Foram encontradas 285 questões.
Um barril está cheio de água. Se forem
retirados 4/7 de sua capacidade, ainda restará
138 litros de água. Qual é a capacidade total
desse barril?
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Os três filhos de João e Cristina estudam em
colégios diferentes, e cada colégio possui
um período de férias diferente um do outro.
Lívia tem férias do dia 01 ao dia 31 de julho,
Lúcia tem férias do dia 11 ao dia 26 de julho
e Miguel do dia 18 ao dia 31 de julho. Sendo
assim, quantos dias os 3 filhos de João e
Cristina estarão juntos de férias?
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Observe a sequência a seguir:
1; 2; 3; 4; 11; 22; 33; 44;111; 222; 333; ...
Seguindo esse padrão, qual deverá ser o próximo termo?
1; 2; 3; 4; 11; 22; 33; 44;111; 222; 333; ...
Seguindo esse padrão, qual deverá ser o próximo termo?
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Lucas tinha uma quantia total de R$ 1.240,00.
Dessa quantia, ele gastou R$ 496,00 para
pagar seu cartão de crédito. Sabendo disso,
qual foi a porcentagem que Lucas gastou do
total para pagar seu cartão de crédito?
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Discursos masculinos sobre prevenção e promoção
da saúde do homem
Matheus Trilico, Gabriela R. de Oliveira,
Marinei Kijimura, Sueli M. Pirolo
A promoção da saúde é uma proposta de
política mundial, contemporânea na saúde pública
e disseminada pela Organização Mundial da Saúde
(OMS) a partir de 1984. Aprovada na Carta de Ottawa,
traz a saúde em seu conceito amplo, relacionando-a
com qualidade de vida decorrente de processos
complexos interligados a fatores como alimentação,
justiça social, ecossistema, renda e educação.
Também trabalha com o princípio de autonomia dos
indivíduos e das comunidades, reforçando assim o
planejamento e o poder local.
Nesse mesmo sentido, a Declaração de Alma-Ata,
em 1978 , estabelece a proposta da ‘atenção primária
à saúde’ e amplia a visão do cuidado à saúde: sai da
visão hierárquica do conhecimento especializado,
incentiva o envolvimento da população e destaca
os fatores necessários para propiciar a qualidade
de vida e o direito ao bem-estar social. A atenção
primária à saúde está estreitamente vinculada à
‘promoção da saúde’ e à prevenção de enfermidades,
não abandonando as dimensões setorial e técnica e
incluindo outras dimensões.
No Brasil, a Estratégia Saúde da Família responde a
essa ampliação do cuidado ao buscar a promoção da
qualidade de vida e intervenção nos fatores que geram
riscos, por meio de ações programáticas abrangentes
e ações intersetoriais. Nessa perspectiva, entende-se
importante a Política Nacional de Atenção à Saúde do
Homem.
Criada em 2009, essa política procura incluir a
masculinidade nas questões clínica e epidemiológica,
oferecendo uma proposta singular de cuidado de
promoção e recuperação da saúde. Ela se fundamenta
na idiossincrasia do gênero masculino - termo que,
para o campo da pesquisa, refere-se apenas a áreas
estruturais e ideológicas que envolvem relação
entre os sexos, delimitando então um novo terreno
evidenciam na literatura que os homens sofrem
influência dessa representação da masculinidade,
imprimindo a idealização de sucesso, poder e força.
Estudos comparativos entre homens e mulheres
comprovam que os homens são mais vulneráveis às doenças, sobretudo às enfermidades graves
e crônicas, e morrem mais precocemente que as
mulheres.A despeito da maior vulnerabilidade e das
altas taxas de morbimortalidade, os homens não
buscam, como as mulheres, os serviços de atenção
básica.
Segundo estatísticas do Ministério da Saúde, o
homem é mais vulnerável à violência, seja como autor,
seja como vítima. A prevalência de dependentes de
álcool também é maior para o sexo masculino: 19,5%
dos homens são dependentes de álcool, contra 6,9%
das mulheres. Em relação ao tabagismo, os homens
usam cigarros também com maior frequência do que
as mulheres, o que acarreta maior vulnerabilidade
a doenças cardiovasculares, cânceres, doenças
pulmonares obstrutivas crônicas, doenças bucais e
outras.
