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Tendo em vista que choque é a situação clínica resultante do desequilíbrio entre a oferta de oxigênio e nutrientes e a demanda metabólica dos tecidos, julgue o próximo item, relativo a esse assunto.
O choque hipovolêmico caracteriza-se por volume intravascular insuficiente relativamente ao espaço vascular. Os sinais clínicos desse tipo de choque são: bradicardia, pressão arterial normal (choque compensado) ou diminuída (choque descompensado), aumento da pressão de pulso, pulsos finos, tempo de enchimento capilar prolongado (> 2 s), pele fria, pálida ou marmórea; diaforese; alteração do estado mental e oliguria.
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Tendo em vista que choque é a situação clínica resultante do desequilíbrio entre a oferta de oxigênio e nutrientes e a demanda metabólica dos tecidos, julgue o próximo item, relativo a esse assunto.
Segundo sua etiologia, o choque é classificado em hipovolêmico, cardiogênico, distributivo, obstrutivo e séptico. Entretanto, esta classificação representa uma simplificação, porque as etiologias frequentemente se sobrepõem.
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Tendo em vista que choque é a situação clínica resultante do desequilíbrio entre a oferta de oxigênio e nutrientes e a demanda metabólica dos tecidos, julgue o próximo item, relativo a esse assunto.
De acordo com seu efeito no débito cardíaco, o choque pode ser classificado em hipodinâmico ou quente e hiperdinâmico ou frio.
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Tendo em vista que choque é a situação clínica resultante do desequilíbrio entre a oferta de oxigênio e nutrientes e a demanda metabólica dos tecidos, julgue o próximo item, relativo a esse assunto.
Segundo o estado fisiológico do paciente, o choque pode ser classificado como compensado ou descompensado, de acordo com seu efeito na pressão arterial. Ele será definido como compensado quando os mecanismos compensatórios forem capazes de manter a pressão arterial normal, mesmo que o paciente apresente sinais e sintomas de perfusão tecidual inadequada (acidose láctica, oliguria e alteração do nível de consciência).
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Acerca da terapia intravenosa em pediatria e de aspectos a ela relacionados, julgue o item subsequente.
Para a punção do cateter venoso central de longa permanência totalmente implantável, é necessário utilizar agulha com bisel especial, que permite a sua penetração e remoção sem danos ao septo de silicone. As agulhas indicadas para esse procedimento são do tipo Hubber ou do tipo “ponta de lápis”.
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Acerca da terapia intravenosa em pediatria e de aspectos a ela relacionados, julgue o item subsequente.
Após a colocação do cateter venoso central de longa permanência totalmente implantável em centro cirúrgico, a sua primeira manipulação estará liberada a partir de 72 h a 96 h, devido à sensibilidade do paciente. Caso seja necessária sua utilização imediata após a colocação, o dispositivo deverá ser ativado no centro cirúrgico.
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Acerca da terapia intravenosa em pediatria e de aspectos a ela relacionados, julgue o item subsequente.
A obstrução de origem trombótica ou não trombótica está entre as principais causas de necessidade de remoção do PICC. As obstruções de origem trombótica são causadas pela precipitação de fármacos incompatíveis infundidos.
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Acerca da terapia intravenosa em pediatria e de aspectos a ela relacionados, julgue o item subsequente.
A técnica de Seldinger modificada tem sido utilizada para a inserção do PICC em crianças, recém-nascidos e adultos, em virtude de, na sua execução, se utilizar introdutores de pequeno calibre que protegem o vaso de rompimento durante a inserção.
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Acerca da terapia intravenosa em pediatria e de aspectos a ela relacionados, julgue o item subsequente.
A Infusion Nursing Society recomenda o uso do PICC para a infusão de soluções antineoplásicas; irritantes ou vesicantes; nutrição parenteral; antimicrobianos; com pH menor que 5 ou maior que 9 e com osmolaridade maior que 600 mOsm/L, independentemente do tempo de terapia.
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Julgue o item seguinte, relativo ao quadro de insuficiência respiratória aguda (IRA) em crianças.
A ausculta de murmúrio vesicular diminuído com estertores crepitantes sugere pneumonia ou edema pulmonar. O aumento do murmúrio vesicular ocorre no derrame pleural e no pneumotórax, na atelectasia e na obstrução de vias aéreas.
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