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Foram encontradas 50 questões.

2283876 Ano: 2014
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Dentre as abordagens usuais de tratamento fonoaudiológico das Disfonias, proposta por Behlau (2002), destacamos o Método de Competência Glótica, cujo método baseia-se em diversos ajustes musculares laríngeos para favorecer uma coaptação glótica adequada esuficiente. Assinale a alternativa que apresenta uma sequência ou técnicas usadas no método citado.
 

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2283768 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Esmaltes especiais podem evitar doenças como a
dermatite de contato alérgica
Celina Aquino
Para quem gosta de manter as unhas bem feitas e com cores variadas, a descoberta de uma alergia à esmalte é desoladora. Mais comum do que se imagina, a reação pode surgir mesmo em mulheres que frequentam há anos o salão de beleza. De uma hora para a outra, o organismo entende que certas substâncias são estranhas e responde com vermelhidão, inchaço, coceira e descamação. Nesses casos, os esmaltes hipoalergênicos podem ser a solução para manter a beleza das mãos. A reação a esmaltes, chamada de dermatite de contato alérgica, caracteriza-se por uma inflamação da pele provocada por substâncias alergênicas. Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional Minas Gerais (SBD-MG), Ana Cláudia de Brito Soares, a alergia pode se manifestar tanto ao redor da unha, deixando a cutícula sensível, quanto em outras regiões do corpo (não necessariamente aquelas que tiveram contato direto com as unhas). Normalmente, surgem lesões vermelhas que descamam no pescoço, queixo, pálpebra e mãos. Os olhos também ficam vermelhos e coçam. Ana Cláudia informa que os sintomas costumam surgir até 48 horas depois que o organismo reage às substâncias. Não há vacina nem medicamentos que combatem a alergia. O melhor é suspender o uso de esmaltes, pois insistir em pintar as unhas pode provocar reações cada vez mais intensas. “Na dúvida, procure um dermatologista ou alergista para ter certeza da substância que provoca a alergia. Conhecendo o inimigo fica mais fácil de evitá-lo”, orienta a dermatologista. Ana Cláudia sugere o teste de contato: uma fita adesiva com várias substâncias alergênicas é aplicada nas costas para identificar o que provoca reação. Um dos componentes do esmalte que mais causa alergia é o tolueno, solvente que mantém o produto líquido, ajuda na fixação da cor e proporciona secagem rápida. “A substância evapora na hora e permite que o corante fique na unha de forma homogênea. Se o solvente não secasse rapidamente, o esmalte poderia escorrer ou ficar mais concentrado em uma região. O tolueno também é usado porque a mulher não tem paciência de esperar secar”, informa o farmacêutico Gabriel da Silva Bastos, professor do curso de estética e cosmética do Centro Universitário UNA. Mas é por ser altamente volátil que o tolueno provoca tantas reações. Logo que evapora, ele entra em contato com várias partes do corpo. De acordo com Gabriel, a maioria dos fabricantes brasileiros de esmaltes retirou da fórmula a substância alergênica.
A alergia a esmalte ainda pode ser provocada pelo plastificante dibutyl phthalate (DBP), banido dos cosméticos europeus, e pelo conservante formaldeído, ambos voláteis. O derivado de formol, usado para alisar cabelo, está no cento da polêmica das escovas progressivas. A mica, pigmento que dá o aspecto perolado dos esmaltes cintilantes, é outro componente alergênico.
Para evitar reações alérgicas, é recomendado ler o rótulo. Os esmaltes 3Free não contém os três principais componentes alergênicos (tolueno, DBP e formaldeído), enquanto os denominados hipoalergênicos costumam ser ausentes de um número maior de substâncias que causam alergia. Já os produtos importados tendem a ser bem aceitos pelos alérgicos porque usam baixa quantidade de solventes. “A indústria tem pesquisado para fazer esmaltes sem solventes, que sejam à base de água e sequem rápido. O solvente é um agente agressor porque resseca a unha e a pele, mas o cliente não tem tempo para esperar três horas para secar o esmalte”, pondera o farmacêutico.
http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/03/08/noticia_
saudeplena,147789/esmaltes-especiais-podem-evitar-doencas-como-
a-dermatite-de-contato-al.shtml
Assinale a alternativa em que a palavra acentuada NÃO apresenta a mesma regra de acentuação da palavra “farmacêutico”.
 