A masculinidade hegemônica seria aquela ligada à
legitimidade do patriarcado, que garante a dominação
dos homens e a subordinação das mulheres. Ela não
diz respeito a um estilo de vida, mas a configurações
que formam as relações de gênero. Novos grupos
podem desafiar antigas soluções e construir uma
nova hegemonia. Hoje, essa demonstração de força,
controle e não vulnerabilidade cede espaço, tirando
do homem moderno toda essa supremacia.
No bojo dessas representações de masculinidade,
busca-se o subjetivo contido na discussão de
masculinidade e saúde e a consequente importância
para tal, quando atribuída às políticas específicas
de saúde pública voltada para o gênero masculino.
Torna-se, então, necessário compreender suas
representações no contexto do diálogo relacional
ao gênero masculino, visando à promoção de saúde
articulada ao princípio de autonomia dos indivíduos.
Texto adaptado. Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1981-77462015000200381&lng=pt&nrm=iso
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Discursos masculinos sobre prevenção e promoção
da saúde do homem
Matheus Trilico, Gabriela R. de Oliveira,
Marinei Kijimura, Sueli M. Pirolo
A promoção da saúde é uma proposta de
política mundial, contemporânea na saúde pública
e disseminada pela Organização Mundial da Saúde
(OMS) a partir de 1984. Aprovada na Carta de Ottawa,
traz a saúde em seu conceito amplo, relacionando-a
com qualidade de vida decorrente de processos
complexos interligados a fatores como alimentação,
justiça social, ecossistema, renda e educação.
Também trabalha com o princípio de autonomia dos
indivíduos e das comunidades, reforçando assim o
planejamento e o poder local.
Nesse mesmo sentido, a Declaração de Alma-Ata,
em 1978 , estabelece a proposta da ‘atenção primária
à saúde’ e amplia a visão do cuidado à saúde: sai da
visão hierárquica do conhecimento especializado,
incentiva o envolvimento da população e destaca
os fatores necessários para propiciar a qualidade
de vida e o direito ao bem-estar social. A atenção
primária à saúde está estreitamente vinculada à
‘promoção da saúde’ e à prevenção de enfermidades,
não abandonando as dimensões setorial e técnica e
incluindo outras dimensões.
No Brasil, a Estratégia Saúde da Família responde a
essa ampliação do cuidado ao buscar a promoção da
qualidade de vida e intervenção nos fatores que geram
riscos, por meio de ações programáticas abrangentes
e ações intersetoriais. Nessa perspectiva, entende-se
importante a Política Nacional de Atenção à Saúde do
Homem.
Criada em 2009, essa política procura incluir a
masculinidade nas questões clínica e epidemiológica,
oferecendo uma proposta singular de cuidado de
promoção e recuperação da saúde. Ela se fundamenta
na idiossincrasia do gênero masculino - termo que,
para o campo da pesquisa, refere-se apenas a áreas
estruturais e ideológicas que envolvem relação
entre os sexos, delimitando então um novo terreno
evidenciam na literatura que os homens sofrem
influência dessa representação da masculinidade,
imprimindo a idealização de sucesso, poder e força.
Estudos comparativos entre homens e mulheres
comprovam que os homens são mais vulneráveis às doenças, sobretudo às enfermidades graves
e crônicas, e morrem mais precocemente que as
mulheres.A despeito da maior vulnerabilidade e das
altas taxas de morbimortalidade, os homens não
buscam, como as mulheres, os serviços de atenção
básica.
Segundo estatísticas do Ministério da Saúde, o
homem é mais vulnerável à violência, seja como autor,
seja como vítima. A prevalência de dependentes de
álcool também é maior para o sexo masculino: 19,5%
dos homens são dependentes de álcool, contra 6,9%
das mulheres. Em relação ao tabagismo, os homens
usam cigarros também com maior frequência do que
as mulheres, o que acarreta maior vulnerabilidade
a doenças cardiovasculares, cânceres, doenças
pulmonares obstrutivas crônicas, doenças bucais e
outras.
