Foram encontradas 80 questões.
Maria Eduarda, 45 anos, com história prévia de migrânea,
apresenta cefaleia de início súbito de forte intensidade com
náuseas, vômitos e perda de consciência. Ao exame, está
sonolenta e com resistência na movimentação passiva do
pescoço. PA = 120 x 80 mmHg, FC = 90 bpm, afebril. A conduta
inicial foi solicitar imediatamente uma tomografia de crânio, que
se revelou normal.
Frente a esse cenário clínico, a conduta a ser tomada é:
Frente a esse cenário clínico, a conduta a ser tomada é:
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Um paciente de 30 anos apresenta, há 6 meses, quadro
progressivo de dificuldade para fechar o olho direito e boca
entortando para a esquerda. Ao exame neurológico, são
identificados lagoftalmia à direita, apagamento do sulco
nasolabial à direita e desvio da comissura labial para a esquerda.
Não há outras alterações.
O diagnóstico topográfico é lesão:
O diagnóstico topográfico é lesão:
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Um paciente de 78 anos, engenheiro aposentado, procura
neurologista por estar apresentando lapsos de memória há 1 ano
e está muito incomodado com isso. Esquece onde coloca objetos,
nomes de pessoas, lugares onde comeu, momentos de viagens e
itens para comprar no mercado, por exemplo. Mantém sua rotina
de trabalho e exercícios, além de ajudar a cuidar dos netos. Nega
qualquer prejuízo nessas atividades e continua administrando seu
dinheiro. A avaliação cognitiva de triagem, com miniexame do
estado mental, foi 29/30. Avaliação neuropsicológica evidenciou
eficiência intelectual esperada para a idade e escolaridade.
Diante desse cenário, é correto afirmar que o paciente tem diagnóstico de:
Diante desse cenário, é correto afirmar que o paciente tem diagnóstico de:
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Um paciente de 45 anos, casado, sem comorbidades, procura
serviço de reabilitação por estar apresentando desequilíbrio de
marcha há 1 ano. Já teve algumas quedas e tem necessitado de
assistência da esposa para deambular em ambiente comunitário.
Nega dor, dormências ou alteração do controle urinário. Ao
exame, é observada marcha típica tabética. A força é grau V nos 4
membros, com arreflexia global. Sensibilidade tátil, térmica e
dolorosa estão preservadas. Apresenta apalestesia distal e erra
posição segmentar em membros inferiores. Dismetria calcanharjoelho bilateral, que se acentua com os olhos fechados. Sinal de
Romberg positivo. Em investigação, foi diagnosticado com
neuroinfecção após exame do liquor.
O tratamento adequado para o paciente, instituído na ocasião, foi:
O tratamento adequado para o paciente, instituído na ocasião, foi:
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Um paciente de 60 anos queixa-se de parestesias e dor em pés
iniciadas há mais de 3 anos, que vêm se agravando lentamente e
afetaram as mãos no último ano. O exame neurológico
demonstra leve hipoestesia tátil, térmica e dolorosa distalmente
abaixo dos cotovelos e joelhos. Apresenta força grau V nos 4
membros com reflexos preservados bilateralmente e
propriocepção preservada. Não há comorbidades conhecidas.
Quanto à investigação desse tipo de neuropatia, é correto afirmar que:
Quanto à investigação desse tipo de neuropatia, é correto afirmar que:
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Uma paciente de 8 anos é levada pelos pais a consulta com
neurologista. Observam que, desde que ela adquiriu marcha,
tinha dificuldade principalmente para pular, correr e subir
escadas. Relatam que o quadro tem piorado lentamente, e hoje
ela tem quedas frequentes e deambula com assistência de
terceiros. Negam queixas cognitivas, afirmando que a filha tem
bom desempenho escolar. De história familiar, informam que
duas tias maternas tiveram pé equino na infância, e uma delas fez
alongamento de tendão e tem dificuldade de locomoção. Ao
exame neurológico, apresenta pés cavos, tetraparesia de
predomínio distal, hipoestesia dolorosa em bota de cano curto,
hipopalestesia distal em membros inferiores e marcha escarvante
com apoio unilateral. O teste genético detectou duplicação do
gene PMP22 no cromossomo 17.
Quanto ao diagnóstico, é correto afirmar que se trata:
Quanto ao diagnóstico, é correto afirmar que se trata:
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Um paciente de 70 anos dá entrada na emergência após queda
da própria altura e trauma em região occipital. Familiares
informam ao médico que ele tem apresentado quedas nos
últimos 12 meses por desequilíbrio, além de alterações
comportamentais como impulsividade e anosognosia. Um
neurologista é chamado para avaliar o paciente e constata ao
exame neurológico: força preservada nos 4 membros, reflexos
vivos globalmente, rigidez plástica e bradicinesia bilateral em
membros superiores, simétrica, instabilidade postural ao pull-test
(paciente cai se não amparado pelo examinador) e restrição do
olhar vertical inferior.
Nesse momento, o paciente é encaminhado para acompanhamento ambulatorial com a seguinte hipótese diagnóstica:
Nesse momento, o paciente é encaminhado para acompanhamento ambulatorial com a seguinte hipótese diagnóstica:
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Paciente de 68 anos apresenta quadro agudo de dor no olho
direito, acompanhado de ptose e paralisia para adução e
movimentos verticais desse olho. Ao exame neurológico,
observam-se as alterações citadas, estrabismo divergente do olho
direito ao repouso e preservação do reflexo fotomotor direto e
consensual. Não há outras alterações neurológicas.
Uma hipótese etiológica para este quadro é:
Uma hipótese etiológica para este quadro é:
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João Alberto, 50 anos, apresenta, desde os 40 anos de idade,
quadro de cefaleia recorrente. Essas ocorrem praticamente
sempre no mesmo horário, despertando o paciente do sono e
deixando-o inquieto. Refere que a dor é excruciante em região
orbitofrontal esquerda, dura habitualmente cerca de 45 minutos,
e está associada a hiperemia conjuntival, ptose palpebral e
rinorreia, ipsilaterais. Ao longo dos anos, teve crises de dor
intercaladas por períodos sem dor. No entanto, há 1 ano
apresenta dor diariamente tanto à noite quando durante o dia.
Diante desse cenário, deve-se orientar:
Diante desse cenário, deve-se orientar:
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Paciente de 25 anos foi diagnosticada com esclerose múltipla
remitente-recorrente após apresentar dois surtos, sendo uma
neurite óptica e uma síndrome de tronco cerebral, com 6 meses
de intervalo entre eles. Houve recuperação completa dos
sintomas sem tratamento específico. Ressonância magnética de
crânio evidenciou lesões desmielinizantes típicas supra e
infratentoriais sem captação de contraste, e, no liquor, foram
identificadas bandas oligoclonais. Iniciou tratamento com acetato
de glatiramer 40 mg SC, 3 vezes por semana, mas, após 6 meses
de uso dessa medicação, apresentou quadro subagudo de
dormência e fraqueza no membro superior direito, sendo então
prescrita pulsoterapia com metilprednisolona 1.000 mg venoso
por 5 dias. Nesse momento, optou-se pela troca do tratamento
preventivo para fingolimode 0,5 mg, 1 vez ao dia. Uma
contraindicação ao uso do fingolimode é:
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