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Para fins de orçamentação de uma obra, foi feita a cotação de um equipamento em cinco diferentes lojas. Os valores obtidos foram registrados na coluna B, da linha 2 à linha 6, de uma planilha elaborada em Excel, conforme ilustrado na figura anterior. Nas linhas 8 e 9 da coluna B dessa planilha, estão registradas, respectivamente, a média aritmética e a mediana dos preços cotados, calculadas usando-se comandos do próprio Excel.
A partir das informações precedentes, julgue o item que se segue, a respeito das fórmulas da ferramenta Excel.
A fórmula MENOR(B2:B6) permite determinar o menor valor cotado entre as lojas pesquisadas.
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Para fins de orçamentação de uma obra, foi feita a cotação de um equipamento em cinco diferentes lojas. Os valores obtidos foram registrados na coluna B, da linha 2 à linha 6, de uma planilha elaborada em Excel, conforme ilustrado na figura anterior. Nas linhas 8 e 9 da coluna B dessa planilha, estão registradas, respectivamente, a média aritmética e a mediana dos preços cotados, calculadas usando-se comandos do próprio Excel.
A partir das informações precedentes, julgue o item que se segue, a respeito das fórmulas da ferramenta Excel.
A fórmula SOMA(B2:B6)/CONT.NÚM(B2:B6) permite o cálculo da média aritmética dos preços cotados, em substituição à fórmula estatística padrão do Excel para esse cálculo.
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Para fins de orçamentação de uma obra, foi feita a cotação de um equipamento em cinco diferentes lojas. Os valores obtidos foram registrados na coluna B, da linha 2 à linha 6, de uma planilha elaborada em Excel, conforme ilustrado na figura anterior. Nas linhas 8 e 9 da coluna B dessa planilha, estão registradas, respectivamente, a média aritmética e a mediana dos preços cotados, calculadas usando-se comandos do próprio Excel.
A partir das informações precedentes, julgue o item que se segue, a respeito das fórmulas da ferramenta Excel.
A fórmula estatística MED(B2:B6) permite o cálculo da mediana entre os preços cotados.
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| serviço | unidade | coeficiente |
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assentamento de guia (meio-fio) em trecho curvo, confeccionada em concreto pré-fabricado com dimensões 80 cm × 8 cm × 8 cm × 25 cm (comprimento × base inferior × base superior × altura), para urbanização interna de empreendimentos
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m | |
| pedreiro com encargos complementares | h | 0,4210 |
| servente com encargos complementares | h | 0,4210 |
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guia ou meio-fio de concreto pré-fabricado, para urbanização interna de empreendimentos
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un | 1,2560 |
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argamassa traço 1:3 (cimento e areia média), preparo manual
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m³ | 0,0010 |
| areia média, posto jazida/fornecedor (sem frete) | m³ | 0,0070 |
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| serviço | unidade | coeficiente |
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assentamento de guia (meio-fio) em trecho curvo, confeccionada em concreto pré-fabricado com dimensões 80 cm × 8 cm × 8 cm × 25 cm (comprimento × base inferior × base superior × altura), para urbanização interna de empreendimentos
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m | |
| pedreiro com encargos complementares | h | 0,4210 |
| servente com encargos complementares | h | 0,4210 |
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guia ou meio-fio de concreto pré-fabricado, para urbanização interna de empreendimentos
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un | 1,2560 |
|
argamassa traço 1:3 (cimento e areia média), preparo manual
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m³ | 0,0010 |
| areia média, posto jazida/fornecedor (sem frete) | m³ | 0,0070 |
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Uma pesquisa revelou características da população de uma pequena comunidade composta apenas por casais e seus filhos.
Todos os casais dessa comunidade são elementos do conjunto !$ A \cup B \cup C !$, em que
A = {casais com pelo menos um filho com mais de 20 anos de idade};
B = {casais com pelo menos um filho com menos de 10 anos de idade};
C = {casais com pelo menos 4 filhos}.
Considerando que n(P) indique a quantidade de elementos de um conjunto P, suponha que !$ n(A) = 18; n(B) = 20; n(C) =25; n(A \cap B) = 13; n (A \cap C) = 11; n (B \cap C) = 12 \quad e \quad n(A \cap B \cap C) = 8 !$. O diagrama a seguir mostra essas quantidades de elementos.

