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Assinale a alternativa que apresenta critérios descritos por Linda Fried et al (2001) para a definição da síndrome de fragilidade.
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LANÇADA NA ONU INICIATIVA PARA PROMOVER A INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA ATRAVÉS DA MÍDIA
A brasileira Patrícia Almeida, fundadora da GADIM (Aliança Global para Inclusão das Pessoas com Deficiência através da Mídia e do Entretenimento), participou da Programação oficial do Fórum Social 2016, na ONU, em Genebra, falando do papel da mídia no painel sobre a Implementação da Agenda 2030 à luz da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência: O Futuro que Queremos. Ela defendeu a utilização dos meios de comunicação para desconstrução de esteriótipos e da cultura capacitista reinante, que considera pessoas com deficiência como tendo menos valor do que pessoas sem deficiência. A fundadora da GADIM citou como exemplos positivos de marketing social as novelas que incluem personagens com deficiência, construídos em parceria com organizações de pessoas com deficiência, e destacou a novela “Páginas da Vida”, da TV Globo, que, segundo ela, contribuiu para um avanço na transição do sistema de educação especial para a educação inclusiva. Ela concluiu chamando os países a cumprirem o Artigo 8 da Convenção, sobre Conscientização, que prevê a participação da mídia para a garantia dos direitos das pessoas com deficiência.
Cátia Malaquias, cofundadora da GADIM e fundadora da Starting with Julius, organização que promove a inclusão de modelos com deficiência na publicidade na Austrália, falou sobre a importância das pessoas com deficiência serem vistas como consumidoras, funcionárias e prestadoras de serviço.
Na conclusão do painel, Patrícia Almeida convocou o movimento social dos diferentes países a cobrar de seus governos medidas concretas em cumprimento do Artigo 8. Ela afirmou a cultura vigente gera discriminação e barreiras que impedem que outros artigos importantes da Convenção sejam cumpridos, e a inclusão na mídia de maneira positiva tem o poder de acelerar o processo de mudança cultural.
Fonte: http://www.inclusive.org.br/arquivos/29803
Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma a seguir.
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Paciente do sexo feminino de 81 anos e sem história de fraturas prévias apresenta densitometria óssea com T-score: L1-L4= -2,3 Desvios-padrão (DP); Colo do fêmur= -2,9 DP; Fêmur total= -2,5 (DP). Assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico e o tratamento de primeira linha para esse caso.
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“OS DESAFIOS DA VIDA EM SOCIEDADE”.
Crônica do Major Irlando.
O instinto gregário naturalmente nos impulsiona a viver em grupo. Ninguém há que consiga viver tal qual um ermitão, um eremita, insulado de tudo e de todos. Afinal, precisamos uns dos outros! Mas… como viver em grupo sem conflitos?
A vida em sociedade impõe condutas que vão desde o respeito ao próximo, até o cumprimento de todas as regras e normas que nos são apresentadas, como forma de fruirmos uma convivência pacífica e harmoniosa. Desta forma, não cabem atitudes individualistas, egoísticas, as quais apenas atendem aos anseios próprios. Assim, a vontade individual jamais poderá se sobrepujar à coletiva. Infelizmente, nem todos são dotados desse nível de entendimento e consciência, e disso resultam os problemas, as intrigas, os conflitos, enfim.
A grande maioria de nós ainda precisa de polícia, a fim de fiscalizar as nossas atitudes. A sós, tendemos a infringir, a violar! Obviamente, não podemos generalizar, mas o nosso nível evolutivo ainda não está suficientemente avançado de modo a possibilitar-nos condutas retas, probas e dignas, em todos os aspectos.
Como o nosso orbe está sempre apresentando uma densidade demográfica exorbitante, pois atualmente já somamos mais de sete bilhões de seres humanos, urge a necessidade de uma mudança de atitude comportamental, de todos nós, a qual nos levará a uma convivência agradável, minimizando os inúmeros conflitos sociais.
Sócrates (370 a. C.), o eminente filósofo grego, já nos convidava à viagem interior, através da qual analisaríamos não os fatores externos que permeiam nossas vidas, mas a nossa essência espiritual, possibilitando o descobrimento das nossas mazelas morais para as trabalharmos, num eterno processo de burilamento do nosso caráter, da nossa personalidade. Diante do Oráculo de Delfos, o referido filósofo se deparou com uma frase inquietadora: “Homem, conhece-te a ti mesmo!” Isso nos levaria a essa autoanálise, ao autodescobrimento para, a partir daí, buscarmos seguir o valioso ensinamento de Santo Agostinho: sermos hoje melhores do que fomos ontem, e amanhã melhores do que estamos sendo hoje!
