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Um paciente de 58 anos de idade é trazida pela mãe para consulta com hematologista que lhe foi indicada após o resultado de um hemograma. O hemograma mostrou anemia microcítica e hipocrômica (VCM: 75 fL, CHCM: 26, dosagem de hemoglobina: 9,5 g/dL). A contagem relativa de reticulócito era de 0,8%.

O exame de urina era normal e a criança não tinha história de diarreia. Sua alimentação era saudável e ela apresentava peso normal. Recentemente, havia feito três exames parasitológicos de fezes, todos negativos para a presença de helmintos e protozoários. A dosagem de ferro era de 35 µg/dL e a de ferritina, de 10 ng/mL.

O exame a ser solicitado para tentar identificar a etiologia dessa anemia ferropriva é

 

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Um paciente de 14 anos de idade, portador da doença de von Willebrand do tipo 3, apresenta epistaxes frequentes e volumosas.

O tratamento de primeira linha dessas hemorragias consiste em
 

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O tratamento das hemorragias em pacientes com hemofilia B grave deve ser feito com
 

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Um paciente de 18 anos de idade, portador de talassemia beta major, apresentou, ao final de uma transfusão de concentrado de hemácias, reação alérgica moderada caracterizada por tosse, broncoespasmo e prurido, apesar de ter sido pré-medicado com anti-histamínico oral.
Na transfusão anterior, feita 3 semanas antes, também havia apresentado reação alérgica leve, com rash cutâneo e prurido.

Na transfusão subsequente será necessário
 

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Criança do sexo masculino, 5 anos, é levada ao pronto atendimento por vizinhos após ser encontrada sozinha em casa, chorando, trancada e sem supervisão adulta. Relata que costuma ficar sozinho por horas, sem saber onde estão seus pais. Apresenta vestimentas inadequadas, sinais de higiene precária, baixo peso e relato de alimentação irregular.
Ao exame, está em bom estado geral, mas com sinais de desnutrição leve e atraso no desenvolvimento da linguagem. Não há sinais de agressão física.

Com base no caso e na legislação brasileira, a conduta mais adequada é
 

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Escolar do sexo feminino, 11 anos, previamente hígida, apresenta queixas de febre vespertina, fadiga, perda de peso, dor articular em joelhos e punhos, além de lesões eritematosas em região malar que poupam o sulco nasolabial. Ao exame físico, apresenta-se pálida, com pressão arterial de 130/90 mmHg, hepatomegalia discreta e edema de membros inferiores. Exames laboratoriais revelam: Hb 9,2 g/dL, leucócitos 2.800/mm³, plaquetas 110.000/mm³, urina 1 com proteinúria 3+ e hematúria microscópica. Função renal: ureia 52 mg/dL, creatinina 1,3 mg/dL. FAN positivo (1:640, padrão nuclear pontilhado fino), antiDNA nativo positivo, C3 e C4 reduzidos.
Assinale a opção que apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta inicial mais adequada.
 

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Adolescente do sexo masculino, 14 anos, comparece à consulta para avaliação de rotina. É nadador competitivo, treinando 2 horas por dia, 6 dias por semana. Apresenta medidas antropométricas dentro da normalidade (IMC: 20 kg/m², estágio puberal G4P4). Refere dieta variada e aumento recente do gasto energético devido à intensificação dos treinos. Ele e seus pais questionam sobre a necessidade de uso de suplementos proteicos e vitaminas para “melhorar o desempenho” e “evitar fadiga”. O recordatório alimentar revela: Ingestão proteica de 1,6 g/kg/dia, calorias adequadas para idade e nível de atividade, nenhum sinal clínico de carência nutricional, exames laboratoriais normais (hemograma, ferritina, vitamina D, B12).
A conduta mais apropriada em relação à suplementação nutricional nesse caso é
 

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Escolar do sexo feminino, 10 anos, previamente hígida, apresenta aumento progressivo de volume em região cervical direita há 6 semanas, associado a febre vespertina baixa, sudorese noturna e perda ponderal de 2 kg. Ao exame físico, nota-se linfonodo cervical posterior direito, de consistência endurecida, indolor, medindo cerca de 3 cm, sem sinais flogísticos cutâneos. Ausculta pulmonar sem alterações. Radiografia de tórax sem infiltrados ou adenomegalias hiliares evidentes. Prova tuberculínica (PPD) positiva (15 mm). Hemograma com leucócitos 7.200/mm³, VHS 48 mm/h. Ultrassonografia cervical confirma linfonodo hipoecoico com áreas de necrose central. Punção aspirativa por agulha fina (PAAF) revelou granuloma caseoso e bacilos álcool-ácido resistentes (BAAR) na baciloscopia direta.
O diagnóstico mais provável para esse caso é
 

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Pré-escolar masculino, 4 anos, previamente hígido, estava alimentando-se com pedaço de carne quando subitamente iniciou tosse intensa seguida de silêncio súbito, cianose perioral e queda ao solo. A criança encontra-se em apneia, inconsciente, porém com pulso palpável a 90 bpm. Não há expansibilidade torácica e os esforços ventilatórios estão ausentes. A obstrução de vias aéreas por corpo estranho é fortemente suspeitada.
A conduta imediata mais adequada nesse cenário é
 

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Pré-escolar do sexo masculino, 3 anos, residente em área rural de estado endêmico para leishmaniose visceral, é trazido à consulta com história de febre diária há 30 dias, perda ponderal, inapetência e aumento progressivo do abdome. Ao exame físico: palidez cutaneomucosa, hepatoesplenomegalia importante e linfonodomegalia cervical discreta. Hemograma evidencia pancitopenia (Hb 8,1 g/dL, leucócitos 2.300/mm³, plaquetas 78.000/mm³), proteína C reativa elevada e hipergamaglobulinemia. Teste rápido rK39 para leishmaniose foi positivo e a punção de medula óssea confirmou a presença de amastigotas.
A conduta terapêutica inicial mais adequada para esse caso é
 

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