A masculinidade hegemônica seria aquela ligada à
legitimidade do patriarcado, que garante a dominação
dos homens e a subordinação das mulheres. Ela não
diz respeito a um estilo de vida, mas a configurações
que formam as relações de gênero. Novos grupos
podem desafiar antigas soluções e construir uma
nova hegemonia. Hoje, essa demonstração de força,
controle e não vulnerabilidade cede espaço, tirando
do homem moderno toda essa supremacia.
No bojo dessas representações de masculinidade,
busca-se o subjetivo contido na discussão de
masculinidade e saúde e a consequente importância
para tal, quando atribuída às políticas específicas
de saúde pública voltada para o gênero masculino.
Torna-se, então, necessário compreender suas
representações no contexto do diálogo relacional
ao gênero masculino, visando à promoção de saúde
articulada ao princípio de autonomia dos indivíduos.
Texto adaptado. Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1981-77462015000200381&lng=pt&nrm=iso
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da saúde do homem
Matheus Trilico, Gabriela R. de Oliveira,
Marinei Kijimura, Sueli M. Pirolo
A promoção da saúde é uma proposta de
política mundial, contemporânea na saúde pública
e disseminada pela Organização Mundial da Saúde
(OMS) a partir de 1984. Aprovada na Carta de Ottawa,
traz a saúde em seu conceito amplo, relacionando-a
com qualidade de vida decorrente de processos
complexos interligados a fatores como alimentação,
justiça social, ecossistema, renda e educação.
Também trabalha com o princípio de autonomia dos
indivíduos e das comunidades, reforçando assim o
planejamento e o poder local.
Nesse mesmo sentido, a Declaração de Alma-Ata,
em 1978 , estabelece a proposta da ‘atenção primária
à saúde’ e amplia a visão do cuidado à saúde: sai da
visão hierárquica do conhecimento especializado,
incentiva o envolvimento da população e destaca
os fatores necessários para propiciar a qualidade
de vida e o direito ao bem-estar social. A atenção
primária à saúde está estreitamente vinculada à
‘promoção da saúde’ e à prevenção de enfermidades,
não abandonando as dimensões setorial e técnica e
incluindo outras dimensões.
No Brasil, a Estratégia Saúde da Família responde a
essa ampliação do cuidado ao buscar a promoção da
qualidade de vida e intervenção nos fatores que geram
riscos, por meio de ações programáticas abrangentes
e ações intersetoriais. Nessa perspectiva, entende-se
importante a Política Nacional de Atenção à Saúde do
Homem.
Criada em 2009, essa política procura incluir a
masculinidade nas questões clínica e epidemiológica,
oferecendo uma proposta singular de cuidado de
promoção e recuperação da saúde. Ela se fundamenta
na idiossincrasia do gênero masculino - termo que,
para o campo da pesquisa, refere-se apenas a áreas
estruturais e ideológicas que envolvem relação
entre os sexos, delimitando então um novo terreno
evidenciam na literatura que os homens sofrem
influência dessa representação da masculinidade,
imprimindo a idealização de sucesso, poder e força.
Estudos comparativos entre homens e mulheres
comprovam que os homens são mais vulneráveis às doenças, sobretudo às enfermidades graves
e crônicas, e morrem mais precocemente que as
mulheres.A despeito da maior vulnerabilidade e das
altas taxas de morbimortalidade, os homens não
buscam, como as mulheres, os serviços de atenção
básica.
Segundo estatísticas do Ministério da Saúde, o
homem é mais vulnerável à violência, seja como autor,
seja como vítima. A prevalência de dependentes de
álcool também é maior para o sexo masculino: 19,5%
dos homens são dependentes de álcool, contra 6,9%
das mulheres. Em relação ao tabagismo, os homens
usam cigarros também com maior frequência do que
as mulheres, o que acarreta maior vulnerabilidade
a doenças cardiovasculares, cânceres, doenças
pulmonares obstrutivas crônicas, doenças bucais e
outras.
A masculinidade hegemônica seria aquela ligada à
legitimidade do patriarcado, que garante a dominação
dos homens e a subordinação das mulheres. Ela não
diz respeito a um estilo de vida, mas a configurações
que formam as relações de gênero. Novos grupos
podem desafiar antigas soluções e construir uma
nova hegemonia. Hoje, essa demonstração de força,
controle e não vulnerabilidade cede espaço, tirando
do homem moderno toda essa supremacia.
