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Paciente, 28 anos, sueco, viajará para o Rio de Janeiro e
permanecerá por 15 dias em dezembro. Seus exames mostram
anti-HVA positivo, HBsAg negativo anti-HBc positivo e anti-HBs
positivo.
Em relação à profilaxia da transmissão das hepatites virais, a conduta mais adequada seria
Em relação à profilaxia da transmissão das hepatites virais, a conduta mais adequada seria
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Homem, 50 anos, fadiga, astenia, artralgias, impotência sexual,
insuficiência pancreática e escurecimento da pele. EDA exibe
varizes de esôfago. Laboratório exibe elevação do ferro e da
ferritina. Iniciadas flebotomias terapêuticas.
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Homem, 50 anos, fadiga, astenia, artralgias, impotência sexual,
insuficiência pancreática e escurecimento da pele. EDA exibe
varizes de esôfago. Laboratório exibe elevação do ferro e da
ferritina. Iniciadas flebotomias terapêuticas.
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Uma mulher de 50 anos foi submetida a um exame endoscópico
alto para investigação de plenitude pós-prandial. O endoscopista
observou a presença de uma erosão plana de cerca de 25 mm na
região do antro, grande curvatura, classificada como IIc pela
Sociedade Japonesa de Endoscopia Digestiva.
A biópsia revelou adenocarcinomas diferenciados com profundidade de invasão T1a e ausência de ulceração ou invasão linfo vascular. Ausência de Helicobacter pylori na biópsia. A paciente apresentava bom estado geral, PA 110-80 mm Hg, corada, RCR 2T, abdômen flácido, fígado e baço impalpáveis. Presença de placas com papilas aveludadas hiper pigmentadas no pescoço e axila. As enzimas hepáticas eram normais e uma TC abdominal foi considerada normal.
A partir do exposto, a melhor conduta terapêutica, levando em consideração a qualidade de vida, é
A biópsia revelou adenocarcinomas diferenciados com profundidade de invasão T1a e ausência de ulceração ou invasão linfo vascular. Ausência de Helicobacter pylori na biópsia. A paciente apresentava bom estado geral, PA 110-80 mm Hg, corada, RCR 2T, abdômen flácido, fígado e baço impalpáveis. Presença de placas com papilas aveludadas hiper pigmentadas no pescoço e axila. As enzimas hepáticas eram normais e uma TC abdominal foi considerada normal.
A partir do exposto, a melhor conduta terapêutica, levando em consideração a qualidade de vida, é
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Paciente do sexo masculino, 39 anos, sem comorbidades, procura
atendimento com queixa de pirose 3 a 4 vezes por semana,
geralmente após refeições gordurosas. Não apresenta
regurgitação noturna ou disfagia. Uso intermitente de antiácido
traz alívio parcial. Endoscopia digestiva alta recente é normal.
pHmetria de 24 horas mostra índice de refluxo (DeMeester) = 12
(normal < 14,7), com correlação sintoma-refluxo positiva
(número de sintomas associados a episódios ácidos = 75%).
Manometria esofágica com esfíncter esofágico inferior (EEI) com
pressão normal, peristaltimo preservado, relaxamento completo
do EEI durante a deglutição.
O diagnóstico mais provável é
O diagnóstico mais provável é
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Paciente do sexo feminino, 27 anos, com quadro de dor
abdominal epigástrica que evoluiu com migração para fossa ilíaca
direita há cerca de 8 horas, associada a náuseas, vômitos e
hiporexia. Nega febre.
Ao exame físico, apresenta dor à descompressão de fossa ilíaca direita, sem dor à compressão ou defesa abdominal. Exames laboratoriais mostram leucocitose sem desvio à esquerda.
Considerando a possibilidade diagnóstica de apendicite aguda, o escore de Alvarado dessa paciente é
Ao exame físico, apresenta dor à descompressão de fossa ilíaca direita, sem dor à compressão ou defesa abdominal. Exames laboratoriais mostram leucocitose sem desvio à esquerda.
Considerando a possibilidade diagnóstica de apendicite aguda, o escore de Alvarado dessa paciente é
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Homem de 62 anos, tabagista e etilista crônico, apresenta perda
ponderal de 12 kg em 3 meses, anorexia e epigastralgia.
Endoscopia digestiva alta revela lesão ulcerada na pequena
curvatura gástrica, com bordas elevadas e infiltradas. A biópsia
confirma adenocarcinoma gástrico. O paciente é submetido a
gastrectomia subtotal com linfadenectomia D2.
