Foram encontradas 80 questões.
Paciente de 36 anos, sexo feminino, procura atendimento por
disfagia progressiva para sólidos e líquidos há 2 anos,
acompanhada de regurgitação frequente de alimentos não
digeridos, perda de 8 kg no período e dor retroesternal
esporádica.
Endoscopia digestiva alta não mostrou lesões obstrutiva, mas havia grande retenção de resíduos alimentares no esôfago distal. Foi realizada manometria esofágica de alta resolução, que revelou:
• Relaxamento incompleto do esfíncter esofagiano inferior (pressão residual elevada);
• Peristalse ausente;
• Diagnóstico compatível com acalásia tipo II (Chicago).
A paciente, após discutir opções terapêuticas, opta pelo tratamento definitivo.
De acordo com o exposto, a conduta mais adequada é:
Endoscopia digestiva alta não mostrou lesões obstrutiva, mas havia grande retenção de resíduos alimentares no esôfago distal. Foi realizada manometria esofágica de alta resolução, que revelou:
• Relaxamento incompleto do esfíncter esofagiano inferior (pressão residual elevada);
• Peristalse ausente;
• Diagnóstico compatível com acalásia tipo II (Chicago).
A paciente, após discutir opções terapêuticas, opta pelo tratamento definitivo.
De acordo com o exposto, a conduta mais adequada é:
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Paciente do sexo masculino, 42 anos, sem comorbidades prévias,
apresenta dor epigástrica intensa, diarreia frequente e perda
ponderal de 6 kg em 3 meses. Relata que já fez uso de Omeprazol
em dose plena por longos períodos, mas as queixas persistiram.
A endoscopia digestiva alta mostrou múltiplas úlceras duodenais e jejunais proximais, além de esofagite erosiva grave. O exame laboratorial revelou gastrina sérica em jejum de 1500 pg/mL (valor de referência < 100 pg/mL), confirmada em duas dosagens. A próxima conduta para esse paciente é
A endoscopia digestiva alta mostrou múltiplas úlceras duodenais e jejunais proximais, além de esofagite erosiva grave. O exame laboratorial revelou gastrina sérica em jejum de 1500 pg/mL (valor de referência < 100 pg/mL), confirmada em duas dosagens. A próxima conduta para esse paciente é
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Paciente do sexo masculino, 45 anos, previamente hígido,
apresenta pirose intensa há 8 anos. Relata que já fez uso de
Omeprazol 40 mg/dia por 12 semanas, sem melhora significativa.
Repetiu tratamento com dose dobrada por mais 8 semanas,
também sem resposta.
A endoscopia digestiva alta mostra esofagite grau C de Los Angeles. A pHmetria revelou tempo de exposição ácida total de 12% (normal < 4,2%), e a manometria esofágica demonstrou peristalse preservada e pressão adequada do esfíncter esofagiano inferior. O paciente busca auxílio médico em busca de um tratamento definitivo.
A melhor conduta neste caso é
A endoscopia digestiva alta mostra esofagite grau C de Los Angeles. A pHmetria revelou tempo de exposição ácida total de 12% (normal < 4,2%), e a manometria esofágica demonstrou peristalse preservada e pressão adequada do esfíncter esofagiano inferior. O paciente busca auxílio médico em busca de um tratamento definitivo.
A melhor conduta neste caso é
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Paciente do sexo masculino, 58 anos, tabagista, procura
atendimento com queixa de dispepsia crônica. Nega perda
ponderal significativa, disfagia ou vômitos persistentes. Foi
submetido à endoscopia digestiva alta, que revelou gastrite
atrófica multifocal leve, sem lesões ulceradas. A biópsia
histológica evidenciou gastrite atrófica com metaplasia intestinal
leve, escore OLGA II, associado a presença de Helicobacter pylori
positivo.