No bojo dessas representações de masculinidade,
busca-se o subjetivo contido na discussão de
masculinidade e saúde e a consequente importância
para tal, quando atribuída às políticas específicas
de saúde pública voltada para o gênero masculino.
Torna-se, então, necessário compreender suas
representações no contexto do diálogo relacional
ao gênero masculino, visando à promoção de saúde
articulada ao princípio de autonomia dos indivíduos.
Texto adaptado. Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1981-77462015000200381&lng=pt&nrm=iso
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da saúde do homem
Matheus Trilico, Gabriela R. de Oliveira,
Marinei Kijimura, Sueli M. Pirolo
A promoção da saúde é uma proposta de
política mundial, contemporânea na saúde pública
e disseminada pela Organização Mundial da Saúde
(OMS) a partir de 1984. Aprovada na Carta de Ottawa,
traz a saúde em seu conceito amplo, relacionando-a
com qualidade de vida decorrente de processos
complexos interligados a fatores como alimentação,
justiça social, ecossistema, renda e educação.
Também trabalha com o princípio de autonomia dos
indivíduos e das comunidades, reforçando assim o
planejamento e o poder local.
Nesse mesmo sentido, a Declaração de Alma-Ata,
em 1978 , estabelece a proposta da ‘atenção primária
à saúde’ e amplia a visão do cuidado à saúde: sai da
visão hierárquica do conhecimento especializado,
incentiva o envolvimento da população e destaca
os fatores necessários para propiciar a qualidade
de vida e o direito ao bem-estar social. A atenção
primária à saúde está estreitamente vinculada à
‘promoção da saúde’ e à prevenção de enfermidades,
não abandonando as dimensões setorial e técnica e
incluindo outras dimensões.
No Brasil, a Estratégia Saúde da Família responde a
essa ampliação do cuidado ao buscar a promoção da
qualidade de vida e intervenção nos fatores que geram
riscos, por meio de ações programáticas abrangentes
e ações intersetoriais. Nessa perspectiva, entende-se
importante a Política Nacional de Atenção à Saúde do
Homem.
Criada em 2009, essa política procura incluir a
masculinidade nas questões clínica e epidemiológica,
oferecendo uma proposta singular de cuidado de
promoção e recuperação da saúde. Ela se fundamenta
na idiossincrasia do gênero masculino - termo que,
para o campo da pesquisa, refere-se apenas a áreas
estruturais e ideológicas que envolvem relação
entre os sexos, delimitando então um novo terreno
evidenciam na literatura que os homens sofrem
influência dessa representação da masculinidade,
imprimindo a idealização de sucesso, poder e força.
Estudos comparativos entre homens e mulheres
comprovam que os homens são mais vulneráveis às doenças, sobretudo às enfermidades graves
e crônicas, e morrem mais precocemente que as
mulheres.A despeito da maior vulnerabilidade e das
altas taxas de morbimortalidade, os homens não
buscam, como as mulheres, os serviços de atenção
básica.
Segundo estatísticas do Ministério da Saúde, o
homem é mais vulnerável à violência, seja como autor,
seja como vítima. A prevalência de dependentes de
álcool também é maior para o sexo masculino: 19,5%
dos homens são dependentes de álcool, contra 6,9%
das mulheres. Em relação ao tabagismo, os homens
usam cigarros também com maior frequência do que
as mulheres, o que acarreta maior vulnerabilidade
a doenças cardiovasculares, cânceres, doenças
pulmonares obstrutivas crônicas, doenças bucais e
outras.
A masculinidade hegemônica seria aquela ligada à
legitimidade do patriarcado, que garante a dominação
dos homens e a subordinação das mulheres. Ela não
diz respeito a um estilo de vida, mas a configurações
que formam as relações de gênero. Novos grupos
podem desafiar antigas soluções e construir uma
nova hegemonia. Hoje, essa demonstração de força,
controle e não vulnerabilidade cede espaço, tirando
do homem moderno toda essa supremacia.
No bojo dessas representações de masculinidade,
busca-se o subjetivo contido na discussão de
masculinidade e saúde e a consequente importância
para tal, quando atribuída às políticas específicas
de saúde pública voltada para o gênero masculino.
