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Um recém-nascido chegou ao pronto atendimento apresentando cianose, salivação excessiva (com presença de bolhas de ar) e distensão abdominal. A mãe relatou que após a alimentação ele respira com muita dificuldade, quase se asfixiando. De acordo com essas manifestações clínicas, estamos possivelmente diante de um quadro de
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A notificação compulsória é obrigatória para os médicos e para os outros profissionais de saúde ou responsáveis pelos serviços públicos e privados de saúde, que prestam assistência ao paciente. Qual dos casos descritos a seguir é considerado de Notificação Compulsória?
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Paciente de 70 anos, sexo feminino, diabética, consciente e orientada, chegou ao serviço de saúde apresentado uma lesão em MID com as seguintes características: presença de exsudato purulento, eritema, sendo a infecção limitada aos tecidos subcutâneos superficiais. Qual tipo de infecção essa paciente apresenta?
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De acordo com a Resolução 453/2012 do Conselho Nacional de Saúde, assinale a alternativa que apresenta corretamente a distribuição das vagas nos Conselhos de Saúde.
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NEM SEMPRE O SILÊNCIO É ESQUECIMENTO
Marcel Camargo
Ao contrário do que possa aparentar, muitas vezes o silêncio tem muito a dizer, carregando em seu aparente vazio uma intensidade tamanha de sentimentos e de carga emocional muito mais significativa do que enxurradas de palavras ou gestos exacerbados. O silêncio pode acalmar, ferir, amparar ou até mesmo violentar, às vezes trazendo paz, outras vezes incitando tempestades - nem sempre o silêncio é pacífico.
O silêncio pode ser revolta, rebeldia, contrariedade contida. Nem sempre estamos prontos para expressar nossos pontos de vista, no sentido de verbalizar o que queremos, o que temos aqui dentro. Assim, mesmo que estejamos discordando de algo, silenciamos, pois nos falta a coragem necessária para que nos libertemos dessa prisão que nós próprios criamos, ou mesmo porque sabemos que qualquer tentativa de diálogo será inútil e cansativa naquele momento.
O silêncio também pode corresponder à reflexão, a um turbilhão de pensamentos pulsando dentro de nós. O pensamento e a fala devem conviver harmonicamente, de forma que um não atropele o outro, colocando-nos em situações constrangedoras. Palavras, após proferidas, não voltam mais, deixando suas marcas, muitas vezes negativas, nas nossas vidas e nas dos ouvintes. Pensar sobre o que se diz é necessário, pois, caso possamos machucar alguém ou a nós mesmos, sem razão, é preferível emudecer.
Às vezes, o silêncio é solidão, é vazio, solitude doída e emudecida. Mesmo acompanhados, ainda que em meio a muitas pessoas, podemos estar solitários, sentindo-nos sem acolhida, sem partilha, sem pertencimento. Como se não fizéssemos parte da vida do outro, como se fôssemos desimportantes, dispensáveis. Perdidos nessa irrelevância emocional, ruímos por dentro, minando nossa autoestima e nossa capacidade de ser feliz.
Outras vezes, o silêncio é desistência. Há momentos em que o mais prudente a se fazer é desistir de algo, de alguém, de tentar convencer, de querer amar, de clamar por atenção e reciprocidade. Certas situações nos pedem que partamos para outra, que canalizemos nossas forças e energias em direção ao que nos trará contrapartida, retirando-nos dos apelos vazios, da mendicância afetiva, pelo bem de nossa saúde física e de nosso equilíbrio emocional.
Silêncio, da mesma forma, pode significar desapego, libertação, livramento de amarras que nos impedem o caminhar tranquilo de nossa jornada. Precisamos nos despedir de tudo aquilo que pesa em nossos ombros, emperrando a visualização serena das possibilidades que nos aguarda o futuro. Temos que serenar a celeridade que intranquiliza os nossos corações, jogando fora bagagens sem as quais conseguiremos viver melhor.
O silêncio muitas vezes é mágoa, ressentimento, lamentação acumulada. Na impossibilidade de encontrarmos coragem de vivermos nossas verdades por inteiro, de refutarmos o que não nos completa, tampouco nos define, de impormos aquilo em que acreditamos, sufocamos nossos sentimentos mais íntimos sob a infelicidade de aparências condizentes com o que todo mundo espera - exceto nós próprios. Nesses casos, o calar-se equivale ao crepúsculo moroso de nossa existência.
Felizmente, no entanto, o silêncio também pode - e sempre o deveria - implicar felicidade, certezas, convicção e força. Sabermos os momentos certos para calarmos e guardarmos para nós aquilo que pensamos nos salva de problemas dispensáveis com gente que não significa nada na nossa vida. Quando estamos seguros quanto ao que somos, quanto aos nossos sonhos e planos de vida, nenhum barulho é capaz de abalar as nossas verdades, minimamente que seja. Quando o silêncio guarda o que temos de mais precioso, estamos então caminhando rumo ao alcance de nossos sonhos, para que possamos dividi-los com quem compartilhamos amor de verdade, e com ninguém mais.
Adaptado de: <http://obviousmag.org/pensando_nessa_gente_da_ vida/2015/nem-sempre-o-silencio-e-esquecimento.html>.
No que se refere à concordância, assinale a alternativa correta.
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Um dos principais cuidados em pacientes neurológicos graves consiste na cabeceira elevada, pois promove melhor drenagem cerebral venosa. Assim, é correto afirmar que o ideal para essa situação é
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Criança de 09 anos deu entrada no pronto atendimento por trauma abdominal decorrente de coice de cavalo. Devido à suspeita de hemorragia interna, foi encaminhada imediatamente ao Centro Cirúrgico para Laparotomia. Nesse caso, a cirurgia pode ser classificada como
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Um paciente que realiza diálise peritoneal sofreu uma complicação associada ao aumento da pressão intra-abdominal. Qual complicação esse paciente poderia ter sofrido?
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Sobre o descarte de materiais perfurocortantes, é correto afirmar que
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De acordo com o que estabelece o Regimento Interno da EBSERH - 3ª revisão, os membros da Diretoria Executiva
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