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2283757 Ano: 2014
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Assinale a alternativa que corresponde à função do sistema estomatognático que encontra-se mais prejudicada nos indivíduos com deformidades dentofaciais (DDFs).
 

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2283623 Ano: 2014
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Assinale a alternativa correta sobre o procedimento do Teste do Blue Dye, útil para avaliar a função da deglutição em pacientes traqueostomizados à beira do leito.
 

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2283446 Ano: 2014
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma das mudanças fisiológicas ocasionadas pela presença da traqueostomia.
 

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2283317 Ano: 2014
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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A estimulação do reflexo de sucção é frequentemente citada na literatura, por propiciar benefícios para os RN prematuros. Assinale a alternativa que identifica corretamente qual é a técnica utilizada para a estimulação do reflexo da deglutição que contraria a atual recomendação da Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC) e também da Norma de Atenção Humanizada ao Recém-Nascido com Baixo Peso ao Nascer – Método Canguru.
 

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2283013 Ano: 2014
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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O atendimento fonoaudiológico nas disfagias orofaríngeas neurogênicas envolve uma gama variada de aspectos médicos, terapêuticos, emocionais e sociais que devem ser criteriosamente avaliados e observados antes do início do tratamento. Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas em relação aos aspectos a serem seguidos.
I. O paciente deve estar em condições médicas mínimas para o aproveitamento da terapia, com estado clínico estável e capaz de receber intervenção fonoaudiológica.
II. De acordo com Baker (1993), na avaliação e durante as terapias, devemos observar o comportamento do paciente, no que se refere ao seu estado de alerta, sua atenção para a deglutição e para o ato de se alimentar por via oral, para sinais como os de fadiga e para comportamentos impulsivos e ansiogênicos.
III. Caso haja sinais de fadiga ou sonolência durante a alimentação, o paciente deve ser acordado e deve ser reiniciada a alimentação.
IV. O paciente com disfagia orofaríngea neurogênica, ao contrário dos pacientes com disfagia mecânica, deve ser atendido no ambiente em que vive, com os estímulos sonoros e visuais aos quais já está acostumado.
V. O primeiro aspecto a ser considerado antes dos exercícios terapêuticos é a saúde bucal, que se refere à morfologia, à funcionalidade e à estética.
 

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2282945 Ano: 2014
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Em relação à Seleção e Adaptação de Próteses Auditivas, Beauchaine, em 2001, destacou a importância da impressão e do molde auricular, bem como da avaliação da diferença entre orelha verdadeira e acoplador (RECD, real-ear-to-coupler difference), valores relativos à diferença de tamanho da orelha externa em bebês, crianças e adultos, e propôs um protocolo com etapas. Assinale a alternativa que NÃO contempla uma das etapas propostas.
 

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2282721 Ano: 2014
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Assinale a alternativa que apresenta a área da Fonoaudiologia que corresponde às ações do enunciado a seguir. “Construção de estratégias de planejamento e gestão em saúde, no campo fonoaudiológico, com vistas a intervir nas políticas públicas, bem como atuar na atenção à saúde, nas esferas de promoção, prevenção, educação e intervenção, a partir do diagnóstico de grupos populacionais”.
 

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2282535 Ano: 2014
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Em relação ao Tratamento da Voz do Idoso, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) A reabilitação vocal do idoso deve ser planejada de acordo com os resultados obtidos na entrevista e na avaliação multiprofissional.
( ) Hagen et al. (1996) têm uma proposta de tratamento baseada na eliminação da compensação supraglótica mal-adaptativa hiperfuncional quando esta estiver presente e ajuste do pitch; favorecimento de melhor adução das pregas vocais, o que aumenta o tempo máximo de fonação e reduz a fadiga.
( ) A promoção de exercícios de condicionamento aeróbio para melhorar as condições pulmonares aumenta a força de vocalização e reduz a fadiga.
( ) Morrison e Rammage (1994) consideram que a terapia para distúrbios vocais em idosos é frequentemente concentrada em reduzir os abusos por obra da tentativa do paciente em compensar as mudanças que ocorreram.
( ) A terapia deve ser direcionada a encorajar os idosos a aceitarem o pitch, reduzindo as compensações, e a desenvolverem uma
fonação mais fácil, sem tensão, adequando ressonância e suporte respiratório.
 

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