Sabemos que qualquer mudança no campo social se dá a longo prazo, porque envolve hábitos e costumes, os quais, via de regra, necessitam de tempo para serem alterados. Contudo, que possamos encetar os primeiros passos, buscando fazer a nossa parte, acreditando que estaremos semeando não para nós, mas, quiçá, para nossos descendentes, a fim de contribuirmos para um mundo melhor.
Texto adaptado. Fonte: http://macaubasonoff.com.br/os-desafios-davida- em-sociedade-cronica-do-major-irlando/
Assinale a alternativa em que está evidente o posicionamento do autor do texto.
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Paciente masculino de 77 anos e com 5 anos de escolaridade vem ao atendimento com o filho que relata que seu pai apresenta, há 3 anos, perda de memória recente e dificuldade de compreender o que lhe é dito, o que tornou-se repetitivo. Além disso, apresenta, há 1 ano, irritabilidade ao entardecer e dificuldade para realizar compras e manejar finanças. Não foram identificados sintomas depressivos. Testes cognitivos: miniexame do estado mental= 18 pontos, fluência verbal semântica (animais)= 7 animais em 1 minuto, teste do relógio= 4/10. Exames laboratoriais e de tomografia de crânio sem alterações. Clinical Dementia Rating (CDR)=1. Diante do quadro clínico, assinale o tratamento farmacológico indicado.
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“OS DESAFIOS DA VIDA EM SOCIEDADE”.
Crônica do Major Irlando.
O instinto gregário naturalmente nos impulsiona a viver em grupo. Ninguém há que consiga viver tal qual um ermitão, um eremita, insulado de tudo e de todos. Afinal, precisamos uns dos outros! Mas… como viver em grupo sem conflitos?
A vida em sociedade impõe condutas que vão desde o respeito ao próximo, até o cumprimento de todas as regras e normas que nos são apresentadas, como forma de fruirmos uma convivência pacífica e harmoniosa. Desta forma, não cabem atitudes individualistas, egoísticas, as quais apenas atendem aos anseios próprios. Assim, a vontade individual jamais poderá se sobrepujar à coletiva. Infelizmente, nem todos são dotados desse nível de entendimento e consciência, e disso resultam os problemas, as intrigas, os conflitos, enfim.
A grande maioria de nós ainda precisa de polícia, a fim de fiscalizar as nossas atitudes. A sós, tendemos a infringir, a violar! Obviamente, não podemos generalizar, mas o nosso nível evolutivo ainda não está suficientemente avançado de modo a possibilitar-nos condutas retas, probas e dignas, em todos os aspectos.
Como o nosso orbe está sempre apresentando uma densidade demográfica exorbitante, pois atualmente já somamos mais de sete bilhões de seres humanos, urge a necessidade de uma mudança de atitude comportamental, de todos nós, a qual nos levará a uma convivência agradável, minimizando os inúmeros conflitos sociais.
Sócrates (370 a. C.), o eminente filósofo grego, já nos convidava à viagem interior, através da qual analisaríamos não os fatores externos que permeiam nossas vidas, mas a nossa essência espiritual, possibilitando o descobrimento das nossas mazelas morais para as trabalharmos, num eterno processo de burilamento do nosso caráter, da nossa personalidade. Diante do Oráculo de Delfos, o referido filósofo se deparou com uma frase inquietadora: “Homem, conhece-te a ti mesmo!” Isso nos levaria a essa autoanálise, ao autodescobrimento para, a partir daí, buscarmos seguir o valioso ensinamento de Santo Agostinho: sermos hoje melhores do que fomos ontem, e amanhã melhores do que estamos sendo hoje!
Sabemos que qualquer mudança no campo social se dá a longo prazo, porque envolve hábitos e costumes, os quais, via de regra, necessitam de tempo para serem alterados. Contudo, que possamos encetar os primeiros passos, buscando fazer a nossa parte, acreditando que estaremos semeando não para nós, mas, quiçá, para nossos descendentes, a fim de contribuirmos para um mundo melhor.
Texto adaptado. Fonte: http://macaubasonoff.com.br/os-desafios-davida- em-sociedade-cronica-do-major-irlando/
Assinale a alternativa cuja estrutura sintática aceita outra concordância verbal.
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Ainda quanto ao caso clínico da questão anterior, n° 31, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. O paciente era candidato à trombólise endovenosa, devido ao tempo de chegada ao pronto atendimento menor que 4 horas e 30 minutos.
II. A cabeceira deve ser mantida a zero graus, se possível, e é imprescindível a avaliação da presença de disfagia devido ao risco de broncoaspiração decorrente dessa alteração.