Torna-se, então, necessário compreender suas
representações no contexto do diálogo relacional
ao gênero masculino, visando à promoção de saúde
articulada ao princípio de autonomia dos indivíduos.
Texto adaptado. Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1981-77462015000200381&lng=pt&nrm=iso
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da saúde do homem
Matheus Trilico, Gabriela R. de Oliveira,
Marinei Kijimura, Sueli M. Pirolo
A promoção da saúde é uma proposta de
política mundial, contemporânea na saúde pública
e disseminada pela Organização Mundial da Saúde
(OMS) a partir de 1984. Aprovada na Carta de Ottawa,
traz a saúde em seu conceito amplo, relacionando-a
com qualidade de vida decorrente de processos
complexos interligados a fatores como alimentação,
justiça social, ecossistema, renda e educação.
Também trabalha com o princípio de autonomia dos
indivíduos e das comunidades, reforçando assim o
planejamento e o poder local.
Nesse mesmo sentido, a Declaração de Alma-Ata,
em 1978 , estabelece a proposta da ‘atenção primária
à saúde’ e amplia a visão do cuidado à saúde: sai da
visão hierárquica do conhecimento especializado,
incentiva o envolvimento da população e destaca
os fatores necessários para propiciar a qualidade
de vida e o direito ao bem-estar social. A atenção
primária à saúde está estreitamente vinculada à
‘promoção da saúde’ e à prevenção de enfermidades,
não abandonando as dimensões setorial e técnica e
incluindo outras dimensões.
No Brasil, a Estratégia Saúde da Família responde a
essa ampliação do cuidado ao buscar a promoção da
qualidade de vida e intervenção nos fatores que geram
riscos, por meio de ações programáticas abrangentes
e ações intersetoriais. Nessa perspectiva, entende-se
importante a Política Nacional de Atenção à Saúde do
Homem.
Criada em 2009, essa política procura incluir a
masculinidade nas questões clínica e epidemiológica,
oferecendo uma proposta singular de cuidado de
promoção e recuperação da saúde. Ela se fundamenta
na idiossincrasia do gênero masculino - termo que,
para o campo da pesquisa, refere-se apenas a áreas
estruturais e ideológicas que envolvem relação
entre os sexos, delimitando então um novo terreno
evidenciam na literatura que os homens sofrem
influência dessa representação da masculinidade,
imprimindo a idealização de sucesso, poder e força.
Estudos comparativos entre homens e mulheres
comprovam que os homens são mais vulneráveis às doenças, sobretudo às enfermidades graves
e crônicas, e morrem mais precocemente que as
mulheres.A despeito da maior vulnerabilidade e das
altas taxas de morbimortalidade, os homens não
buscam, como as mulheres, os serviços de atenção
básica.
Segundo estatísticas do Ministério da Saúde, o
homem é mais vulnerável à violência, seja como autor,
seja como vítima. A prevalência de dependentes de
álcool também é maior para o sexo masculino: 19,5%
dos homens são dependentes de álcool, contra 6,9%
das mulheres. Em relação ao tabagismo, os homens
usam cigarros também com maior frequência do que
as mulheres, o que acarreta maior vulnerabilidade
a doenças cardiovasculares, cânceres, doenças
pulmonares obstrutivas crônicas, doenças bucais e
outras.
A masculinidade hegemônica seria aquela ligada à
legitimidade do patriarcado, que garante a dominação
dos homens e a subordinação das mulheres. Ela não
diz respeito a um estilo de vida, mas a configurações
que formam as relações de gênero. Novos grupos
podem desafiar antigas soluções e construir uma
nova hegemonia. Hoje, essa demonstração de força,
controle e não vulnerabilidade cede espaço, tirando
do homem moderno toda essa supremacia.
No bojo dessas representações de masculinidade,
busca-se o subjetivo contido na discussão de
masculinidade e saúde e a consequente importância
para tal, quando atribuída às políticas específicas
de saúde pública voltada para o gênero masculino.
Torna-se, então, necessário compreender suas
representações no contexto do diálogo relacional
ao gênero masculino, visando à promoção de saúde
articulada ao princípio de autonomia dos indivíduos.