Com base nas informações e no diagrama precedentes, julgue o item a seguir.
A referida comunidade é formada por menos de 180 pessoas.
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Uma pesquisa revelou características da população de uma pequena comunidade composta apenas por casais e seus filhos.
Todos os casais dessa comunidade são elementos do conjunto !$ A \cup B \cup C !$, em que
A = {casais com pelo menos um filho com mais de 20 anos de idade};
B = {casais com pelo menos um filho com menos de 10 anos de idade};
C = {casais com pelo menos 4 filhos}.
Considerando que n(P) indique a quantidade de elementos de um conjunto P, suponha que !$ n(A) = 18; n(B) = 20; n(C) =25; n(A \cap B) = 13; n (A \cap C) = 11; n (B \cap C) = 12 \quad e \quad n(A \cap B \cap C) = 8 !$. O diagrama a seguir mostra essas quantidades de elementos.

Com base nas informações e no diagrama precedentes, julgue o item a seguir.
Se um casal dessa comunidade for escolhido ao acaso, então a probabilidade de ele ter menos de 4 filhos será superior a 0,3.
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Texto
São José do Rio Preto, centro urbano de tamanho médio, com cerca de 408 mil habitantes em 2010, localizada na região noroeste do estado de São Paulo, em área de clima tropical, é uma cidade reconhecida pelo seu calor intenso. Em 1985, a Superintendência de Controle de Endemias do Estado de São Paulo detectou a presença de focos do Aedes aegypti em doze cidades paulistas, entre elas, São José do Rio Preto, e confirmou sua reintrodução no estado. Os focos foram encontrados em locais com concentração de recipientes, denominados pontos estratégicos (PEs). Foi então estruturado o Programa de Controle de Aedes aegypti em São Paulo, que previa a visitação sistemática e periódica aos PEs dos municípios e a realização de delimitações de foco, quando do encontro de sítios positivos. Considerava-se que o vetor estava presente em um município quando continuava presente nos imóveis após a realização das medidas de controle que vinham associadas à delimitação de foco.
Logo após a detecção de focos positivos do mosquito em São José do Rio Preto, realizaram-se as delimitações e a aplicação de controle, as quais não foram suficientes para eliminar o vetor. Diante da situação, em 1985, o município foi definido como área de infestação domiciliar e risco de dengue. Os primeiros casos autóctones da dengue no município foram registrados em 1991, atribuídos ao sorotipo DENV1. A primeira grande epidemia ocorreu em 1995, com 1.462 casos autóctones. Posteriormente, com a introdução dos demais sorotipos, as incidências (casos/100 mil habitantes/ano) apresentaram comportamento cíclico: em 1999, 1.351,1; em 2006, 2.935,7; em 2010, ano da maior incidência, 6.173,8; e, em 2015, até outubro, a segunda maior incidência, 5.070,8.
Apesar de não se descartar a hipótese de que o aumento progressivo das incidências da dengue no município já seria um efeito do aumento das temperaturas, parece que esse fenômeno estaria mais relacionado com a circulação dos múltiplos sorotipos do vírus da dengue. De modo geral, a persistência e a intensidade da dengue em São José do Rio Preto são esperadas por se tratar de cidade de clima tropical e com condições ideais para o desenvolvimento do vetor e de sua relação com o patógeno.
Internet: <www revistas usp br> (com adaptações)
A respeito de aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.
Os vocábulos “mosquito” e “patógeno” têm o mesmo referente no texto: “Aedes aegypti”.
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Texto
São José do Rio Preto, centro urbano de tamanho médio, com cerca de 408 mil habitantes em 2010, localizada na região noroeste do estado de São Paulo, em área de clima tropical, é uma cidade reconhecida pelo seu calor intenso. Em 1985, a Superintendência de Controle de Endemias do Estado de São Paulo detectou a presença de focos do Aedes aegypti em doze cidades paulistas, entre elas, São José do Rio Preto, e confirmou sua reintrodução no estado. Os focos foram encontrados em locais com concentração de recipientes, denominados pontos estratégicos (PEs). Foi então estruturado o Programa de Controle de Aedes aegypti em São Paulo, que previa a visitação sistemática e periódica aos PEs dos municípios e a realização de delimitações de foco, quando do encontro de sítios positivos. Considerava-se que o vetor estava presente em um município quando continuava presente nos imóveis após a realização das medidas de controle que vinham associadas à delimitação de foco.
