelo plastificante dibutyl phthalate (DBP), banido dos cosméticos europeus, e pelo conservante formaldeído, ambos voláteis. O derivado de formol, usado para alisar cabelo, está no cento da polêmica das escovas progressivas. A mica, pigmento que dá o aspecto perolado dos esmaltes cintilantes, é outro componente alergênico.
Para evitar reações alérgicas, é recomendado ler o rótulo. Os esmaltes 3Free não contém os três principais componentes alergênicos (tolueno, DBP e formaldeído), enquanto os denominados hipoalergênicos costumam ser ausentes de um número maior de substâncias que causam alergia. Já os produtos importados tendem a ser bem aceitos pelos alérgicos porque usam baixa quantidade de solventes. “A indústria tem pesquisado para fazer esmaltes sem solventes, que sejam à base de água e sequem rápido. O solvente é um agente agressor porque resseca a unha e a pele, mas o cliente não tem tempo para esperar três horas para secar o esmalte”, pondera o farmacêutico.
http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/03/08/noticia_
saudeplena,147789/esmaltes-especiais-podem-evitar-doencas-como-
a-dermatite-de-contato-al.shtml
Assinale a alternativa em que a palavra apresentada NÃO se flexiona em número nem em gênero para concordar com outra palavra.
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Homem, 32 anos, vítima de atropelamento, foi admitido na Unidade de Terapia Intensiva, com respiração paradoxal e sinais de hipoperfusão, sendo constatado tórax instável com contusão pulmonar subjacente, sendo realizada intubação endotraqueal. Na gasometria arterial, foi verificado: pH=7,2, PaCO2=70mmHg, HCO3-=32mmol/l, BE=+5mmol/l. Diante desse caso, que distúrbio ácido-básico o paciente apresenta?
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Os pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) devem ser avaliados por meio de um Sistema de Classificação de Necessidades de Cuidados de Enfermagem recomendado por literatura científica especializada; sendo necessário que o enfermeiro coordenador da UTI correlacione as necessidades de cuidados de enfermagem com o quantitativo de pessoal disponível, de acordo com o instrumento de medida utilizado. Os registros desses dados devem estar disponíveis, em local de fácil acesso, com qual periodicidade?
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Para prevenção de infecção primária de corrente sanguínea associada à assistência à saúde, no manuseio de dânulas, recomenda-se
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Homem, 54 anos, hipertenso (com pressão basal de 140/90mmHg), com circunferência do braço igual a 37cm, foi admitido na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com choque séptico de provável foco pulmonar, teve os objetivos do pacote de 6 horas do Surviving Sepsis Campaign cumpridos no Pronto Socorro. Na admissão à UTI, ainda estava sob ventilação mecânica e em uso de amina vasoativa em infusão contínua e o técnico de enfermagem do setor utilizou manguito 10x17cm, ajustou a braçadeira sem folga no braço do paciente, 2cm acima da fossa cubital, com a artéria braquial centralizada abaixo do manguito; ao procender à verificação da pressão arterial no monitor multiparamétrico, foi constatada uma pressão de 180/120mmHg. Diante desse caso, a pressão arterial aferida é considerada como:
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Homem, 23 anos, internado na Unidade de Terapia Intensiva está em ventilação mecânica controlada e, devido à fístula aérea de alto débito, foi submetido à drenagem torácica por sistema de aspiração com 2 frascos, devendo manter pressão negativa de 15cmH2O. Para se obter a pressão negativa requerida, é necessário
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