Texto adaptado. Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1981-77462015000200381&lng=pt&nrm=iso
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
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da saúde do homem
Matheus Trilico, Gabriela R. de Oliveira,
Marinei Kijimura, Sueli M. Pirolo
A promoção da saúde é uma proposta de
política mundial, contemporânea na saúde pública
e disseminada pela Organização Mundial da Saúde
(OMS) a partir de 1984. Aprovada na Carta de Ottawa,
traz a saúde em seu conceito amplo, relacionando-a
com qualidade de vida decorrente de processos
complexos interligados a fatores como alimentação,
justiça social, ecossistema, renda e educação.
Também trabalha com o princípio de autonomia dos
indivíduos e das comunidades, reforçando assim o
planejamento e o poder local.
Nesse mesmo sentido, a Declaração de Alma-Ata,
em 1978 , estabelece a proposta da ‘atenção primária
à saúde’ e amplia a visão do cuidado à saúde: sai da
visão hierárquica do conhecimento especializado,
incentiva o envolvimento da população e destaca
os fatores necessários para propiciar a qualidade
de vida e o direito ao bem-estar social. A atenção
primária à saúde está estreitamente vinculada à
‘promoção da saúde’ e à prevenção de enfermidades,
não abandonando as dimensões setorial e técnica e
incluindo outras dimensões.
No Brasil, a Estratégia Saúde da Família responde a
essa ampliação do cuidado ao buscar a promoção da
qualidade de vida e intervenção nos fatores que geram
riscos, por meio de ações programáticas abrangentes
e ações intersetoriais. Nessa perspectiva, entende-se
importante a Política Nacional de Atenção à Saúde do
Homem.
Criada em 2009, essa política procura incluir a
masculinidade nas questões clínica e epidemiológica,
oferecendo uma proposta singular de cuidado de
promoção e recuperação da saúde. Ela se fundamenta
na idiossincrasia do gênero masculino - termo que,
para o campo da pesquisa, refere-se apenas a áreas
estruturais e ideológicas que envolvem relação
entre os sexos, delimitando então um novo terreno
evidenciam na literatura que os homens sofrem
influência dessa representação da masculinidade,
imprimindo a idealização de sucesso, poder e força.
Estudos comparativos entre homens e mulheres
comprovam que os homens são mais vulneráveis às doenças, sobretudo às enfermidades graves
e crônicas, e morrem mais precocemente que as
mulheres.A despeito da maior vulnerabilidade e das
altas taxas de morbimortalidade, os homens não
buscam, como as mulheres, os serviços de atenção
básica.
Segundo estatísticas do Ministério da Saúde, o
homem é mais vulnerável à violência, seja como autor,
seja como vítima. A prevalência de dependentes de
álcool também é maior para o sexo masculino: 19,5%
dos homens são dependentes de álcool, contra 6,9%
das mulheres. Em relação ao tabagismo, os homens
usam cigarros também com maior frequência do que
as mulheres, o que acarreta maior vulnerabilidade
a doenças cardiovasculares, cânceres, doenças
pulmonares obstrutivas crônicas, doenças bucais e
outras.
A masculinidade hegemônica seria aquela ligada à
legitimidade do patriarcado, que garante a dominação
dos homens e a subordinação das mulheres. Ela não
diz respeito a um estilo de vida, mas a configurações
que formam as relações de gênero. Novos grupos
podem desafiar antigas soluções e construir uma
nova hegemonia. Hoje, essa demonstração de força,
controle e não vulnerabilidade cede espaço, tirando
do homem moderno toda essa supremacia.
No bojo dessas representações de masculinidade,
busca-se o subjetivo contido na discussão de
masculinidade e saúde e a consequente importância
para tal, quando atribuída às políticas específicas
de saúde pública voltada para o gênero masculino.
Torna-se, então, necessário compreender suas
representações no contexto do diálogo relacional
ao gênero masculino, visando à promoção de saúde
articulada ao princípio de autonomia dos indivíduos.
Texto adaptado. Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1981-77462015000200381&lng=pt&nrm=iso
A expressão em destaque NÃO pode ser substituída, sem que haja prejuízo semântico, por
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