O anatomopatológico revela:
– tumor de 4,2 cm infiltrando até a subserosa (pT3);
– metástase em 4 linfonodos regionais (pN2);
– ausência de metástases à distância (pM0).
O estadiamento patológico (pTNM, AJCC 8ª edição) desse paciente é
O anatomopatológico revela:
– tumor de 4,2 cm infiltrando até a subserosa (pT3);
– metástase em 4 linfonodos regionais (pN2);
– ausência de metástases à distância (pM0).
O estadiamento patológico (pTNM, AJCC 8ª edição) desse paciente é
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Um paciente de 42 anos, com histórico de obesidade e apneia
obstrutiva do sono, apresenta queixas de sonolência diurna
excessiva e dificuldade para controlar a ingestão alimentar,
especialmente à noite. Ele relata que acorda várias vezes durante
a noite e sente fome mesmo após refeições completas.
Exames laboratoriais mostram:
– leptina sérica elevada;
– grelina plasmática aumentada;
– resistência à insulina leve;
– perfil lipídico com triglicerídeos discretamente elevados.
Considerando o caso descrito, assinale a opção que melhor explica a interação entre os hormônios reguladores do apetite e a qualidade do sono do paciente.
Exames laboratoriais mostram:
– leptina sérica elevada;
– grelina plasmática aumentada;
– resistência à insulina leve;
– perfil lipídico com triglicerídeos discretamente elevados.
Considerando o caso descrito, assinale a opção que melhor explica a interação entre os hormônios reguladores do apetite e a qualidade do sono do paciente.
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Paciente feminina, 26 anos, apresenta fadiga crônica,
desconforto abdominal pós-prandial e episódios esporádicos de
diarreia, sem perda ponderal significativa. Tem histórico de
anemia ferropriva refratária a suplementação oral.
Exames recentes mostram:
– Hemograma: anemia ferropriva.
– Sorologias: anticorpos transglutaminase tecidual IgA e antiendomísio IgA negativos, mas paciente possui deficiência seletiva de IgA documentada.
– Endoscopia digestiva alta: mucosa duodenal levemente irregular, pregas parcialmente achatadas, sem erosões visíveis.
– Biópsia duodenal: linfocitose intraepitelial discreta, hiperplasia das criptas, atrofia vilosa parcial em algumas áreas.
Considerando o caso clínico, a conduta diagnóstica mais adequada é
Exames recentes mostram:
– Hemograma: anemia ferropriva.
– Sorologias: anticorpos transglutaminase tecidual IgA e antiendomísio IgA negativos, mas paciente possui deficiência seletiva de IgA documentada.
– Endoscopia digestiva alta: mucosa duodenal levemente irregular, pregas parcialmente achatadas, sem erosões visíveis.
– Biópsia duodenal: linfocitose intraepitelial discreta, hiperplasia das criptas, atrofia vilosa parcial em algumas áreas.
Considerando o caso clínico, a conduta diagnóstica mais adequada é
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Paciente do sexo masculino, 38 anos, com história de doença de
Crohn ileocecal diagnosticada há 10 anos. Evoluiu com estenoses
cicatriciais e episódios de suboclusão intestinal, sendo submetido
a íleo- colectomia direita com anastomose íleo-transversa há
14 meses. Retorna à consulta com dor abdominal intermitente,
diarreia (> 6 episódios-dia) e perda ponderal. Está em uso de
terapia imunobiológica com anti-TNF associada a
imunossupressor (azatioprina). Seu médico assistente solicita
colonoscopia, que mostra:
– anastomose íleo-transversa prévia, sem estenose;
– segmento de neo-íleo distal com múltiplas úlceras aftoides, algumas isoladas e outras em pequenos grupos (total estimado: 6-7); uma úlcera curta (entre 1 e 2 cm) confinada à anastomose; mucosa normal entre as ulcerações; ausência de inflamação difusa extensa.
Com base nesses achados, o escore de Rutgeerts mais adequado para classificar esse paciente é
– anastomose íleo-transversa prévia, sem estenose;
– segmento de neo-íleo distal com múltiplas úlceras aftoides, algumas isoladas e outras em pequenos grupos (total estimado: 6-7); uma úlcera curta (entre 1 e 2 cm) confinada à anastomose; mucosa normal entre as ulcerações; ausência de inflamação difusa extensa.
Com base nesses achados, o escore de Rutgeerts mais adequado para classificar esse paciente é
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