Logo após a detecção de focos positivos do mosquito em São José do Rio Preto, realizaram-se as delimitações e a aplicação de controle, as quais não foram suficientes para eliminar o vetor. Diante da situação, em 1985, o município foi definido como área de infestação domiciliar e risco de dengue. Os primeiros casos autóctones da dengue no município foram registrados em 1991, atribuídos ao sorotipo DENV1. A primeira grande epidemia ocorreu em 1995, com 1.462 casos autóctones. Posteriormente, com a introdução dos demais sorotipos, as incidências (casos/100 mil habitantes/ano) apresentaram comportamento cíclico: em 1999, 1.351,1; em 2006, 2.935,7; em 2010, ano da maior incidência, 6.173,8; e, em 2015, até outubro, a segunda maior incidência, 5.070,8.
Apesar de não se descartar a hipótese de que o aumento progressivo das incidências da dengue no município já seria um efeito do aumento das temperaturas, parece que esse fenômeno estaria mais relacionado com a circulação dos múltiplos sorotipos do vírus da dengue. De modo geral, a persistência e a intensidade da dengue em São José do Rio Preto são esperadas por se tratar de cidade de clima tropical e com condições ideais para o desenvolvimento do vetor e de sua relação com o patógeno.
Internet: <www revistas usp br> (com adaptações)
A respeito de aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.
A expressão “com a introdução dos demais sorotipos” exprime ideia de causa.
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Texto
São José do Rio Preto, centro urbano de tamanho médio, com cerca de 408 mil habitantes em 2010, localizada na região noroeste do estado de São Paulo, em área de clima tropical, é uma cidade reconhecida pelo seu calor intenso. Em 1985, a Superintendência de Controle de Endemias do Estado de São Paulo detectou a presença de focos do Aedes aegypti em doze cidades paulistas, entre elas, São José do Rio Preto, e confirmou sua reintrodução no estado. Os focos foram encontrados em locais com concentração de recipientes, denominados pontos estratégicos (PEs). Foi então estruturado o Programa de Controle de Aedes aegypti em São Paulo, que previa a visitação sistemática e periódica aos PEs dos municípios e a realização de delimitações de foco, quando do encontro de sítios positivos. Considerava-se que o vetor estava presente em um município quando continuava presente nos imóveis após a realização das medidas de controle que vinham associadas à delimitação de foco.
Logo após a detecção de focos positivos do mosquito em São José do Rio Preto, realizaram-se as delimitações e a aplicação de controle, as quais não foram suficientes para eliminar o vetor. Diante da situação, em 1985, o município foi definido como área de infestação domiciliar e risco de dengue. Os primeiros casos autóctones da dengue no município foram registrados em 1991, atribuídos ao sorotipo DENV1. A primeira grande epidemia ocorreu em 1995, com 1.462 casos autóctones. Posteriormente, com a introdução dos demais sorotipos, as incidências (casos/100 mil habitantes/ano) apresentaram comportamento cíclico: em 1999, 1.351,1; em 2006, 2.935,7; em 2010, ano da maior incidência, 6.173,8; e, em 2015, até outubro, a segunda maior incidência, 5.070,8.
Apesar de não se descartar a hipótese de que o aumento progressivo das incidências da dengue no município já seria um efeito do aumento das temperaturas, parece que esse fenômeno estaria mais relacionado com a circulação dos múltiplos sorotipos do vírus da dengue. De modo geral, a persistência e a intensidade da dengue em São José do Rio Preto são esperadas por se tratar de cidade de clima tropical e com condições ideais para o desenvolvimento do vetor e de sua relação com o patógeno.
Internet: <www revistas usp br> (com adaptações)
A respeito de aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.
A inserção de uma vírgula imediatamente após o vocábulo “Logo” alteraria os sentidos do texto, apesar de manter sua correção gramatical.
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