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De acordo com a Resolução n.º 2.173/2017, do Conselho Federal de Medicina (CFM), que determina os critérios para o diagnóstico de morte encefálica, julgue o item subsequente.
Para o diagnóstico de morte encefálica (ME), serão considerados especificamente capacitados médicos examinadores que tenham, no mínimo, um ano e meio de experiência no atendimento de pacientes em coma e tenham acompanhado ou realizado pelo menos dez determinações de ME ou curso de capacitação para determinação em ME.
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De acordo com a Resolução n.º 2.173/2017, do Conselho Federal de Medicina (CFM), que determina os critérios para o diagnóstico de morte encefálica, julgue o item subsequente.
A realização do exame complementar demonstra, de forma inequívoca, a ausência de perfusão sanguínea no encéfalo, ou inatividade elétrica ou ausência de atividade metabólica encefálica.
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De acordo com a Resolução n.º 2.173/2017, do Conselho Federal de Medicina (CFM), que determina os critérios para o diagnóstico de morte encefálica, julgue o item subsequente.
Para a determinação da morte encefálica, é minimamente obrigatória a realização dos seguintes procedimentos: exames clínicos, realizados por médicos distintos, que confirmem coma não perceptivo e ausência de função do tronco encefálico; e exames complementares, realizados em intervalos de tempos variáveis, que comprovem ausência de atividade encefálica.
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De acordo com a Resolução n.º 2.173/2017, do Conselho Federal de Medicina (CFM), que determina os critérios para o diagnóstico de morte encefálica, julgue o item subsequente.
Após a observância mínima de 6 h, os procedimentos para a determinação de morte encefálica devem ser iniciados em todos os pacientes que apresentem coma não perceptivo, ausência de reatividade supraespinhal e apneia persistente, e que atendam a todos os seguintes pré-requisitos: presença de lesão encefálica de causa conhecida e irreversível e capaz de causar a morte encefálica; ausência de fatores tratáveis que possam confundir o diagnóstico de morte encefálica; temperatura corporal superior a 35º; saturação arterial de oxigênio acima de 94% e pressão arterial sistólica maior ou igual a 100 mmHg ou pressão arterial média maior ou igual a 65 mmHg para adultos. Quando a causa primária do quadro for encefalopatia hipoxicoisquêmica, a observância mínima será de 24 h, mantendo-se os pré-requisitos.
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De acordo com a Resolução n.º 2.173/2017, do Conselho Federal de Medicina (CFM), que determina os critérios para o diagnóstico de morte encefálica, julgue o item subsequente.
O intervalo de tempo mínimo entre as duas avaliações clínicas necessárias para a caracterização da morte encefálica é definido conforme a idade: entre 7 dias completos a 2 meses incompletos, os exames deverão ser repetidos a cada 24 h; de 2 meses a 24 meses incompletos, a cada 12 h; e acima de 2 anos de idade, em intervalos de 1 h.
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Julgue o item subsequente, acerca dos quadros de convulsão em pediatria.
De acordo com a mais recente classificação de crises convulsivas desenvolvida pela International League Against Epilepsy, o quadro que até então era classificado como crise convulsiva do tipo parcial simples passou a ser classificado como crise convulsiva do tipo parcial simples consciente.
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Julgue o item subsequente, acerca dos quadros de convulsão em pediatria.
A convulsão febril é definida como crise convulsiva acompanhada por febre (temperatura maior ou igual a 38 ºC por qualquer método de medida) que ocorre em crianças entre seis e sessenta meses de idade sem evidência de infecção ou inflamação do sistema nervoso central e de alteração metabólica e sem história prévia de crise convulsiva.
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Julgue o item subsequente, acerca dos quadros de convulsão em pediatria.
Durante a crise convulsiva, a administração de medicamentos faz parte dos cuidados a serem dados à criança ou ao adolescente. Entre os medicamentos que podem ser administrados durante as crises convulsivas estão o diazepam e o fenobarbital.
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Tendo em vista que choque é a situação clínica resultante do desequilíbrio entre a oferta de oxigênio e nutrientes e a demanda metabólica dos tecidos, julgue o próximo item, relativo a esse assunto.
O choque séptico pode ser considerado uma combinação de vários tipos de choque, incluindo o hipovolêmico, o cardiogênico e o distributivo.
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Tendo em vista que choque é a situação clínica resultante do desequilíbrio entre a oferta de oxigênio e nutrientes e a demanda metabólica dos tecidos, julgue o próximo item, relativo a esse assunto.
A vítima de choque anafilático apresenta vasodilatação sistêmica, aumento da permeabilidade capilar com hipovolemia relativa e vasoconstricção pulmonar. Nesse caso, os sinais e sintomas incluem agitação, náuseas e vômitos, urticária, angioedema, desconforto respiratório com estridor ou sibilos, hipertensão e bradicardia.
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