A melhor conduta terapêutica para esse paciente é
A melhor conduta terapêutica para esse paciente é
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Paciente do sexo masculino, 62 anos, assintomático, procura
avaliação de rotina para rastreamento de câncer colorretal. Nega
história familiar para neoplasias. Foi realizada colonoscopia,
completa, até o íleo distal, com preparo adequado (Escala de
Boston: 9), sendo identificado 1 pólipo pediculado, Paris 0-Ip,
com polo cefálico medindo 1,5 cm e pedículo com 4 mm,
localizado em cólon sigmoide, removido com alça diatérmica em
peça única, sem intercorrências. Histopatológico revela adenoma
viloso com displasia de alto grau com pedículo livre.
Conforme o guideline da US Multi-Society Task Force, o tempo recomendado para a repetição do exame nesse paciente é de
Conforme o guideline da US Multi-Society Task Force, o tempo recomendado para a repetição do exame nesse paciente é de
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Paciente do sexo masculino, 54 anos, etilista crônico, com
diagnóstico prévio de cirrose hepática, procura auxílio médico
com aumento progressivo de volume abdominal, edema em
membros inferiores e sonolência. Encontra-se ictérico (++/4+).
Abdome globoso com circulação colateral e ascite moderada.
Edema (++/4+) em membros inferiores. Presença de flapping.
Exames laboratoriais:
• Bilirrubina total: 4,2 mg/dL (valor de referência até 1,2 mg/dL);
• Albumina: 2,3 g/dL (valor de referência: 3,5 – 5,0 g/dL);
• INR: 1,9 (valor de referência: 0,8 – 1,2);
• Creatinina: 0,9 mg/dL (valor de referência: 0,6 – 1,2 mg/dL); • Sódio: 134 mEq/L (valor de referência: 135 – 145 mEq/L).
Com base no caso apresentado, o Child-Pugh e a conduta mais adequada para esse paciente são:
Exames laboratoriais:
• Bilirrubina total: 4,2 mg/dL (valor de referência até 1,2 mg/dL);
• Albumina: 2,3 g/dL (valor de referência: 3,5 – 5,0 g/dL);
• INR: 1,9 (valor de referência: 0,8 – 1,2);
• Creatinina: 0,9 mg/dL (valor de referência: 0,6 – 1,2 mg/dL); • Sódio: 134 mEq/L (valor de referência: 135 – 145 mEq/L).
Com base no caso apresentado, o Child-Pugh e a conduta mais adequada para esse paciente são:
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Um estudo avaliou os efeitos de diferentes dietas em
30 voluntários adultos saudáveis. Os participantes receberam por
QUATRO semanas uma dieta rica em fibras fermentáveis (como
inulina, pectina e amido resistente).
No final do período, foram coletadas amostras de fezes e sangue para quantificação de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC) produzidos pela microbiota intestinal no cólon. Os principais AGCC detectados foram acetato, propionato e butirato. Observou-se que:
• O acetato foi o AGCC mais abundante no cólon e circulante;
• O propionato apresentou maior captação hepática;
• O butirato foi associado a melhora da integridade da barreira intestinal e redução da inflamação local.
Com base nesse cenário, assinale a opção que melhor descreve a relação entre o tipo de AGCC, sua absorção/metabolismo e efeitos fisiológicos sistêmicos.
No final do período, foram coletadas amostras de fezes e sangue para quantificação de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC) produzidos pela microbiota intestinal no cólon. Os principais AGCC detectados foram acetato, propionato e butirato. Observou-se que:
• O acetato foi o AGCC mais abundante no cólon e circulante;
• O propionato apresentou maior captação hepática;
• O butirato foi associado a melhora da integridade da barreira intestinal e redução da inflamação local.
Com base nesse cenário, assinale a opção que melhor descreve a relação entre o tipo de AGCC, sua absorção/metabolismo e efeitos fisiológicos sistêmicos.
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Paciente do sexo masculino, 62 anos, com histórico de dispepsia
crônica, faz uso com relativa frequência de anti-inflamatórios não
esteroidais (AINEs). Ele procura auxílio médico com queixa de
hematêmese e melena recentes.