III. Os distúrbios hidroeletrolíticos devem ser corrigidos, preferencialmente, com solução hipotônica, e a pressão arterial mantida abaixo de 160/80 mmHg nos candidatos à trombolítico e abaixo de 200/120 mmHg naqueles que não são candidatos à trombólise endovenosa.
IV. Se o paciente não for candidato a trombolítico, deve receber ácido acetilsalicílico 100-300mg/dia, idealmente nas primeiras 48 horas do início dos sintomas.
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LANÇADA NA ONU INICIATIVA PARA PROMOVER A INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA ATRAVÉS DA MÍDIA
A brasileira Patrícia Almeida, fundadora da GADIM (Aliança Global para Inclusão das Pessoas com Deficiência através da Mídia e do Entretenimento), participou da Programação oficial do Fórum Social 2016, na ONU, em Genebra, falando do papel da mídia no painel sobre a Implementação da Agenda 2030 à luz da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência: O Futuro que Queremos. Ela defendeu a utilização dos meios de comunicação para desconstrução de esteriótipos e da cultura capacitista reinante, que considera pessoas com deficiência como tendo menos valor do que pessoas sem deficiência. A fundadora da GADIM citou como exemplos positivos de marketing social as novelas que incluem personagens com deficiência, construídos em parceria com organizações de pessoas com deficiência, e destacou a novela “Páginas da Vida”, da TV Globo, que, segundo ela, contribuiu para um avanço na transição do sistema de educação especial para a educação inclusiva. Ela concluiu chamando os países a cumprirem o Artigo 8 da Convenção, sobre Conscientização, que prevê a participação da mídia para a garantia dos direitos das pessoas com deficiência.
Cátia Malaquias, cofundadora da GADIM e fundadora da Starting with Julius, organização que promove a inclusão de modelos com deficiência na publicidade na Austrália, falou sobre a importância das pessoas com deficiência serem vistas como consumidoras, funcionárias e prestadoras de serviço.
Na conclusão do painel, Patrícia Almeida convocou o movimento social dos diferentes países a cobrar de seus governos medidas concretas em cumprimento do Artigo 8. Ela afirmou a cultura vigente gera discriminação e barreiras que impedem que outros artigos importantes da Convenção sejam cumpridos, e a inclusão na mídia de maneira positiva tem o poder de acelerar o processo de mudança cultural.
Fonte: http://www.inclusive.org.br/arquivos/29803
“A brasileira Patricia Almeida, fundadora da GADIM (Aliança Global para Inclusão das Pessoas com Deficiência através da Mídia e do Entretenimento), participou da Programação oficial do Fórum Social 2016, na ONU, em Genebra [...]”. Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma a respeito da pontuação desse excerto.
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Analise os casos clínicos e suas respectivas hipóteses diagnósticas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Sr. Aníbal de 69 anos com queixa de perda de memória de início há 3 meses associada à tristeza, anedonia, insônia, fadiga e dificuldade de concentração – hipótese diagnóstica: demência do Lobo Frontotemporal.
II. Sra. Eugênia, 71 anos e 5 anos de escolaridade, queixa-se de esquecimentos há cerca de 2 anos e apresenta miniexame do estado mental (MEEM) com pontuação de 18, exames laboratoriais e de neuroimagem sem alterações; não houve comprometimento de atividades diárias ou alteração de funcionalidade – hipótese diagnóstica: comprometimento cognitivo leve amnéstico.
III. Sr. Norberto, 60 anos e 2 anos de escolaridade, apresenta quadro de declínio cognitivo progressivo, flutuação cognitiva, alucinações visuais, parkinsonismo, e distúrbio do sono REM, com 3 anos de evolução – hipótese diagnóstica: demência por corpos de Lewy.
IV. Sr. Lucélio, 78 anos e 8 anos de escolaridade, queixa-se de esquecimentos eventuais com 7 anos de evolução e relata estar em uso de memantina, 10mg ao dia; testes cognitivos: MEEM= 29 pontos, fluência verbal semântica (animais)= 17 animais em 1 minuto, teste do relógio= 9/10; exames laboratoriais e de neuroimagem sem alterações – hipótese diagnóstica: demência de Alzheimer Provável.
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Um dos aspectos mais relevantes da consulta geriátrica é a promoção de saúde. Nesse sentido, a detecção precoce de doenças e o seu correto tratamento são de extrema importância para reduzir o impacto dessas morbidades com o objetivo de evitar complicações futuras. A respeito do rastreio a partir de exames complementares em idosos, assinale a alternativa correta.
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