Exame físico sem alterações. Hemograma com anemia. Realizada endoscopia digestiva alta com identificação de úlcera gástrica em antro medindo 1,8 cm, base parcialmente coberta por coágulo, alguns restos hemáticos e sem sangramento ativo.
Considerando os achados endoscópicos, assinale a opção mais adequada ao caso.
Exame físico sem alterações. Hemograma com anemia. Realizada endoscopia digestiva alta com identificação de úlcera gástrica em antro medindo 1,8 cm, base parcialmente coberta por coágulo, alguns restos hemáticos e sem sangramento ativo.
Considerando os achados endoscópicos, assinale a opção mais adequada ao caso.
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Paciente do sexo masculino, 48 anos, chega ao pronto-socorro
com dor intensa em fossa ilíaca direita, náuseas e vômitos. Refere
episódios prévios de dor pós-prandial em hipocôndrio direito.
Nega febre. Exame físico com dor à palpação de hipocôndrio
direito, sinal de Murphy positivo, sem icterícia.
Exames laboratoriais:
• Leucócitos: 15.000/mm3 (valor de referência: 4000 – 11000/mm3);
• PCR: 12 mg/mL (valor de referência: < 5);
• Bilirrubina total: 1,4 mg/dL (valor de referência: 0,3 – 1,2 mg/dL).
• Fosfatase alcalina: 85 U/L (valor de referência: 40 – 150 U/L).
Ultrassonografia abdominal com vesícula distendida, paredes espessadas (5 mm), presença de cálculos e líquido pericolecístico. De acordo com os critérios do Guideline de Tokyo para o diagnóstico da colecistite aguda, é considerado um critério diagnóstico:
Exames laboratoriais:
• Leucócitos: 15.000/mm3 (valor de referência: 4000 – 11000/mm3);
• PCR: 12 mg/mL (valor de referência: < 5);
• Bilirrubina total: 1,4 mg/dL (valor de referência: 0,3 – 1,2 mg/dL).
• Fosfatase alcalina: 85 U/L (valor de referência: 40 – 150 U/L).
Ultrassonografia abdominal com vesícula distendida, paredes espessadas (5 mm), presença de cálculos e líquido pericolecístico. De acordo com os critérios do Guideline de Tokyo para o diagnóstico da colecistite aguda, é considerado um critério diagnóstico:
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Um homem de 52 anos chega ao pronto-atendimento com dor
abdominal intensa na região epigástrica, irradiando para região
dorsal, iniciada há cerca de 12 horas. Refere náuseas e vômitos.
Há histórico de etilismo e colelitíase conhecida.
Ao exame, apresenta pressão arterial 110/70 mmHg, frequência cardíaca 102 bpm, temperatura 37,8 ºC e sensibilidade marcada em epigástrio. Exames laboratoriais:
• Amilase: 480 U/L (valor de referência: < 100);
• Lipase: 650 U/L (valor de referência: < 60);
• PCR: 180 mg/L (valor de referência: < 5);
• Creatina: 1,2 mg/dL (valor de referência: 0,8 – 1,5 mg/dL).
Tomografia de abdome mostra aumento do pâncreas e líquido peripancreático, sem necrose evidente.
Dos critérios abaixo, assinale o que é considerado o principal fator de mau prognóstico na pancreatite aguda nesse caso.
Ao exame, apresenta pressão arterial 110/70 mmHg, frequência cardíaca 102 bpm, temperatura 37,8 ºC e sensibilidade marcada em epigástrio. Exames laboratoriais:
• Amilase: 480 U/L (valor de referência: < 100);
• Lipase: 650 U/L (valor de referência: < 60);
• PCR: 180 mg/L (valor de referência: < 5);
• Creatina: 1,2 mg/dL (valor de referência: 0,8 – 1,5 mg/dL).
Tomografia de abdome mostra aumento do pâncreas e líquido peripancreático, sem necrose evidente.
Dos critérios abaixo, assinale o que é considerado o principal fator de mau prognóstico na pancreatite aguda nesse caso.
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